Vasco

Vasco

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 31 DE AGOSTO



 
O 31 de agosto tem sido dia de manter a tradição mantida de vencer rivais cariocas e "fregueses" de outras plagas. Sem mais delongas, bola no gramado:

VASCO 3 X 2 BANGU, em um sábado, no Maracanã, valeu pelo Campeonato Carioca-1957, assistido por 10.506 pagantes. O nome do jogo foi o atacante Almir ‘Pernambuquinho”, marcando dois gols – Waldemar completou a fatura. O treinador Martim Francisco mandou ao gramado: Carlos Alberto Cavalheiro; Paulinho de Almeida e Bellini; Orlando, Écio e Coronel; Sabará, Lierte. Almir (foto), Waldemar e Laerte.
Reprodução da Revista do Esporte

VASCO 2 x 1 AMÉRICA também foi  no Maracanã, pelo Campeonato Carioca-1958, uma temporada de superglórias cruzmaltinas. Antônio Viug apitou, em um domingo, e teve de determinar "ressaídas" de jogo por causa dos gols vascaínos marcados por Wilson Moreira e Almir. O treinador era Gradim confiou em: Barbosa, Paulinho e Bellini; Orlando, Écio e Coronel; Sabará, Rubens, Almir, Wilson Moreira e Pinga.

VASCO 1 X 0 CRUZEIRO foi dos chamados "jogo da sorte". Vitória com gol contra do lateral cruzeirenser Nonato, aos 26 minutos do segundo tempo. Valendo pela primeira fase do Campeonato Brasileiro-1994, rolou em São Januário, assistido por 2.699 pagantes e apitado por Oscar Roberto Godoi-SP. O treinador Sebastião Lazaroni escalou: Carlos Germano; Pimentel, Ricardo Rocha, Alexandre Torres e Bruno Carvalho; Sidnei, França, William e Yan (Leandro); Valdir "Bigode (Jardel) e João Paulo.  

VASCO 3 X 1 CEARÁ, em São Januário, valeu pela fase única do Campeonato Brasileiro-2011. Elton, aos 6 e aos 20 minutos do segundo tempo, e Éder Luís, aos 16 da mesma etapa, foram os caras que deram trabalho ao garoto do placar. Era uma quarta-feira e a rapaziada aumentou a sequência, para 11 jogo, sem perder pra o alvinegro cearense, pelo Brasileirão unificado. O treinador Cristóvão Borges escalou: Fernando Prass, Márcio Careca, Renato Silva, Dedé, Alan, Rômulo, Diego Souza (Bernardo), Eduardo Costa, Juninho Pernambucano (Felippe Bastos), Éder Luís e Alecsandro (Élton).   

A "Vascodata" 31 de agosto anota ainda três empates que na linguagem de antiquíssimos "speakers" eram chamados, pela sequência, como  "progressivos" e "mantenedor", quando repetia um placar anterior. Ei-los: 31.08.1941 – Vasco 1 x 1 Bonsucesso; 31.08.1975 - Vasco 2 x 2 Vitória-BA e 31.08.2006 - Vasco 2 x 2 Ponte Preta.


quinta-feira, 30 de agosto de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 30 DE AGOSTO


 Nem só de futebol se conta a história do Vasco. O Almirante entra nela por diversos lances. Por exemplo, em 30 agosto de 1942, ele ganhou busto de bronze à entrada da sede do clube, à Rua General Almério de Moura. Passados 11 anos, foi inaugurado, e m São Januário, o maior parque aquático sul-americano e que sediou a Copa do Mundo de Natação-1998. Com bola no pé, três destaques: goleada sobre Timbu e vitórias contra Urubu, Leão e time de Araras.
 
VASCO 1 X 0  FLAMENGO aconteceu em um domingo, no Maracanã, com gol do grandalhão Valfrido, o “Espanador da Lua”, diante de 50.473 terráqueos. Elba de Pádua Lima, o Tim comandava a rapaziada, o juiz foi Carlos Costa, valeu pelo Campeonato Carioca-1970 e o time batedor teve: Andrada; Fidélis, Moacir, Renê e Eberval; Alcir e Buglê; Jaílson, Silva, Valfrido e Gilson Nunes (Ademir).
 
VASCO 3 X 2 SPORT RECIFE pode ser contado como a história do Leão que caiu na jaula da Colina. Mesmo já tendo cedido ao "Almirante" feras como Ademir Menezes, Almir, Vavá e Juninho Pernambucano, o rubro-negro pernambucano não teve perdão. Foi castigado no  30 de agosto de 1997, em sua casa, o Estádio Adelmar Carvalho, mais conhecido pela localização, na Ilha do Retiro. Daquela vez, a fúria foi do "Animal" Edmundo, aos 20 e aos  31 minutos do 1º tempo, e de  Felipe, aos 36 da etapa final. Era um sábado e Paulo César de Oliveira-SP apitou. O treinador Antônio Lopes escalou: Márcio. César Prates, Odvan, Mauro Glvão e Felipe; Luisinho, Válber (Fabrício Eduardo), Pedrinho (Alex Pinho), Edmundo e Evair (Nasa).
 
VASCO 4 x 1 NÁUTICO, em São Januário, integrou a 22ª rodada do Campeonato Brasileiro-2007, em uma quarta-feira. Leandro Amaral, aos 21 minutos do primeiro tempo; Marcelinho Carioca, aos 29 e aos 44 da fase final, além de Rubens Júnior, aos 44, anotaram no caderninho dos pernambucanos. Celso Roth era o treinador desta rapaziada: Sílvio Luiz; Vilson, Jorge Luiz, Rubens Júnior e Wagner Diniz; Amaral, Andrade, Conca e Guilherme (Xavier);  Abuda (Marcelinho) e Leandro Amaral (Alan Kardec). O jogo teve 9.619 pagantes e renda de R$ 96, 820,00 e apito de Luís Alberto Sardinha Bites (GO).
 
 
30.08.1995 -  Vasco 1 x 0 União São João-SP foi pega em que a união não fez a força. E "desesforçou" de cara, pois o time da cidade paulista de Araras marcou gol contra, por intermédio de um cara chamado Olinto, aos 3 minutos do primeiro tempo. O jogo, em uma quarta-feira, em São Januário, valeu pelo primeiro turno do CampeoantoBrasileiro-1995, com o técnico Jair Pereira escalando: Carlos Germano; Pimentel, Ricardo Rocha, Tinho e Jefferson; Luisinho Quintanilha, Yan (Charles Guerreiro), Nélson e Juninho Pernambucano (Geovani): Valdir "Bigode" e Leonardo.   

DETALHE: a "Vascodata" 30 de agosto inclui três empates pelo mesmo placar – 30.08.1925 – Vasco 1 x 1 São Bento-RJ;  30.08.1968 - Vasco 1 x 1 Bangu  e 30.08.1998 - Vasco 1 x 1 Flamengo;

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 29 DE AGOSTO


 
A data de 29 de agosto representa começo e fim de uma particularidade na história vascaína: final dos encontros com o River, pelos Campeonatos Cariocas da Segunda Divisão, e o início das refregas contra o Coritiba, pelos Brasileirões. O placar do dia tem um outro River nas paradas, bem como sergipanos, mato-grossenses, gaúchos e mais dois cariocas. 

VASCO 5 X 0 RIVER – A tarde do 29 de agosto de 1920, na Rua Campos Salles, que marcou o último confronto entre vascaínos e riverenses – iniciado em 9 de setembro de 1917, no estádio da Figueira de Mello, com escore mínimo para a "Turma da Colina" –, teve  Medina (2), Negrito, Antonico e Aristides Esquerdinha castigaram o rival. Depois de oito encontros, contava-se sete vitórias cruzmaltinas e um empate. Nesse rolo, três goleadas: 5 x 2, (15.12.1918) e  8 x 2 (22. 06.1919) e os 5 x 0 citados acima. Além disso, a rapaziada venceu mais duas vezes, ambas por 2 x 0, (23.06.1918 e 09.11.1919) e em uma outra (27.06.1920), por 2 x 1. O único empate aconteceu (16.12.1917) no segundo encontro desses pegas, com todos valendo pela Segunda Divisão carioca. 
 
