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quinta-feira, 31 de maio de 2012

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domingo, 27 de maio de 2012

CALENDÁRIO DA COLNA - 27 DE MAIO

Três cariocas, um gaúcho, um capixaba, um paulista e um norte-americano estão ente os times demolidos pela "Turma da Colina" nos 27 de maio. Data de alguns apertos, mas de goleadas, também, como vamos conferir nesses jogos oficiais e amistosos abaixo. 

VASCO 3 X 2 AMÉRICA valeu pelo Torneio Municipal-1944. Lelé, Chico e Isaías foram às redes naquela dia quando estava em jogo a Taça Prefeitura do Distrito Federal.
VASCO 2 X 1 CANTO DO RIO já valeu pelo Torneio Municipal-1945. Naquele ano, o Vasco beliscou o bi. E não fez mais do que a sua obrigação, pois era quase imbatível, com o seu “Expresso da Vitória”. Diante do "Cantusca", Ademir Menezes e Isaías balançaram o filó. Importância da difícil vitória? Foi de virada, no segundo tempo. Antes daquilo, a rapaziada havia mandado 3 x 0 no Bangu (24.09); 6 x 1 pra cima do São Cristóvão (06.05); 5 x 1 diante do Flamengo (13.05) e 6 x 0 contra o Bonsucesso (20.05). 

VASCO 2 X 0 JUVENTUS-SP foi o  único jogo entre os dois times. Aconteceu em um domingo de 1962, quando a rapaziada levou o “Moleque Travesso” da “pauliceia” para passear no Rio de Janeiro. Só não foi gentil no gramado de São Januário. Mandou 2 x 0, com Vevé marcando um dos tentos.  
VASCO 8 X 4 VITÓRIA-ES - Em 1951, o Vasco tinha o time mais forte do país. Campeão carioca e base da Seleção Brasileira, choviam convites para amistosos. Um deles era para 27 de maio, em Vitória, no Espírito Santo. E a “Turma da Ciolina” foi lá derrotar  o Vitória: 8 x 4, em um domingo, apitado pelo carioca Carlos  ‘Tijolo’ de Oliveira Monteiro. Com gols marcados por Ademir Menezes (2), Ipojucan (2), Tesourinha e Friaça, (Miugez, Gessi e de Lucas, pelo adversário), o técnico Oto Glória escalou: Barbosa, Augusto e  Laerte (Clarel); Lola, Danilo e Jorge (Alfredo II); Tesourinha, Ipojucan (Amorim), Friaça, Ademir e Dejayr.  O Vitória alinhou: Louro, Dodoca, Benjamin, Veraldo, Atílio, Venicius (Tom), Lucas, Lago, Miguez, Gessi e Nilson.  
 
VASCO 2 X 1 DOM BOSCO-MT foi um outro amistoso fora de casa. Era 1972 e a rapaziada foi à Cuiabá vencer, por 2 x 1, com gols marcados por Jorginho Carvoeiro e Jaílson.
VASCO 4 X 1 FLUMINENSE - Esta goleada sobre os tricolores pode ser considerado o resultado mais expressivo dos vascaínos nos 27 de maio. Levando-se em conta que, do outro lado, havia um tradicional e forte adversário, desde 11 de março de 1923, quando a “Turma da Colina” mandou 3 x 2, amistosamente, na Rua Figueira de Mello. O sacode foi dominical e valeu pelo Estadual-1979,  no Maracanã, apitado por Arnaldo César Coelho.  Roberto Dinamite (3) e Paulinho marcaram os gols do time do técnico gaúcho  Carlos Froner, que escalou: Leão; Orlando ‘Lelé’, Abel, Geraldo e Marco Antônio; Helinho (Toninho Vanusa), Dudu e Guina; Jader, Roberto Dinamite e Paulinho (Wilsinho).

VASCO 3 x 2 INTERNACIONAL constas como vitória  pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro-2005, em uma quarta-feira, em São Januário. Elton, aos 4 minutos, Philippe Coutinho aos 32, e Nílton, aos 38, todos no segundo tempo, pegaram o “Saci’ à laço, neste jogo testemunhado por 2.786 pagantes. Quem jogou? Fernando Prass; Elder Granja, Cesinha, Dedé e Ramon (Ernani); Rafael Carioca, Souza (Dodô) e Léo Gago; Philippe Coutinho e Elton.

VASCO 5 X 0 COMBINADO DA COSTA OESTE-EUA foi um daqueles "caça níqueis" internacionais,  na casa do Tio Sam, em 1990. O "Kike" encontrou gols de Tato, Sonny Anderson e de Júnior. Fica devendo dois. 









 
    

 

 

 

 

 



 

 

 

 


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 

 
 


 
 
















 

sábado, 26 de maio de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 26 DE MAIO

A data 26 tem números magrinhos no placar, como os abaixo diante de América,  Olaria, Coritiba, Racing Lens e Portuguesa de Desportos. Um pouco mais de folga  no marcador só contra africanos e americanos. No entanto, diz o sábio torcedor: bateu por 1, venceu por  10, o que importa é que aconteceu. Tem razão! Como veremos, com um detalhe: duas partidas na data, contra Tupi de Juiz de Fora-MG (2 x 1), amistosamente, e América-RJ (4 x 1), pelo Torneio Municipal. Explica-se: na época, o Vasco era tão forte que podia formar dois times, sem medo de pisar na bola. E não pisava;      
VASCO 1 X 0 AMÉRICA, pelo Campeonato Caricoa-1940, foi um pequeno aperto do "Almirante" no "Diabo", jogado no Estádio Álvaro Chaves, nas Laranjeiras, com gol marcado por Alfredo. Aquele cara que foi dispensado, arrumou emprego no Flamengo, mas chorava de saudade da Colina. E o jeito foi aceita-lo de volta. Naquele prélio apitado por Mário Vianna, a "Turma da Colina" foi representadas por: Nascimento, Jaú e Florindo; Figliola, Zarzur e Dacunto; Lindo, Alfredo, Durval, Villadoniga e Orlando (Luna).

