Vasco

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domingo, 26 de março de 2017

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - STEFANA MACEDO, A 1ª FOLCLORISTA

No tempo em que só os homens faziam pesquisas sobre o folclore nacional, uma mulher intrometeu-se entre eles:  Stefana Macedo. Além de pioneira na pesquisa e divulgação, ela ousou tornar-se uma exímia violonista, instrumento mal visto pela sociedade conservadora de sua época. Mas ela nem ligou e até passou adiante os segredos do pinho.
Um dos trabalhos mais conhecidos de Stefana é a canção popular História triste de uma praieira, invocando uma jovem residente em uma vila de pescadores. Foi composto em parceria com o poeta  Adelmar Tavares, tendo ela feito o arranjo e cantado durante a gravação, acompanhada por violões. Lançado pela gravadora Columbia, em outubro de 1929, com muita sorte,  pode-se garimpar o disco pela Internet, ou em sebos.

Stefana de Moura Macedo nasceu em  29.01.1903, em Recife- PE, mudou-se, cm a família, para o Rio de Janeiro, quando tinha nove anos de idade. Teve aulas de violão com Patrício Teixeira e Rogério Guimarães e viveu até 01.09.1975, totalizando 43 músicas regionais, em 22 discos gravados, reunindo cocos, toadas pernambucanas, cateretês, maracatus, corta-jacas, baiões, canções amazonenses de domínio público e com adaptações suas.
Reproduzido do blog creditado na foto. Agradecimento.

Entre os principais fatos da carreira de Stefana, destacam-se: 1926 - apresentou-se, ao violão, no Cassino do Copacabana Palace-RJ, quando instrumento ainda era visto como algo típico da malandragem; 1927 - tocou o Teatro Municipal, de São Paulo;  1928 - estreou no disco, pela gravadora Odeon, com "Tenho uma raiva de vancê" e "Sussuarana", ambas de Luiz Peixoto/Hekel Tavres; 1929 - nova apresentação no Teatro Municipal de São Paulo e gravação, pela Columbia, de um disco reunindo samba-choro, corta-jaca, cateretê, toada, batuque.
O trabalho incluiu "Dança do Quilombo dos Palmares", talvez, a música brasileira mais antiga conhecida, com a primeira gravação de um batuque com batida na caixa do violão, executada por ela. Em 1931 cantou no filme Coisas nossas, de Alberto Byington.
  Em 1935, Stefana fez dois recitais no Teatro Colón, de Buenos Aires, Argentina. O primeiro, com a presença do mundo oficial da Argentina e do Brasil. Executou, durante a primeira parte, canções ao violão. Na segunda, com Heitor Villa-Lobos ao piano, músicas do compositor.
 A partir dos anos 1950 só se apresentava em raros recitais, consolidando, contudo, uma aura de elegância e sofisticação, sempre saudada por intelectuais, críticos e até músicos eruditos. Passou seus últimos anos de vida na cidade de Volta Redonda-RJ.

ÁLBUM - RAIOS DE TUPÃ SOBRE A COLINA


Ademir Menezes, o maior ídolo da torcida cruzmaltina, até o surgimento de Roberto Dinamite, em 1971, jogou a favor e contra o Vasco, na data 30 de junho. Aconteceu em Tupã, distante 530 quilômetros da capita paulista.

VASCO X FLAMENGO - HOJE - 18H30

A torcida brasiliense foi ao aeroporto receber Douglas e a turma toda,
 conforme fotografou Nélson Costa, de www.crvascodagama.com.br
Vale pela quarta rodada da Taça Rio - segundo turno do  Estadual-RJ -, no Estádio Mané Garrincha, aqui em Brasília. O "Almirante" precisa navegar rumo aos três pontos para, se aproximar da classificação às semifinais, se quiser se tricampeão de sua terra.
O treinador Milton Mendes, que estreou usando paletó e gravata, imitando os europeus, em clima frio – , não poderá usar oito atletas – Martín Silva (na seleção uruguaia), Luan, Rodrigo, Marcelo Mattos, Guilherme, Wagner, Kelvin e Caio Monteiro (contundidos. Assim, o time deverá ser baseado no da partida anterior, com Jordi mantido no gol e a dupla de zaga sendo Rafael Marques e Jomar.  O polivalente Pikachu também deve sair jogando, pois marcou o gol da partida anterior, contra o Madureira.
Durante a semana, o treinador Milton Mendes, que fará sua estreia em clássicos no comando vascaíno, trabalhou bastante a parte tática. Ele ajustou a distribuição da equipe em, campo e treinou, exaustivamente, as bolas paradas ofensivas e defensivas. " Não quero time dependendo de um ou de dois. O quero ver coeso, compactado, com transições rápidas, aparecendo", disse o comandante.
No último encontro, pela semifinal da Taça Guanabara, o Vasco  perdeu dos rubro-negros por 0 x 1. No entanto, nos 10 clássicos anteriores, haviam sido seis vitórias e três empates da rapaziada. 
 Luis Antônio Silva Santos, Daniel do Espírito Santo Parro e Diego Luiz Couto Barcelos é o tri de arbitragem escalado para a partidas.
Vasco e Flamengo já se enfrentaram valendo por 30 diferentes competições |O clássico de hoje é o de  número 380. São 144 vitórias rubro-negras e 139 vascaínas, com 101 empates. O interessante nessa história é que, pelo Campeonato  Brasileiro,  em 50 encontros, os dois se igualam com 17 vitórias, 16 empates e 17 derrotas. 