VASCO 3 X 2 CANTO DO RIO, pelo Campeonato Carioca-1948, teve Ademir Menezes (2) e Edésio (contra) atravessando dois pontos (critério da época), de barco, para a Colina. Ainda não havia a ponte Rio-Niterói, onde a bola rolou, no Estádio Caio Martins. Alberto da Gama Malcher apitou e os vitoriosos foram: Barbosa, Augusto e Wilson; Ely, Danilo e Alfredo; Djalma, Ademir Menezes, Dimas, Tuta e Chico.
 
VASCO 2 X 0 BONSUCESSO foi do Campeonato Carioca-1954, com a moçada na divisão de elite, há 31 anos. Durante aquela navegação, o "Almirante" subira de status e já contabilizava 10 títulos no currículo – 1923/24, pela Liga Metropolitana de Desportos Terrestres; 1929, pela Liga Metropolitana de Esportes Athléticos; 1934 pela Liga Carioca de Foootball; 1936, pela Federação Metropolitana de Desportos; 1945, pela Federação Metropolitana de Futebol (FMF); 1947, pela primeira vez, por uma mesma entidade, pela qual levara as taças, ainda de 1949, e1950 e 1952. Os 2 x 0 citados acima foram em um domingo, em São Januário, quando o técnico Flávio Costa contou com: Barbosa, Paulinho de Almeida, Bellini, Mirim, Laerte, Dario; Sabará, Alvinho, Pinga e Djayr.

VASCO 4 X 0 RIVER-PI  fez parte dos amistosos de 1965. Este foi em Teresina, a capital piauiense, e os caras eu levantaram a torcida vascaína local foram Mário "Tilico", Oldair Barchi, Saulzinho e Bené.  
 
VASCO 2 X 0 CORITIBA já valeu pelo Campeonato Brasileiro-1971. Teve apito de José Faville Neto-SP, renda de Cr$ 64 mil, 430 cruzeiros e gols de Adílson Albuquerque, aos 28, e do “Aranha” Dé, aos 32, ambos do segundo tempo. Admildo Chirol era o treinador deste time: Andrada; Fidélis, Miguel, Moisés e Alfinete; Alcir e Afonsinho; Adílson, Dé (Buglê), Ferreti (Luiz Carlos) e Rodrigues.  Antes dessa nova era dos Brasileirões, os dois já se enfrentavam desde 1º de fevereiro de 1948, quando disputaram um amistoso, no então Estádio Belfort Duarte (atual Couto Pereira), em um domingo, na capital paranaense, com goelada vascaína, por 7 x 2. Na época, o "Coxa" não tinha a menor condição de encarar a “Turma da Colina” que viajava à bordo do “Expresso da Vitória”, um dos mais potentes do planeta.
 
VASCO 3 X 0 SERGIPE, em uma noite de quarta-feira, teve Alcir Portella, aos 15,  Roberto Dinamite, aos 42,  e Luís Fumanchu, aos 54 minutos, balançando as redes do Estádio Lourival Batista, o Batistão, em Aracaju. Valeu pela primeira fase do Campeonato Braileiro-1973, com o treinador Mário Travaglini mandando a campo: Andrada; Paulo César, Moisés, Renê e Alfinete; Alcir (Gaúcho), Buglê e Zanatta; Luís Carlos Lemos (Ademir) Roberto Dinamite e Luís Fumanchu.  

VASCO 3 X 0 INTERNACIONAL-RS, amistoso, em Sã Januário, prevalecendo a fórmula "P-2-P", isto é, Paulo Roberto marcou dois gols e Paulinho o outro.  

VASCO 4 X 0 OPERÁRIO-VG foi um amistoso de 1987, na casa do adversário, com Romário (2), Roberto Dinamite, William, Zé Sergio e até o zagueiro Donato visitando as redes do time mato-grossense da cidade de Várzea Grande. Até então, além daquele "caça níquel", o "Almirante" havia afogados o adversário nos dois ´jogos oficiais que haviam disputado, pelo Campeonato Brasileiro – 08.11.1979 - Vasco 5 x 1, no Maracanã, e 05.10.1986 - Vasco 6 x 0, em São Januário.    

DETALHE: a "Vascodata" 29 de agosto anota quatro empates por 1 x 1: 29.08.1953 – Vasco 1 x 1 Bangu; 29.08.1953 - Vasco 1 x 1 Bangu; 29.08.2001 - Vasco 1 x 1 América-MG e 29.08.2004 - Vasco 1 x 1 Fluminense.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 28 DE AGOSTO

 Na data 28 de agosto, vamos conferir 10 vitórias vascaínas: cinco sobre times do Rio de Janeiro, duas contra paulistas, outras duas pra cima de espanhóis, valendo canecos, e uma diante de paraenses. Tá de bom tamanho?  

 VASCO 4 X 3 ANDARAHY foi jogo fora de casa, pelo Campeonato Carioca-1932, o décimo que a rapaziada participava na elite. Galego (2) Mário Mattos e Gringo bateram na rede. 

 VASCO 5 X 0 BONSUCESSO figurou na terceira rodada do returno do Campeonato Carioca-1943. Jogado em São Januário, teve arbitragem de Aristides Figueira e gols de Isaías (3), Lelé e Djalma. O treinador cruzmaltino era Ondino Viera, que lançou: Oncinha; Rubens e Rafagnelli; Figliola, Nilton e Argemiro; Djalma, Ademir Menezes, Isaías, Lelé e Chico. Técnico: Ondino Viera.

VASCO 2 X 1 MADUREIRA, também em São Januário, foi do primeiro turno do Campeonato Carioca-1949.  Arthur Ford apitou e o baiano vascaíno Maneca fez os dois gols da rapaziada aprontadeira: Barbosa, Laerte e Sampaio; Ely do Amparo, Danilo Alvim  e Jorge Sacramento; Nestor, Maneca, Ademir Menezes, Ipojucan e Mário.

VASCO 3 X 0 CANTO DO RIO fez parte do primeiro turno do Campeonato Carioca-1955 e foi jogado na casa do adversário, o Estádio Caio Martins, em Niterói. Eunápio de Queirós apitou e Pinga, o paraguaio Sílvio Parodi e Sabará foram ao filó. Flávio Costa era o treinador desta moçada:  Ernâni, Paulinho de Almeida e Haroldo; Laerte, Orlando e Dario; Sabará, Valter Marciano, Ademir Menezes, Pinga e Parodi.

VASCO 3 X 1 AMERICANO-RJ teve o "Almirante" de volta à Colina, onde 10.301 pagantes prestigiaram a vitória, com gols marcados por Rosemiro, aos 5 minutos do primeiro tempo; Pedrinh9o, aos 19, e Geovane, aos 29 (?) da etapa final. José Roberto Wright apitou e Antônio Lopes treinou esta rapaziadas para vencer: Mazaropi; Galvão, Rondinelli, Celso e Pedrinho; Serginho (Geovane), Ernâni e Dudu "Coelhão"; Rosemiro, Roberto e Marquinho. VASCO 2 x 1
 
ATLÉTICO DE MADRID valeu o bicampeonato do Troféu Ramón Carranza-1988, na Espanha, em um domingo. Sorato, aos 15, e Vivinho, aos 28 minutos do segundo tempo, compareceram ao barbante – dois dias antes, houve o passaporte para a final (1 x 0 e gol de Sorato, aos 39 minutos do segundo tempo. O chefe da rapaziada era o ex-meio-campista cruzmaltino Carlos Alberto Zanata e o time foi: Acácio; Paulo Roberto, Célio Silva, Fernando e Mazinho; Zé do Carmo, Donato, William e Bismarck: Vivinho (Muricinho) e Sorato (Roberto Dinamite).

