Vasco

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domingo, 31 de maio de 2015

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - VALENTINA, A PRIMEIRA NO ESPAÇO

Yaroslav é uma cidade com mais de mil anos. As primeiras referências no mundo ocidental são de 1.071, mas a fundação oficial é considerada em 1.010, quando fundou-se uma fortaleza no local. O que nenhum yaroslavlense imaginaria por aqueles tempos sua terra, hoje, com mais de 600 mil habitantes, seria o berço natal da primeira mulher a fazer um giro orbital.
 Até entrar para a história espacial do homem, Valentina Vladimirovna Tereshkova, nascida em 6 de março de 1937,  viveu uma vida nada fácil. Para poder estudar à noite,, trabalhavau em uma fábrica têxtil. Repetia a labuta da mãe que, aos 26 anos de idade, fazia o mesmo para sustentar três filhos, pois a guerra havia matado o seu marido.
Enquanto Valentina sonhava com a Engenharia, Yuri Gagarin fez a primeira viagem espacial, em 1961.Então, ela e algumas amigas escreveram uma carta ao governo soviético, pedindo passagem, também, para as mulheres na corrida espacial. Surpreendentemente, todas as interessadas foram convidadas a irem a Moscou. Pasaram por 90 dias dos mais difíceis testes, como passar hnoras  dentro de uma crntífugadora, testes de isoaslamento, voos em jatos MiG 15, mais de 120 saltgos de pára-quedismo, o que Valentina já praticava esportivamente, e aulas de engenharia espacial. Poucas resistiram, entre elas Valentina. Foram dois anos de treinamentos. E, finalmente, o sonho realizado.
Foto reproduzida da revista "Manchete"
 Valentina contou que, ao entrar no módulo espacial, jamais pensou se voltaria, ou não do espaço. Só pensava em sua missão, de filmar, fotografar e fazer experiências cientificas. Ao ver a Terra, tão distante, pediu para demorar mais lá por cima, e lhe deram 72 horas, em vez de 24. Para não perder nada do espetáculo que vivia, prticamente, não dormiu. Toda amarrada e viajando a uma velocidade de 28 mil km horários, circundou o planeta, por 86 minutos, o tamanho do seu dia cósmico. Durante 45 minutos, via a “bola” escura, e o restante do tempo sob a luz do sol. Lá de cima, achou-a pequena e vulnerável.
FLORES DO POVO - Valentina voltou para casa. Sua nave desceu em um campo onde centenas de tabalhadores correram em diração ao seu veículo espacial, levando flores. Entre os presentes, a sua mãe e a sua filha, Elena Andrionova, do casamento desfeito com o também astronauta Andrian Grigoriévich Nikolayev, o terceirro russo no espaço, em 1962,  com quem casou-se, em 1963, e divorciou-se, em 1982.  Depois do voo, ela tornou-se amgia intima de Gagarin e de muitos outros cosmonautas russos. Sonhava em voltar ao espaço. Não voltou. Após 19 anos da sua viagem, Svetlana Yevgenyevna Savitskaya, 12 anos mais nova, tornou-se a segunda mulher a ir ao espaço a primeira mulher a realizar uma caminhada espacial.
Valentina começou a viver a sua grande aventura em 16 de junho de 1963, a bordo da cápsula Vostok-6. Mas não foi incluída no programa espacial soviético. O líder Nikita Khruschhov usou-a muito mais como propaganda do seu regime na guerra fria com os Estados Unidos, afinal precisava desviar as atenções do planeta para o programa espacial do grande rival. Mas este, no entanto, só em 18 de junho de 1983, enviou a sua primeira mulher ao cosmos, Sally Ride, que viveu entre 26.05.1951 a 23.07.2012). Ela fo tripulante da nave Challanger que colocou em órbita da Terra dois satélites de comunicação, recolheum um outro avariado para dentro do ônibus espacial e realizou experimentos farmacêuticos. 

HISTORI&LENDAS CRUZMALTINAS

1 – No dia 25 de maio de 1947, ao empatar, por 2 x 2, com o Flamengo, o Vasco chegava à oitava partida da invencibilidade, de 20 jogos, ou quase sete anos, sem perder do seu maior rival. Confira a sequência dos oito duelos: 13.05.1945 - Vasco 5 x 1 Flamengo - Torneio Municipal; 16.09.1945 - Vasco 2 x 1 Flamengo - Campeonato Estadual; 18.11.1945 - Vasco 2 x 2 Flamengo - Campeonato Estadual; 24.03.1946 - Vasco 2 x 0 Flamengo - Torneio Relâmpago do RJ; 19.05.1946 - Vasco 3 x 1 Flamengo - Torneio Municipal; 03.08.1946 - Vasco 2 x 2 Flamengo - Campeonato Estadual; 06.10.1946 - Vasco 4 x 3 Flamengo - Campeonato Estadual; 25.05.1947 - Vasco 2 x 2 Flamengo - Torneio Municipal.

2 - Principal artilheiro do Campeonato Carioca de 1962, com 18 gols, Saul Santos Filho, natural de Bagé, na fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai, teve uma boa marca nos amistosos de 1963. Das 55 balançadas de rede mandadas pela "Turma da Colina", 16 foram dele, em 27 compromissos, com 14 vitórias, 14 empates e só sete quedas. Pela época dos amistosos em Lagos, na Nigéria, o Vasco excursionava, com time comandado por Jorge Vieira. Durante toda a temporada-1963, os tentos de Saulzinho foram contra: 06.01 – Alajuelense (1); 10.01 – América-MEX (1); 17.01 – El Oro-MEX (1); 11.04 – Colo Colo-CHI (1); 05.05 – Stad Abidijan (3); 25.05 – Seleção da Nigéria (4); 09.06 – Al –Mareikh-SUD (1); 13.06 – Málaga-ESP (1); 16.06 – Mônaco (1); 18.06 – Elche-ESP (2).   

3 – O artilheiro Célio Taveira Filho, maior goleador vascaíno na década-1960 e neto de Antônio Taveiras, remador da primeira conquista cruzmaltina, em 1905, encarou o Vasco, pela primeira vez, em uma quinta-feira de 1967, no Maracanã, valendo a Taça Governador Negrão de Lima. Ele jogava pelo Uruguai oNacional, de Montevidéu, a partir dos inícios da temporada-1967. Saiu da Colina levando os títulos de campeão do Torneio Pentagonal do México-1963; da primeira Taça Guanabara-1965 e do Torneio Rio-São Paulo-1966. E encarou os velhos companheiros formando nesta nova patota: Dominguez, Ubinas, Manicera, Mujica (Ancheta), Alvarez; Viera, Bita (Cúria), Montero, Célio, Paz (Techera) e Uruzmendi. Treinado por Zizinho e com gols marcados por Moraes e Paulo Bim, o time vascaíno alinhou naqueles 2 x 0: Fraz; Ari (Nilton Paquetá), Ananias e Jorge Andrade; Oldair, Maranhão e Danilo Menezes; Zezinho, Bianchini, Paulo Bim e Moraes.

4 - Vasco já enfrentou o Vitória-ES em quatro ocasiões, todas amistosasamente e na capital capixaba. Confira: 27.11.1949 – Vasco 4 x 2; 27.05.1951 – Vasco 8 x 4; 06.10.1954 – Vasco 2 x 1; 14.12.1978 – Vasco 0 x 0 Vitória-ES.  

5 – O Vasco e Canto do Rio se pegaram em sete ocasiões pelo Torneio Municipal, que era chamado, também, por Campenato Metropolitano, por reunir só times da cidade do Rio de Janeiro: 02.05.1943 – Vasco 1 x 2; 09.04.1944 – Vasco 2 x 1; 27.05.1945 – Vasco 2 x 1; 05.05.1946 – Vasco 6 x 0; 17.05.1947 – Vasco 5 x 0; 16.05.1948 – Vasco 4 x 2; 13.05.1951 – Vasco 3 x 0.   