VASCO 4 X 1 AMERICA, neste caso, valeu pelo Tornei Municipal-1946, no estádio das Laranjeiras. Márfio Vianna apitou e o público ficou por volta dos 8 mil pagantes. Chico e Isaías, no primeiro tempo, e Chico, novamente, e Alfredo, no segundo, cerraram os chifres do "Diabo".  O uruguaio Ondino Viera era o chefe da rapaziada: Barbosa, Rubem e Sampaio; Alfredo, Nílton e Jorge; Santo Cristo, Djalma, isaías, Elgen e Chico.
VASCO 2 X 1 TUPI-MG foi um amistoso na casa do adversário, com gols marcados por João Pinto e Lelé.

VASCO 2 X 1 OLARIA, em um sábado, no estádio de Moça Bonita, pelo Torneio Municipal de 1951, teve apito de Milton Silveira e gols marcados por  Noca e Jansen, um em cada tempo. O mais importante? Mais uma vitória para a coleção de viradas da "Turma da Colina", que estava comandada por Oto Glória. Valeu pelo Torneio Municipal-1951, disputa em que o time cruzmamaltino andou muito irregular, goleando e sendo goleado. E o pior: chegou a perder os pontos dos 3 x 0 sobre o Canto do Rio, por ter escalado Bira irregularmente. Terminou em sexto lugar, com nove pontos, em 20 disputados. Confira os resultados: 11.04.1951 – Vasco 2 x 4 São Cristóvão; 21.04 – Vasco 3 x 1 Fluminense; 29.04 – Vasco 6 x 0 Bonsucesso; 06.05 – Vasco 1 x 2 Flamengo; 13.05 – Vasco 3 x 0 Canto do Rio; 19.05 – Vasco 1 x 4 Bangu; 26.05 – Vasco 2 x 1 Olaria; 02.06 – Vasco 4 x 4 América; 09.06 – Vasco 6 x 1 Madureira; 26.06 – Vasco 0 x 3 Botafogo.   

VASCO 2 X 1 LENS-FRA foi produto de uma excursão à Europa, quando o treinador Martim Francisco estava armando o time que seria o campeão carioca da temporada-1956.  Vavá furou a rede do adversário.    
VASCO 3 X 1 SELEÇÃO DA ÁFRICA OCIDENTAL está registrado no giro de 1963, pelo continente africano. Naquele dia, Célio (2) e Sabará foram os "caras" do grupo que abriu os trabalhos anuais treinado por Jorge Vieira que, em setembro,  passou o cargo a Oto Glória, que ficou até novembro, para o interino Eduardo Pellegrini fechar a temporada, em dezembro.

VASCO 1 X 0 CORITIBA, em 1983, foi um amistoso, em uma quinta-feira, no Estádio Couto Pereira, em Curitiba, presenciado por 9.098 torcedores. Marquinho marcou o gol vascaíno. Naquele dia, quem estava como treinador era o ex-zagueiro Miguel Pereira, que escalou: Acácio; Galvão, Orlando ‘Fumaça’, Celso e Gilberto; Celso, Serginho e Elói; Jussiê (Almir), Marquinho, Bebeto e Oliveira.    

VASCO 1 X 0 PORTUGUESA DE DESPORTOS, mais este "Clássico Luso", rolou em um sábado, na casa do adversário, em São Paulo, apitado pelo paranaense Heber Roberto Lopes. Alecsandro, aos 20 minutos do primeiro tempo, foi o único cara a pintar na rede, para o time do técnico Cristóvão Borges, que alinhou:. Fernando Prass; Fagner, Renato Silva, Rodolfo (Douglas) e Dieyson; Nilton, Fellipe Bastos (Chaparro), Allan e Diego Souza (Carlos Alberto); Eder Luis e Alecsandro.   
 
 
 
    

 
 
 
    
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

 
 

sexta-feira, 25 de maio de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 25 DE MAIO

