Vasco

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sábado, 30 de abril de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 30.04

Os destaques do 30 de abril começam por 1922, com Vasco 3 x 0 Mackenzie-RJ, quando a rapaziada nem disputava os torneios da elite do futebol carioca– só a partir de 1923,quando chegou sendo campeão.  A seleção do dia passa por triunfos sobre feras venenosíssimas e por velhos fregueses de cadernetas amassadas. Façamos uma rápida conferência:   

VASCO 2 X 0 BOTAFOGO  teve o centroavante Delém acontecendo. Foi à rede, aos 52 e aos 84 minutos, desse jogo disputado no Maracanã e que valeu pelo Tornei Rio-São Paulo-1959. O adversário era time fortíssimo, dirigido pelo lendário cronista esportivo João Saldanha, e contando, entre os ídolos de sua torcida, o lateral-esquerdo Nilton Santos e os dianteiros Garrincha, Quarentinha, Amarildo e Zagallo. Exceto Valdir Lebrego, o Quarentinha, todos participaram da campanha do bi da Seleção Brasileira, na Copa do Mundo-1962, no Chile. Eunápio de Queirós apitou  e a "Turma da Colina", armada por Francisco de Sousa Ferreira, o Gradim,  tocou fogo por: Barbosa; Paulinho de Almeida , Bellini, Russo e Coronel; Laerte e Rubens; Sabará, Roberto (Zé Henrique), Delém (Teotônio) e Pinga.
 
VASCO 2 X 0 VOLTA REDONDA, pela primeira fase do Campeonato Brasileiro-1978, foi jogo dominical travado em na casa do adversário, o estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda-RJ. Jarbas de Castro Pedra (MG) apitou e a galera que pintou foi de 15.496 caras. Helinho, aos 35 minutos do primeiro tempo, e Paulinho, aos 42 da etapa final, calaram a torcida local. O “Titio” Orlando Fantoni era o treinador e a formação cruzmaltina teve: Mazaropi; Orlando ‘Lelé’, Gaúcho, Geraldo e Marco Antônio; Helinho, Zé Mário e Zanata (Paulo Roberto); Guina, Paulinho e Paulo César. Aquela foi a única partida entre Vasco e Volta Redonda pelo Brasileirão. Por uma competição nacional, os dos times só voltaram a se encontrar durante a Copa do Brasil de 2006, quando rolou 0 x 0 (27.04), na casa do “Voltaço”, e 2 x 1 para os “cruzcristenses” (04.05), na Colina. O primeiro jogo entre os dois foi um amistoso, em sete de março de 1976, com os visitantes vascaínos mandando 3 x 1.

VASCO 3 X 1 MADUREIRA  foi mas um capítulo da "freguesia" do Tricolor Suburbano. Naquele 30 de abril de 2000, o programa vascaíno  foi passar a tarde domingueira na Rua Conselheiro Galvão, batendo no dono da casa. Viola afinou o som da bola na rede, aos 19 minutos do primeiro tempo, etapa em que Pedrinho, aos 27, também, beijou o barbante, aos 27. E fez mais um, aos 23 da etapa final da partida válida pelo segundo turno da Taça Rio. André Ladaga apitou. Público e renda não foram divulgados. O ex-zagueiro cruzmaltino Abel Braga era o treinador da “Turma da Colina” e o time dele foi: Helton; Paulo Miranda, Odvan, Mauro Galvão e Gilberto; Nasa, Amaral, Felipe (Marica), Paulo Miranda e Pedrinho (Alex Oliveira); Viola e Romário (Jorginho). Nos 2 x 0, em 1998

CONFRONTO - O Vasco enfrentou o Madureira por 14 vezes, entre 2000 e 2010, pelo Campeonato Estadual-RJ. Venceu 10, empatou duas e perdeu só duas. Confira datas e placar: 12.03.2000 – Vasco 2 x 0; 30.04.2000 – Vasco 3 x 1; 30.03.2001 – Vasco 3 x 1; 02.02.2002 – Vasco 2 x 0; 21.04.2002 – Vasco 3 x 1; 26.02.2003 – Vasco 3 x 1; 25.02.2004 – Vasco 2 x 1; 15.01.2006 – Vasco 3 x 1 Madureira; 11.03.2007 – Vasco 4 x 1; 15.02.2009 – Vasco 3 x 0 e 07.02.2010 – Vasco 2 x 2 Madureira. DETALHE: o confronto Vasco x Madureira inclui um empataço, por 3 x 3, em 24 de fevereiro de 2005.

VASCO  3 x 0 ENTRERRIENSE rolou no estádio Odair Gama, na casa do adversário, sob apito de Léo Feldman. Valeu pela fase final do Estadual-1995 e  Valdir 'Bigode' marcou os dois tentos, aos 38 minutos do primeiro tempo e aos 45 do segundo. O treinador era o ex-zagueiro vascaíno Abel Braga, que mandou às quatro linhas: Carlos Germano; Pimentel Paulão (Cláudio Gomes) , Ricardo Rocha e Cássio; Lusinho Quintanilha, Leandro e Yan; Richardson, Valdir e Clóvis ( Fernandes).