VASCO 5 X 3 CÁDIZ fez parte do 23º Torneio Ramon de Carranza-1977,  e foi jogado no estádio com o mesmo nome do homenageado  no caneco,em Cádiz, na Espanha. Um juiz com o nome de Guruceta apitou, e  Roberto Dinamite emplacou dois gols, aos 17 minutos do primeiro tempo e aos 6 do segundo tempo. Nesta etapa, Wilsinho, aos 10, Helinho, aos 25, e Ramon Pernambucano, aos 30, escreveram no placar para este time: Mazaropi; Orlando “Lelé”, Abel Braga, Geraldo e Marco Antônio; Zé Mário, Dirceu Guimarães e Paulo Roberto; Wilsinho, Roberto (Helinho) e Ramon.
28.08.1994 - VASCO 3 X 0 REMO-PA, em um domingo, em São Januário, teve gol de zagueiro: Ricardo Rocha,  aos 45 minutos do primeiro tempo. Antes, o "matador"  Valdir "Bigode" havia inaugurado a conta, aos 4. E o apoiador França fechou a fatura, aos 90 minutos. Valeu pela primeira fase do Campeonato Brasileiro-1994,quando o treinador Sebastião Lazaroni tinha esta patota: Carlos Germano, Pimentel, Ricardo Rocha, Alexandre Torres, Bruno Carvalho, Sidnei, França, William, Yan (Pedro Renato), Valdir "Bigode" e João Paulo (Jardel). Até então, o "Almirante" havia enfrentado os paraenses por sete oportunidades, pelo Brasileirão, vencendo cinco e marcando 12 tentos.   

 28.08.1996 - VASCO 2 X 1 PORTUGUESA DE DESPORTOS marcou a primeira volta à Colina de uma do maiores ídolos das história cruzmaltina, o atacante Edmundo. Ele havia saído, em 1992, para defender o Palmeiras. Depois, passara por Flamengo e Corinthians. O retorno foi pelo Campeonato Brasileiro-1996, em São Januário, em partida apitada por Márcio Resende de Freitas e assistida por 10.575 pagantes. Ranielli, aos 2, e Juninho Pernambucano, aos 36 minutos do segundo tempo, foram à rede dar as boas vindas ao "Animal".  A rapaziada era treinada por Alcir Portella, que mandou pra lutas: Caetano; Pimentel, Alê, Alex e Cássio; Luisinho Quintanilha (Ranielli), Fabrício Eduardo, Juninho Pernambucano e Válber (Macedo); Edmundo e Toninho (Brener). Portuguesa de Desportos – Clemer, Valmir, Émerson, Marcelo, Carlos Alberto, Capitão, Gallo, Bertolazzi (Márcio), Caio (Alex Alves), Rodrigo e Zinho Técnico : Ênio Andrade

28.08.1997 - VASCO 2 X 1 SANTOS foi duelo nacional de disputa internacional, a Supercopa dos Campeões das Taça Libertadores da América-1997. Rolado em São Januário, teve púbico de apenas 1. 660 testemunhas, que escutaram o sopro do apito de Dalcído Mourão. Com gols de Evair, aos 33, e Jean (contar), aos 74 minutos, o "Almirante" pescou o "Peixe" de virada. Antônio Lopes era o treinador de: Márcio; César Prates, Odvan, Mauro Galvão (Alex) e Felipe; Luizinho Quintanilha, Válber, Pedrinho e Ramon Mineiro; Edmundo (Mauricinho) e Evair.     

VASCO 3 X 1 ESPANYOL mais do que comprovou que trazer canecos da Espanha era um dos “esportes prediletos” dos vascaínos da década-1980. O Troféu Cidade de Barcelona-1993 foi um deles, às custas dos gols de Valdir ‘Bigode”, aos 15 e aos 23 minutos do primeiro tempo, e de Carlos Alberto Dias, aos 28, da mesma etapa. O antigo apoiador vascaíno Alcir Portella gerenciava esta a rapaziada: Márcio; Pimentel, Alexandre Torres, Jorge Luís e Cássio; Bernardo, Geovani, William (Yan) e Carlos Alberto Dias (Leandro); Hernande (Tinho) e Valdir.  


 

 

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 27 DE AGOSTO

Data de raio caindo, por duas vezes, no mesmo lugar, de bater em velho rival, em gente dos Pampas e de atravessar o Atlântico, para fazer um servicinho, também, com espanhóis. E de até tomar um caneco deles. Vejamos:
 
VASCO 3 X 0 BANGU, vitória tranquila, pelo Torneio Rio-São Paulo, em São Januário,. José Teixeira de Carvalho apitou e a rapaziada marcou os seus gols, por intermédio de Fausto e de Carreiro, no primeiro tempo, e de Quarenta, na etapa final. O inglês Harry Welfare era o treinador que escalou: Rey; Lino e Itália; Tinoco, Fausto e Gringo; Baianinho, Nenê, Quarenta, Carnieri e Carreiro.

VASCO 3 X 2 BANGU teve o adversário por mandante, no Maracanã. Jogo de bom público – 58.140 –, pela terceira rodada do Campeonato Carioca-1950, favorecido pela goleada cruzmaltina – 6 x 0 – sobre o São Cristóvão, na rodada anterior. Alberto da Gama Malcher apitou  e Ademir Menezes abriu a conta, aos 26 minutos e Tesourinha fez o segundo, aos 40. No segundo tempo, Ademir voltou à rede, aos 17. O técnico Flávio Costa escalou: Barbosa, Augusto e Wilson; Ely, Danilo e Jorge; Tesourinha, Maneca, Ademir, Ipojucan e Lima. 

VASCO 2 X 0 BOTAFOGO comprovou que Mané Garrincha não entortava fácil  a "Turma da Colina". Naquele dia, foi entortado, no Maracanã, pelo Campeonato Carioca-1960, com Delém e Pinga comparecendo ao barbante. O ex-zagueiro cruzmaltino Ely do Amparo estava como treinador e escalou: Ita, Paulinho de Almeida, Bellini e Coronel; Écio e Orlando; Sabará, Delém, Wilson Moreira, Valdemar e Pinga. A "Turma do Mané" era: Manga, Cacá, Zé Maria e Chicão; Pampolini e Nilton Santos; Garrincha, Didi, Rossi, Quarentinha e Zagallo. Técnico: Paulo Amaral


VASCO 2 X 1 CÁDIZ foi vitória, de virada, sobre  time espanhol, com gols de Bismarck, aos 34 minutos do primeiro tempo, e de William, aos 30 da etapa final. O jogo abriu caminho para a rapaziada  "relevar" para São Januário o Troféu Ramón de Carranza-1988, o que já havia feito na temporada anterior. Foi uma dos mais tradicionais disputas de verão do futebol europeu, até a década-1980, quando convidava grandes times do futebol mundial.  Homenageava um antigo presidente do Cádiz e fora idealizado pelo seu sucessor, José León, com a primeira disputas em 1955.

VASCO 3 x 1 ESPANYOL, na casa do adversário,  estava na tabela da Taça Cidade de Barcelona-1993, um outro torneio de verão europeu. Organizado pelo Español, que mudou, depois, o seu nome para a grafia acima, entre 1974/1982,  era um quadrangular. A partir de 1983, passou para jogo único, exceto em 1995, que teve triangular, com jogos de apenas 45 minutos. Nova mudança aconteceu em 1996, 1996, com o Troféu Ciutat de Barcelona passando a chamar-se Memorial Fernando Lara, em homenagem a um ex-presidente.  Mais um titulo em uma temporada de glórias, quando pintaram o bicampeonato estadual; os bi das Taça Rio e Copa Rio de Janeiro; do Torneio João Havelange, entre times cariocas e paulistas, e, ainda, o Troféu Cidade de Zaragoza, também na Espanha. No jogo citado acima, Valdir "Bigode", aos 15 e aos 23 minutos, e Carlos Alberto Dias, aos 28, chegaram no placar. Liderados pelo treinador Alcir Portela, os carregadores de taça foram: Márcio; Pimentel, Torres, Jorge Luís e Cássio; Bernardo, Geovani, William (Yan) e Carlos Alberto Dias (Leandro); Hernande (Tinho) e Valdir.
 VASCO 2 X 1 INTERNACIONAL-RS aconteceu em mais um domingão, com o zagueiro Jorge Luís abrindo o placar, aos 10 minutos. O meia Morais deu a vitória à rapaziada, aos 68, na casa do adversário, o Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. Valeu pela fase única do Campeonato Brasileiro-2006, com a rapaziada encerrando sequência de três partidas sem vencer os colorados gaúchos pelo Brasileirão unificado. O Vasco  nosso daquele dia: Cássio; Wagner Diniz, Jorge Luiz, Fábio Braz, Fabiano Eller e Diego Corrêa; Ygor, Andrade e Morais (Abedi); Edílson "Capetinha" e Jean (Faioli). O treinador era Renato "Gaúcho" Portaluppi.

domingo, 26 de agosto de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 26 DE AGOSTO

Das 16 partidas disputadas na data 25 de agosto, o Vasco venceu nove, duas delas por goleadas. Dos adversários, cinco são cariocas, sendo que um deles foi abatido em duas oportunidades, enquanto os demais são um goiano e um espanhol.


