Vasco

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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

A BELÍSSIMA MUSA CRUZMALTINA DO DIA

O "Kike"fez um rolé, hoje, pelo www.bing.com e viu esta linda vascaína em um site que promove o futebol "brasuca" feminino, encontrado clicando-se nas imagens de "lindas vascaínas". Então você verá imagens com esta da gloriosa Dani Torres, em "fotosdegilvan201". Este  Gilvan é uma fera feríssima. Fotografa as mais lindas mesmo, com categoria  de campeão no clic. Pra frente, o "Kike" vai mostrar outras belíssimas vascaínas clicadas por ele. Aguarde!
 
The "Kike" made a roll today, through www.bing.com and saw this beautiful vascaína, in a site that promotes women's "brasuca" soccer. Access the images of "beautiful vascaínas" and you will see wonderfull little girls like Dani Torres, in "fotosdegilvan201". This Gilvan is a terrible beast. Shoot the most beautiful ones ! With the category of champion in the click. To the front, the "Kike" will show other beautiful cruzmaltinas clicked by him. Wait!

XERIFES DA COLINA - ELY DO AMPARO-23

Ele foi um dos principais “xerifões” da história de São Januário. É o mínimo o que se pode falar de Ely do Amparo,  cruzmaltino entre 1943 e 1954. Após o vexame da Copa do Mundo-1950, quando os uruguis viraram o placar e nos venceram, dentro do Maracanã, ele foi a Montevideu, com o Vasco, e enfiou a porrada em Obdúlio Varela, que ficou quietinho.
Revelado pelo Canto do Rio, Ely não só foi “xerife”, mas, também, jogador disciplinado, um modelo para os colegas. Tornou-se líder no Vasco e na Seleção Brasileira. Inclusive, muitos achavam que, se ele tivesse enfrentado o Uruguai, “el chefe” Obdulio Varela não teria mandado no jogo.
A COFEDERAÇÃO BRASILEIERA de Desportos, no entanto, deixou para Ely xefrifar durante a conquista do Pan-Americano-1952 – disputou, também, o Sul-Americano de 1949 (campeão) e o Mundial-1954, na Suíça.
Nascido em  Paracambi-RJ, em 14 de maio de 1921, Ely viveu até 9 de março de 1991. Fez 19 jogos pelo escrete nacional. Com a jaqueta cruzmaltina, foi campeão carioca-1945/47/49/50/52 e, também, do Sul-Americano de Clubes Campeões-1948, no Chile e primeiro título de um clube brasileiro no exterior.
Após encerrar a carreira, Ely voltou ao Vasco como auxiliar-técnico, preparador de goleiros e treinador. Nestas novas tarefas, foi campeão do I Torneio Internacional do IV Centenário do Rio de Janeiro e da Taça Guanabara, ambos em 1965,  e do Torneio Rio-São Paulo-1966, embora este último com título dividido com Santos, Botafogo e Corinthians, devido a desorganização do futebol brasileiro.
Ely (D), com o irmão goleiro Osny, em reprodução de
www.tardesdepacaewnbu
COSME E DAMIÃO - Quando Duque foiu demitido como treinador vascaíno, o Vasco promoveu Ely ao cargo. Ele convidou o lateral-direito Paulinho de Almeida, em final de carreira, para ser o seu auxiliar e cuidar dos aspirantes, categoria já inexistente, imediatamente abaixo do time A.
Naquele trabalho, Ely e Paulinho trocavam idéias e até juntavam as gratificações das vitórias dos seus times, para dividi-las, igualmente. Era a primeira vez, em São Januário, que o técnico do time principal fazia aquilo. Como ainda tinha contrato como atleta, Paulinho ganhava mais (Cr$ 220 mil cruzeiros mensais). Então, o clube deu o mesmo salário a Ely, que dizia ter aprendido muito com os mestres Gentil Cardoso, Flávio Costa e Zezé Moreira.
Enquanto Paulinho cuidava do preparo físico e dos defensores, Ely ficava com os atacantes e os goleiros.  Para serem teinadores, eles tiveram uma larga experiência como atleta. Ely, que iniciou a carreira, em 1939, como juvenil do América, passou por Vasco, Sport-PE, Bonsucesso e Canto do Rio, pelo qual parou, em 1958. De sua parte, Paulinho começou no Internacional-RS e foi buscado, pelo Vasco, em 1954.      