Um gol marcado por Nestor, aos 33 minutos do segundo tempo, deu ao Vasco uma de suas maiores vitórias. Rolou na noite da quarta-feira 25 de maio de 1949, em São Januário, por 1 x 0, sobre o imbatível e invicto Arsenal, campeão inglês da temporada 1947/48, e de outras tantas.
O timaço visitante, que deslumbrava plateias, tornou o amistoso um grande acontecimento no Rio de Janeiro. Tanto que a casa vascaína recebeu um dos seus maiores públicos, chutado pela imprensa em 50 mil torcedores, embora, oficialmente, fossem registradas pouco mais de 24 mil almas. Mas tinha-se que jogar pra cima. Afinal, o Arsenal era o melhor do planeta e o Vasco o melhor do continente. Não fora campeão sul-americano de clubes campeões?
Para a imprensa carioca, era uma grande pauta. Alardeava-se a vinda ao país do primeiro time da primeira divisão inglesa, algo fortíssimo, pois os orgulhosos britânicos se achavam tão bons, que se recusaram a disputar as três primeiras Copas do Mundo, dizendo não haver adversários à sua altura.
Tratados como “superstars” no Brasil, os atletas do Arsenal, que carregava a glória de terem revolucionado o futebol, pelo esquema tático WM – criado, em 1925, pelo treinador Herbert Chapman – desconheciam que, a partir de 1945, a “Turma da Colina” já havia colocado o "Expresso da Vitória" nas trilhas dos títulos cariocas daquela temporada (invicto) e de 1947/1949, tornando-se, também, um dos times mais fortes do mundo. Para os "Gunners", no entanto, o importante era a fama que traziam.
O Arsenal iniciara a excursão (15.05.1949) mandando 4 x 1 no Fluminense,  reforçado por jogadores do Botafogo, diante de quase 40 pagantes, no estádio das Laranjeiras. No Pacaembu (18.05.1949), em São Paulo, cedera o empate, por 1 x 1, ao Palmeiras, diante de mais de 50 mil pagantes. Mas, quatro dias depois (22.05.1949), mais outro público igual assistiu 2 x 0 sobre o Corinthians. Portanto, público em torno de 140 mil pagantes, em três jogos. Até então, nenhum supertime passara por aqui. (continua na matéria abaixo)
PROMOCIONAL -  O convite do Vasco, ao Arsenal, para participar do amistoso no então maior estádio da América do Sul, fazia parte das promoções da estreia do atacante Heleno de Freitas, repatriado do futebol argentino. Por sinal, para  o reforço estrear, no decorrer da partida, foi preciso Ademir Menezes atuar como ponta-de-lança, pela direita, e Maneca armar jogadas, pela meia-esquerda.
A “Turma da Colina” começou a partida melhor, mas o Arsenal a equilibrou e o primeiro tempo terminou no 0 x 0. Na etapa final, pouco mudou. O Vasco continuou melhor e os ingleses procurando equilibrar as ações no meio do campo. Até que Mário fez um centro, da esquerda. A bola cruzou toda área inglesa, sem que o goleiro Swindin conseguisse defendê-la. Nestor pegou, de primeira, sem chances de defesa para o “goal-keeper” inglês.
O Vasco venceu o Arsenal sob o apito do inglês Cyril John Barrick, auxiliado por Mário Vianna e Alberto da Gama Malcher, diante dos oficiais 24 mil pagantes, que proporcionaram a arrecadação de Cr$ 1.146.150,00: O time teve: Barbosa, Augusto e Sampaio; Ely, Danilo e Jorge; Nestor, Maneca, Ademir Menezes, Ipojucan (Heleno) e Tuta (Mário). O Arsenal era: Swindin, Barnes e Smith; Macanly, Daniels e Forbes, Mac Pherson, Logie, Rockie, Hshman e Wallance.


MAIS CINCO - Além de vencer o inglês Arsenal, o Vasco ainda goleou a seleção nacional da Nigéria e o São Cristóvão, aplicou um mesmo 2 x 0 no uruguaio nacional e no catarinense Avaí, e deu uma beliscadinha nos tricolores.

VASCO 5 X 2 SÃO CRISTÓVÃO está no caderninho como goleada do Campeonato Carioca-1941, com o argentino Villadoniga marcando três gols. Dacunto e Gonzalez completaram o placar. A bola rolou em São Januário e o time da casa teve: Chiquinho, Jaú e Florindo; Figliola, Dacunto e Argemiro; Armandinho, Alfredo I, Villadoniga, Gonzalez e Orlando
VASCO 1 X 0 FLUMINENSE, com gol marcado por Jansen, valeu pelo Torneio Carlos Martins da Rocha-1952, homenageando o cartola alvinegro Carlito Rocha. O jogo foi no estádio botafoguense da Rua General Severiano, apitado por Waldir Lopes Ferreira. 

VASCO 6 x 0 SELEÇÃO DA NIGÉRIA foiem 1963,  durante excursão da rapaziada aos continentes africano e europeu. Naquela jornada, em um sábado, o gaúcho Saulzinho marcou quatro gols (Célio e Lorico completaram o placar). E conta que fez mais um, legítimo, anulado pelo árbitro. “Foi em um lance limpo, sem qualquer impedimento, ou outro problema. Nada, nada, tchê! A bola bateu lá dentro e voltou. Ninguém entendeu a anulação”, reclamou, pelo “Kike da Bola”.

VASCO 2 X 0 NACIONAL-URU, em uma quinta-feira de 1967, no Maracanã, valeu a Taça Governador Negrão de Lima e marcou o reencontro cruzmaltino com o seu maior goleador da década de 1960, Célio Taveira Filho.  Negociado, com o tricolor uruguaio de Montevidéu, nos inícios da temporada-1967, o atacante saiu da Colina levando os títulos de campeão do Torneio Pentagonal do México-1963; da primeira Taça Guanabara-1965 e do Torneio Rio-São Paulo-1966. Ele encarou os velhos companheiros formando nesta nova patota: Dominguez, Ubinas, Manicera, Mujica (Ancheta), Alvarez; Viera, Bita (Cúria), Montero, Célio, Paz (Techera) e Uruzmendi. Treinado por Zizinho e com gols marcados por Moraes e Paulo Bim, o time vascaíno alinhou: Fraz; Ari (Nilton Paquetá), Ananias e Jorge Andrade; Oldair, Maranhão e Danilo Menezes; Zezinho, Bianchini, Paulo Bim e Moraes.