 25.08.1965 - 1 x 0 Flamengo - VASCO 1 X 0 FLAMENGO - Os maiores rivais dos cruzmaltinos não foram perdoados, em 1965. No 25 daquele "agosto do torcedor", caiu ante a chuteira do atacante Célio Taveira Filho, neto de português. Rolou em uma quarta-feira, valendo pelo segundo turno da Taça Guanabara. Aquele duelo, no Maracanã, apitado por José Gomes Sobrinho, rendeu 18.916.960,00 e o tento saiu aos  23 minutos do segundo tempo. O “Time da Faixa” era treinado pro Zezé Moreira e bateu com: Gainete; Joel, Brito, Fontana e Oldair; Maranhão e Lorico; Luisinho, Célio (foto), Mário e Zezinho.

 25.08.1974 -  VASCO 3 X 2 BOTAFOGO - Em 25 de agosto de 1974, o poder de fogo da Colina andou até brando, embora Roberto Dinamite estivesse mais explosivo e “bombardeasse a cidadela alvinegra” por três vezes: 3 x 2. Aliás, Roberto deveria ter o apelido de “Vasco da Gama”, pois o almirante homônimo da “Esquadra da Colina” era cruel, impiedoso, bombardeiro. Não perdoava. Se bem que esta rapaziada – Andrada; Fidélis, Miguel, René (Joel Santana) e Paulo César; Alcir, Ademir (Peres) e Zanata; Jorginho Carvoeiro, Roberto Dinamite e Luiz Carlos – também, não perdoou e, a mando do técnico Mário Travaglini,  apagou o “Fogão”, testemunhada por 54.767 almas pagantes, em um domingo, no Maracanã, sob apito de Nivaldo dos Santos, pela temporada carioca. 
 
VASCO 5 X 2 PROTUGUESA-RJ foi da primeira rodada do Estadual-1985. Goleada em São Januário, apitada por Valquir Pimentel diante de 5.611 almas. Na dança do placar, quem tocou o som mais alto foi Romário, aos 17, aos 57 e aos 79 minutos. Sérgio Roberto (contra), aos 7, e Edevaldo, aos 82, também fizeram a "Zebra" da Ilha do Governador dançar. Antônio Lopes treinava aquela patota: Acácio: Ededevaldo (Donatl), Nesmar, Ivã e Paulo César: Vítor, Gersinho e Luís Carlos; Mauricinho, Roberto Dinamite (Cláudio José) e Romário. 
 
OPBS: Após uma temporada de atividades ininterruptas, entre 25 de agosto de 2011 e 24 de agosto de 2012, o "Kike da Bola" tirou um recesso, ontem, para o editor, Gustavo Mariani, comemorar a chegada do seu primeiro neto, Gustavo Felipo, nascido aqui em Brasília. Por isso, a matéria com jogos alusivos a 25 de agosto está colada no dia imediato. Obrigado pela compreensão.
Os 26 de agosto registram dois grandiosos fatos na história vascaína:  conquista da Taça Libertadores da América e estreia de um dos maiores ídolos de sua torcida, Juninho Pernambucano. Isso juntado a uma goleada sobre paranaenses , derrubadas de três rivais caseiros e duas vitórias internacionais.  Hora de comemorar:




VASCO 5 X 0 SC BRASIL -  O adversário era da cidade do Rio de Janeiro e já não existe mais. Em 1928, naquela que foi a sexta participação cruzmaltina no Campeonato Carioca, os gols foram marcados por...  

  

 VASCO 3 X 2 FLUMINENSE - Aquela foi uma temporada de recuperação de prestígio pela rapaziada, que há quatro temporadas não carregava o caneco para as prateleiras de São Januário. Com time armado pelo treinador mineiro Martim Francisco, o "Almirante" foi afundando quem pintava pela frente, mostrando que era o pirata daquele mar. O clássico,  no Maracanã, valeu pelo  Campeonato Carioca-1956, apitado por Alberto da Gama Malcher, testemunhado por 69.663 almas, que pagaram Cr$ 1. 174.758,20. O esquadrão afundador assombrou com esta rapaziada: Carlos Alberto Cavalheiro; Paulinho de Alemida e Bellini; Laerte, Orlando e Coronel; Sabará, Livinho, Vavá, Válter e Pinga. Técnico: Martin Francisco.


 

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 24 DE AGOSTO

Conquistas de torneios em canchas espanholas e três "tricoladas", isto é, vitórias sobre “pesos pesados” do futebol brasileiro, como o Grêmio Porto-Alegrense e o São Paulo, e o "pequeno" Madureira. E pegadas firmes sobre paulistas e brasilienses. É o "Almirante" aprontando nos 24 de agosto.

 
VASCO 3 x 1 MADUREIRA - Velho freguês, o “Madura” caiu em 1957, em um sábado, em São Januário, pelo primeiro turno do Campeonato Carioca. Tempos do treinador Martim Francisco e de jogadores: Carlos Alberto Cavalheiro, Paulinho de Almeida, Laerte, Orlando, Coronel, Sabará, Valter Marciano e Lierte, que estiveram naquela partida.
 

VASCO 2 x 1 GRÊMIO-RS, em um domingo, no mesmo estádio de São Januário, valeu pelo Campeonato Brasileiro-1975 e teve gols cruzmaltinados por conta de Roberto Dinamite, aos 42 minutos do primeiro tempo e do ‘Aranha” Dé, aos 19 do segundo. José de Assis Aragão-SP apitou, 18.373 assistiram e botaram na “burra” Cr$ 289 mil, 220 cruzeiros. O timeo, armado por Mário Travaglini, ficou assim: Mazaropi; Paulo César, Joel, René e Alfinete (Celso Alonso); Alcir e Zanata; Luis Carlos, Jair Pereira, Dé e Roberto Dinamite.

 

VASCO 1 (4) X 1 (2) REAL BÉTIS  foi emocionante! Paulinho abriu o placar, aos 29 minutos. Eles empataram, aos 47. No segundo tempo, não houve gols. Rolou prorrogação. O Dinamite “dinamitou”, aos 14 da primeira etapa, e os espanhóis voltaram a igualar o placar, ao 10 da segunda. A disputa, então, foi para os por pênaltis. E a “Turma da Colina” escreveu 4 x 2 na conta, carregando o "caneco" do VIII Torneio Cidade de Sevilha-1979 – dois dias antes, havia vencido o time  da terra, o Sevilla, por 3 x 1, com Roberto Dinamite (2) e Guina no filó. Oto Glória era o treinador e o time-base nos dois jogos foi: Jair Bragança; Orlando ‘Lelé’ (Paulinho Pereira), Gaúcho (Argeu), Ivan e Marco Antônio ‘Tri’; Dudu, Guina (Afrânio) e Xaxá; Paulinho, Roberto e Zandonaide. (foto de Paulinho reproduzida de album de figurinhas).  


VASCO 3 X 1 HUELVA valeu mais uma taça espanhola, o XVI Troféu Colombino-1980, com Roberto Dinamite infernizando. Foi às redes, aos 9  e aos 35 minutos, para Paulinho Pereira, que não era muito disso, deixar o dele, aos 42 minutos. Fatura resolvidas no primeiro tempo. E com o gol deles marcado por um vascaíno, o meia Guina (contra, é claro), aos 32 – na vésperas, a rapaziada havia vencido o catalão Espanyol, por 1 x 0, com Katinha balançando a roseira.  Daquela vez, o treinador era Mário Jorge Lobo Zagallo, que baseou-se, par os dois jogos, nesta galera: Mazaropi (Jair ragança); Paulinho Pereira, Orlando, Léo e João Luís; Carlos Alberto ‘Pintinho’, Guina e Paulo César Caju; Catinha, Roberto Dinamite (Peribaldo) e Wilsinho.
O Torneio Colombino é uma homenagem da cidade de Huleva ao navegador espanhol Cristóvão Colombo, que partiu do porto de Palos de La Frontera, perto dali, em 1492, para descobrir a América. Por isso, ele é patrono das festas da cidade, promovidas no início de agosto.
 