 5 - Vasco e Benfica já cruzaram seis mares, com três vitórias vascaínas e dois empates. Sobrou só um naufrágio. Assim rolaram as águas da galera: 12.07.1932 – Vasco 5 x 0 Benfica (amistoso); 30.06.1957 – Vasco 5 x 2 Benfica (amistoso);  18.01.1972 -  Vasco 0 x 2 Benfica (Torneio Internacional de Verão-RJ); 16.081984 – Vasco 1 x 1 Benfica (amistoso); 07.02.1987 – Vasco 1 x 1 Benfica (Torneio de Luanda); 14.06.1987 – Vasco 3 x 0 Benfica (Copa TAP-EUA).

 

 

 

TRAGÉDIAS DA COLINA - JUVENIS-1965

Se não tivesse tropeçado em times “pequenos”, como Campo Grande, Olaria e Bangu, o Vasco poderia ter disputado o título  do Campeanto Carioca Juvenil-1965, com o campeão Flamengo, no charmoso ano do IV Centenário do Rio de Janeiro. Em 22 jogos, foram 16 vitórias, um empate e cinco derrotas, marcando 51 e sofrendo 12 tentos.  Isso deu-lhe 33 pontos, contra 39 do Fla e 34 do segundo colocado, o Botafogo.
Ficou assim a temporada: 13.03.1965 – Vasco 5 x 0 Bonsucesso; 20.03 – 1 x 0 Olaria; 27.03 – 0 x 1 Campo Grande; 03.04 – 7 x 1 São Cristóvão; 10.04 – 0 x 2 Bangu; 17.04 – 1 x 0 Flamengo; 24.04 – 3 x 0 Portuguesas; 01.05 – 3 x 1 Madueira; 08.05 – 3 x 0 Fluminense e 22.05 – 4 x 0 América. Returno: 29.05 – 1 x 0 Bonsucesso; 05.06 – 1 x 2 Olaria;  12.06 – 1 x 0 Campo Grande; 19.06 – 3 x 0 São Cristóvão; 26.06 – 4 x 0 Bangu; 03.07 – 0 x 1 Flamengo; 10.07 – 4 x 0 Portuguesa; 14.08 – 4 x 1 Madureira; 25.08 – 1 x 2 Fluminense; 28.08 – 1 x 0 Botafogo e 04.09 – 3 x 0 América

sábado, 30 de maio de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - 30 DE MAIO


 






O Vasco da Gama só enfrentou o paulistano Juventus em uma oportunidade: 27 de maio de 1962, um domingo, em São Januário. E foi um péssimo anfitrião. Mandou 2x 0 no "Moleque Travesso", com travessuras de Vevé e de...  Também, só enfrentou em una só vez o Combinado da Costa Leste dos Estados Unidos. No 27 de maio de. 1990l, mandou 5 x 0, com gols de Tato, Sonny Anderson, Júnior e .....
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O ponteiro-esquedo Dejayr marcou um gol nos são-paulinos
VASCO 4 X 1 CAXIAS-RS - Como a gaúcha Caxias do Sul é a terra do vinho, os vascaínos acharam que iriam enfrentar um time de provadores, durante o Campeonato Brasileiro-1978. Ninguém entrou em campo borrachíssimo, mas os cruzmatinos fizeram de conta que sim e embebedaram o time da camisa vinhática: 4 x 1, em  noite de quarta-feira, em São Januário, com Paulinho abrindo o barril, aos 5 minutos do primeiro tempo. Zanata o reabriu, aos 12, para o viciado (em gols) do Paulinho voltar a provar do gosto de “vinho na rede”, aos 30 e aos 38 da etapa final. Fiscalizado por Nílson Cardoso Bilha (SP) e consumido por 2.271 pagantes, o “tonel do boteco cruzmaltino” saiu a C$ 76.215, 00, bem abaixo do que pretendiam faturar os produtores da partida.  O mineirinho Orlando Fantoni era o gerente da casa portuguesa, que empregava: Mazaropi: Orlando ‘Lelé’, Geraldo (Marcelo), Gaúcho e Paulo César; Helinho,  Zé Mário e Zanata; Guina, Ramon Pernambucano e Paulinho (Alcides).  31.05.1995 – Vasco x Corinthians.

VASCO 6 X 1 LA CORUÑA foi de apagar o anfitrião. No 29 de maio de 1955, a turma saiu da Colina e foi sacanear o Deportivo La Coruña, na Espanha, mandando 6 x 1. Pinga pingou dois e Sabará mais dois nas redes. Alvinho, Parodi e Adésio também enfiaram o pé no filó. Por aquele tempo, o Vasco vivia uma entressafra, preparando o terreno para voltar a ser campeão, o que não rolava desde 1952, na última viagem do “Expresso da Vitória”. Mesclando veteranos de tantos títulos, com uma nova geração vencedora, o time que goleou os espanhóis, com Flávio Costa no comando, foi: Barbosa, Paulinho de Almeida e Bellini; Adésio (Ely do Amparo), Jophe e Dario; Sabará (Iedo), Maneca, Vavá (Alvinho), Parodi e Pinga.    



29.05 - VASCO 2 x 0  BOTAFOGO  - Deixando os alvinegros para trás, o rapaziada conquistou a Taça Guanabara-1977, com um cartel indiscutível. Venceu os "grandes" e distribuiu goleadas para os  "pequenos" Bangu, Campo Grande e Olaria.  A apagada da "Estrela Solitária"  foi em um clássico de casa cheia: 131.741 pagantes, valendo o caneco do primeiro turno regional. Luís Carlos Félix apitou e Roberto Dinamite emplacou as duas pipocas nas redes alvinegras. Foi ordem, do “Titio” Orlando Fantoni,  ganhar mais uma do velho freguês, obedecida por: Mazaropi; Orlando ‘Lelé”, Abel, Geraldo e Marco Antônio; Zé Mário, Zanata e Dirceu; Wilsinho (Luís Fumanchu), Ramon Pernambucano (Helinho), Roberto Dinamite.
CONFIRA A CAMPANHA: 27.03.1977 – Vasco 2 x 1 Goytacaz; 03.04 – Vasco 6 x 0 Bangu; 06.04 – Vasco 4 x 0 Campo Grande; 10.04 – Vasco 0 x 1 América; 13.04 – Vasco 3 x 0 Olaria; 17.04 – Vasco 7 x 1 Madureira; 24.04 – Vasco 3 x 0 Flamengo;  07.05 – Vaso 1 x 0  Fluminense; 15.05 – Vasco 3 x 1 Portuguesa; 18.05 – Vasco  2 x 1 Bonsucesso; 25.05 – Vasco 3 x 0 Americano; 29.05 – Vasco 2 x 0 Botafogo.     

VASCO 2 X 1 FLUMINENSE, no 29 de maio de 1985, valeu a Taça Rio-1988. Mediado por Aloísio Viug, o clássico teve poucos corações na assistência (36.496 estiveram presentes), mas muitas emoções para a galera vascaína.  Foi outra conquista indiscutível, pois contou com vitórias sobre os três grandes rivais. O time do técnico Sebastião Lazaroni só definiu o placar no final da partida. Sofreu um gol, com um minuto de bola rolando, e teve de fazer valer a sua sina de "time da virada".  Na etapa final, em dois minutos, aos 37 e aos 39, respectivamente, Vivinho e Bismarck resolveram a parada, tirando o grito de gol da garganta da galera. A “Turma da Colina” foi à luta com: Acácio; Paulo Roberto, Donato, Fernando e Mazinho; Zé do Carmo, Henrique e Geovani; Vivinho, Romário e William (Bismarck).
HISTÓRIA DA CAMPANHA: 02.04.1988 – Vasco 2 x 0 Volta Redonda; 10.04. 1988 – Vasco 0 x 1 Cabofriense; 13.04.1988 - Vasco 1 x Friburguense; 16.04.1988 – Vasco 0 x 0 Americano; 21.04. 1988 – Vasco 2 x 1 Goytacaz; 24.04.1988 – Vasco 1 x 0 Porto Alegre; 01.05.1988 – Vasco 2 x 0 Bangu;  08.05.1988 – Vasco 1 x 0 Flamengo; 14.05.1988 – Vasco  3 X América; 23.05.1988 – Vasco 3 x 0 Botafogo; 29.05.1988 – Vasco 2 x 1 Fluminense.