VASCO DAS PÁGINAS - ALMIR

O gande  atacante Almir Albuquerque, apelidado por "Pernambuquinho", evidentemente, por ter nascido no estado de Pernambuco, chegou para o Vasco ainda quase menino. Basta conferir nesta foto. A cara não nega.
 'SuperSuperCampeão' carioca e do Torneio Rio-São Paulo-1958, Almir era um atleta valente, brigador (em todos os sentidos), Agradou, rápido, à torcida cruzmaltima. Por causa daquilo, a única revista semanal esportiva brasileira da época, a "Manchete Esportiva" deu-lhe duas páginas para contar a sua história, o que mostrava o interesse da imprensa e da torcida por tudo o que ele vinha mostrando.                                                   
 
 The striker Almir Albuquerque, dubbed by "Pernambuquinho" evidently because he nacido in the state of Pernambuco, came to Vasco still almost a boy. Just look for the photo, his face. Brave athlete, brawler (in all senses), Almir pleased, fast, cruzmaltima the crowd. Because of that, the only Brazilian sports weekly magazine of the era, the "Headline Sports", the business group Adolph Bloch, gave him two pages to tell your story. A primacy that many players with long walk, had not. Almri was 'SuperSuperCampeão' Rio in 1958 and the Rio-São Paulo Tournament. For many, the greatest team name crdumaltino that season.
     

BELAS DA MANCHETE ESPORTIVA - VERA


                   
Vera Maria Fontenelle, brotinho fotografado por Jankiel,  foi o que se podia chamar, sem susto, de uma supercampeã. Aos 22 anos, medindo 1m70cm de altura, já tinha arrastado 70 medalhas, dentro de uma incrível lista: esgrima, ciclismo, hipismo, natação (nados crow e costas)a, saltos ornamentais, vôlei e basquete. E, além de fazer o atletismo, também, beliscou vices em  vela, tênis e arco e flecha. Uma fera, feríssima, confere?
Vera, de início, foi nadadora botafoguense, em 1948, aos 16 anos. As vitórias só levaram um ano para chegar. Mas, então, desafiando os desafios, ela viu o balé aquático, encantou-se com a  sua graça, e mudou de modalidade, passado a ser uma “tricolora”. Eleita a universitária mais eficiente, em 1955, Vera não poupava loucuras para ser a “mais, mais”. Estudou no Colégio Andrews e, à época do ensaio para a  “Manchete Esportiva  Nº 9, de janeiro de 1956, estava na reta final do curso de Educação Física. Naquela ocasião, o seu barato já eram os saltos ornamentais, pois se amarrara na vertigem que lhe passava. Deles, colecionava uma medalha de bronze do Campeonato Brasileiro, mas a sua meta era ser a melhor de todas no novo setor, como fora nos demais por onde passara.
Como mulher, Vera achava que todas elas deveriam se esforçar para serem simpáticas e alegres. Para isso, recomendavas a prática e roupas bem esportivas. Se possível, usarem o perfume “Femme”, que considerava passador de glamour. “E quem não precisa disso”, indagava a garotinha, que preferia a cor azul, por ser a do céu, em dias bons para se praticar esportes.  

sexta-feira, 29 de abril de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 29.04

Dataça! É como a torcida cruzmaltina pode classificar o 29 de abril. Nela, a “Turma da Colina” venceu o Flamengo, no primeiro duelo entre eles, além de ter aplicado a sua maior goleada sobre o Botafogo. E um outro pancadão em cima da Cabofriense. Saiba como isso tudo rolou.

Negrito, um gol
VASCO 3 X 1 FLAMENGO - Era  29 de abril de 1923. Na Rua Paysandu, o mandante Flamengo recebia o Vasco, para o primeiro jogo oficial entre eles. Valeu pelo Campeonato Carioca e a “Turma da Colina” sapecou 3 x 1, naquela que viria a ser a ser a maior rivalidade do futebol do Rio de Janeiro.
Para os vascaínos, o jogo representava a terceira partida na elite do campeonato estadual. Então, a vitória deveria ser muito comemorada, tendo em vista que o adversário já disputava a divisão principal do futebol carioca desde 1912, o que significava experiência de 11 temporadas. Além do mais, nas duas partidas anteriores, o Vasco não empolgara tanto, empatando com o Andarahy, por 1 x 1, e mesmo vencendo o Botafogo, por 3 x 1.
Cecy compareceu com dois
Veio o dia do jogo. O juiz acertado, Francisco Bueno Netto, que era zagueiro do Fluminense, foi sincero. Disse que não botava fé naquela  partida. E tirou o corpo fora, passando o apito para Mário Portellar, um ex-atacante tricolor. Enfim, a bola rolou, diante de 25 mil torcedores. Os rubro-negros viraram o primeiro tempo em vantagem, com Junqueira cobrando pênalti, cometido por Claudionor. Mas, a partir dos 20 minutos da etapa final, começaram a colocar a língua pra fora. O Vasco, que vencera as 11 partidas do campeonato da Segunda Divisão de 1922, todas no segundo tempo, tinha superatletas prontos para a virada do placar. Diariamente, eles corriam entre a Rua Moraes Silva, na Quinta da Boa Vista, e a Praça Barão de Drummond, em Vila Isabel, acumulando um preparo físico insuperável. Diante de adversários entregues, Cecy fez dois gols e Negrito mais um, fechando a conta, que a imprensa carioca achou pequena. Treinado pelo uruguaio Ramón Platero, o time vascaíno venceu com: Nélson, Leitão e Cláudio; Nicolino, Claudionor e Artur; Paschoal, Torterolli, Arlindo, Cecy e Negrito.
APAGOU A ESTRELA - Esta escurecida da estrela solitária rolou no 29 de abril de 2001, também pelo Estadual-RJ. Foi a maior goleada da “Turma da Colina” sobre os alvinegros e da "Era Maracanã". O clássico, em um domingo, teve 18.692 pagantes, renda não divulgada e apito de Carlos Manoel Calheiros Faria.
Na marcha da contagem, Romário, a 1 e aos 15, e Juninho Paulista, aos 16 e aos 35 minutos do primeiro tempo; Juninho Paulista, aos 3; Pedrinho, aos 20, e Euller 33 minutos da etapa final, fizeram o estrago. O Vasco, treinado por Joel Santana, formou com: Hélton; Maricá, Géder, Odvan e Jorginho Paulista; Fabiano Eller, Paulo Miranda, Juninho Paulista (Zada) e Pedrinho (Viola); Euller (Dedé) e Romário.
ENTORTOU A "CABO" - Foi em uma quarta-feira, 29 de abril de 1987, que o Vasco sapecou 6 x 0 na Cabofriense. Aconteceu em São Januário, com o apito de Pedro Carlos Bregalda zunindo aos ouvidos de 2.559 pagantes. Ao filó, compareceram: Mauricinho, aos 9; Romário, aos 12, e Roberto Dinamite, aos 33 minutos da fase inicial; Romário, aos 3; Mazinho, aos 25, e Tita, aos 31 minutos do segundo tempo. Com Joel Santana de treinador, o time vascaíno foi: Acácio, Paulo Roberto, Donato, Morôni e Mazinho; Dunga (Chico), Tita e Roberto Dinamite; Vivinho, Romário e Mauricinho. 