VASCO 2 X 1 BRAGANTINO foi o que se podai chamar de “sabadão legal”, pois a vitória relou na casa do adversário, o Estádio Marcelo Setefani, em Bragança Paulista, pela fase primeira fase do Campeonato Brasileiro-1996. Toninho, aos 47, e Juninho Pernambucano, aos 68 minutos, compareceram ao marcador e viraram o placar, fazendo o “Almirante” subir, para quatro, a sequência de jogos sem perder do adversário, pelo torneio unificado. Alcir Portela dirigia esta moçada: Carlos Germano, Pimentel, Sandro Barbosa, Alex Pinho, Luisinho, Toninho, Juninho Pernambucano (Cristiano), Fabrício Eduardo, Valber, Macedo (Brener) e Vitor.   
VASCO 3 x 2 SÃO PAULO, em 2003, repetiu dia, estádio e disputa, em relação ao jogo anterior. Beto abriu o placar, aos 41 minutos da etapa inicial; Henrique fez o segundo, aos 16, e Edmundo, o terceiro, aos 21 da fase final. Zagueiro do único tricampeonato carioca vascaíno, Mauro Galvão estava como treinador e a sua escalação relacionou: Fábio; Wellington Monteiro,  Wescley, Henrique e Ozéia; Beto, Da Silva e Bruno Lazaroni; Regis, Donizete (Rubens) e Edmundo (Ygor).

VASCO 1 X 0 BRASILIENSE, em uma noite de quarta-feira, em São Januário, teve gol do zagueiro Fábio Braz, aos 66 minutos do jogo que valeu pela fase única do Brasileirão-2005. Renato Gaúcho treinou este time para pegar o “Jacaré”: Roberto; Claudemir, Fábio Braz, Vergara e Diego Corrêa; Fernandinho (Robson Luís), Osmar e Morais (Amaral); Alex Dias e Romário (Abedi).  
 
VASCO 3 X 1 FIGUEIRENSE, em uma quinta-feira, em São Januário, integrou a tabela da fase única do Campeonato Brasileiro-2006. Abedi, aos 11, Vanderson Stolk (contra), aos 69l, e Faioli, aos 88 minutos,  deram a vitória ao time do treinador Renato Gaúcho, que confiou em: Cássio; Wagner Diniz, Fábio Braz, Jorge Luís e Diego Corrêa; Ygor, Andrade e Abedi (Madson); Jean (Coutinho) e Edílson ‘Capetinha’ (Faioli).
 
 
 
 
 



 

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 23 DE AGOSTO

A sala de troféus de São Januário recebeu duas taças vindas da Espanha, na década-1980: Colombino e Ramón de Carranza. A primeira, conquistada diante do promotor Recreativo Huelva e do Espanyol, de Barcelona, e a outra tendo por adversários os também espanhóis Sevilla e Cádiz. A segunda taça é mais famosa.  

RAMON DE CARRANZA
QUEM FOI O CARA? Ramón de Carranza y Gómez era um militar aristocrata espanhol, colaborador do golpe militar de 18 de julho de 1936, que levou o “generalíssimo” Francisco Franco ao poder. Nascido em 21 de maio de 1998, em Cádiz, também foi presidente do Sevilla Fútbol Club, entre 19.07.1957 a 19.08.1961.
O Troféu Ramón de Carranza é disputado nos finais de verão de Cádiz, desde 1955. A ideia de criá-lo partiu de Juan Ramón Cilleruelo, que obteve o apoio do prefeito José León de Carranza, sucessor e filho de Ramón de Carranza, que dá nome ao estádio do clube. Também chamado de “Taça das Taças”, recebe quatro times, entre eles o anfitrião Cádiz Club de Fútbol. O Vasco o carregou em 1987/88/89.

VASCO 1 X 0 ESPANYOL, no jogo internacional 353 da rapaziada,  o Troféu Colombino começar a viajar no rumo de São Januário, no 23 de agosto de 1980, com a rota sendo concluída um dia depois, do que será tratado na data de amanhã, combinado? Antes, porém, anote: na estreia, a "Turma da Colina" venceu o Espanyol, de Barcelona, em um sábado, com o gol marcado, aos 13 minutos do segundo tempo, por Katinha, que tinha seu apelido escrito com "C", que ele trocou pelo "K", para ficar mais moderninho. A figura era um ponta-direita baixinho, driblador e muito rápido. O "Almirante" foi buscá-lo no Atlético-PR, ao final da década de 1970. Enchia o saco dos laterais. Mudando de papo, quem era o treinador cruzmaltino durante a conquista do Colombino?  Mário Jorge Lobo Zagallo. Isso mesmo! O Lobo! Duas vezes campeão mundial como atleta, uma como treinador e mais outra sendo coordeanador-técnico, Zagallo armou um time-base que mordeu nos dois “jogos colombinos” com: Mazaropi (Jair Bragança); Paulinho Pereira, Orlando, Léo e João Luís; Pintinho, Guina e Paulo César Caju; Catinha, Roberto Dinamite (Peribaldo) e Wilsinho.

VASCO 2 X 0 CÁDIZ está nos registros do espanhol Estádio Riazor, pelo Torneio Ramón de Carranza-1987. Jogado em um domingo, Tita abriu o placar, aos 14 minutos do primeiro tempo, e Roberto fez o outro, aos 25 da etapa final. Sebastião Lazaroni era o treinador e o time teve campeão representou-se por: Acácio; Paulo Roberto, Fernando, Donato e Mazinho: Josenílton, Geovani e Luis Carlos; Tita, Roberto e Romário.  Terceiro clube brasileiro que mais vezes atuou lá fora, o cruzmaltino já conta 514  confrontos lá fora, com 254 vitórias, 121 empates e 138 escorregadas. Neste toque, a rapaziada marcou 982 gols e sofreu 668, o que deixa um saldo de 314 tentos. Mais do que eles, só estiveram na casa dos gringos o Santos (616 jogos), por causa da “Era Pelé”, e o Flamengo, com  14 partidas a mais.
 
VASCO 3 X 2 DÍNAMO MOSCOU foi pela edição-1992 de mais um Troféu Colombino, quando o chefe da rapaziada já era Joel Santana. O apoiador Flávio, o meia Bismsarck e o lateral-esquerdo Cássio marcaram os tentos da vitória.  

Fora das vitórias, a data 23 de agosto, em VASCO 3 X 3 BONSUCESSO, mostra que a data teve, também,  muito trabalho com os "pequenos". O empataço está na tabela do Campeonato Carioca-1953, em um domingo, em São Januário. Alvinho (2) e Sabará marcaram os tentos do time treinado por Flávio Costa, que mandou a campo: Ernâni, Mirim e Bellini; Ely, Danilo e Jorge; Sabará, Ipojucan, Maneca, Alvinho e Pinga.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

CALENDÁRIO DA COLNA - 22 DE AGOSTO




O atacante Feitiço
Diz o ditado carioca que “mulher de malandro apanha hoje e, amanhã, quer mais”. Caso do espanhol Sevília, que apanhou do Vasco em duas oportunidades dos 22 de agosto. Por sinal, uma data repleta vitórias, inclusive sobre  o maior rival, o Flamengo,  e uma outra grande adversário carioca, o Botafogo. Um time chatinho no caminho vascaínos, o Vitória da Bahia, também foi batido.

 VASCO 3 x 2 FLAMENGO, em 1937, foi um amistoso disputado no estádio das Laranjeiras, em um domingo, com Feitiço (2) e Lindo quebrando as asas do "Urubu”. O uruguaio Carlos Scarone era o treinador cruzmaltino e seu time teve: Joel, Poroto, Itália (Duarte), Calocero, Zarzur (Oscarino), Raul, Lindo, Feitiço, Kuko, Orlando (Mamede) e Luna (Kuko).

VASCO 5 X 0 SELEÇÃO DE COLATINA-ES foi daqueles chamados "caça-níqueis" que o "Almirante" estava mais do que useiro e vezeiro neles. O meia Válter Marciano foi o "cara", pipocando três bolas no filó. Almir "Pernambuquinho" e Pinga acabaram de embebedar os capixabas.  