A GRAÇA DA COLINA - ORDEM DO REI

Dom Manuel  intitulava-se, "pela graça de Deus”, Rei de Portugal e de Algarves, neste e no outro lado do mar, na África, Senhor da Guiné e da Conquista, Navegação e Comércio da Etiópia, Arábia, Pérsia Índia” e tinha a obsessão de banir o islã da
 Devido àquela loucura, ele decepcionou-se com a falta de liderança de Pedro Alvares Cabral e o relegou ao ostracismo. Para dominar o comércio das Índias, só via um macho: Vasco da Gama que, desde os cinco de idade, já fazia parte da Ordem de Santiago, matadora de milhares de “infiéis”, pela ótica da igreja católica, em nome da fé cristã.
Don Manuel, em reprodução de
 www.memorialdodescobrimento
 Quando chegou ao Brasil, Pedro Álvares Cabral viajara levando no bolso do colete as informações de Vasco da Gama sobre a sua descoberta do caminho marítimo para as Índias. Por incompetência náutica, veio parar na Bahia, que achou ser uma ilha. Por aqui, nem pisou um pé no chão. Tempinho depois, Dom Manuel mandou Vasco da Gama voltar a navegar e fazer o preciso para ele libertar a Terra Santa, após limpar o comércio das Índias dos muçulmanos.
 O Vascão foi cruel, impiedoso. Bombardeou, matou, enforcou, pirateou, fez vassalos e levou para Portugal as riquezas que o rei queria, transformando a inexpressiva Lisboa no novo centro comercial da Europa, deixando Veneza para trás.
Com todo este bolão jogado durante a crueldade da conquista – antigamente, era assim – Dom Manuel deu-lhe o título de “Almirante da Índia”, podendo usar o “Dom. A formalização ocorreu em 30 de janeiro de 1502, na catedral de Lisboa. Mais tarde, ele tornou-se Conde de Vidigueira e Vice-Rei da Índia.
 Quando Pero Vaz de Caminha enviou carta ao rei, contando das riquezas da terra achada, Dom Manuel mandou dizer à rapaziada que iria recompensar geral. Para Vasco da Gama, que fornecera o caminho das pedras, criaria para ele, que gostava de remar, um clube de remo, o Club de Regatas Vasco da Gama. E, para a moçada da viagem de Cabral, um clube de tiro ao alvo. Poderiam matar todos os flamengos que voassem pela frente.
- Passou flamengo, flamingo pela frente, mande bala - ordenou.
 E a ordem foi cumprida, quando a moçada pegou o Flamengo pela frente, pela primeira vez, em 29 de abril de 1923. Mandou 3 x 1, pelo Campeonato Carioca.

 

 

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

MUSA CRUZMALTINA DO DIA - THAMIRES

 Foi em www.vascowiki.blogspot que o Kike viu esta  interessante foto do biquinho feito por Thamires Nunes. Cruzmaltina belíssima, inteligente e modelo que vai à luta, desfilando moda e talento pela passarela. A gloriosa "Tatá" quando está na galera vascaína, leva uma tremenda energia à rapaziada lá dentro do gramado. Torce com muito vigor, empurra o time. A turma do www.vacowike está de parabéns por ter postado esta linda imagem para colírio das moçada. Com esta jaqueta, ela presta uma homenagem aos primeiros atletas do futebol da Colina, que eram conhecidos por "Os Camisas Pretas"     



 

OS XERIFES DA COLINA - CLAREL-22

Em 1941,  o Grêmio-RS precisava, urgentemente, de um bom zagueiro central. De preferência, com o mesmo futebol, ou que se aproximasse do mostrado pelo aposentado Luiz Luz, jogador de Seleção Brasileira. 
Pela cara, mando dizer que era um "xerifão".
Os jogos se sucediam e ninguém aprovava. Um dia, o clube constatou que o seu grupo contava com um rapaz, de 19 de idade, que demonstrava pinta de “xerife”. Conferiram a sua ficha e promoveram Clarel Reynaldo Kauer ao time titular.
Em Montenegro, cidade onde nascera (13.10.1922), os seus amigos vibraram. Mas ele estava muito mais preocupado em segurar o seu emprego em uma biblioteca e estudar para ser um advogado, pois futebol, na época, não era coisa de futuro.
Com as boas partidas que vinha fazendo, chegou um momento em que Clarel precisou se decidir entre os livros e a bola. Ficou com a segunda opção e nunca se arrependeu.
 Atleta típico das zagas gaúchas, com boa estatura e físico forte, ganhava sempre as bolas pelo alto. Quando era preciso deixar a técnica de lado e usar a rispidez, no lance, mandava ver. Tornou-se o melhor de sua posição nos pampas, ajudou os gremistas a ganharem dois Estaduais e despertou a cobiça de Flamengo e Vasco da Gama, que levou a melhor.
Convocado para os treinamentos da Seleção Brasileira que disputaria a Copa do Mundo-1950, Clarel não chegou até lá. Mas, em março do ano seguinte, os vascaínos foram a Porto Alegre, com um checão de Cr$ 500 mil cruzeiros, e o levaram para a Colina. Estreou em.... de 1951, em Vasco x São Paulo.  Durante o Campeonato Carioca da temporada, atuou em  17 dos 20 jogos, pela formação-base: Barbosa; Augusto e Clarel; Ely, Danilo e Alfredo (Jorge); Tesourinha, Maneca, Edmur, Ipojucan e Friaça – os titulares Ademir Menezes e Chico passaram várias rodadas fora do time, devido lesões.
Clarel ficou par a temporada-1952 e participou de alguns prélios do Torneio Rio-São Paulo. Em seguida, mesmo respeitado por colegas, treinadores e crônica esportiva carioca, decidiu voltar para o Rio Grande do Sul e o seu Grêmio. Em 1953, saiu de campo. Viveu por 70 temporadas, até 29 de janeiro de 1993.