Foi durante a noite da quarta-feira 29 de abril de 1987 que o Vasco entortou a Cabofriense: 6 x 0, em: São Januário. Pedro Carlos Bregalda apitou, o público foi de 2.559 pagantes. Ao filó, compareceram: Mauricinho, aos 9; Romário, aos 12, e Roberto Dinamite, aos 33 minutos da fase inicial; Romário, aos 3; Mazinho, aos 25, e Tita, aos 31 minutos do segundo tempo. Com Joel Santana de treinador, o time vascaíno foi: Acácio, Paulo Roberto, Donato, Morôni e Mazinho; Dunga (Chico), Tita e Roberto Dinamite; Vivinho, Romário e Mauricinho. 

FERAS DAS COLINA - REMADORES

Força “sotavoga” convocado para a seleção brasileira de remo que foi  aos Jogos Olímpicos de Melbourne, na Austrália. Nélson Guarda, o nome da fera. Gaúcho, chegou a São Januário, em 1952, após tornar-se uma fera da modalidade no Rio Guaíba, em Porto Alegre. Confirmou tudo o que fez o Vasco buscá-lo no Rio Grande do Sul, ajudando a “Turma da Colina” a conquistar  sete títulos de campeão carioca, além de ficar, também, campeão brasileiro e sul-americano.
Nélson Guarda se ajeitava bem dentro do barco, como a sua grande altura (para a época) de 1m91cm, pesando 92 quilos. Ele teve um outro vascaíno como colega de equipe remadora naquelas Olimpíadas australianas: o seu conterrâneo “sota-proa” Rui Kopper , da sua mesma altura, vindo do mesmo destino e possuindo os mesmos títulos.   
Rui Kopper

 

Rower "sotavoga" summoned to the Brazilian national who was rowing the Melbourne Olympics in Australia. Gaucho, came to San Gennaro, in 1952, after becoming a beast mode in Rio Guaiba, in Porto Alegre. Confirmed everything he did Vasco pick it up in Rio Grande do Sul, helping to "Class of the Hill" to win seven titles Carioca champion, and has also been Brazilian and South American champion.
Nelson Guard straightened up well inside the boat, as his great height (for the time) of 1m91cm, weighing 92 pounds. He had a vascaíno other as teammate Australian Olympic rower those: his fellow "bow-sota" Riu Kopper, its same height, coming from the same fate and having the same titles. (fotos reproduzidas de Manchete Esportiva)








quinta-feira, 28 de abril de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 28.04

Deveria estar faltando tempero no prato do "Almirante". Então, em 28 de abril de 1946, em plena queimada de carvão do “Expresso da Vitória”, o Botafogo da Bahia achou que dava pra desafiar os maquinistas do técnico Ernesto Santos. Pois bem! A rapaziada pintou na Boa Terra e balançou o coqueiro, por oito vezes, daquele time que usava camisas no tom vermelho e branco: Vasco 8 x 3, em um domingão de Salvador, com Lelé “botando três lenhas na fogueira”, bem como Isaías. Chico mandou mais duas.
O Vasco encarou o Botafogo alvirrubro baiano por três vezes. Venceu todas. Duas, como visitante, e “anfitriando” a últimas delas. No primeiro duelo, também em tarde dominical soteropolitana, o treinador cruzmaltino era o inglês Harry Welfare e a rapaziada formava a esquadra assim: Rey, Bartata e Itália; Oscarino, Zarzur e Nena; Kuko, Luna, Orlando e Poroto. No último confronto, “quinta-feirense”, em São Januáriio, o comandante da máquina já era  Flávio Costa. Confira como ficou Vasco x “Botabaiano”: 19.04.1936 – Vasco 3 x 2; 28.04.1946 – Vasco 8 x 3; 25.08.1955 – Vasco 2 x 0.

O CARA: Com três “acarajés” no tabuleiro do Botafogo da Bahia e mais dois chuviscos na praia paulistanas, Isaías é o “matador dos 28 abrileiros”. Nascido em 27 de dezembro de 1921, no Rio de Janeiro, ele viveu até 12 de outubro de 1949, tendo sido um atacante habilidoso, driblador e de bom chute. Foi vascaíno de 1943 a 1946, participando do primeiro título do “Expresso”, o do Campeonato Carioca de 1945. Buscado no Madureira, juntamente com Lelé e Jair Rosa Pinto, trio que ficou famoso pelo apelido de “Os Três Patetas” – alusão a três comediantes do cinema norte-americanos –, Isaías foi bisavô dio meia Léo Lima, que ficou famoso por fazer um passe de letra para um gol vascaíno.