VASCO 2 X 0 AVAÍ, pela Copa do Brasil-2011, foi no Estádio da: Ressacada, em Florianópolis, com público de 16.920 torcedores.. Leandro Vuaden-RS apitou, e Revson (contra), aos 5, e Diego Souza aos 34 do primeiro tempo, marcaram os gols para esta formação escalada pelo treinador Ricardo Gomes: Fernando Prass; Allan, Dedé, Anderson Martins e Ramon (Márcio Careca); Eduardo Costa, Rômulo, Felipe (Jumar) e Diego Souza; Eder Luis (Bernardo) e Alecsandro.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 24 DE MAIO

Vasco e Ponte Preta usam uniformes quase idênticos. E disputam a primazia da invenção da faixa em diagonal na camisa. Os ponte-pretanos juram que foram imitados, enquanto os cruzmaltinos alegam que já a usavam desde as suas primeiras regatas, além de dizerem que seria pouco provável um clube da capital brasileira de então, o Rio de Janeiro, imitar agremiações do interior do país. No meio desse bate-boca todo, Vasco e Ponte Preta escalaram “um time de duelos” entre eles (11 jogos), pelo Campeonato Brasileiro, na data 24 de maio de 2003. Deu “Bacalhau’ no cardápio: 1 x 0 sobre o clube de Campinas-SP, em um sábado, em São Januário, pela 10ª rodada. Assistida por 856 pagantes, o demonstra que os olhos cariocas não olham para a “Macaca”,  a refrega foi mediada por Wilson de Souza Mendonça (PE) e teve gol marcado por Wellington Paulo, aos 44 minutos do segundo tempo. Treinada por Antônio Lopes, a “Turma da Colina” foi: Fábio; Russo, Wescley, Wellington Paulo e Wellington (Edinho); Da Silva, Rodrigo Souto, Danilo (Morais) e Marques; Cadu e Anderson (Ely Thadeu).

VASCO 2 X 0 CARIOCA é do Campeonato  Carioca-1931. O atacante Carlos Paes, que tinha o apelido de "Oitenta-e-Quatro", fez um. Sant´Anna, que aparece muito escrito, também, na forma Santana, marcou o outro.  

 

quarta-feira, 23 de maio de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 23 DE MAIO

 

 
 Goleada sobre o Americano-RJ e vitória sobre Botafogo e Bangu, quando o assunto foi times da casa. Europeus e mineiros, também, não escaparam da fome de rede da "Turma da Colina". Conferindo:

VASCO 3 X 1 BANGU está na conta do Torneio Municipal-1948, jogado na Rua Bariri, com Ipojucan (2) e Mário levando a vitória para São Januário. Apitado por Mário Vianna, teve o gol banguense marcado, contra, pelo zagueiro vascaíno Sampaio.

VASCO 4 X 1 RACING-FRA, pode-se dizer, foi um "passeio em Paris, por onde a rapaziada excursionava no 23 de maio de 1956. Show de bola brasileiro. Isto é, cruzmaltino. Livinho (3) e Dejayr botaram os anfitriões pra dançar. Time "passeante": Hélio, Paulinho de Almeida e Haroldo;  Laerte, Orlando e Coronel; Sabará (Iedo/Ademir Menezes), Válter, Livinho, Vavá e Dejayr. A temporada-1956 foi muito boa para os vascaínos. O time, montado pelo treinador Martim Francisco, batia, com facilidade, mostrando uma nova safra vencedora, após a retirada dos trilhos do “Expresso da Vitória”, que atropelara entre 1944 e 1952. Da “velha guarda”, sobrara Ademir Menezes e Sabará, campeões cariocas na última viagem da “máquina atropeladora”. 
 
VASCO 3 X 1 ATLÉTICO-MG, amistosamente, rolou em uma quarta-feira de 1962, em Belo Horizonte, com Sabará Vevé e Laerte comparecendo ao filó. era uma quarta-feira e o jogo rolou no Estádio Independência, em Belo Horizonte-MG, apitado por Guálter Gama de Castro-RJ. Gols: Vevé, Ssabará e Laerte  A rapaziada que depenou o "Galo": Humberto; Paulinho, Brito, Barbosinha e Dario; Écio (Laerte) e Lorico; Sabará, Vevé, Pinga e Da Silva (Joãozinho). Técnico: Jorge Vieira.
 
 VASCO 5 X 0 AMERICANO foi quando corria o Estadual-1979. Foi um “passeio”, em campo, e só não, literalmente, porque a rapaziada não saiu de São Januário, naquela  quarta-feira. Guina (2), Paulinho (2) e Roberto Dinamite foram os "matadores" do time comandado pelo “sargentão” gaúcho Carlos Froner, que escalara: Leão; Orlando ‘Lelé’, Abel Braga, Geraldo (Gaúcho) e Marco Antônio “Tri”; Helinho, Dudu ‘Coelhão’ e Guina; Jader (Wilsinho), Paulinho e Roberto Dinamite.
VASCO 3 X 0 BOTAFOGO já valeu pelo Estadual-1988. Esquisitamente, em uma segunda-feira, no Maracanã, onde Geovani, Vivinho e Zé do Carmo saíram para o abraço. Sebastião Lazaroni era o treinador e o time teve: Acácio: Paulo Roberto, Donato, Fernando e Mazinho; Zé do Carmo, Geovani e William e Henrique; Vivinho e Romário.
VASCO 1 X 0 VOLTA REDONDA pode ser conferido na tabela do segundo turno do Estadual-1996. Jogado em Moça Bonita, teve apito de Jorge Travassos, público de 1.315 pagantes e gol do lateral-direito Pimentel, aos 34 minutos do segundo tempo. Para aquele embate, o treinador Carlos Alberto Silva mandou: Carlos Germano, Pimentel, Sídnei, Alex e Ronaldo; Luisinho, Nelson, Juninho (Leandro) e Assis; Nilson (Brener) e Dioney (Alessandro). Técnico: Carlos Alberto Silva.
VASCO 3 X 0 ATLÉTICO-GO já valeu pelo Brasileirão da Série B-2009,  em São Januário, com   Élton abrindo o placar, aos 44 minutos do primeiro tempo. No segundo, Edgar, aos 32, e Ramon, aos 48, fecharam a conta para o time treinado pro Dorival Júnior, que tinha esta patota: Fernando Prass; Paulo Sérgio, Vilson, Gian e Ramon; Amaral, Nilton (Bruno Gallo), Léo Lima (Mateus) e Carlos Alberto; Elton e Rodrigo Pimpão (Edgar).