28.05 =- VASCO 2 X 0 PORTUGUESA DE DESPORTOS rolou fora do Rio de Janeiro,  valendo a Taça Cidade de Juiz de Fora, conquistada no Estádio Radialista Mário Heleno, em uma quarta-feira de 1986, com gols marcados por Romário e Mazinho. O time era treinado por Antônio Lopes, nos tempos de Paulo Sérgio, Paulo Roberto, Vitor, Donato, Fernando, Paulo César,  Mazinho, Geovani, Mauricinho, Roberto Dinamite e Romário.

 TRAGÉDIAS DAS COLINA

Pelo Torneio Municipal-1951, o time cruzmamaltino andou muito irregular, goleando e sendo goleado. E o pior: chegou a perder os pontos dos 3 x 0 sobre o Canto do Rio, por ter escalado Bira irregularmente. Terminou em sexto lugar, com nove pontos, em 20 disputados. Confira os resultados: 11.04.1951 – Vasco 2 x 4 São Cristóvão; 21.04 – Vasco 3 x 1 Fluminense; 29.04 – Vasco 6 x 0 Bonsucesso; 06.05 – Vasco 1 x 2 Flamengo; 13.05 – Vasco 3 x 0 Canto do Rio; 19.05 – Vasco 1 x 4 Bangu; 26.05 – Vasco 2 x 1 Olaria; 02.06 – Vasco 4 x 4 América; 09.06 – Vasco 6 x 1 Madureira; 26.06 – Vasco 0 x 3 Botafogo.   


25.05 -

Um gol marcado por Nestor, aos 33 minutos do segundo tempo, deu ao Vasco uma de suas maiores vitórias. Rolou na noite da quarta-feira 25 de maio de 1949, em São Januário, por 1 x 0, sobre o imbatível e invicto Arsenal, campeão inglês da temporada 1947/48, e de outras tantas.
O timaço visitante, que deslumbrava plateias, tornou o amistoso um grande acontecimento no Rio de Janeiro. Tanto que a casa vascaína recebeu um dos seus maiores públicos, chutado pela imprensa em 50 mil torcedores, embora, oficialmente, fossem registradas pouco mais de 24 mil almas. Mas tinha-se que jogar pra cima. Afinal, o Arsenal era o melhor do planeta e o Vasco o melhor do continente. Não fora campeão sul-americano de clubes campeões?
Para a imprensa carioca, era uma grande pauta. Alardeava-se a vinda ao país do primeiro time da primeira divisão inglesa, algo fortíssimo, pois os orgulhosos britânicos se achavam tão bons, que se recusaram a disputar as três primeiras Copas do Mundo, dizendo não haver adversários à sua altura.
Tratados como “superstars” no Brasil, os atletas do Arsenal, que carregava a glória de terem revolucionado o futebol, pelo esquema tático WM – criado, em 1925, pelo treinador Herbert Chapman – desconheciam que, a partir de 1945, a “Turma da Colina” já havia colocado o "Expresso da Vitória" nas trilhas dos títulos cariocas daquela temporada (invicto) e de 1947/1949, tornando-se, também, um dos times mais fortes do mundo. Para os "Gunners", no entanto, o importante era a fama que traziam.
O Arsenal iniciara a excursão (15.05.1949) mandando 4 x 1 no Fluminense,  reforçado por jogadores do Botafogo, diante de quase 40 pagantes, no estádio das Laranjeiras. No Pacaembu (18.05.1949), em São Paulo, cedera o empate, por 1 x 1, ao Palmeiras, diante de mais de 50 mil pagantes. Mas, quatro dias depois (22.05.1949), mais outro público igual assistiu 2 x 0 sobre o Corinthians. Portanto, público em torno de 140 mil pagantes, em três jogos. Até então, nenhum supertime passara por aqui. (continua na matéria abaixo)
PROMOCIONAL -  O convite do Vasco, ao Arsenal, para participar do amistoso no então maior estádio da América do Sul, fazia parte das promoções da estreia do atacante Heleno de Freitas, repatriado do futebol argentino. Por sinal, para  o reforço estrear, no decorrer da partida, foi preciso Ademir Menezes atuar como ponta-de-lança, pela direita, e Maneca armar jogadas, pela meia-esquerda.
A “Turma da Colina” começou a partida melhor, mas o Arsenal a equilibrou e o primeiro tempo terminou no 0 x 0. Na etapa final, pouco mudou. O Vasco continuou melhor e os ingleses procurando equilibrar as ações no meio do campo. Até que Mário fez um centro, da esquerda. A bola cruzou toda área inglesa, sem que o goleiro Swindin conseguisse defendê-la. Nestor pegou, de primeira, sem chances de defesa para o “goal-keeper” inglês.
O Vasco venceu o Arsenal sob o apito do inglês Cyril John Barrick, auxiliado por Mário Vianna e Alberto da Gama Malcher, diante dos oficiais 24 mil pagantes, que proporcionaram a arrecadação de Cr$ 1.146.150,00: O time teve: Barbosa, Augusto e Sampaio; Ely, Danilo e Jorge; Nestor, Maneca, Ademir Menezes, Ipojucan (Heleno) e Tuta (Mário). O Arsenal era: Swindin, Barnes e Smith; Macanly, Daniels e Forbes, Mac



VASCO 2 X 0 NACIONAL-URU, em uma quinta-feira de 1967, no Maracanã, valeu a Taça Governador Negrão de Lima e marcou o reencontro cruzmaltino com o seu maior goleador da década de 1960, Célio Taveira Filho.  Negociado, com o tricolor uruguaio de Montevidéu, nos inícios da temporada-1967, o atacante saiu da Colina levando os títulos de campeão do Torneio Pentagonal do México-1963; da primeira Taça Guanabara-1965 e do Torneio Rio-São Paulo-1966. Ele encarou os velhos companheiros formando nesta nova patota: Dominguez, Ubinas, Manicera, Mujica (Ancheta), Alvarez; Viera, Bita (Cúria), Montero, Célio, Paz (Techera) e Uruzmendi. Treinado por Zizinho e com gols marcados por Moraes e Paulo Bim, o time vascaíno alinhou: Fraz; Ari (Nilton Paquetá), Ananias e Jorge Andrade; Oldair, Maranhão e Danilo Menezes; Zezinho, Bianchini, Paulo Bim e Moraes.


 

'TILICO' TIRA COROA DO 'REI PELÉ'

Quem se lembra do atacante Mário 'Tilico'? Ele passou por São Januário na primeira metada da década-1960. Pois fique sabendo que teve um pega entre Vasco e Santos, no qual quem reinou foi ele, e não o "Rei Pelé". Quer saber?
Pois bem! Rolava o Torneio Rioo-São Paulo de 1965, e o Vasco foi ao Maracanã, no dia 4 de abril, receber a visita do Santos. Como já havia sido batido pelo Corinthians, por 1 x 3, em 14 de fevereiro, e passado vexame frasgoroso, diante do Palmeiras, em 7 de março, por 1 x 4, ninguém botava fé que a "Turma da Colina" pudesse vencer os santistas, com Pelé. Já se contava com o terceiro naufrágio do "Almirante" diante da paulistada.
E o juiz Aírton Vieira de Moraes, o "Sansão", mandou rolar a bola. Espalhados pelo "Maraca", 45 250 pagantes colaram os olhos no "Camisa 10" do time visitante. Mas, o que não se imaginava, aconteceu. Mário "Tilico", que vinha levando um trabalho danado á zaga visitante, aos 82 e aos 89 minutos, mandou o "Rei" tirar a coroa, pois naquela batalha ele era o "cara". Antes, o goiano Luizinho já tivera feito a primeira fisgadas no "Peixe". E com 3 x 0, só deu Vasco e o "Tilico". Quem armou aquela pra cima do "Rei Pelé" foi Seu Zezé Moreira, um treinador que tinha muitas manhas.
O Vasco levou aquela com: Gainete, Joel Felício, Brito, Fontana e Barbosinha; Maranhão e Lorico (Oldair); Luizinho, Célio, Saul (Mário) e Zezinho. O Santos teve: Laércio; Modesto, Geraldino e Ismael (Olavo); Joel e Elizeu (Rossi); Dorval, Mengálvio, Toninho, Pelé e Noriva (Peixinho). Depis do jogo, repórteres paulistas alegavam que o Santos jogasras sem cinco titulares, o goleiro Gilmar, o zlagueiro Mauro Ramos, o apoiador Zito e os atacantes Coutinhoe Pepe. Par Mário "Tilico", não importava. O que valia era o que ficava no caderninho> Vasco 3 x 0 em cima do Santos, com Pelé.

