Vasco

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terça-feira, 27 de março de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 27 DE MARÇO

A data 27 de março é repleta de vitórias vascaínas. Principalmente no Nordeste, onde o time fez mais sucesso do que Waldick Soriano, o cantor baiano do hit brega "Eu não sou cachorro não". Náutico, Vitória e Santa Cruz sentiram a força do bico das chuteiras cruzmaltinas naquelas partidas, sendo a que teve mais gols a de 1936, amistosamente, em Recife: 5 x 2 sobre o "Timbu", o alvirrubro Náutico. 
Por aquele tempo, o treinador da rapaziada era o inglês Harry Walfare, campeão carioca daquela temporada, pela Federação Metropolitana de Desportos, quando os clubes do Rio de Janeiro estavam divididos e rolavam dois campeonatos – o outro era o da Liga Carioca de Football. Em 1936, o Vasco, dificilmente, mudava a sua escalação, que tinha por base: Rey, Poroto e Itália; Oscarino, Zarzur e Calocero; Orlando, Feitiço, Kuko, Nena e Luan. 

VASCO 3 X 1 CEARÁ, em 27 de março de 1955, foi em um domingo, amistosamente. Por sinal, o primeiro duelo entre os dois, em uma estatística que já conta 19 encontros, com 13 vitórias (68,42%) e quatro empates (21,05%) vascaínos, com 37 gols pró, à média de 1,95 por partida. O maior placar foi Vasco 4 x 0, em 24 de janeiro de 1962. 


VASCO 2 X 0 VITÓRIA, em uma quinta-feira de 1941, está registado como o segundo pega entre o "Clube da Colina e o "Leão da Barra", duelo iniciado em 16 de abril de 1936. De lá para cá, contam-se 47 jogos, com 17 vitórias e 12 empates "cruzcristenses", colocando 68 bolas no tabuleiro dos baianos, à média de 1,45 por encontro.

VASCO 2 x 1 SANTA CRUZ, em uma quarta-feira, valeu pelo Campeonato Brasileiro de 1985, no Arrudão, em Recife, a casa da "Cobra Coral". Corria a primeira fase do segundo turno e 7.696 almas pagaram Cr$ 22.838.000,00 pra ver o veneno cruzmaltno, sob o apito de Roque José Gallas (RS).
Com gols de Geovani, aos 21 minutos do primeiro tempo, e de Roberto Dinamite, aos 23 da etapa final, o técnico Edu Antunes Coimbra comemorou com: Acácio; Edevaldo (Nei), Donato, Ivan e Aírton; Oliveira, Luís Carlos Martins e Geovani; Mauricinho, Roberto Dinamite e Silvinho (Gilberto).
Os duelos dos cruzmaltinos contra os tricolores pernambucanos apontam, em 34 jogos, com sucessos do "Clube da Faixa em 21 ocasiões(61,76%), além de sete empates (20,59%). A moçada marcou 63 gols, à media de 85 por vez. (ilustrações pesquisadas em sites ligados aos respectivos clubes). Agradecimentos.

PLACAR MALUCO - A data 27 de março registra, também,  dois "placares malucos" nos duelos Vasco x Botafogo. Em 1927, rolou 5 x 4 para os vascaínos, amistosamente, em um domingo. Em 1946, o louquíssimo Vasco 8 x 4 Botafogo, em uma quarta-feira, pelo Torneio Relâmpago, com gols cruzmaltinos de Djalma (2), Friaça (2), Dino, Elgen, João Pinto e Santo Cristo. Aquele foi o penúltimo jogo da rapaziada na competição, conquistada com os trabalhos técnicos de Ondino Vieira, quatro dias depois.
Nem o diabo dá jeito nos vascaínos nos 27 de março. Que o digam América, Bonsucesso e Campo Grande, pequenos diante da rapaziada, e peruanos. O “Diabo Rubro”, por exemplo, levou um cascudinho, por  2 x 0, em uma quinta-feira de 2008, em São Januário, pela quinta rodada da Taça Rio. O serviço foi conferido por 1.477 sujeitos. Nilton Feitosa do Nascimento apitou e Leandro Bonfim, aos 23, e Jean, aos 41 minutos, ambos do segundo tempo, bateram na rede. Alfredo  Sampaio era  o treinador e a sua galera tinha: Tiago; Wagner Diniz, Jorge Luiz, Eduardo Luiz e Calisto; Jonílson, Beto (Jean), Leandro Bonfim e Morais (Souza); Edmundo (Alex Teixeira) e Alan Kardec.
O América,  primeiro rival vascaíno, é um grande freguês da rapaziada da Colina. Em 258  compras”, ficou devendo em 148 (57,36%) vezes – há 54 (20.93%) empates, com os “cruzcristenses”, sapecando 481 tentos, à média de 1,86 por partida. O maior estrago cruzmaltino nos costados do “Diabo” chegou aos 9 x 0, em 12 de fevereiro de 2011. Na década-2000, há, ainda, 5 x 0, em 05.05.2001. Mais pra trás, registra-se o chocante 8 x 2, de 14.08.1949 e os tremendos 6 x 1, em 24.06.1945, só para citar três pegadas fortes nos chifres do “Diabo”.   
 
BATEU NO PERU – Além de  vitórias no Nordeste, de “loucos placares” contra alvinegros e queimadeiras no inferno do “Diabo Rubro”, a “Turma da Colina” ainda foi ao território peruano torcer o pescoço da peruzada de lá. Em 27 de março de 1954, mandou 3 x 0 pra cima do Combinado Municipal de Gueno,  em um sábado. Foi o terceiro amistoso de uma excursão a gramados peruanos, iniciada quatro dias antes, com 1 x 0, sobre o Combinado Sucre/Tabaco. O giro incluiu mais duas partidas, ambas empatadas, por 1 x 1, com o Alianza Lima (31.03) e com o Universitário, em 3 de abril daquele 1954.
 

 
 
 
 

 
                       
                  
                  
                    
             
    
                       
                       
                             

2 comentários:

  1. 1956... Bons tempos. O Vasco da Gama foi Campeão Carioca tirando das mãos do Flamengo o sonhado tetra carioca...

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  2. Lembro-me que fiz da capa do ESPORTE ILUSTRADO (acima) um belíssimo quadro envidraçado que emoldurava as paredes do meu quarto...É muito bom ser Vasco da Gama...

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