 







terça-feira, 22 de maio de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 22 DE MAIO

 No 22 de maio, pintou a segunda maior goleada cruzmaltina pra cima dos gringos, como veremos abaixo. Mas, para a galera, o que valeu mesmo foi um pancadão nos costados do maior rival, os rubro-negros. Sobrou um pouquinho, também,  para os rubro-anis. De curioso, dois empates, por 3 x 3, com o carioca Olaria, em 1999,  e o espanhol Valência. Vamos pra campo?  

VASCO 3 x 2 BONSUCESSO valeu pela fase única do Campeonato Carioca-1932, placar que permitiu aos vascaínos aumentarem sequência, para oito, de jogos sem deixarem os rubro-anis passarem à frente do confronto. Os gols cruzmaltinos nesta partida foram anotados por Mário Mattos, Cozinheiro (contra) e Gallego.
 
VASCO 5 x 3 FLAMENGO - Está no caderninho do Torneio Municipal-1938, com aquele velho costume da rapaziada: vitória de virada. Aconteceu em um domingo, no estádio das Laranjeiras, da primeira vez que os dois  se pegaram pelo também chamado Campeonato Metropolitano. O "Urubu" abriu o placar no primeiro minuto. Vinte depois, os vascaínos empataram, por intermédio de Luna. E passaram à frente, aos 31, com gol de Orlando Rosa Pinto. Aos 38, o adversário voltou a marcar. Aos 39, foi a vez de Orlando Fantoni fazer o dele, na segunda passada adiante. E por 3 x 2 a rapaziada venceu o primeiro tempo, que tinha 40 minutos à época. Na etapa final, aos seis, o rival "reigualou" a conta, mas aos 25 e aos 27, Orlando Rosa Pinto e Luna voltaram à rede para fechamento de fatura: Vasco  5 x 3, sob apito de José Ferreira Lemos, o Juca da Praia, como time do técnico uruguaio Carlos Scarone batendo forte por conta desta rapaziada: Joel, Osvaldo Saldanha e Poroto; Oscarino,  Zarzur (Azziz) e Calocero; Orlando Rosa Pinto, Orlando Fantoni, e Bahia, Gabardinho e Luna.

O confronto Vasco x Flamengo, pelo Torneio Municipal, registra nove encontros, com a “Turma da Colina” se dando bem em quatro vitórias e se igualando em duas: 22.05.1938 – Vasco 5 x 3; 24.06.1944 – Vasco 2 x 2 Flamengo; 13.05.1945 – Vasco 5 x 1; 19.05.1946 – Vasco 3 x 1; 25.05.1947 – Vasco 2 x 2 Flamengo; 30.05.1948 – Vasco 2 x 1 Flamengo.
 
VASCO 11 X 0 GÖTEBORG aconteceu na Suécia, durante excursão europeia, em 1959. Era uma sexta-feira e as redes foram balançadas por Pinga (3), Rubens (2), Sabará (2), Roberto Pinto (2) e Delém. No entanto, não era novidade, mas a terceira vez que a a "Turma da Colina" deixava  11 no filó  de um desafianteo. A primeira, 01.05.1927, em São Januário, diante do Brasil-RJ, pelo Campeonato Carioca da Associação Metropolitana de Esportes Athléticos, e a segunda, em 03.07.1949, no mesmo local, diante do São Cristóvão, pelo Carioca da Federação Metropolitana de Futebol. Os cruzmaltinos maltrataram mais dois adversários pelos mesmo marcador, também, amistosamente: Combinado de Trondheim, na cidade norueguesa do mesmo nome (01.06.1961), e Combinado de Peterópolis-RJ (13.08.1988), no Estádio Atílio Marotti.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

