Vasco

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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

TRAGÉDIAS DA COLINA - DONA JUSTA

  Considerado, por Romário, “o jogador mais importante do time vascaíno, durante as conquistas da Copa Mercosul e do Brasileiro, ambos de 2000, o atacante Euller, autor de 27 gols, em 83 jogos com a jaqueta cruzmaltina, ao sair de São Januário bateu às portas da Justiça do Trabalho. Cobrou dívida, de R$ 4 milhões. Terminou entrando em acordo e mordeu a metade do que queria, relativa a serviços prestados entre 2000/2001.
De acordo com o advogado do atleta, Luiz Roberto Leven Siano, o “Filho do Vento (apelido do atleta) pedira a penhora de renda dos jogos, do patrocínio da Eletrobras e de direitos de transmissões de jogos pela TV.
  Um outro atleta a fazer o mesmo foi o ex-goleiro Márcio Fernandez Cazorla, vascaíno por 12 temporadas. Nascido em Porto Alegre-RS, em 16 de março de 1971, estreou em 1992, e sempre foi reserva de Carlos Germano. Em 1996, não entrou em campo, fato repetido em 2001, quanto o titular já era Hélton. Teve mais chances de jogar, em 1998, quando  Carlos Germano servia à Seleção Brasileira, para a Copa do Mundo da França.
Márcio disputou 28 jogos e sofreu 21 gols. A partir de  1999, perdeu mais espaço em São Januário. Só oito jogos e seis gols sofridos. De 2000 a 2002, piorou: 24 jogos e  25  bolas em suas redes. Em 2003,  duas atuaçõese dois gols levados. Reserva de Carlos Germano e de Hélton, Márcio seria suplente, em 2004, de mais um goleiro: Fábio. Teve a chance de fazer seis jogos. E buscou seis bolas no filó. Totalizou 127 gols sofridos com a 1 vascaína. Mesmo tendo ido à Justiça contra o Vasco, voltou a São Januário, para treinar goleiros, ao lado de Carlos Germano

VASCO X ATLÉTICO-G0 - HOJE - 19H30

A primeira das 10 partidas importantíssimas que o Vasco da Gama terá pela frente no Campeonato Brasileiro será diante do "Dragão" no Estádio Serra Dourada, em Goiânia. Medirá forças com o Atlético Goianiense, pensando em sua terceira vitória consecutiva.
 O triunfo é de suma importância, tendo em vista que a conquista dos três pontos fará o Cruzmaltino se aproximar ainda mais da zona de classificação para a Taça Libertadores,
Diante do rubro-negro goiano, o técnico Zé Ricardo não poderá contar com o volante Jean e o meio-campo Wagner. O primeiro recebeu o terceiro cartão amarelo na partida do último fim de semana. O segundo, por sua vez, permaneceu no Rio de Janeiro recuperando-se de dores no joelho esquerdo. A boa notícia fica por conta do retorno do atacante Andrés Ríos, desfalque no clássico contra o Botafogo.
Pelo do Atlético Goianiense, a necessida de vitória é ainda maior. O time goiano ocupa a última colocação do Brasileirão, mas pode, em caso de um resultado positivo, deixar a lanterna e entrar de vez na briga por um lugar na Série A de 2018. O adversário cruzmaltino tem o atacante Walter como grande e, antes do insucesso diante do Palmeiras, na rodada passava, ostentava a terceira melhor campanha do segundo turno da competição nacional.
Cláudio Francisco Lima e Silva, do Sergipe, será o árbitro do confronto desta noite. Ele será auxiliado por Cleriston Clay Barreto Rios, também do Sergipe, e por Fábio Pereira, do Tocantins. O Sportv transmitirá a partida para todo o Brasil, exceto Goiás. Ao longo da história, Vasco e Atlético Goianiense se enfrentaram 24 vezes, com 14 vitórias cruzmaltinas, seis empates e quatro triunfos do Dragão.

HISTORI&LENDAS DA COLINA - BANGU

1  - Vasco 4 X 0 Bangu, em 1921, foi o segundo amistoso da história desse confronto, iniciado em 15 de junho de 1919, quando os vascaínos ainda eram da Segunda Divisão. Rolou em um domingo, no estádio da Rua Figueira de Mello, comgols marcados por Torteroli, Nolasco, Dutra e Pires. O time vascaíno tinha: Nélson, Leitão, Pastor, Antenor, Claudionor, Eulálio, Cláudio, Pereira, Sebastião, Roberto e Anchyses.