HISTORI&LENDAS CRUZMALTINAS - FUXICOS

1 – O meia Rubens viveu uma história parecida com a de Barbosa. Mandado embora do rival Flamengo, pelo treiandor paraguaio Fleitas Solich, ele foi exilar-se no mesmo Santa Cruz pernambucano. O Vasco o resgatou para a vitrine do futebol brasileiro e, quando estava concentrado com a “Turma da Colina” e alguém falava no nome do desafeto, ele batia duas vezes na madeira.  Não o convidasse para a mesma mesa.

2 – Edmundo e Romário eram amigos. Mas, como um queria ser mais vedete do que o outro, trocaram de papeis.  Um dia, com o "Animal” reinando na Colina, o presidente Eurico Miranda avisou-o de que iria “repatriar” o “Baixinho” apenas, para a disputa do I Mundial Interclubes, que a FIFA promoveria no Brasil. Edmundo fez que aceitou. Tempinho depois, Romário disse que o circo em São Januário estava completo, “com um rei, um bobo e um palhaço”. Quem seria o palhaço?

3 – Roberto Dinamite, quando atleta e maior ídolo da torcida cruzmaltina, era amigão e até fizera campanha para Eurico Miranda se eleger presidente do Vasco. No primeiro decênio destes anos-2000, Roberto foi expulso, por Eurico, da tribuna de hora do estádio de São Januário, em um domingo de jogo, quando chegou com um dos filhos. Roberto o derrubou do cargo, em 2008. Hoje, são imigos espetaculares. 
 
4  – Os atacantes Wilson Moreira e Almir, na década-1950, e o zagueiro Bellini, nos anos-1960, saíram de São Januário acusando o Vasco de nada fazer para mantê-los na Colina. Consideraram-se “peso zero” para os cartolas cruzmaltinos. E guardaram uma mágoa incandescente. 

5 - Primeiros confrontos Vasco x Botafogo: 22.04.1923 – Vasco 3 x 1 Botafogo; 01.07.1923 – Vasco 3 x 2; 10.05.1925 – Vasco 2 x 2 ; 11.10.1925 – Vasco 4 x 2; 16.05.1926 – Vasco 3 x 2; 01.08.1926 – Vasco 4 x 2; 26.06.1927 – Vasco 3 x 3; 24.07.1927 – Vasco 1 x 1; 17.06.1928 – Vasco 1 x 1; 21.10.1928 – Vasco 1 x 3; 16.06.1929 – Vasco 2 x 1 e 20.10.1929 – Vasco 2 x 2.

6 - Incluindo o Torneio Início, espécie de aquecimento para o Campeonato Carioca, o Vasco passou pela temporada-1945 invictos diante do Botafogo: 2 x 0 no "Initium", como se escrevia, em 22 de abril. Voltou a vencê-lo, por 1 x 0, em 12 de agosto, em São Januário, e empatou, por 2 x 2, em 14 de outubro, em General Severiano. No meio desses três confrontos, houve uma partida, pelo Torneio Relâmpago, nas Laranjeiras – vitória vascaína, por 2 x 1, com dois gols de Elgen – e uma outra, pelo Torneio Municipal, em 3 de junho, no mesmo local, quando a rapaziada mandou 5 x 3, com gols de Ademir Manezes (2), Jair Rosa Pinto (2) e Chico Aramburo.
 

sexta-feira, 29 de maio de 2015

JOGOS DE ROMÁRIO COM QUATRO GOLS

08.19.1985 – Vaco 7 x 0 Seleção de São Mateus-ES. Amistoso. Estádio: Manoel Moreira Sobrinho, em São Maeus-ES. Gols: Romário (4) e Roberto Dinamite (3). VASCO: Régis; Edevaldo (Heitor), Donato, Newton (Ivan) e Lira (Paulo César); Vítor, Mazinho e Gersinho (Geovani);  Mauricinho (Santos), Roberto Dinamite e Romário (Silvinho). Técnico: Antônio Lopes.    

02.03.1986 – Vasco 7 x 0 Portuguesa-RJ. Estadual. Estádio: São Januário. Juiz: Carlos Elias Pimentel (RJ). Público: 6.169. Gols: Romário (4), Roberto Dinamite e Mauricinho (2). VASCO: Acácio; Vítoro, Donato, Fernando e Lira; Mazinho, Gersinho e Paulo Roberto; Mauricinho, Roberto Dinamite e Romário. Técnico: Antônio Lopes

24.08.1988 – Seleção Olímpica 6 x 1 Seleção Alagoana. Amistoso. Estádio: Rei Pelé, em Maceió-AL. Juiz: Romualdo Arppi Filho (SP). Gols: Romário (4), Bebeto e Geovani. OLÍMPICOS: Taffarel (Zé Carlos); Jorginho, Aloisio (Batista), André Cruz e Nelsinho (Luis Carlos Winck); Ademir, Mílton (Neto) e Geovani; Careca (Bebeto), Edmar (João Paulo) e Romário. Técnico: Carlos Alberto Silva.

25.03.2001 (sábado) - Vasco 6 x 0 Americano-RJ. Estadual-RJ. Estádio: São Januário. Público: 6.791. Gols: Romário (4), Edmundo e Paulo Miranda. VASCO: Hélton; Rogério (Jorginho), Mauro Galvão, Odvan e Felipe (Gilberto); Nasa, Alex Oliveira (Pedrinho), Amaral, e Paulo Miranda; Edmundo e Romário. Técnico: Abel Braga.

08.10.2000 - Brasil 6 x 0 Venezuela - Eliminatórias da Copa do Mundo-2002. Estádio: Pacheco Romero, em Maracaibo-VEN. Juiz: Ubaldo Aquino (PAR). Público: 20 mil pagantes. Gols: Romário (4), Euller e Juninho Paulista. BRASIL: Rogério Ceni; Cafu, Antônio Carlos, Cléber e Silvinho; Vampeta, Donizete, Juninho Pernambucano (Zé Roberto) e Juninho Paulista (Ricardinho); Euller e Romário. Técnico: Candinho (José Cândido Sotto Mayor.

05.08.2001 (domingo)– Vasco 7 x 1 Guarani de Campinas. Brasileiro. Estádio: São Januário. Juiz: Fabiano Gonçalves (RS). Público: 6.799. Gols: Romário (4), Jorginho, Jorginho Pauliata e Botti. VASCO: Hélton; Patrício, Odvan, Alexandre Torres (Géder) e Gilberto; Jorginho (Fabiano Eller) , Botti (Siston), William e Juninho Paulista; Euller (Marques) e Romário. Técnico: Joel Santana.

