Vasco

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quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

A 'COMPARSA' DO "MATADOR" ADEMIR

Celeste jogava com Ademir, se estressava a cada lance não finalizado bem pelo artilheiro cruzmaltino 
De “nada sacadora” de futebol a “expert” no assunto, foi um pulo. Celeste Augusta tornou-se tão entendida de bola rolando quanto o treinador do time do Vasco. Muitas vezes, se o placar era inimigo dos cruzmaltinos, ela atribuía tudo ao sistema tático E como se estressava a cada partida. Para a edição de 21 de março de 1953, de “O Cruzeiro”, o fotógrafo Luiz Carlos Barreto flagrou-a em 11 instantes de frenética torcida pelo marido Ademir Marques de Menezes.
De acordo com o repórter Davi  Nasser, da mesma revista citada acima”, nem só de torcida forte e muita corrente positiva vivia a torcedora Celeste. Até fazia uma “inconfidência”: se alguns santos fossem mortais, certamente, pela ótica dela, certamente, seriam vascaínos. Caso de Santo Antônio, por sinal, uma divindade portuguesa. Nas vésperas de jogos da “Turma da Colina”, Celeste visitava o mosteiro do santo e acendia duas velas, uma pela vitória e a outra pelas canelas de Ademir.
Amigo intimo do casal, David Nasser  escreveu que Ademir e Celeste levavam uma vida calma, feliz e metódica. Mas, se dependesse dela, ele já teria deixado o futebol desde 1951. E fuxicava que alguns “medalhões” vascaínos eram contra os maridos levarem suas esposas a excursões, o que Ademir gostava de fazer, por acharem que idas a piqueniques e a muitos passeios representavam um desperdício de energia para o time. “Celeste é uma boa companheira. Detesta concentrações, mas é compreensiva”, contou o repórter.
O fotógrafo Luiz Carlos Barreto, da revista "O Cruzeiro", captou estas imagens do desespero de Celeste

 

    

 

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