2 - Em 14 de janeiro de 1940, disputou-se, em São Januário, o primeiro torneio internacional de clubes, no Brasl. Chamou-se Luiz Aranha, em homenagem ao presidente da então Confederação Brasileira de Desportos. Foram jogos de 20 minutos, com dois tempos de 10, até as semifinais, e de 30 minutos (duas etapas de 15), na final. Modelo idêntico ao dos "Torneios Inícios. O Vasco teve a concorrência de Flamengo, Botafogo e dos argentinos Independiente e San Lorenzo. No primeiro jogo, aos 3 minutos, Fantoni marcou o gol da vitória sobre o Independiente, por  1 x 0. Na final, encarou o San Lorenzo, empatou,  por 0 x 0, e foi à prorrogação. Em jogada de Orlando Rosa Pinto, no segundo tempo, surgiu umescanteio, que decidia as disputas. E a taça ficou na Colina. Era a primeira conquista de um clube brasileiro em uma competição internacional. Time: Nascimento, Jaú e Florindo; Figliola, Zarzur e Argemiro; Lindo, Fantoni, Villadoniga (Luna), Nino e Orlando. 
 
3 - Vasco da Gama 6 X 0 América-AM foi um amistoso, de 1955, em Manaus. Embora o “Expresso da Vitória” já tivesse saído dos trilhos, desde 1952, a “Turma da Colina” era forte e estava na entressafra para ser o campeão carioca em 1956. À beira da selva amazônica, as feras que morderam as redes chamavam-se Sabará (2), Parodi, Maneca e Válter Marciano.
  
    
     
Vasco 4 X 0 Bangu, em 1921, foi o segundo amistoso da história desse confronto, iniciado em 15 de junho de 1919, quando os vascaínos ainda eram da Segunda Divisão. Rolou em um domingo, no estádio da Rua Figueira de Mello, comgols marcados por Torteroli, Nolasco, Dutra e Pires. O time vascaíno tinha: Nélson, Leitão, Pastor, Antenor, Claudionor, Eulálio, Cláudio, Pereira, Sebastião, Roberto e Anchyses.
Em 14 de janeiro de 1940, disputou-se, em São Januário, o primeiro torneio internacional de clubes, no Brasl. Chamou-se Luiz Aranha, em homenagem ao presidente da então Confederação Brasileira de Desportos. Foram jogos de 20 minutos, com dois tempos de 10, até as semifinais, e de 30 minutos (duas etapas de 15), na final. Modelo idêntico ao dos "Torneios Inícios. O Vasco teve a concorrência de Flamengo, Botafogo e dos argentinos Independiente e San Lorenzo. No primeiro jogo, aos 3 minutos, Fantoni marcou o gol da vitória sobre o Independiente, por  1 x 0. Na final, encarou o San Lorenzo, empatou,  por 0 x 0, e foi à prorrogação. Em jogada de Orlando Rosa Pinto, no segundo tempo, surgiu umescanteio, que decidia as disputas. E a taça ficou na Colina. Era a primeira conquista de um clube brasileiro em uma competição internacional. Time: Nascimento, Jaú e Florindo; Figliola, Zarzur e Argemiro; Lindo, Fantoni, Villadoniga (Luna), Nino e Orlando. 
 
 
Vasco da Gama 6 X 0 América-AM foi um amistoso, de 1955, em Manaus. Embora o “Expresso da Vitória” já tivesse saído dos trilhos, desde 1952, a “Turma da Colina” era forte e estava na entressafra para ser o campeão carioca em 1956. À beira da selva amazônica, as feras que morderam as redes chamavam-se Sabará (2), Parodi, Maneca e Válter Marciano.

 

 