24.04.2002 (quarta-feira)– Vasco 6 x 0 Entrerriense-RJ. Estadual. Estádio: São Januário. Juiz: Willian Marcelo de Souza Neri (RJ). Gols: Romário (4),Souza e Edinho. VASCO: Hélton; Leonardo, Géder, João Carlos e Edinho “Maradona”; Rodrigo Souto, Jamir, Léo Lima (Cadu) e Felipe; Souza (Léo Macaé) e Romário. Técnico: Evaristo de Macedo.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

ANTÔNIO NA CALÇADA DA COLINA

Calçada, presidente vascaíno Nº 41, com Roberto Dinamite, o 43.
Ele é, desde 2000, o presidente de honra do Vasco. Na galeria presidencial, é o 41º na parede, chegando ao poder, em 1983, e ficado até 1998.
Nascido em 16 de abril de 1924, de família portuguesa, Antônio Soares Calçada, para muitos, é o maior presidente que já houve na Colina, por ter levado a galera a comemorar uma grande quantidade de título. Entre os principais: Taça Liberadores-1998; Copa Mercosul-2000; Campeonatos Brasileiros-1989/97/2000 e Estaduais-RJ-1982/87/88/92/93/94/98 (futebol); Liga Sul-Americana-1998/2000 e Campeonato Sul-Americano (basqutebol); Estadual-RJ- 1998/99/2000 (remo).
A careira política de Calçada, em São Januário, começou com a vice-presidência de futebol, em 1955/56. Em 1959, trocou o futebol pela direção do tênis de mesa. Voltou ao balão de couro, em 1964, novamente, como vice, posto que “reocupou”, entre 1980 a 1982.
A história vascaína de Calçada inclui um fato interessante: é sócio-proprietário do Flamengo, seu maior rival. Explica-se: ele era amigão de Fadel Fadel e este vivia atormentado com o déficit financeiro rubro-negro. Comerciante rico, Calçada tirou grana do seu próprio bolso e emprestou ao grande rival. Quando pôde, Fadel Fadel pagou a dívida e presenteou o valho chapa com um título sócio do Flamengo. Para compensar a gentileza, Calçada concedeu, também, um título de associado cruzmaltino ao presidente flamenguista.
Uma das histórias mais comentadas da década der 1960 foi a do dirigente do Flamengo chegando à sede de São Januário, para voltar em Manoel Joaquim Lopes, que venceu o pleito pela chapa “Tradição Vascaína”, apoiada por Antônio Calçada. (agradecimento a www.crvascodgama.com.br pela reprodução da foto).

quarta-feira, 27 de maio de 2015

O ELEGANTE TIME DO VASCO DA GAMA

 Na década-1950, os jogadores vascaínos ficavam "elegantérrimos" para viajar. O cuidado com a boa aparência era uma norma, rigorosa, em São Januário. O clube comprava o melhor tecido e contratava os melhores alfaiates do Rio de Janeiro para deixar a rapaziada nos trinques.
Na foto acima, de 1959, você vê os goleiros Amauri, Miguel e Barbosa, que disputavam a preferência do treinador Dorival Knippel, o apelidado Yustrich, que fora, também,  goleiro cruzmaltino – durante a temporada de 1944.
O veterano Barbosa, em final de carreira, é o da direita da foto . O do meio, Miguel, ainda era visto como “grande promessa”, embora já tivesse se revezado com o veteraníssimo Moacyr (considerado melhor camisa 1 da história vascaína), durante os compromissos de 1958, quando Vasco ganhou tudo o que disputou. Enquanto isso, o da esquerda, Amauri, estava na Colina, emprestado, pelo Botafogo, com o Vasco negociando a sua contratação, em definitivo.
Na foto à direita, estão Almir e Dario, também prontos para mais um embarque. Naquele 1959, o Vasco viajou por 11 cidades brasileiras e oito europeias, o que deu mais de 30 embarques. Na ocasião em que Almir coçava a cabeça, conversando com o colega, ele e a diretoria cuzmaltina brigavam pela renovação do seu contrato. Os cartolas da Rua General Almério de Moura achavam exagerados os Cr$ 80 mil mensais que ele pedia, para continuar na casa. E só ofereciam Cr$ 60mil. No total, Cr$ 480 mil cruzeiros, de luvas, por dois anos de contrato, separavam as duas partes.
Quanto aos bem cortados e elegantes ternos da rapaziada vascaína, eles foram substituídos, atualmente, por camisetas muito comuns, usadas por adolescentes. Por aqueles anos-1950, principalmente durante o governo do presidente Juscelino Kubitscheck,  a elegância era  sinônimo, retrato de um Brasil novo. Produtos nacionais, de algodão, eram mais respeitados do os sintéticos franceses. Se bem que as limitações vindas da época da II Guerra Mundial à importação de tecidos e roupas prontas ajudaram muito aos que faziam a moda Brasil. Vestir-se bem, sobretudo de algodão, era a recomendação do presidente  JK. E isso tornou-se obrigatório para quem queria viver na moda, como os jogadores do Vasco, que desfilavam elegância pelos aeroportos do país e do exterior

terça-feira, 26 de maio de 2015

KIKE BALL, GILRS AND VASCO DA GAMA

 This is a blog dedicated to the research of the history of Club de Regatas Vasco da Gama , founded in Rio de Janeiro , Brazil , on August 21, 1898 , four young practicing rowing - Henrique Ferreira Monteiro , Luís Antônio Rodrigues , José Alexandre D' Avelar Rodrigues and Manuel Teixeira de Sousa Júnior - in honor of the portuguese explorer discoverer of the sea route to India. Until 1915, Vasco da Gama only competed in rowing. From the following year when he joined the football, it became one of the most admired clubs in the country, for its stance against social injustice.
 Currently has one of the largest Brazilian twisted . Nacional champion on four occasions, the Vasco team also has win continental the title on two other occasions , and various international This is a blog dedicated to the research of the history of Club de Regatas Vasco da Gama , founded in Rio de Janeiro , Brazil, on August 21, 1898 , four young practicing rowing - Henrique Ferreira Monteiro, Luís Antônio Rodrigues, José Alexandre D' Avelar Rodrigues and Manuel Teixeira de Sousa Júnior - in honor of the portuguese explorer discoverer of the sea route to India .Until 1915, Vasco da Gama only competed in rowing. From the following year when he joined the football, it became one of the most admired clubs in the country, for its stance against social injustice. Currently has one of the largest Brazilian twisted .
Nacional champion on four occasions, the Vasco team also has won continentel the title on two other occasions , and various international tournaments. The Vasco da Gama uses stark white shirt, or black with a diagonal band (black or white).
It is the caravel of portuguese maritime chievements, bringing the Cross of the Order of Christ in red. The shorts and socks are also the shirt , white or black .Vasco da Gama has a stadium, located in General Almério de Moura , opened in 1927 , and was once the largest in Brazil . Kike Ball search to cruzmatina history since december 15, 20010 , having been visited by 120 000 "vaconautas" .The shield you see has been reproduced from the official website do clube - www.crvascodagama.comcombr - to which we appreciate.
Besides being good at soccer, Vasco da Gama has dirty twisted in the most beautiful women on the planet. Just check the ones you see in the pictures above and below. Gives?  And you are welcome to Kike Ball. (fotos reproduzidas de www.musas10.com). Agradecimentos.

 

OS VASCAÍNOS SAIRAM PARA O ABRAÇO

O Vasco encarava o Botafogo, pela última rodada do turno do Campeonato Carioca-1958. Além de defender a liderança – terminou com três pontos à frente do Flamengo, o segundo colocado –, a "Turma da Colina" tinha de manter, também, o  tabu, de oito anos, sem escorregadas diante dos alvinegros. Era o dia 29 de setembro e a rapaziada mandou 3 x 2.
A foto que você vê – Laerte abraçando Pinga – foi  reproduzida do Nº 150 da "Manchete Esportiva" de 4 de outubro, e é do gol marcado pelo segundo, seis minutos depois de terem começado a rolar as emoções. Como, por aquela época , nem sempre, as revistas creditavam os cliks, o "Kike" fica devendo o nome do autor desta bela moldura.
Para o autor do texto que acompanha a fotografia, Ney Bianchi, o ponta-esquerda Pinga foi "um autêntico dínamo" e chegou àquele tento "num reflexo de segundo", aproveitando-se de   bobeira do goleiro Ernâni.
O clássico, no Maracanã, rendeu Cr$ 2 milhões, 459 e 600 cruzeiros, foi apitado por Antônio Viug e teve Sabará e Rubens, este cobrando pênalti, como os autores das outras bolas mandadas pela rapaziada às redes. Treinada pro Francisco de Souza Ferreira, o Gradim, a equipe vencedora alinhou: Barbosa, Paulinho de Almeida, Bellini, e Orlando e Coronel; Écio e Rubens; Sabará, Laerte, Delém e Pinga.
   