SOUSA -FERA DO PLANALTO NA COLINA

Em 1982, o Brasília Esporte Clube estava negociando o zagueiro Mário, com o Cruzeiro. O técnico Alaor Capela tinha jogo, com o Gama, e precisava de um novo “xerifão”. Deu uma geral pelo grupo e constatou que o cara que procurava era um garoto alto e forte do time tricampeão brasiliense júnior (1980/81/82). Só não imaginava que ele tivesse só 15 anos. Mesmo assim, o escalou. Depois daquele domingo, Eustáquio Lopes de Sousa virou titular absoluto. E, não demorou muito, foi parar no Vasco da Gama.
 “Eu disputava os Jogos Escolares Brasileiros, pela seleção candanga, quando o técnico Joel Santana, que comandava o time do Maranhão, me convidou a ir para o Vasco, juntamente com mais dois colegas do Brasília, o Jussiê (ponta-direita) e o Vando (ponta-esquerda)", conta Sousa.
 Rolou 1982 e 1983, e  o zagueirão foi aparecendo na zaga das divisos de base de São Januário. Quando convocou a seleção brasileira sub-20, para o Pan-Americano da Bolívia, o técnico Jair Pereira o chamou para os treinos. Depois, foi convocado para ao Mundial da categoria, no México. Fez dois amistosos e passou pela maior decepção de sua vida. “Quem me contou foi o Giovani (eleito o melhor daquele Mundial). Me cortaram para levar alguém de um outro clube (Jorginho, do América-RJ), por interesse político da CBF”, revela Sousa.
Hoje, o antigo zagueiro bate as suas peladas nas noites de Brasília, enquanto trabalha como motorista de um laboratório. Não guarda boas lembranças dos seus tempos de futebol, principalmente do Fluminense.
“Em 1992, eu era titular da zaga tricolor. Na final da Copa do Brasil, contra o Internacional, o árbitro José Aparecido de Oliveira (SP) inventou um pênalti absurdo que eu teria cometido, durante um cruzamento, do lado direito do ataque deles, para a nossa área, quando o Pingo se jogou sobre mim. Perdi a cabeça e o agredi. Peguei 180 dias de suspensão, sem que o clube nada fizesse para me defender. Mas defendera o (lateral-esquerdo e ex-vascaíno) Lira, que também se envolvera na confusão. Pensei em processar o Fluminense”, conta a sua história que, praticamente, terminou por ali. 
 

domingo, 20 de maio de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 20 DE MAIO

 A data 20 de maio registra, em 2007,  o 1000º gol de um dos maiores atacantes cruzmaltinos: Romário. Foi marcado em São Januário, às 19h17, cobrando pênalti, aos dois minutos do segundo tempo, contra o Sport Recife.  Coincidentemente, com o milésimo do “Rei Pelé”, a bola seguiu a mesma rota, com paradinha e pouso do lado esquerdo da trave defendida pelo goleiro Magrão. Também, como Pelé, Romário foi ao fundo da rede beijar a "maricota". Diferente, só o 'arqueiro'  pernambucano pular para seu lado direito, ao contrário do vascaíno Andrada, em 1969, que quase tocou na bola.
Gol marcado, Romário foi beijado  pelos companheiros de time, recebeu familiares no gramado e ofereceu a camisa que usava a sua mãe, Dona Lita. A bola foi para seu filho Romarinho.  Quando estava com 999, tentara o milésimo contra Flamengo, Botafogo (duas vezes) e Gama. Aos repórteres, declarou: “Aos 41 anos, Papai do Céu me deu uma oportunidade destas, e eu não esperava. Tive a oportunidade de atingir essa marca, não só para mim, mas para os meus pais, a minha família, o mundo todo”, disse, chorando. Em seguida, fez a volta olímpica pelo gramado, após uma rápida homenagem do presidente vascaíno, Eurico Miranda, que saiu comemorando  junto.
 Era desejo de Romário que o milésimo ocorresse no Maracanã, mas o Vasco não abriu mão de que o jogo contra o Sport fosse em São Januário. Dos mil gols de Romário, 324 foram para os vascaínoso; 204 pelo Flamengo; 165 defendendo o holandês PSV Eindhoven; 71 com a camisa da Seleção Brasileira; 53 quando estava no espanhol Barcelona; 48 comemorados pelo Fluminense; 22 jogando pelo norte-americano Miami; 14 por outro espanhol, o Valencia, e um pelo australiano Adelaide. Romário contou, anda, 77 gols nas categorias de base e 21 em jogos festivos. 
 Diante do Sprot,  Romário quase marca, no primeiro tempo, quando o zagueiro Durval salvou o gol, em cima da linha fatal. Quis o destino, no entanto, que, na volta do intervalo, o mesmo Durval tocasse na bola, com uma das mãos, para o 'Baixinho' mandá-la à rede, na cobrança do penal. Em seguida, o jogo foi interrompido, por 16 minutos. Recomeçado, os pernambucanos fizeram o seu tento, e Romário foi substituído, aos 40 minutos, quando saiu de campo, aplaudido de pé.
Pelas suas  contas, os mil gols foram marcados nesta quantidade: 1979 - 4; 1980 - 3; 1981 - 8; 1982 - 16; 1983 - 21; 1984 - 14; 1985 - 35; 1986 - 42; 1987 - 42; 1988 - 49; 1989 - 47; 1990 - 24; 1991 - 37; 1992 - 37; 1993 - 49; 1994 - 36; 1995 - 48; 1996 - 43; 1997 - 63; 1998 - 42; 1999 - 51; 2000 - 73; 2001 - 45; 2002 - 44; 2003 - 20; 2004 - 17; 2005 - 36; 2006 - 41 e 2007 - 13 + 2 depois dos milésimo, totalizando 1.002.  