VASCO 2 X 0 BOTAFOGFO-RJ  - Nem só o Botafogo baiano virou cinza diante do bico das chuteiras cruzmaltinas nos 28 de abril. O carioca da estrela solitária caiu, em 1968, em um domingo de Maracanã quase lotado – 81.517 torcedores. Valia pelo Campeonato Carioca e teve apito de Armando Marques. A “Turma da Clina” era treinada pelo ex-lateral vascaíno Paulinho de Almeida e as bolas foral seladas, carimbadas e endereçadas ao barbante por Nei Oliveria e Buglê, cuja grafia já não era mais Bougleux. A patota foi formada assim: Pedro Paulo; Ferreira, Brito, Fontana (Sérgio) e Lourival; Buglê (Paulo Dias) e Danilo Menezes; Nado, Nei, Bianchini e Silvinho.
O mais importante daquela vitória foi o fato de ter sido sobre um dos mais fortes times da história do Botafogo, que, entre 1967/1968, sagrou-se bicampeão da Taça Guanabara e do Estadual. Naquele dia, sua formação, escalada por Mário Jorge Lobo Zagallo, foi: Manga; Moreira, Zé Carlos, Leônidas e Valtencir; Carlos Roberto (Afonsinho) e Gérson; Rogério, Roberto Miranda, Jairzinho e Paulo César “Caju”.

VASCO 5 X 4 PALMEIRAS - Em 28 de abril de 1943, em noite de quarta-feira, no Pacaembu, o Vasco disputou um emocionantíssimo amistoso, com o Palmeiras.Venceu, por 5 x 4, começando a pegada forte dois minutos após o juiz Carlos Rusticelli mandar a bola rolar. Isaías bateu na rede do maior goleiro da história palmeirense. Oberdan Catani.
Para mostrar que o gol não fora por acaso, aos 20 minutos, Ademir ‘Queixada” fez o segundo, deixando os alviverdes tontos. E a rapaziada virou o primeiro tempo com 2 x 1. Na fase derradeira, o Vasco continuou sendo péssimo anfitrião. Aos 12 minutos, Chico aumentou, para 3 x 1. Aos 25, Isaías colocou inacreditáveis 4 x 1 no placar. Time forte, o Verdão foi atrás do empate. Mas, aos 43 minutos, Ademir acabou com a garoa paulistana, pingando no filó a quinta gota do chuvisco cruzmaltino.
  O Vasco estava em fase de montagem, pelo uruguaio Ondino Vieira, do imparável “Expresso da Vitória”. A lenha daquela noitada fora mandada por: Roberto, Argemiro, Oswaldo Carvalho, Octacílio, Haroldo, Gradim, Ademir Menezes, Isaías (Massinha), Jair Rosa Pinto (Nino), Lelé e Chico. Para a época, a renda, de Cr$ 50.042,00, fora muito boa.

DETALHE: Em amistosos, os vascaínos ficaram quase cinco anos sem derrotas ante os alviverdes. Confira: 14.02.1943 – Vasco 1 x 1 Palmeiras; 28.04.1943 – Vasco 5 x 4; 14.10.1943 – Vasco 2 x 1; 27.06.1945 – Vasco 3 x 3 Palmeiras; 18.07.1945 – Vasco 3 x 0; 07.01.1948 – Vasco 1 x 2; 10.01.1948 – Vasco 3 x 1; 04.02; 21.05.1948 – Vasco 2 x 2 Palmeiras.
 
VASCO 2 X 1 BONSUCESSO - Em 1929, fez parte da tabela da temporada em que a rapaziada conquistou o seu terceiro titulo na elite do futebol estadual – os anteriores haviam sido em 1923/1924. Valeu pela quarta rodada do primeiro turno, no campo do adversário, à Rua Teixeira de Castro, com apitagem de Osvaldo Braga e placar cruzmaltino construído no primeiro tempo, por conta de Mário Mattos e de Santana, que tinha o seu nome escrito, também, Sant´Ana. O inglês  Harry Welfar era o treinador dessa rapaziada: Valdemar, Hespanhol e Itália: Brilhante, Brilhante, Tinoco e Mola;  Paschoal, Fausto, Russinho, Mário Mattos e Santana.  

FERAS NA ESPORTIVA - BASQUETEIRAS

Aglaê, com a bola na mão direita, é a fera verde-e-amarela que salta, combatida por uma "hermana" prateada, durante o prélio em que ao Brasil venceu a Argentina, por 46 x 44, durante o Torneio Internacional de Basquetebol, disputado no ginásio Marcanãzinho, em 1956.                             As brasileiras foram as campeãs, vencendo, também, ao Paraguai, por 50 x 39, e ao Chile, por  40 x 38, carregando o troféu Cidade do Rio de Janeiro.  As belas garotas argentinas (abaixo), ficaram em segundo lugar. As meninas do basquete foram clicadas por Jankiel Gonczarowski, para o Nº 24 da "Manchete Esportiva" que circulou com data de 5 de maio de 1956.
O objetivo desta seção é não deixa cair no esquecimento as belas atletas do passado, que tanto contribuíram par que a juventude do seu tempo tivesse uma vida repleta de emoções desportivas e muita saúde, livre de influências maléficas. Hoje, muitas delas guardam estas fotos em seus álbuns de recordação para os netinhos brincarem, dizendo: "Olh´a vovó! Como era gata!"
 