The Vasco faced Botafogo, the very last round of the bout the Carioca Championship-1958. Besides defending the lead of the stage - ended with three potos ahead of Flamengo, second place - the "Class of the Hill" had to also keep the taboo of eight years without slips before Alvinegros. It was the 29th of September and the guys had 3 x 2.
The photo you see - Laertes embracing Pinga - was reproduced from No. 150 the "Headline Sports" on October 4, and is the second goal scored by six minutes later they started rolling emotions. How, for that time, not always, the magazine credited cliks the "Kike" owes the author's name this beautiful frame.
To the author of the text accompanying the photograph, the repóret Ney Bianchi, the left-ponteirao Pinga was "a dynamo authentic" and when he came to try "a reflection of a second", taking advantage of the goalkeeper Ernâni silly.
The classic, in Maracanã, Cr earned $ 2 million, 459 and 600 cruises, was whistled by Antonio Viug and had Sabara and Rubens, this charging penalty, as the authors of the other guys balls sent by the networks. Trained pro Francisco de Souza Ferreira, the Gradim, the winning team lined up: Barbosa, Paulinho de Almeida, Bellini, and Orlando and Colonel; Écio and Rubens; Sabara, Laertes, Delém and Pinga

ALMIRANTE CONDECORA E BATE NO REI

Pelé entende que o seu primeiro título no futebol profissionl foi conquistado usando a camisa do glorioso Club de Regatas Vasco da Gama. Na realidade, não foi, pois o "Torneio Internacional Morumbi", do qual ele disputou, pelo Combinado Vasco/Santos" não chegou ao final. Devido prejuízos financeiros, já que o público era aquém do esperado, os organizadores desistiram de concluí-lo. N entanto, foi graças àquela competição que o treinador da Seleção Brasileira, o ex-atacante gaúcho Sylvio Pirillo, tomou conhecimento da sua existência, ficou encantado com o seu futebol e o convocou para um amistoso, três meses depois.
Pelé, sempre, se disse torcedor do Vasco, no futebol carioca. Talvez, o seu pai, Dondinho, também fosse admirador da "Turma da Colina", pois batizara o seu segundo filho com o nome de Jair, numa época em que o meia Jair Rosa Pinto era um dos mais destacados futebolistas do país. Então, sabendo daquele lado cruzmaltino do "Rei do Futebol", o presidente Manuel Joaquim Lopes – eleito em 13 de março de 1964, cmo o 36º chefe da Casa – fez questão de "condecorá-lo" com o título de benemérito vascaíno.
A condecoração foi na tarde de 4 de abril de 1965, no Maracanã. Na foto, Manuel Joaquim Lopes está à direita de Pelé. À esquerda, o presidente santista, Athyê Jorge Cpouri. No placar, o Vasco, escalado pelo treinador Zezé Moeira, venceu, por 3 x 0, pelo Torneio Rio-São Paulo, jogando com: Gainete: Joel Felício, Brito, Fontana e Barbosinha; Maranhãoe Lorico (Oldair Barchi); Luizinho Goiano, Saulzinho (Mário 'Tilico", Célio Taveira e Zezinho. O Santos teve: Laércio; Ismael, Modesto, Joel Camargo e Geraldino (Olavo); Eliseu (Rossi) e Mengálvio: Dorval, Toninho 'Guerreiro", Pelé e Noriva (Peixinho). O juiz foi Aírton Vieira de Moraes, o "Sansão", o público de 42. 250 e a renda de Cr$ 36 milhões, 470 mil, 180 cruzeiros, a moeda da época. Mário 'Tilico" (2) ee Luizinho foramàs redes praianas. (foto reproduzida da Revista do Esporte).

segunda-feira, 25 de maio de 2015

TORCIDA FAZ RUSSINHO GANHAR BARATINHA


Foto reproduzida da Revista do Esporte 
Moacyr Siqueira de Queiroz era o nome oficial de Russinho, nascido em 18 de dezembro de 1902, no Rio de Janeiro – viveu até 14 de agosto de 1992. Russinho esteve vascaíno entre 1924 a 1934, e foi o primeiro grande goleador da Colina. Campeão e principal "matador" do Campeonato Carioca de 1929 (foi o artilheiro, também, da temporada-1931), ele  representou o ataque vascaíno durante a I Copa do Mundo-1930, no Uruguai. A torcida cruzmaltina gostava tanto do seu jeito veloz de jogar, que o elegeu o atleta mais querido do pedaço, com quase 3 milhões de votos, de uma campanha publicitária da Grande Manufactora de Fumo Veados. Ganhou um carro Cahrysler, zero km, em 15 de junho de 1930.
 
Loiro,  bonito e veloz, como um carro conversível 
Moacyr Siqueira de Queiroz was the official name of the gunner Russinho, born december 18, 1902, in Rio de Janeiro - lived until 14 august 1992 Russinho been vascaíno between 1924-1934, and was the first great scorer hill. Champion and main "killer" of the Carioca Championship 1929 (the gunner was also the season-1931), he represented the attack of Vasco during the first World Cup-1930 in Uruguay. The cruzmaltina crowd was so fond of his way to play fast, which elected him the most beloved athlete in Brazil, with nearly 3 million votes, an advertising campaign Gande Manufactora Smoke Deer, who handed him a Cahrysler car, zero miles , on june 15, 1930 Great Russinho day!

MANDOU OS ESPANHOIS ÀS FLA-VAS

 Quem pesquisa a história das uniões Vasco/Flamengo, por sites e blogs, só encontra referências, relativas a um jogo de 1955 e a um outro de 1992. No entanto, o “Kike” descobriu mais uma formação conjunta dos dois maiores rivais do futebol carioca: em  23 de novembro de 1960, para um amistoso contra o espanhol Atlético de Madrid, batido por 3 x 2.
Ita, Paulinho, Jadir, Laerte, Orlando e Jordan, em pé, da esquerda para a direita;
 Vanderlei, Henrique, Delém, Moacir e Pinga, agachados.
 Aquela foi uma noite festiva, com jogos preliminares, apresentações musicais por bandas e escolas de samba, danças portuguesas e explosão de fogos de artifícios. Por conta daquilo, o final do amistoso internacional já foi na madrugada do dia 24. 
 Nem só a parte artística agradou à torcida. O time europeu, também. Ganhou aplausos, por mostrar um futebol corrido e  vistoso, tendo no ex-centroavante vascaíno Vavá a sua grande atração. Mas quem abriu o placar foi, justamente, Delém, o ocupante da antiga vaga do “Leão da Copa” no ataque cruzmaltino. Os madrilenhos correram atrás de se livrarem do prejuízo e viraram a conta, para 2 x 1, por intermédio de Adelardo e Collar. Ainda no primeiro tempo, Henrique Frade deixou tudo igual: 2 x 2. Na etapa final, Vanderlei encerrou a contagem: Vas/Fla 3 x 2.
Eunápio de Queiroz apitou a partida, que rendeu Cr$ 7 milhões, 419mil, 458 cruzeiros. O combinado teve: Ita (Vsc), Paulinho de Almeida (Vsc) (Joubert), Jadir e Jordan; Laerte (Vsc) (Carlinhos) e Orlando Peçanha (Vsc); Vanderlei, Moacir (Gerson), Henrique , Delém (Vsc) e Pinga (Vsc) (Germano). O Atlético Madrid foi: Madinabeitia, Rivella, Alvarito e Chuzo; Ramiro e Griffa; Pollo, Adelardo, Vavá, Peiró (Álvaro) e Collar. Os comandantes da equipe foram o vascaíno Albel Picabéa e o rubro-negro Fleitas Solich.      
HERMANOS – A primeira união dos times do Vasco e do Flamengo ocorreu em 23 de dezembro de 1955, quando o Campeonato Carioca foi interrompido para os dois clubes enfrentarem a uma formação dos argentinos Racing/Indpendiente. Motivo: homenagear a memória do ex-presidente rubro-negro Gilberto Cardoso, que o coração matara 17 dias antes, após um jogo de basquete da sua rapaziada. Os rivais unidos venceram os “hermanos”, por 3 x 1, usando camisas rubro-negras. O jogo foi no Maracanã, apitado pelo inglês Harry Davis e teve gols de Paulinho, aos 7 minutos; Rodolfo Michelli, aos 15, e Dida, aos 25 do primeiro tempo. Na fase final, Parodi deixou o dele, aos 11 minutos.
 O Combinado Vasco/Flamengo foi Hélio (Vsc); Paulinho de Almeida (Vsc) e Pavão; Jadir, Dequinha e Jordan; Joel, Paulinho, Ademir Menezes (Vsc), Dida (Ademir Meneses (Vsc), Vavá (Vsc), Pinga (Vsc) e Parodi (Vsc). Os argentinos eram: Dominguez (Rac), Anido (Rac) e García Perez (Rac); Vicente (Rac) (Varacka (Ind)(Brito (Ind)), Vladilao (cap Rac) e Sivo (Rac); Rodolfo Michelli (Ind), Juárez (Ind)(Bianco (Rac), Bonelli (Ind), Grillo (Ind) e Oswaldo Cruz (Ind).
PAULISTANOS – Vasco e Flamengo estiveram juntos, pela última vez, em 23 de janeiro de 1992, novamente, no Maracanã. Enfrentaram o combinado Palmeiras/Corinthians, que venceu, por 2 x 1, com tentos de Paulo Sérgio, aos 34 minutos da etapa inicial, e de Tupãzinho, aos 14 da final. Bebeto marcou para a dupla carioca, aos 40 do segundo tempo.
José Aparecido de Oliveira (SP) apitou o jogo e o Vas/Fla reuniu: Gilmar, Luiz Carlos Winck (Vsc), Gottardo, Alexandre Torres (Vsc) e Eduardo (Vsc) (Piá); Charles Guerreiro e Júnior, Willian (Vsc), Zinho, Bebeto (Vsc) e Gaúcho. O Pal/Cor msotrou: Carlos (P) Ronaldo (C); Giba (C), Marcelo (C), Guinei (C) e Dida (P); Odair (P), César Sampaio (P), Wilson Mano (C) Erasmo (P) e Neto (C); Tupãzinho (C), Edu Marangon (P), Evair (P) e Paulo Sérgio (C). Técnico Carlos Alberto Parreira.