VASCO 1 X BOTAFOGO valeu pelos finalmentes do Estadual-1976, no Maracanã, apitado por Arnaldo Cesar Coelho e assistido por 76 236 almas. O “aranha” Dé, aos 45 minutos do segundo tempo, beijou a rede no que antes era chamado de “última bola do jogo”. Hoje, com os inevitáveis “acréscimos”, que eram “descontos”, antigamente, não se pode mais usar aquele velho termo consagrado pela torcida. O “Almirante” que apagou aquele “Fogo” tinha: Mazaropi; Gaúcho, Abel Braga, Renê e Marco Antônio; Zé Mário e Helinho; Luis Carlos Lemos, Dé, Jair Pereira e Luis Augusto.

VASCO 3 x 1 SEVILLA, em 1979, valeu pelo Torneio Cidade de Sevilha, em uma quarta-feira, no estádio Ramon Sanchez Pizjuan. Roberto Dinamite “abriu os trabalhos”, aos 15 minutos do primeiro tempo, e fez mais um, aos 4 do segundo. Guina fechou a conta, aos 29 minutos da mesma etapa final.

VASCO 3 X 0 SEVILHA de 1987 foi em Cádiz, em um sábado, pelo Torneio Ramón de Carranza. Roberto Dinamite fez mais dois – aos 40 minutos do primeiro tempo e aos 3 da etapa final – e Tita um – aos 3 minutos da primeira etapa. Sebastião Lazaroni era o treinador deste time: Acácio; Paulo Roberto (Milton Mendes), Fernando, Donato e Mazinho; Geovani (Vivinho), Henrique (Josenilton) e Luis Carlos; Tita, Roberto Dinamite e Romário.

VASCO 3 X 1 VITÓRIA, em  1999, com arbitragem de Paulo César de Oliveira (SP), foi o 18º jogo entre os dois clubes, pelo Campeonato Brasileiro. Disputado em um domingo, em São Januário, teve 29.055 pagantes, renda de R$ 14.519,00 e gols vascaínos marcados por Ramon, aos 45 minutos do primeiro tempo, Viola, aos 18 do segundo, e Paulo César, aos 21, da mesma etapa. O time foi: Carlos Germano; Paulo César (Maricá), Géder, Odvan e Gilberto; Nasa, Alex Oliveira (Amaral (Paulo Miranda), Juninho e Ramon; Donizete e Viola. Técnico: Antônio Lopes. (foto da direita reproduzida da revista "Grandes Clubes").Agradecimento.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 21 DE AGOSTO

Hoje é dia de apagar velinhas. O Club de Regatas Vasco das Gama atinge 114 temporadas de mais glórias do que outras hipóteses. É uma história que começa pelo remo, a modalidade preferida dos mais de 500 mil habitantes do Rio de Janeiro, em 1898, quando os cariocas iam para as imediações do Passeio Público e da Rua Santa Luzia assistir às corridas de barcos na Baía de Guanabara.
 Por aquela época, tentando se livrar do desgaste físico de remar até o Club Gragoatá, e Niterói, para praticarem o “rowing”, como ainda era chamada a modalidade, Henrique Ferreira Monteiro, Luís Antônio Rodrigues, José Alexandre d`Avelar Rodrigues e Manuel Teixeira de Souza Júnior decidiram criar um clube de remo. Reuniram-se na residência de um deles, à Rua Teófilo Ottoni Nº 90, traçaram planos, encontraram mais simpatizantes da ideia e promoveram outras reuniões no Clube Recreativo Arcas Comercial, na Rua São Pedro. O papo foi rolando e, em 21 de agosto de 1898, com 62 associados assinando a ata, no Clube Dramático Filhos de Talma, à Rua da Saúde Nº 293, surgia o Club de Regatas Vasco da Gama, em encontro presidido por por Gaspar de Castro, secretariado por Virgílio Carvalho do Amaral e Henrique Teixeira Alegria.
EMBARCARAM NESSA – Clube criado, era hora de comprar os barcos. A rapaziada fez a chamada “vaquinha”, comprou três baleeiras – Zoca, Vaidosa e Volúvel – e se inscreveu na União de Regatas Fluminense. Menos de um ano depois, em 4 de junho de 1899, o Vasco já vencia sua primeira regata, na Classe Novos, com Volúvel, de seis remos, em páreo que teve o seu nome, como era de costume nomear as disputas com as denominações dos clubes. Os primeiros vencedores cruzmaltinos foram da guarnição formada pelo patrão Alberto de Castro e os remadores José Lopes de Freitas, José Cunha, José Pereira Buda de Melo, Joaquim de Oliveira Campos, Antônio Frazão Salgueiro e Carlos Batista Rodrigues. Entre 1905 e 1906, o Vasco conquistou os seus primeiros títulos no remo, com o bi, cinco dias após o aniversário. Em 192.13.14 veio o primeiro tri, pelos barcos Meteoro e Pereira Passos. 
ROLA A BOLA - A simpatia pelo futebol chegou ao Club de Regatas Vasco em 1913, quando um combinado português exibiu-se no Rio de Janeiro, motivando a colônia portuguesa a aderir à modalidade, com a criação do Centro Esportivo Português, do Lusitano e do Lusitânia, este o único que foi avente. Mas, como o estatuto que só permitia a associação de portugueses, o Vasco da Gama, que nascera pregando a união racial, convenceu os “gajos” a abandonarem tal ideologia e partirem para uma fusão, a fim de entrarem nas disputas da Liga Metropolitana de Sports Athléticos (LMSA.
A partir de 26 de novembro de 1915, o Vasco não se desligaria mais do futebol. Em 3 de maio de 1916, usando camisas pretas, com a cruz da Ordem de Cristo no lado esquerdo do peito, a sua rapaziada estreou na nova modalidade, no campo do Botafogo, perdendo do Paladino Futebol Clube, na Terceira Divisão da Liga Metropolitana de Sports Athléticos (LMSA), por 10 x 1. Coube ao português Adão Antônio Brandão, que praticava, ainda, atletismo, remo, natação e polo aquático, cravar a primeira bola vascaína na rede. Vitórias só em 29 de outubro de 1916. A vítima foi a Associação Atlética River São Bento, batida, por 2 x 1, com Alberto Costa Júnior e Cândido Almeida comparecendo às redes do campo do São Cristóvão, à Rua Figueira de Mello, valendo pelo Campeonato Carioca da Terceira Divisão (LMSA). Naquele primeira temporada, o Vasco terminou na última colocação.
Em 1917, a LMSA passou por transformações, mudou seu nome para Liga Metropolitana de Desportos Terrestres (LMTD) e aumentou o número de participantes, em cada divisão. Com isso, os seis da “Terceirona” subiram para a “Segundona”. E lá se foi o Vasco, que melhorou e obteve nove vitórias, em 16 jogos, saído da temporada em quarto lugar. Grande avanço. Em 1918, o Vasco já ameaçou os rivais. Foi o terceiro colocado. Em 1919, com nove vitórias, caiu, para quinto. Em 1920, tornou a melhorar e ficou em quarto lugar. Vindo 1921, a Liga Metropolitana promoveu mais uma virada de mesa. Separou a série principal pelas categorias A e B, na qual ficou o time vascaíno. E, por dois pontos, ele não foi o campeão de sua turma. Mas, em 1922, venceu a Série B da “Primeirona”.
O jogo do título foi em 17 de julho de 1922, na Rua Morais e Silva, com uma goelada, 8 x 3, sobre o Carioca, valendo a Taça Constantino, a primeira do futebol cruzmaltino. O chefe da rapaziada era um uruguaio, Ramón Platero, e o time das faixas teve: Nélson, Mingote e Leitão; Nolasco, Bráulio e Artur; Pascoal, Cardoso Pires, Torterolli, Claudionor e Negrito. Claudionor foi o principal “matador”, com quatro tentos, seguido de Cardoso Pires (2) Pascoal e Torterolli um, cada.
DIA DE COMEMORAR - Na data do seu aniversário, 21 de agosto, o Vasco já disputou 18 jogos. Venceu 12, empatou três e ficou atrás no placar só em três, o que lhe dá 74% de aproveitamento. Nesses confrontos, a rapaziada mandou 43 bolas as redes e foi buscar 16: saldo de 27 tentos. 
  A primeira partida vascaína nos 21 de agosto ficou no 1 x 1, com o já extinto Palmeiras-RJ,  no estádio da Rua Figueira de Mello, em um domingo, pelo Campeonato Carioca da Segunda Divisão. A última foi um outro 1 x 1, com o Fluminense, em 2011. Na penúltima, vitória, por 1 x 0, sobre a Portuguesa de Desportos, pelo Campeonato Brasileiro de 2008, em Santa Bárbara D´Oeste-SP. No meio disso tudo há um jogo com uma data interessante: 21 de agosto de 1989. Lembra-se de 21 de agosto de 1898?   
 Dos 18 jogos no aniversário cruzmaltino, 10 foram por temporada oficiais cariocas; três amistosos; um pela Taça João Havelange; um pela Copa Mercosul e dois pelo Brasileirão. Para os torcedores mais fanáticos, o melhor resultado foi 5 x 2 sobre o Flamengo, em 1949. 
FEITOS E FATOS -  21.08.1921 – Vasco 1 x 0 Palmeiras-RJ (Campeonato Carioca); 21.08.1927 – Vasco 4 x 0 Bangu (Carioca); 21.08.1932 - Vasco 1 x 3 Bonsucesso (Carioca); 21.08.1948 – Vasco 4 x 1 América-RJ (amistoso); 21.08.1949 – Vasco 5 x 2 Flamengo; 21.08.1954 – Vasco 4 x 0 São Cristóvão; 21.08.1955 – Vaso 5 x 0 São Cristóvão; 21.08.1960 – Vasco 4 x 2 Madureira; 21.08.1965 – Vasco 2 x 0 Fluminense; 21.08.1977 – Vasco 2 x 0 Botafogo; 21.08.1981 – Vasco 2 x 1 Múrcia-ESP; 21.08.1983 – Vasco 1 x 3 Fluminense; 21.08.1989 – Vasco 1 x 0 Logroñes-ESP; 21.08.1993 – Vasco 4 x 0 Mogi Mirim-SP; 21.08.2001 – Vasco 1 x 2 Cerro Porteño-PAR; 21.08.2005 - Vasco 0