Aglaé, with the ball in his right hand is the green-and-yellow beast jumping, countered by a "hermana" silver during prélio where to Brazil beat Argentina by 46 x 44, during the International Basketball Tournament, held in the gym Marcanãzinho in 1956.
The Brazilian were the champions, winning also to Paraguay, 50 x 39, and Chile, for 40 x 38, carrying the trophy City Rio de Janeiro. The beautiful Argentinian girls (below), were second.
 The basketball girls were shot by Jankiel Gonczarowski to the No. 24 "Headline Sports" circulated dated May 5, 1956.The purpose of this section is do not drop into oblivion the beautiful athletes of the past who have contributed so much even the youth of his time had a life full of sports emotions and good health, free from evil influences. Today, many of them keep these photos in their memory albums for the grandchildren to play, saying: "! Olh'a Grandma How was gata"
 






  


VASCO DAS PÁGINAS - SONHOS-1965

Em 1965, o Vasco conquistou a I Taça Guanabara, vencendo, na final, ao Botafogo de Mané Garrincha, que era o grande favorito.
 O capitão Brito, que levanto a taça, não aparece nestas foto da formação que começou a partida do dia, contra o mesmo Botafogo. Nela destacava-se o meia-atacante Célio Taveira Filho, o principal artilheiro do certame, com seis gols. Ele está ao lado do ponta-direita Mário "Tilico", que viria a ser seu parceiro de área, e de Saulzinho, quef azia a sua última temporada pela "Turma da Colina".
De acordo com a "Revista do Esporte" a única semanário de circulação nacional da época, o Vasco, depois desta conquista, "deitou ema berço explêndido"  e não se preocupou com o Campeonato Carioca, achando que era um dos favoritos, e pronto.
Em razão daquilo, a publicação disse que a conquista da Taça GB fizera mal ao clube. E estava certa. Tanto que o Vasco saiu, muito cedo, da luta pelo titulo estadual da temporada. no início da temporada, a publicação, do mesmo grupo da "Revista doa Rádio", alegrou a torcida anunciando que os cartolas cruzamaltinos teriam muita grana para investir em contratações que pudessem  reconquistar o "caneco" do Estadual, no ano do IV Centenário da cidade do Rio de Janeiro.
 Entre os reforços pretendidos, segundo a "RE", estavam o atacante e o coringa Lima, ambos do Santos, e os ameia Arlindo e o atacante Sicupira, estes dois Botafogo. Mas não foi o que aconteceu.
 
According to "Sport Magazine" the only weekly newspaper of national circulation of the season, Vasco, after this victory, "lay ema splendid cradle" and not bother with the Campeonato Carioca, thinking it was a favorite, and ready. By reason of the publication said that winning the Cup GB had done evil in the club. And I was right. Both the Vasco left very early in the struggle for state title the season. early in the season, the publication, the same group of "Radio Magazine donates" cheered the crowd by announcing that cruzamaltinos top hats have much money to invest in hiring that could regain the "pitcher" of the State, in the year of the fourth centenary of the city of Rio de Janeiro. Among the expected reinforcements, according to the "RE", were the attacker and the joker Lima, both the Saints and the striker Arlindo niche and Sicupira, these two Botafogo. But it was not what happened.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 27.04

O 27 de abril marca a estreia vascaína Campeonato Carioca da Segunda Divisão-1917. E, como manda o figurino. Venceu o Icaraí, por 4 x 2. A data teve mais duas "pancadas de quatro": sobre um brasileiro e um venezuelano. E outros furdunços mais, como  Vasco 2 x 0 Bonsucesso, em 1930; Vasco 2 x 1 Rio Branco-ES, amistosamente, em 1958, em Cariacica-ES, e Vasco 1 x 0 Olímpia-PAR, com gol de Sorato, pela primeira fase da Taça Libertadores-1990, em uma sexta-feira à noite, em São Januário. Vamos conferir seis outras histórias:

VASCO 6 X 1 AMÉRICA, em São Januário, valia pelo Torneio Municipal do Rio de Janeiro-1938. A turma do "pé na rede" foi  Orlando (2), Bahia, Luna e Gabardinho. Eles transformaram a vida do “Diabo” um um inferno. Por aquela competição, em nove confrontos, os americanos caíram em seis: 27.04.1938 – Vasco 6 x 1; 24.06.1945 – Vasco 6 x 2; 26.05.1946 – Vasco 5 x 1; 13.04.1947 – Vasco 4 x 1; 09.06.1948 - Vasco 3 x 1. Detalhe: no pega de 02.06.1951 registrou-se um dos empates cruzmaltinos com maior número de gols: Vasco 4 x 4 América – o maior é Vasco 5 x 5 Corinthians.   

VASCO 6 X 1 BONSUCESSO está na página 27 de abril do Torneio Municipal-1947. Jogado no Estádio Caio Martins, em Niterói, em um domingo, com apito de Valdemar Kitanger. Se, na partida anterior, nos 8 x 0 sobre os banguenses, Lelé havia mandado quatro bolas no filó, daquela vez, quem deixou quatro notícias apregadas no poste foi Albino Cardoso Friaça. Mas Chico Aramburu Alfredo II também entraram nesse parágrafo. O time estragador contou com: Barbosa,  Augusto e Sampaio; Ely, Danilo e Jorge; Alfredo, Maneca, Friaça, Lelé e Chico. Embora tenha sido uma vitória fácil, o “xerifão” Ely do Amparo andou se estranhando com Mirim, e os dois foram “convidados a se retirarem do recinto”, no segundo tempo.
Vasco e Bonsucesso se encontraram em nove ocasiões pelo Torneio Municipal. Dessas, a “Turma da Colina” se deu bem em sete:  21.04.1938 – Vasco 6 x 2;  25.04.1943 – Vasco 2 x 1; 27.04.1944 – Vasco 3 x 0; 20.05.1945 – Vasco 6 x 0; 02.06.1946- Vasco 9 x 1; 20.04.1947 – Vasco 6 x 1;  29.04.1951 – Vasco 6 x 0.