FOTO DO DIA - CAPITÃO BELLINI NA SANJOANENSE

Esta foto é uma grande raridade. Foi encontrada, pelo "Kike" em uma das mais antigas edições da "Revista do Esporte. O grande capitão vascaíno  Hideraldo Luís Bellini posa com a camisa da Sanjoanense, o clube do interior paulista do qual o Vasco o tirou. Ele é o primeiro, da esquerda para a direita, em pé. Em todas as eleições sobre os "11 mais" cruzmaltinos de todos os tempos, Bellini ainda é apontado com o melhor zagueiro de área.
 
This photo is a "rarity superraríssima". Found at "Kike" in one of the older editions of the "Journal of Sports. Hideraldo the big Vasco captain Luís Bellini poses with a shirt Sanjoanense, the interior of the club from which Vasco took it. He is the first, from left to right, standing. in all elections on the "+ 11 more more" cruzmaltinos of all time, Bellini is still pointed to the best quarterback in the área.

domingo, 24 de maio de 2015

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - OS MISTÉRIOS DE (MONA) LISA GHERARDINI

Nenhuma personagem feminina fascina tanto o homem quanto uma moça pintada sobre uma prancha de madeira, de 53cm de largura por 77 cm de altura, pendurada em uma das paredes do Museu do Louvre, em Paris. Famosa, como “Mona Lisa”, embora esta tenha sido a sua avó, o homem não a deixa em paz. Desde que ela saiu deste planeta, em 14 de julho de 1542, vira e mexe, vira manchete de jornal.
Seguramente, a admirável mulher jamais imaginara merecer tanta curiosidade, em 1503, quando um sujeito, vestindo roupas esquisitas, apareceu em sua casa, dizendo-lhe estar ali, com um pincel, para captar-lhe até a alma. Pedido de um primo que fora o seu único namorado, evidentemente, antes de ela casar-se com o rico mercador de sedas florentino Francisco Del Giocondo.
Tela original pintada entre 1503 e 1506
 A partir de 1506, quando o esquisito pintor, nascido na aldeia de Vinci, perto de Florença, conhecido por Leonardo, cumpriu com o combinado,  começaram os fuxicos sobre a identidade da modelo. Disseram teratar-se da mãe do “pincelista”; de um seu auto-retrado, usando roupas femininas; de um travestido amante dele, que não era chegado a um rabo de saia, e, também, de algumas dondocas celebradas da época, como a Marquesa de Mântua, Isabella d´Este, e a Duquesa de Francavilla, Constanza D´Avalos.
Após 502 anos de bisbilhotices sobre a identidade da moça, finalmente, peritos da universidade alemã de Heldelberg encontraram um livro no qual, em outubrode 1503, o oficial florentino Agostino Vespúcio anotou à margem de uma das págins que o seu amigo Leonardo “trabalhava, simultaneamente, três pinturas, uma delas o retrato de Lisa del Giocondo”, isto é, Lisa Gherardini. Como a pintura atravessara séculos chamada pelos italianos de “La Gioconda”, estava ali a cobra matada e o porrete assssino. Mas, desde 1550, o historiador Giorgio Vasari já abrira a temprada de caça à dona daquele sorriso enigmático, ligando o apelido da tela ao nome do mercador florentino. No entanto, ninguém deu-lhe muitas bolas, pois o livro em que tratava do tema saira quase 50 anos depois das pinceladas do Leonardo.    
Confirmado, em 2008, que Lisa Gherardini era a “Mona Lisa”, se o epírito dela desceu em algum terreiro, dizendo-se livre das bisbilhotices terráqueas, visitou o terreiro errado. Não sabia que pesquisadores do Conselho Nacional Nacional de Valorização do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Itália andavam querendo ver, na real, como  seria o “look” fascial da figura que permitira a criação da imagem mais “curiada” da galáxia. Um ano antes, eles haviam encontrado um livro com anotações das freiras do Convento de Santa Úrsula, em Florença, informando que “Lisa de Francesco del Giocondo ‘partira”, em 15 de julho de 1542, para debaixo do chão daquela casa. E indicavam o local exato onde a sua carcaça encontrava-se, para exames de Raios X e de GPS sobre um crânio feminino achado, abrindo caminho para a volta de Lisa à parte de cima do solo pátrio, afim de submeter-se ao impensaval (para ela) do exame de DNA.
 A bisbilhotice, porém, foi mais longe do que Lisa poderia se queixar no terreiro mais próximo. Mexeu até com os seus dois filhos. Os últimos ossos da  super “top model” renascentista seriam comparados com os crânio dos rebentos, que “repousavam”  debaixo do piso de uma capela no centro histórico de Florença. O restante seria por conta do computador, que levaria 120 dias para mostrar um rosto verdadeiro.
Sujeito bem adiante do seu tempo, poderia ser que Leonardo já desconfiasse de que, no futuro, o homem chegaria à computação gráfica. Então, poderia avisar à amiga Lisa de que o seu rosto seria buscado por centros de estudos científicos avançadíssimos da França e do Candá, e pela Univesidade da italiana Pisa. Não precisaria temer distorções na aparêcia. Tutacâmon, o faraó egípicio – viveu até o ano 14 antes de Cristo –, por exemplo, jamais reclamou da aparência aproximada do seu rosto. Pelo menos, em nenhum terreiro da Bahia.
Cópia rejuvenescida do Museu do Prado
Hora, então, de deixar Lisa Gherardini em paz. Ceerto? Nem tanto! Os caras queriam, agora, saber se o rosto de “La Gioconda” seria uma fusão de sua face com a de Salai, servo e aluno de Leonardo, usado em outras pinceladas. Enquanto isso, historiadores contradiziam teorias, desacreditando que Lisa se recolhera a um convento, após Francesco “ter partido desta”, pois o costume da época era a viúva encontrar, rapidão, um parceiro na horizontal. E viver em um convento era pra gente rica e nobre, e Lisa só preenchia a primeria opção. Pra piorar, citavam registros como privilégios quase exclusivo do clero. Nem todos os mosgteiros e conventos tinham pessoas letradas. Quando sim, eram para copiar livros, como a Bíblia.  
Assim, a “Mona Lisa” e os bisbilhoteiros não conseguiram assinaram nenhum armistício, em mais de 500 anos de “invasões de privadidade”. Convenhamos, portanto que a moça viera pra complicar. E, se uma já compliva tanto, imagine duas. E não foi que técnicos do Museu do Prato, na espanhola Madrid, encontraram, em 2012, uma “Gioconda” mais jovem, com roupas bem mais vistosas! Estava escondida sob camadas de verniz em uma tela perdida na reserva técnica da casa.
De cara, os caras intuíram ser uma cópia menor e posterior às “pintanças” de Leonardo. Posteriormente, disseram ser uma espécie de fac-símile do original, criado no estúdio do “doidão”, por um discípulo, enquanto ele trabalhava uma outra tela. Radiogafias das duas “Mona Lisas” indicaram que a segunda fora mudando-se de acordo com as piruadas do mestre ao assistente (não identificado e para trabalhos importantes). Imagina-se sido sido alguém que vira a Lisa possando, provavelmente, aos 30 anos de idade, retratada como uma senhora de meia-idade. Na cópia, é uma gatona na casa dos 20 aos 30.     
Confiramos, agora, então, o que era igual, mas diferente: cópia um centímetro mais baixo e quatro centímetros mais largo; paisagem de fundo coberta por camada de verniz escuro que, no restauro, mostrou fundo quase idêtico ao do original; cópia sobre nogueira indicando que copista era, possivelmente, florentino, por usar madeira da região onde havia o alámo usado por Leonardo para pintar a “Gioconda”; cópia com detalhes mais nítidos, com rendado no decote e cores mais vibrantes.    