 
21 de maio
A rapaziada pegou leve com o Fluminense e  não teve pena do Olaria. Mas, coitado do Bonsucesso! Caiu em Januário e levou 10 x 0 na sacola. Aconteceu, amistosamente, no 21 de maio de 1944.  Anfitrião nada cordial! Que o digam os impiedosos Chico Aramburo (4),  Ademir Menezes (3); Massinha (2) e Djalma que, também,  “não deixou de deixar” o dele.
Djalma e Maneca


Era a segunda vez em que os vascaínos encaravam o “Bonsuça”, de forma não oficial. No total, foram seis vezes assim, com cinco vitórias e um empate, marcando 28 gols e sofrendo seis gols – 28.12.1941 – Vasco 4 x 2; 21.05.1944 – Vasco 10 x 0; 14.05.1954 – Vasco 5 x 1; 04.02.1959 – Vasco 2 x 1; 30.06.1960 – Vasco 6 x 1; 26.04.1975 -  Vasco 1 x 1 Bonsucesso. Nos 21 de maio, rolaram mais dois confrontos, além dos 10 x 0. Tivemos 3 x 3, em 1933, e Vasco 1 x 0, em 1975.

 
VASCO 1 X 0 FLUMINENSE  -  Dos “grandes” cariocas, quem foi cozinhado pela pressão cruzmaltina em um 21 de maio chamou-se patota tricolor. Em um domingo, no Maracanã, pelo segundo turno do Campeonato Carioca-1972. Suingue, aos 40 minutos do segundo tempo, botou o rival pra dançar, na festa em que a turma foi: Andrada; Haroldo, Miguel, Moisés e Éberval; Alcir (Alfinete) e Edson (Suingue); Jorginho Carvoeiro, Tostão, Silva e Gilson Nunes. O clássico teve público de 81.654 pagantes e apito de AírtonVieira de Morais, o “Sansão” 
 
VASCO 1 X 0 BONSUCESSO, em 1975,

VASCO 4 X 0 OLARIA - Um outro estrago na data foi feito em cima da turma da Rua Bariri. Valia pelo segundo turno da Taça Rio -1986, em uma quinta-feira, em São Januário. Aquele foi um serviço para “matadores profissionais”. Romário, aos 20 e aos 33, e Roberto Dinamite, aos 44 minutos do primeiro tempo, e aos 24 do segundo, explodiram o time alviazul. Com Antônio Lopes dirigindo, a rapaziada foi: Paulo Sérgio; Heitor, Donato, Fernando e Paulo César; Vítor, Mazinho e Geovani; Mauricinho, Roberto Dinamite e Romário (Claudinho.


VASCO 1 X 0 FLUMINENSE  -  - Dos “grandes” cariocas, quem foi cozinhado pela pressão “cruzcristense” em um 21 de maio chamou-se patota tricolor. Em um domingo, no Maracanã, pelo segundo turno do Campeonato Carioca-1972. Suingue, aos 40 minutos do segundo tempo, botou o rival pra dançar, na festa em que a turma foi: Andrada; Haroldo, Miguel, Moisés e Éberval; Alcir (Alfinete) e Edson (Suingue); Jorginho Carvoeiro, Tostão, Silva e Gilson Nunes, aplaudidos por 81.654 pagantes, sob o apito de Aírton Vieira de Morais, o “Sansão”.  

VASCO 3 x 1 SPORT-PE valeu pelo Campeonato Brasileiro-2007, em São Januário,  apitado por Giuliano Bozzano, catarinense que estava  inscrito pela Federação Brasiliense de Futebol. O público pagante foi de 16.682  e a renda de  R$ 172.130,00. Na marcha da contagem,  André Dias, aos 3 e aos 37 min do 1º tempo; Romário, aos 2, e Luciano Henrique, aos 36 min do 2º tempo balançaram o filó. O "Almirante", treinado por Celso Roth, teve: Sílvio Luiz; Thiago Maciel, Júlio Santos, Jorge Luiz e Guilherme; Roberto Lopes, Amaral, Abedi (Wagner Diniz) e Morais; André Dias (Júnior) e Romário (Alan Kardec). Técnico: Celso Roth. O SPORT-PE foi: Magrão; Osmnar, Du Lopes, Druval, Bruno (Dutra) e Ticão; Everton, Vitor Júnior (Lucianol Henrique) e Fumnagali;  Weldon (Washington) e Carlinhos Bala. Técnico: Giba.
Os 20 de maio  apresentam, também, sucesso contra o Bonsucesso, fogo no Botafogo; tricolor descolorido e Santa Cruz rezando aos pés do Almirante. Veja como foi:  
VASCO 1 X 0 FLUMINENSE fez parte da campanha do primeiro títuo cruzmaltino na elite do futebol carioca. Jogado na casa do adversário, o estádio das Laranjeiras, teve apito de  Virgílio Frdrighi e gol marcado pro Arlindo, no segund tempo. O time, treinado pelo uruguaio Ramón Platero, alinhou: Nélson, Leitão e Cláudio; Nicolino, Claudionor e Artur; Paschoal, Torterolli, Arlindo, Cecy e Negrito. Para quem não esperava a rapaziada saída da segunda divisão fazer nada diante dos “grandes”, após empate, na estreia, com o Andarahy, a resposta era a quarta vitória seguida diante dos "grandes" – 3 x 1 Botafogo; 3 x 1 Flamengo; 1 x 0 América e 1 x 0 Fluminense.     
VASCO 6 X 0 BONSUCESSO  teve Ademir Menezes mandando  três  pipocas no filó, e Lelé, Chico e João Pinto mais três. Aconteceu durante o Torneio Municipal-1945. Mas, apenas, mais uma pancada mandadas pela rapaziada naquela disputa, que terminou com o caneco levado para São Januário – antes, havia rolado 3 x 0 Bangu; 6 x 1 São Cristóvão e 5 x 1 Flamengo. Depois, 5 x 3 Botafogo; 5 x 1 Fluminense e 6 x 2 América. Piedade, o Vasco só tivera do Canto do Rio ( 2 x 1) e do Madureira (3 x 1). O time-base da conquista, liderada pelo treinador uruguaio Ondino Vieira, foi: Barcheta, Augusto e Sampaio (Rubens); Berascochea, Nilton (Dino), e Argemiro; Santo Cristo (Djalma), Lelé, João Pinto (Isaías), Ademir (Jair) e Chico.
VASCO 4 X 2 WEST BROMWICH-ING - Estados Unidos, 20 de maio de 1990, domingo. Valia pela San José Cup e  Sorato (2), Roberto Dinamite e Tato não tiveram tato com os ingleses. Naquele dia, o ex-apoiador cruzmaltino Alcir Portela estava como treinador. Ele mandou a campo esta rapaziada: Régis; Luis Carlos Winck, Célio Silva, Marco Aurélio e Ayupe; Zé do Carmo, Andrade e Boiadeiro; Sorato, Roberto Dinamite e Tato. 