VASCO 3 X 2 AMÉRICA-RN levantou a galera, com cinco gols no primeiro tempo. No segundo, nada. Aquele 27 de abril de 1974 foi em um sábado, e o compromisso no Castelão, em Natal.  Roberto Dinamite chegou explodindo. Com 3 minutos, abriu a conta, par voltar a bombardear, aos 34 – Fred fez o outro, aos 37. Valeu pela primeira fase do Brasileirão e o treinador Mário Travagln dispôs desta moçada: Andrada: Fidélis, Moisés, Joel Santana e Alfinete; Alcir, Gaúcho Zanatta; Luís Carlos Lemos, Roberto Dinamite (Fred), Cláudio e Galdino.

VASCO 4 X O DEPORTIVO GALICIA teve brilho de Peribaldo, autor de dois gols: aos 30 minutos do primeiro tempo e aos 45 do segundo – Paulinho, aos 34, da fase inicial, e Jorge Mendonça, aos 17, da final, completaram o serviço, iniciado no dia 13, quando o placar ficou no 0 x 0, na Venezuela. A goleada valeu pelo Grupo 3 da Taça Libertadores-1980, foi no Rio de Janeiro e teve apito do uruguaio Luis Rosa, ouvido por 7.605 pagantes. Treinado por Orlando Fantoni, o Vasco foi: Mazaropi; Orlando Lelé (Paulinho II), Léo, Juan e Paulo César: Dudu ‘Coelhão’, Guina (Paulo Roberto) e Jorge Mendonça; Katinha, Peribaldo e Paulinho.

VASCO 3 X 2 BOTAFOGO é história do segundo turno do Estadual-1986. Foi  jogo de público médio, no Maracanã – 49.410 pagantes –, com apitagem de Júlio Cesar Cosenza. Romário, aos 15 e aos 29, e Helinho, aos  17 minutos, foram os caras escalados pelo delegado Antônio Lopes (profissão anterior) para “matar”. A turma toda: Paulo Sérgio; Paulo Roberto, Donato, Fernando e Lira; Mazinho, Josenílton e Gersinho (Geovani); Mauricinho, Roberto e Romário.

VASCO 1 x  0 OLÍMPIA-PAR mostrou uma rapaziada  cansada por uma maratona de jogos. Sorato marcou o gol do jogo, aos 23 minutos, valendo pelo Grupo 5 da Taça Lilbertadores-1990, com a camisa cruzmaltina vestida por: Acácio; Luís Carlos Winck, Célio Silva, Marco Aurélio e Mazinho (Cássio); Zé do Carmo, Bismarck (Boiadeiro) e William; Bebeto e Sorato.

VASCO 4 X 1 NACIONAL  esteve nas oitavas-de-final da Copa do Brasil-1995, em uma quinta-feira, em São Januário. Pena que pouca galera compareceu ao recinto para saudar a goladas:  678 almas fanáticas. Richardson abriu o placar, aos 13 minutos. França, aos 32, e Valdir ‘Bigode”, aos 40, da mesma etapa, complementaram o papo, fechado  por Clóvis, aos 27 da etapa final. Paulo César Gomes-ES  era o árbitro e Abel Braga o treinador cruzmaltino. A sua escalação teve: Carlos Germano; Pimentel, Cláudio Gomes, Paulão e Cássio (Bruno Carvalho); Sidnei, França e Yan (Hernande); Richardson, Valdir e Clóvis.

VASCO DA GAMA 2 X 1 X REMO-PA

A vitória, na noite de hoje, valeu ao "Almirante"  a classificação à segunda fase da Copa do Brasil, para enfrentar o Clube de Regatas Brasil, mais conhecido por CRB, que muitos os alagoanos chamam de "Cê-Rê-Bê". No jogo de ida, os vascaínos haviam vencido, em Belém  do Pará, por 1 x 0.
Marcelo Matos (E) agora vai esperar por adversário das Alagoas
 O primeiro gol vascaíno foi,  também, o primeiro, pelo time A, de uma da revelações da base, o atacante Caio Monteiro. No lance, Henrique petequeou a bola, pela esquerda, serviu ao meia Nenê, que tocou para trás, onde estava o garoto Caio, que chutou para o meio do gol. O segundo saiu em cobrança de escanteio. Rafael Vaz entrou rápido na jogada e cabeceou certeiro.   

FICHA TÉCNICA - 27.04.2016 (quarta-feira) - Vasco 2 x 1 Remo-PA. Estádio: São Januário-RJ. Juiz: Flavio Rodrigues de Souza-SP. Público presente: 2.434.  Pagantes: 2.254. Renda: R$ 65.945,00 2.254 pagantes. Renda: R$ 65.945,00. Gols: Caio Monteiro, aos 19; Rafael Vaz, aos 24, e Max, aos 29 min do  2º tempo. VASCO: Martin Silva; Yago Pikachu, Rafael Vaz, Luan e Henrique; Marcelo Mattos, Diguinho, Evander (Andrey) e Nenê; Eder Luis (Caio Monteiro) e Riascos (Thalles). Técnico: Jorginho Amorim. Clube do Remo-PA: Fernando Henrique; Levy, Henrique, Max e Fabiano; Lucas Garcia, Chicão (João Victor), Alisson (Welthon) e Eduardo Ramos; Marco Goiano e Ciro. Técnico: Marcelo Veiga.

 Foto acima de Paulo Fernandes, de www.crvascodagama.com.br. Imagem abaixo reproduzida também, do site oficial do Vasco da Gama. Agradecimentos.