                                             PRESENTES PARA A TORCIDA
 21.08.1927 – Vasco 4 x 0 Bangu. Campeonato Carioca. Estádio: São Januário. Juiz: Oswaldo Travassos Braga.  Gols: Zé Maria (contra) e Russinho (2), no 1º tempo, e Álvaro, na fase final.

21.08.1948 – Vasco 4 x 1 América-MG. Amistoso. Estádio. São Januário (RJ).  Renda:: Cr$ 52.566,00. Gols: Ademir Menezes (2), Nestor e Dimas (Vsc) e Murilinho (Ame-MG). VASCO: Barbosa (Barquetta); Augusto e Wilson; Eli, Danilo e Jorge; Maneca, Ademir Menezes, Dimas (Nestor), Tuta (Ismael) e Chico.

21.08.1949 (domingo) – Vasco 5 x 2 Flamengo – Campeonato Carioca. Estádio: São Januário-RJ. Gols: Maneca (2), Augusto, Danilo Alvim, Nestor e Ipojucan. VASCO: Barbosa, Augusto e Sampaio; Ely, Danilo e Jorge; Nestor, Maneca, Ipojucan, Ademir Menezes e Mário. Técnico Flávio Costa.

21.08.1954 (sábado) – Vasco 4 x 0 São Cristóvão – Campeonato Carioca. Estádio: Maracanã-RJ. VASCO: Barbosa, Paulinho de Almeida e Bellini; Ely, Mirim e Dario; Sabará, Laerte, Maneca, Pinga e Dejayr. Técnico: Flávio Costa.

21.08.1955 – Vasco 5 x 0 São Cristóvão. Campeonato Carioca. Estádio: São Januário-RJ. Gols: Válter Marciano (3), Pinga e Parodi. VASCO: Victor Gonzalez; Paulinho de Almeida e Haroldo; Orlando Peçanha, Laerte e Dario; Sabará, Valter, Ademir Menezes, Pinga e Parodi. Técnico: Flávio Costa.


21.08.1960 – Vasco 4 x 2 Madureira. Campeonato Carioca. Estádio: da Rua Conselheiro Galvão (RJ). Juiz: Airton Vieira de Morais. Renda: Cr$ 705.340,00. Gols: Fernando, aos 31;, Azumir, aos 45; Delem, aos 47;, Pinga, aos 70;, Pinga (pen), aos 78, e e Wilson Moreira, aos 85 min. VASCO: Miguel, Paulinho e Bellini; Coronel, Écio e Russo; Sabará, Delém, Wilson Moreira, Valdemar e Pinga. Técnico: Eli do Amparo

21.08.1965 (sábado) – Vasco 2 x 0 Fluminense. Taça Guanabara. Estádio: Maracanã. Renda: Cr$ 15.628.380,00. Juiz: Gualter Portela Filho. Gols: Célio, aos 44 min do 1º tempo (pen) e aos 32 min do 2º tempo. VASCO: Gainete; Joel, Brito, Fontana e Oldair; Maranhão e Lorico; Luisinho Goiano, Célio, Mário ‘Tilico’ e Zezinho. Técnico: Zezé Moreira.  

21.08.1977 (domingo) – Vasco 2 x 0 Botafogo. Campeonato Estadual-RJ. Estádio: Maracanã. Renda: Cr$ 220.743,50. Público: 79.997 pagantes. Juiz: Arnaldo César Coelho. Gols: Dirceu, aos 30 min do 1° tempo e Roberto Dinamite, aos 19 do 2°. VASCO: Mazaropi; Orlando, Abel, Geraldo e Marco Antônio; Zé Mário, Paulo Roberto (Helinho) e Dirceu; Wilsinho, Roberto e Ramón (Zandonaide). Técnico: Orlando Fantoni.

21.08.1981 (sexta-feira) – Vasco 2 x 1 Múrcia-ESP. Amistoso. Gols: Roberto Dinamite (2). Técnico: Antônio Lopes.

21.08.1989 (segunda-feira) - Vasco 1 x 0 Logroñes-ESP. Amistoso. Gol: Anderson. VASCO: Régis; Luís Carlos Winck, Célio Silva, Maro Aurélio e Lira; Zé do Carmo, Andrade (Tornado) e Boiadeiro; Vivinho, Sorato e Tato (Anderson). Técnico: Alcir Portela.

21.08.1993 (sábado) – Vasco 4 x 0 Mogi Mirim (SP). Taça João Havelange. Estádio: São Januário-RJ. Gols: Jardel (2) e Vitor. VASCO: Caetano; Ayupe, Ale, Alex er Bruno Carvalho; França (Vianna), Vitor e Sidney; André Pimpolho, Jardel e Júnior (Denílson).

21.08.2008 (quinta-feira) – Vasco 1 x 0 Portuguesa de Desportos. Campeonato Brasileiro. Estádio: Antônio Lins R. Guimarães, em Araras (SP). Juiz: Sandro Meira Ricci (DF). Gol: Alex Teixeira, aos 12 minutos do 2º tempo. VASCO: Roberto; Wagner Diniz, Jorge Luiz, Eduardo Luiz e Edu Pina; Jonílson, Rodrigo Antônio, Marcus Vinicius e Alex Teixeira (Vilson); Alan Kardec (Jean) e Madson (Edmundo). Técnico Tita.

 









 

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 20 DE AGOSTO

Na véspera” de sua fundação, o Vasco aprontou duas goleadas: 7 x 2 Bangu e 6 x 0 São Cristóvão. Mas isso não representa grandes novidades, não! Afinal, pelas estatísticas cruzmaltinas, os dois são tradicionais “fregueses”. Os banguenses, por exemplo, já haviam sofrido 17 goleadas, desde 1919, quando começou o confronto "Almirantes x Mulatinhos Rosados". Isso, computando-se placares a partir de quatro. De sua parte, o “Santo” somava 13 vexames. Também foram batidos nos 20 de agosto, mas em doses mais amenas, dois times paulistas, pra não dizerem que a rapaziada só bateu em cariocas, na data.

VASCO 7 X 2 BANGU, pelo Campeonato Carioca-1944, foi um massacre perpetrado no “matadouro” da Colina. Era um domingo e os executores assinaram a súmula com os nomes de Ademir Menezes (2), Dino (2), Lelé, Chico e Paulo (contra). O castigo aos visitantes foi apitado por Belgrano dos Santos, na época em que Ondino Viera estava montando o “Expresso da Vitória” que, naquela partida, teve: Oncinha, Argemiro, Berascochea, Alfredo , Alfredo II, Djalma, Lelé, Dino, Ademir Menezes e Chico.