CONFIRA O ÚLTIMO VASCO X FLAMENGO EM BRASILIA - 14.07.2013 - Vasco 0 X 1 Flamengo. Campeonato Brasileiro. Estádio: Mané Garrincha. Juiz: Grazianni Maciel Rocha-RJ. Público: 61.767. Renda: R$ 4.071.170,00. Gol: Paulinho, aos 29 minutos do primeiro tempo. VASCO: Diogo Silva; Nei, Renato Silva, Rafael Vaz e Wendel; Sandro Silva, Fellipe Bastos (Dakson), Pedro Ken e Allison (Edmilson); Éder Luís e André (Tenório). Técnico: Dorival Junior. FLAMENGO - Felipe; Leonardo Moura, Wallace, González e João Paulo; Cáceres, Elias, Gabriel (Val) e Paulinho (Rafinha); Marcelo Moreno e Carlos Eduardo (Nixon). Técnico - Mano Menezes.
OBS: AQUELE FOIO JOGO 373 ENTRE AMBOS, COM 129 VITÓRIAS, 100 EMAPTES E 144 DERROTAS VASCAÍNAS.

sábado, 25 de março de 2017

A SUPERBELA DO DIA - CLÉO PIRES

CLÉO PIRES POSTOU ESTA FOTO PARA BRINDAR OS SEUS
ADMRIADORES. DA PARTE DO KIKE, E DA SUA,  A GENTE
 AGRADECE PELO COLÍRIO. DE ACORDO?

HISTORI&LENDAS DA COLNA - SELÉ

Em 1950, o Vasco disputou dois jogos-treinos com a Seleção Brasileira. No primeiro, 3 x 3, em São Januário, com gols de Álvaro, Xaxá e Nena (contra). O segundo rolou no Maracanã, com 2 x 3 selecionado, e Jair e Vasconcelos comparecendo ao filó. Barbosa e Alfredo atuaram pela "Turma da Colina” nos dois jogos, e Augusto, Ely e Chico no segundo. O Jair vascaíno das duas escalações não é o Jair Rosa Pinto, que havia sido cruzmaltino bem antes.

Vasco 3 x 3 Seleção Brasileira foi em 9 de junho de 1950, durante os preparativos para a Copa do Mundo, apitado por Oto Vieira. Os vascaínos Maneca e Ademir Menezes, além de Baltazar (Corinthians) marcaram os tentos alviazuis, já que o selecionado nacional ainda não era canarinha. O Vasco teve: Barbosa; Laerte (Gim) e Wilson; João Martins, Lola e Alfredo; Ferrinho, Jair, Álvaro Xaxá, Ipojucan e Ismar. A equipe do treinador Flávio Costa alinhou: Castilho; Augusto (Nilton Santos) e Juvenal (Nena); Bauer, Danilo (Rui) e Noronha (Bigode); Maneca, Zizinho (Jair), Adãozinho (Baltazar), Ademir e Chico (Rodrigues). Técnico: Flávio Costa.
Vasco 2 x 3 Seleção Brasileira rolou em 18 de junho, com o “Time da Colina” defendido por: Barbosa, Augusto e Laerte; Ely, Lola e Alfredo; Jair, Vasconcelos, Álvaro Xaxá, Lima e Chico. O escrete: Castilho, Nilton Santos e Nena; Bauer, Danilo e Bigode; Maneca, Ademir Menezes, Baltazar, Jair e Rodrigues. Neste jogo, Ademir Menezes balançou, por duas vezes, as redes cruzmaltinas, e Rodrigues fez o outro gol.

BRINCADEIRA DE TORCEDOR – Como o Vasco tinha Barbosa, Augusto, Danilo, Maneca, Ademir, Chico e Ely na Seleção Brasileira, para esta ganhar do Vasco, foi preciso o Vasco ajudar.
O jogo-treino de 18 de junho de 1950 representou a primeira vez em que a camisa vascaína desfilou pelo gramado do Maracanã. Depois, ela voltou ao “Maraca”, ainda sem ser em um jogo oficial, na tarde de 30 de julho do mesmo ano, no 1 x 0 sobre o Madureira, com gol de Ipojucan, pelo Torneio Início do Campeonato Carioca, que só terminaria em janeiro de 1951. Oficialmente, o primeiro jogo vascaíno no estádio foi em 27 de agosto de 1950, com 3 x 2 diante do Bangu, pelo Cariocão, com gols de Ademir Menezes.
DETALHE: Como jogo-treino e Torneio Início não contam nas estatísticas, Ademir Menezes então, fica sendo o vascaíno a marcar o primeiro gol oficial do Vasco no Maracanã.