TRAGÉDIAS DA COLINA - MUNICIPAL-1948

O Vasco perdeu o Campeonato Municipal de 1948, para o Flumimense,  no desempate. No primeiro jogo, o time tricolor goleou os vascaínos, por 4 x 0. No segundo, os vascaínos mandaram 2 x 1 e a decisão ficou para o terceiro pega.
Era o dia 30 de junho e o estádio botafoguense da Rua General Severiano estava lotado, com tricolores e vascaínos dividindo as arquibancadas. O Vasco, chamado de “Expresso da Vitória”, fazia investidas perigosas à área do goleiro Castilho. O Flu respondia por jogadas perigosas de Rodrigues, pela esquerda. O jogo era tenso e  equilibrado, até que, o atacante Cento e Nove atacou, pela direita, e cruzou para a área. Orlando antecipou-se ao grandalhão zagueiro Wilson e, de bicicleta, colocou a redondinha no fundo da rede defendida por Barbosa. Golaço.
No prejuízo, os cruzmaltinos foram ao ataque, tentar nova igualdade no marcador. Mas o Fluminense soube segurar o resultado e garantir o segundo título municipal de sua história, impedindo o penta  do Vasco, que carregara o troféu em 1944/1945/1946/1947.
A bem da verdade, o time do Vasco era tão superior ao do Fluminense, que o quadro principal estava excursionando ao exterior. O que disputou o  Municipal (espécie de Taça Guanabara da época) foi o time reserva.  Mas, vale ressaltar, o time A chegou a tempo de vencer o segundo jogo. Só que a final foi tricolor.

terça-feira, 26 de abril de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 26.04

 Foi de botar "Urubu" pra voar. No 26 de abril de 1931, rolava o primeiro turno do Campeonato Carioca, quando a moçada aplicou a sua maior goleada pra cima do Flamengo. A data destaca mais um pancadão, em cima do Madureira, além de e duas vitórias sobre o Botafogo, além de uma diante do Bangu, e mais uma, contra o baiano Galícia, por 2 x 0, em 1936. Vamos ver tudo isso?
Russinho, o "matador"
 
VASCO 7 X 0 FLAMENGO - Era uma tarde de domingo, em São Januário, e só Russinho marcou quatro gols – aos 5 e aos 30 minutos do primeiro tempo, e aos 14 e aos 43 do segundo – Mário Mattos, aos 27 e aos 34 da etapa inicial, e Santana, aos 4 da etapa final, completaram o massacre. Embora a partida tivesse sido fácil, para os anfitriões, houve momentos de grande nervosismo, culminando com as expulsões de campo de Fausto e do rubro-negro Penha, ainda no primeiro tempo - aos 37 minutos. O jogo teve apito de Leandro Carnaval e a “Turma da Colina” foi: Jaguaré, Brilhante e Itália; Tinoco, Fausto (Nesi) e Mola; Baiano, Oitenta e Quatro, Russinho, Mário Mattos e Sant´Anna. Por aquele tempo, os excluídos poderiam ser substituídos, o que permitiu ao treinador Harry Welfare colocar Nesi na vaga do “Maravilha Negra” - Welfare, o comandante do time cruzmaltino, era um inglês chegado por aqui, em 1912, para lecionar no Colégio Anglo-Brasileiro. Como era bom de bola, jogou por um dos rivais do Vasco. Depois, foi treinador cruzmaltino, de 1927 a 37, e em 1940.

VASCO 6 X 0 MADUREIRA - Sábado, no Maracanã, valendo pelo Campeonato Carioca-1969. O centroavante Valfrido, que tinha o apelido de “Espanador da Lua”, abriu o placar, aos 23 minutos. Nei Oliveira fez dois, aos 53 e aos 63, enquanto Raimundinho e Silvinho deixaram os deles, respectivamente, aos 57 e aos 83. Um público de 15.859 pagantes assistiu à goleada apitada por  Airton Vieira de Morais, o “Sansão”. O treinador vascaíno era Evaristo de Macedo e o time este: Pedro Paulo; Fidélis, Brito, Fernando e Eberval; Buglê e Alcir (Benetti); Nei, Valfrido, Adilson (Raimundinho) e Silvinho.

VASCO 1 X 0 BOTAFOGO, quando o rival tinha um time fortíssimo, está registrado como duelo  válido pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa-1967, o "Robertão", um dos embriões do atual Campeonato Brasileiro. A bola rolou no Maracanã, em uma quarta-feira e o público oficial não foi divulgado, mas calculado em 11 mil pagantes. José Mário Vinhas apitou e o pernambucano Nado fez o gol da vitória do time treinado por Thomás Soares da Silva, o Zizinho, que escolheu: Franz; Jorge Luís, Ananias, Fontana e Oldair; Maranhão e Danilo Menezes; Zezinho (Nado), Nei, Adílson (Bianchini) e Moraes. DETALHE: na temporada-1967, em quatro jogos contra os alvinegros, o Vasco venceu três. Além do 1 x 0, mandou 3 x 2 (06.08), pela Taça Guanabara, e 2 x 0 (05.11) do Campeonato Carioca.

VASCO 2 X 1 BOTAFOGO já foi da “Era Romário", que marcou os dois gols – aos 3 e aos 40 minutos do segundo tempo –, em clássico dominical, jogado no Maracanã, pelo segundo turno da Taça Rio-1987. Luís Carlos Félix apitou e Joel Satnana era o treinador da “Turma da Colina”, que esteve representada por: Acácio: Paulo Roberto, Donato, Moroni e Mazinho; Dunga (Fernando), Geovani e Titã; Mauricinho (Vivinho), Roberto Dinamite e Romário.