sábado, 19 de maio de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 19 DE MAIO

  Sem pena de Madureira, Botafogo, Flamengo e Grêmio. Foram pancadas bem pancadadas, que deixaram os adversários tontos. Esta história se conta assim. Vamos viajar aos parágrafos abaixo.
Era uma quarta-feira, 19 de maio de 1999, e o “Tricolor Suburbano” apresentou-se, em São Januário, para encarar a “Turma da Colina”. Resultado: voltou à Madureira  com  a sacola cheia: Vasco 8 x 1.
 O zagueirão Mauro Galvão abriu  a porteira, aos 12 minutos. Aos 16, o ‘Pantera’ Donizete aumentou. Aos 28, Guilherme ampliou e, aos 33, Alex Oliveira fechou a conta do primeiro tempo. No segundo, o mesmo Alex Oliveira recomeçou a brincadeira, aos 6. Donizete voltou à rede, aos 30, bem como Guilherme aos 46, encerrando a balaiada. Mas, antes disso, aos 40, Chiquinho também havia deixado o dele nas redes do “Madura”.
Por aquele tempo, o “Delegado” Antônio Lopes treinava a rapaziada, que formou, naquele dia, com: Carlos Germano; Zé Maria (Maricá), Odvan, Mauro Galvão (Alex) e Felipe (Chiquinho); Nasa, Paulo Miranda e Juninho Pernambucano; Donizete, Guilherme e Alex Oliveira.

OITO NA CAÇAPA - Já que mandaram oito no Madureira, os cruzmaltinos fizeram o mesmo com dois outros rivais cariocas, em placares acumulados dos 19 de maio: 5 x 3 Botafogo, em 1954,  e 3 x 1 Flamengo, em 1946.  Pois é! Oito pipocas quentes nas chapas de dois grandes rivais.
Vasco 5 x 3 Botafogo está registrado na tabela do Torneio Rio-São Paulo. Flávio Costa era o treinador “cruzcristense”, o pega rolou em uma quarta-feira, no Maracanã, e o nome do jogo Sabará, com dois gols – Naninho, Vavá e Djair completaram o serviço, em mais uma vitória sobre o freguês Mané Garrincha.
Carlos de Oliveira Monteiro, o “Tijolo” apitou aquela tijolada na cabeça dos alvinegros e a renda chegou a Cr$ 159 mil, 321 cruzeiros. O Vasco foi: Ernani; Elias e Belini; Laerte, Danilo e Jorge; Sabará, Maneca (Iêdo), Vavá (Vadinho), Naninho e Dejair. O Botafogo era: Pianovsky; Orlando Maia e Floriano (Richard); Arati, Bob e Juvenal; Garrincha, Ruarinho (Paulinho), Dino, Jaime (Neivaldo) e Vinicius.
Vasco 3 x 1 Flamengo disputou-se nas Laranjeiras, em um domingo, pelo Torneio Municipal. Os caras malvados foram Santo Cristo, Isaías e João Pinto. Ernesto Santos era o chefe e seu time armou-se com: Barcheta Sampaio, Alfredo II, Nilton, Jorge, Rubens, Djalma, Isaías, Santo Cristo e João Pinto.

Assim como não tem pena dos cariocas, o Vasco age igual com os gaúchos. Nos 19 de maio, já cravou 2 x 1 e 3 x 0 em cima do Grêmio. Este último placar rolou em um sábado de 1984, no Maracanã pelo Campeonato Brasileiro. Tempos em que Edu Coimbra, ex-jogador vascaíno era o treinador. Ele escalou para a missão: Roberto Costa; Edevaldo, Ivan, Daniel González e Aírton; Pires, Arthurzinho e Mário; Mauricinho, Roberto Dinamite e Marquinho Carioca.

O “cara” foi o Dinamite, balançando as redes, aos 64 e aos 75 minutos. Mas Marquinho também deixou o dele, aos 10. Até aquela data, o Vasco havia enfrentado os gremistas,em Brasileiros, por 19 vezes, vencendo cinco (26%) e empatando mais cinco, marcando 14 gols, média de 0,7 por partida.

Quanto a Vasco 2 x 1, este foi um amistoso, em 1983, disputado na casa gremista, o Estádio Olímpico, em Porto Alegre, perante público de 3.006 pagantes. Leonel Antôno Pandolfo (RS) apitou e os gols cruzmaltinos ficaram apor conta de Roberto Dinamite, aos 23 minutos do primeiro tempo, e de Jussiê, aos 10 do segundo.