VASCO 6 x 0 SÃO CRISTOVÃO foi, também, em tarde domingueira de São Januário. Mas valendo pelo Campeonato Carioca-1950, que terminou em 1951, com a "Turma da Colina" carregando o “caneco”. Maneca (2), Ipojucan (2), Ademir Menezes e Lima quebraram o "Santo", por ordem do chefe Flávio Costa, que mandou para a luta: Barbosa, Augusto e Wilson; Lima, Danilo e Jorge; Tesourinha, Maneca, Ipojucan, Ademir e Chico.

VASCO 2 X 1 PONTE PRETA  mostrou à  “Macaca” o peso da âncora do “Almirante”.  Corria a primeira fase do Campeonato Brasileiro-2000 e a rapaziada teve de suar além da conta, pra implodir a Ponte, em São Januário.  Oswaldo de Oliveira era o treinador da rapaziada naquele jogo apitado por Fabiano Gonçalves, quando Romário foi o “cara”, colocando pipocas na rede da visitante, aos 11 e aos 36 minutos do segundo tempo. Atravessaram aquele obstáculo: Helton; Clebson, Odvan, Júnior Baiano e Jorginho; Nasa, Juninho Pernambucano (Maricá), Felipe (Luisinho) e Juninho Paulista; Romário e Viola (Luís Cláudio).

VASCO 2 X 0 SANTOS mandou dizer que descer da Ponte e colocar minhoca no anzol, pra fisgar o "Peixe", até que é muito maneiro. Na véspera do seu aniversário, a "Turma da Colina" temperou o cardápio do dia, pela 18ª rodada do Brasileiro-2008, no estádio Urbano Caldeira, o reduto do “pescado”, em um domingo. Aliás, um bom dia para degustar uma caldeirada. Que o digam Abedi e Morais, que beliscaram na panela quente da Vila Belmiro, respectivamente, aos 16 e aos 33 minutos da etapa final. Com Giuliano Bozzano-SC esquentando os beiços no apito, porque o tempero da muqueca não chegou pra ele, a galera presente foi de 15.617 pagantes, que deixaram R$ 130 mil no cofrinho da casa. O “Bacalhau” aprontou furdunço no fundo do mar com garfo e faca desta rapaziada: Cássio; Paulão, Fábio Braz, Jorge Luiz e Wagner Diniz; Amaral (Coutinho), Andrade, Ramon (Abedi) e Morais (Madson); Diego e Jean. O comandante da esquadra era Renato Gaúcho.

A "VASCODATA" 20 de agosto tem no cardápio, também, três empates sem molho: 20.08.1972 – Vasco 0 x 0 Flamengo; 20.08.1997 - Vasco 0 x 0 América-RN e 20.08.2003 - Vasco 0 x 0 Corinthians.

domingo, 19 de agosto de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 19 DE AGOSTO

O calendário da história vascaína marca três comemorações na data 19 de agosto: vitórias sobre o argentino River Plate, o espanhol Barcelona e o inglês Ipswiche Town. Em canchas brasileiras, goleada pra cima de um velho rival, cascudo em mais um outro e em um paulistas,  e pancada de deixar um “Galo” tonto.

VASCO 4 X 1 B0NSUCESSO foi um mero cumprimento de obrigação, pelo Campeonato Carioca-1945. Afinal, o adversário era "freguês de caderneta". Rolado em São Januário, foi apitado por Oscar Pereira Gomes, com “homens-redes” Lelé (2), Ademir Menezes e Santo Cristo cobrando todos os pecados dos rubro-anis.  O uruguaio Ondino Viera cuidava desta rapaziada: Castro, Sampaio e Rafagnelli; Nilton, Argemiro e Berascochéa; Djalma, Santo Cristo, Lelé jair Rosa Pinto e Ademir Menezes.
 
VASCO 3 X 1 BARCELONA foi o segundo jogo do Torneio Cidade de Sevilha-1992. Disputado em uma quarta-feira, no estádio Benito Vllamarín, teve arbitragem de Carcelen Garcia-ESP e gols cruzmaltinos marcados por Júnior, aos 35 minutos do primeiro tempo; Beguiristain, aos 40, Luís Carlos Winck, aos 43, e Edmundo, aos 45 da etapa final. Treinado pro Joel Santana, o time fez bonito com: Carlos Germano; Luis Carlos Winck, Ale, Jorge Luis e Eduardo; Luisinho, Flávio, Leandro Ávila e Bismarck; Júnior (Cássio) e Edmundo (Tinho).
 
VASCO 3 X 2 RIVER PLATE, em uma terça-feira, valeu pelas semifinais do Torneio Joan Gamper-1980, no Camp Nou, da espanhola Barcelona. Paulo César (2) e Guina marcaram os gols vascaínos, que venceram de virada. Esta disputa foi criada, pelo Barcelona, em 1966, para homenagear seu fundador, Hans Gamper, que tinha o apelido de Joan. Ele era suíço e fundara o Barca, em outubro de 1999. O Vasco participou da disputa em 1972/80/81.
 
VASCO 2 x 1 IPSWICH TOWN valeu pelo mesmo Torneio Joan Gamper, mas o de 1981. Foi segundo jogo da competição, em uma quarta-feira, em nova visita ao Camp Nou,  no único encontro entre os dois times. Amauri e Roberto Dinamite pimbaram a rede dos súditos da rainha, que usa, em sua coroa, uma cruz semelhante à do escudo cruzmaltino.  
 
VASCO 3 X 1 BARCELONA foi o segundo jogo do Torneio Cidade de Sevilha-1992. Disputado em uma quarta-feira, no estádio Benito Vllamarín, teve arbitragem de Carcelen Garcia-ESP e gols cruzmaltinos marcados por Júnior, aos 35 minutos do primeiro tempo; Beguiristain, aos 40, Luís Carlos Winck, aos 43, e Edmundo, aos 45 da etapa final. Treinado pro Joel Santana, o time fez bonito com: Carlos Germano; Luis Carlos Winck, Ale, Jorge Luis e Eduardo; Luisinho, Flávio, Leandro Ávila e Bismarck; Júnior (Cássio) e Edmundo (Tinho). BARCELONA: BARCELONA-ESP: Zubizarreta, Nadal, Koeman, Amor, Serna (Pablo), Bakero (Juan Carlos), Goikoetxea, Eusébio, Salinas (Alexanco), Witschge e Beguiristain.
 
VASCO 3 X 0 ATLÉTICO-MG, em uma quinta-feira, rolou em São Januário, pela segunda rodada do segundo turno Campeonato Brasileiro-2004. Testemunharam o evento apenas 1.791 pagantes, que deixaram R$ 22.730,00 nas bilheterias. Romildo Corrêa-SP apitou o e o time da casa, treinado por Geninho, bateu com: Fábio; Claudemir, Fabiano Henrique e Diego: Ygor, Coutinho, Robson Luiz (Júnior), Petkovic; Valdir ‘Bigode” e Anderson (Rodrigo Souto). Ânderson, aos 5 minutos do primeiro tempo, e Róbson Luis, aos 5, e Valdir, aos 26 da etapa final, marcaram os gols.
 
VASCO 2 X 0 AMÉRICA-RN - Um outro “freguês” abatido em São Januário. Em um domingo, pelo Campeonato Brasileiro-2007, diante de 23 mil pagantes, com renda de R$ 180 mil reais e apito de Leandro Vuaden-RS. Leandro Amaral fez os dois gols, aos 40 minutos do primeiro tempo, e aos 30 da fase final, quando o time era treinado pelo “sargentão” Celso Roth, que escalou diante dos potiguares: Sílvio Luiz; Wagner Diniz, Jorge Luiz, Vilson e Rubens Júnior; Amaral, Perdigão, Julio Santos e Conca; Enílton (Abuda) e Leandro Amaral.
Vasco e América de Natal-RN já se pegaram em 11 oportunidades, com sete triunfos da rapaziada vascaína, três empates e apenas uma queda. Portanto, “freguesia” indiscutível.

Nas "VASCODATAS" 19 de agosto podem ser encontradas, também:  – Vasco 2 x 1 Bangu, pelo Campeonato Carioca-1928, fora de cassa, com dois gols de Russinho, e Vasco 2 x 1 Palestra Itália (futura Sociedade Esportiva Palmeiras), amistosamente, em 1934, com gols marcados por Kuko e Navamuel, jogando em São Januário.