O VASCO PELOS VASCAÍNOS - FELHBERG

                    Mais um empate em São Januário. Onde o problema?
                                                               Carlos Fehlberg (*)

O Vasco está batendo um recorde em empates. E contra um Internacional misto o drama foi maior. Ainda conseguimos empatar, mas faltou criatividade. Está ficando claro que a equipe se acostumou em mudar o jogo sempre no segundo tempo e, às vezes, nos descontos. Chegou a hora de uma vitória para melhorar sua posição na tabela e para  tranquilizar a torcida. Uma solução será jogar desde  o início como o time jogou ontem na fase final. Claro que o recuo do adversário ajudou o Vasco, mas existem alternativas. Volto a insistir na armação de jogadas, um ponto que continua crítico. Ontem também tivemos contra nós a estratégia adversária que, jogando com um time reserva, recuou para garantir a vantagem. Vale acentuar que a equipe carioca não foi bem nos primeiros 45 minutos, do que se aproveitou o adversário.
O veteraníssimo Guiñazu tem que ter pulmões se aço pra segurar lá atrás
A esta altura cabe uma reflexão mais séria. Onde estão nossos maiores problemas, além da ausência de uma boa ligação entre ataque e defesa? É preciso que haja uma entrega desde o início. Claro que o adversário recuou para garantir a vitória, mas isso aconteceu principalmente quando sentiu que poderia fazê-lo dada a ineficácia do ataque adversário. Que tal experimentar o abafa desde o início, e não como reação? Esse, aliás, é um dado que está ficando claro, e que justifica o fato de empatarmos ou ganharmos sempre no segundo tempo e, às vezes, no fim do jogo. Esse dado está ficando muito evidente. Quem sabe jogamos os primeiros 45 minutos da mesma forma como estamos jogando os últimos 45 minutos? Basta fazer um retrospecto dos jogos do Vasco e vamos ver que as vitórias ou empates sempre ocorrem na etapa final. Qual a razão? Quem tiver dúvidas faça um retrospecto e se dê conta!
Equipe - Pode ser que a ausência de Rafael Silva tenha contribuído um pouco, mas as reações vascaínas, vale enfatizar, têm marca: no segundo tempo ou fim do jogo, quando todo o time sobe para salvar-se!!! Trata-se de uma constatação no mínimo curiosa e que deixa a equipe calma demais no primeiro! Será que Doriva e Eurico se deram conta disso? Mudando a cronologia, já estaremos a meio do caminho andado. Porque esperar pelo adversário? Outro dado importante diz respeito à ligação (vale repetir) entre defesa e ataque. A formação da equipe também deixa a desejar, como tem sido acentuado sempre. Salvo melhor juízo e, apesar da experiência e de algumas qualidades diferenciadas, Dagoberto não é o motor da equipe.
Hora de reagir - O jogo deste sábado deve servir como um marco. Ele comprovou os problemas existentes e já assinalados muitas vezes por este site. Empatar no fim com a equipe reserva (quase toda) do Inter, em São Januário, não é uma boa recomendação. Pelo contrário, confirma tudo o que se vem dizendo e gerando sustos para a torcida. Menos mal que a direção esteja  atenta e, tal como reagiu à sondagem do Grêmio envolvendo Doriva, deve  avaliar com profundidade o que está acontecendo e faltando. Fomos bem no Carioca, quando em alguns jogos esses problemas também se fizeram presentes, mas fomos campeões. Agora um novo desafio está presente e a hora de atuar é já, antes que a pontuação nos deixe, outra vez, muito mal. Há tempo para isso. Assim como Eurico reagiu às tentativas do Grêmio para levar Doriva, deve entrar logo em campo diante da irregularidade do padrão da equipe. E saber o que está faltando ou acontecendo, enquanto é tempo. Jogando em casa, contra um  adversário desfalcadíssimo, não faz sentido. E deixa a torcida infeliz, sofrendo até o fim.
Dagoberto jogou pouco e foi substituído no segundo tempo
Drama - O drama do Vasco continuou o mesmo, dominando o jogo. E após ser surpreendido custou a empatar e não conseguiu a vitória. Uma reprise? Pelo placar sim, mas o Vasco dominou a maior parte do jogo, ainda que o 1x0 tenha mexido nos brios do grupo. Solução? Buscar a vantagem no primeiro tempo. É uma proposta com um pouco de psicologia amadora, mas, de repente...  O fato é que algumas deficiências ainda existem e já são conhecidas. Acho que é melhor começar o jogo como se já estivéssemos perdendo. Palpites à parte, porém, vale rever tudo enquanto é tempo. Afinal, o ano de 2015 era para ser diferente. Mas o que ocorre, infelizmente, é que as situações se repetem, sem que haja uma reação capaz de solucionar definitivamente esse vício de correr atrás do empate, como se isso fosse o melhor para um clube da dimensão do Vasco.  Então é preciso descobrir um caminho que mude esse estado de coisas. Afinal, não temos um presidente com história conhecida, e um técnico que está sendo valorizado no mercado? Ainda assim,  pensar em reforços não é demais. Um bom armador e um artilheiro que  reveze com Gilberto, quando este não puder atuar, por exemplo, já seria alguma coisa.
Como foi - Mas, voltando ao jogo: ficou claro o que poderia acontecer, desde cedo. O Inter, visando não perder, poupou seus titulares para  a Libertadores e cuidou muito da defesa, pois o empate lhe servia, sobretudo por jogar no campo do adversário. Claro que, ao mesmo tempo, aproveitaria  para contra-atacar. Esse o quadro previsível e que acabou vingando. Seria um jogo de difícil previsão, mas tudo dependendo de quem abrisse o marcador. Isso, aliás, a chave de tudo. O Inter conseguiu seu objetivo e, a partir daí, o cenário ficou mais difícil para o Vasco. Afinal, reservas também sabem jogar, e, além de tudo, estavam defendendo o peso da camisa. A maioria desses reservas pode jogar em qualquer bom time do país. E o Vasco viveu  o drama de deixar, outra vez, a salvação para o fim. Algo que já se viu várias vezes. Quem sabe a lição seja bem assimilada! Não é a primeira vez. Vamos entrar para ganhar no primeiro tempo, como se já estivéssemos no segundo tempo e perdendo!!!  Quem sabe?...
(*) – Carlos Fehlberg é jornalista. Foi, por anos, diretor de Zero Hora e do Diário Catarinense. Torce pelo Vasco desde os tempos do Expresso da Vitória.

OBS: O Kike pede desculpas aos fãs da coluna pelo atraso na publicação dos comentários do Carlos Felhberg, pois está com problemas no e-mail, e foi preciso usar a conta de uma outra pessoa para puxar o texto.