terça-feira, 17 de outubro de 2017

FIGURAS DA COLINA - BOLÃO

  Em 16 de julho de 1922, a torcida cruzmaltina comemorou uma goleada, por 8 x 3, sobre o Carioca, pelo Campeonato Estadual da Segunda Divisão. A metade das bolas no filó saiu dos pés de Claudionor Corrêa, que tinha o apelido de "Bolão". Portanto, jogava um bolão. Tanto que fora uma dos investigados pela Comissão de Sindicância da Associação Metropolitana de Esportes Athléticos (AMEA), sob a acusação de receber dinheiro para defender o Vasco.
Por sinal, para livrar o "Almirante" daquela "inquisição da bola", os comerciantes portugueses informavam aos "inquisidores" que os jogadores investigados trabalhavam em seus estabelecimentos. E que estavam fazendo serviços externos, quando não eram vistos no recinto". Mas o Claudionor  trabalhava, realmente. Na Companhia Fábrica de Botões e Artefatos de Metal.
Claudionor "Bolão" conquistou muitos fãs durante o Campeonato Carioca de 1922, quando a rapaziada vascaína carregou o caneco da Série B e ele foi o artilheiro da disputa, marcando 14 tentos, jogando adiantado. Fundamental na subida da equipe à elite do futebol carioca, para conquistar o bi-1923/1924. No entanto, Bolão ficou devendo. Marcou só dois gols, em 14 jogos (11 vitórias, dois empates e uma queda) deste time-base: Nélson, Leitão e Cláudio (Mingote); Nicolino, Claudionor e Arthur; Paschoal,Torterolli, Arlindo, Cecy e Negrito – em 1922, era: Nélson, Mingote e Leitão; Arthur, Bráulio e Nolasco; Paschoal, Pires (Dutra), Bolão, Torterolli e Negrito.
Em 1924, Claudionor colocou mais goleiros pra chorar: quatro tentos, atuando em 14 das 16 partidas, todas vencidas pelo Vasco, que mandou 46 pelotas no saco, e só deixou passar nove. "Bolão" seguia titular, neste time-base: Nelson, Leitão e Mingote; Brilhante, Claudionor e Arthur; Paschoal, Torterolli, Russinho, Cecy e Negrito.
Ao que tudo indica, o treinador uruguaio Ramon Platero achava que "Bolão era indispensável ao seu time. Até 1927, o manteve em sua linha média. Confira:
1925 – Nélson, Espanhol (Cláudio) e Leitão (Mingote/José Manoel); Brilhante (Sílvio), Bolão e Arthur; Paschoal, Fernandes (Milton), Russinho (Jorge), Torterolli e Negrito (Patrício)
 1926 – Nélson, Espanhol (Sá Pinto) e Itália; Nesi, Bolão e Arthur; Paschoal, Torterolli, Russinho, Milton (Tatu) e Negrito (Dininho).
1927 - Nélson, Espanhol (Brilhante) e Itália; Nesi, Bolão e Rainha (Sá Pinto); Paschoal, Torterolli, Russinho, Tatu (Galego) e Negrito (Badu).

RECADO AO LEITOR: o "kikenauta" Raimundinho Maranhão pediu para mudar o nome desta série, pois não lhe agradava CLUBE DOS ESQUECIDOS. Segundo ele, ficava parecendo que o torcedor vascaíno é um ingrato, não toma mais conhecimento de quem ajudou a fazer a história do clube assim que o atleta pendura as chuteiras.
 O "Kike" aceita a tese filosófica do amigo, embora pondere que seria muito difícil um torcedor nascido em 2.000, por exemplo, curtir antigos ídolos, como Ademir Menezes, Bellini, Pinga e outras feras feríssimas, mesmo sendo um pesquisador. Mas atende à sugestão do glorioso Raimundinho Maranhão, pois quem manda aqui é você, vascaíno, cruzmaltino, cruzcristense, cruzcristiano, etc.
O "Kike" ainda coloca ESQUECIDOS neste "post" do Dario, para deixar você ligado na série. A partir de amanhã, será  só FIGURAS DA COLINA. Combinado? Apôijz tá!  
 

TRAGÉDIAS DA OLINA - ROMÁRIO MENOS

 De acordo com a revista "Placar", Romário nunca bateu mil vezes na rede. Nesse quesito, no Brasil, nem o  "Rei Pelé". A publicação “desmilha”, solenemente o “Camisa 10”, deixando-o bem longe das 1.282  lhe atribuídas pela imprensa.
De Romário,  "Placar" 106 bolas no barbante, por alegar que 77 foram em jogos infantis e juvenis, e 29 em partidas festivas. OINIÃO DO KIKE 
Metolologias à parte, o“Baixinho” superou o “Rei” em gols oficiais. Se, entre 1957 e 1977, Pelé marcou 720, como quer “Placar”, enquanto Romário chegou a 722, de 1985 a 2007.
 O antigo ídolo vascaíno ganha uma outra: maior número de “matanças”. São 27 comandos de pelotões de artilharia, em 87 competições oficiais, contra 24 de Pelé, em 63 disputas do mesmo nível. O cruzmaltino ainda tem a ponta do Campeonato Brasileiro de 2000, ganho pelo Vasco e que uma briga entre cartolas terminou por transformá-lo em Copa João Havelange.
OPININIÃO D KIKE:, se a bola rolou, passou pelo goleiro e bateu na rede, é gol. Antes de ser profissional, o garoto não disputa campeonatos federados nas bases? Porque tais jogos e os amistosos não devem valer na contagem dos gols?