  VASCO 3 x 2 BANGU fez parte da oitava rodada da Taça Rio, o segundo turno do Estadual, e está no cadreninho como mais uma vitória de virada – os bangueses asbirarm dois de frente, aos 37 minutos da etapa inicial. Acontecida em São Januário, a virada do placar começou, com Romário, aos 11 minutos da etapa final. Ele mesmo empatou, aos 33, cobrando pênalti. Viola virou a conta, aos 44. Com aqueles três pontos, a rapaziada totalizava 20 e ficava na ponta da competição. Samir  Yarak apitou e Joel Santana esalou:  Hélton; Clébson (Maricá), Géder, Odvan e Jorginho Paulista. Henrique (Viola) FabianoEller (Paulo Mianda), Juninh Pualisa e Pedrinho; Euller e Romário.  

BELAS (PB) PRIMAVERIS NA ESPORTIVA

Os Jogos das Primavera eram promovidos pelo "Jornal dos Sports". Mas a "Manchete Esportiva" os prestigiava, bastante. Principalmente nas festas de abertura. Na de setembro de 1958, contou com a presença do presidente Juscelino Kubitscheck, que pareceu em fotos, ao lado do jornalisa Mário Filho, o promotor da olimpiada estudantil do Rio de Janeiro, mostrado pela edição de Nº 150, de 4 de outubro.  O JK ficou encantado com o shows de graça e beleza da juventude carioca.

The Spring Games were promoted by the "Journal of Sports." But the "Headline Sports" prestigiava them enough. Mainly in openings. The September 1958 was attended by the president of repúbvlica, Juscelino Kubitschek, who appears in picture next to the journalist Mario Filho, the promoter of the student Olympiad of Rio de Janeiro. By edition 150 of october 4, the JK was delighted with the show of grace and beauty in the party youth carioca.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 25.04

Na data 25 de abril, os vascaínos estavam fazendo regime, sem fome de gols. Parece! Pelo menos, venceram quatro partidas por apenas 1 x 0: Bangu, em 1973 e em 1999; Volta Redonda, em 1979, e o mexicano Guadalajara, em 1991. Mais tempero só diante do "Peixe", além de uma fisgada no Rio Branco. E um aperto diante do Bonsucesso. 

VASCO 3 X 1 RIO BRANCO-ES - O Vasco vivia os bons tempos do "Expresso da Vitória". Convites surgiam, a todo o instante, de todas as partes. Foi assim que a “Turma da Colina” disputou o seu primeiro amistoso com o Rio Branco, de Vitória-ES, vencido, no 25 de abril de 1948, na capital capixaba, por 3 x 1, com gols de Dimas, Ipojucan e Pacheco. A máquina daquela viagem, pilotada pelo treinado por Flávio Costa, embarcou contando com: Barcheta (Ernani), Sampaio e Wilson; Rômulo, Moacyr (Lola) e Laerte; Nestor, Ipojucan, Dimas (Pacheco), Tuta e Mario.

VASCO 1 X 0 BANGU  – Os 25 de abril anotam duas vitórias vascaínas sobre os alvirrubros, pelo mesmo placar de 1 x 0: em 1973 e em 1999, ambas pelo Estadual-RJ. No primeiro desses jogos, em São Januário, em uma quarta-feira, o gol foi marcado pelo ex-banguense Dé, substituído, no segundo tempo, por Roberto Dinamite, que ainda não era titular. Mário Travaglini era o treinador e o time cruzmaltino este: Andrada; Paulo César, Miguel, René e Alfinete; Alcir, Zanatta e Ademir (Bugleaux); Jorginho Carvoeira, Dé (Roberto Dinamite) e Luiz Carlos.
 No segundo jogo, foi Luizão quem balançou a rede do Estádio Proletário, a casa dos “Mulatinhos Rosados”, em Moça Bonita. Daquela vez, quem comandava a rapaziada era Antônio Lopes, que escalou: Márcio; Maricá, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Nasa (Fabrício Eduardo), Paulo Miranda, Juninho Pernambucano e Ramon (Alex Oliveira); Mauricinho (Zezinho) e Luizão.

A Vascodata 25 de abri tem mais:  25.04.1943 – Vasco 2 x 1 Bonsucesso;  25.04.1979 – Vasco 1 x 0 Volta Redonda;  25.04.1991 – Vasco 1 x 0 Guadalajara-MEX; 25.04.1995 – Vasco 2 x 0 Santos.

BELAS DA REVISTA DO ESPORTE - ILDA



      

VASCO DAS CAPAS - EM CIMA DO LANCE

Seguramente, em 1997, ninguém jogou mais bola neste planeta do que o vascaíno Edmundo. Só não foi "bola de ouro" de todas as premiações mundiais porque não defendia nenhum time europeu. Afinal, nem o argentino Diego Armando Maradona, o maior craque pós-Pelé, fora agraciado pelos cartolas do Velho Continente. Sem problemas! O filme sobre a magia nas chuteiras do "Animal" passa, a qualquer tempo, no cineminha da memória dos torcedores do time da Rua General Almério de Moura, fundos com São Januário.                           Edmundo, além de gastar a "maricota", como falávamos os nossos gloriosos "speakeres" de antigamente, falava coisas do "arco da velha". Gostou dessa? Prometia perder pênalti, se os houvesse, em seus tempos de "contra". Chegou a perder emprego por causas disso.                                                                 O jornal diário carioca "Lance" fez  esta belíssima capa (E) com ele saindo para o abraço, comemorando, com todos os centímetros quadrados e cúbicos do seu "coração explodinte de alegria".                                     Um outro vascaíno arretado, retrinca,  como falam os baianos, que honrou a jaqueta de São Januário, foi Felipe. Jogava o que o diabo nunca imaginara atentar contra as marcações adversárias.  Ganhou o apelido de "Maestro", por fazera o que queria com a "gorducha". As vezes, lembrava o endiabrado "Mané Garrincha". Ei-lo mostrando o símbolo sagrado  e gritando gol com a galera (D). O fotógrafo de "Lance" estava no lance.
 A galera adorava o "Animal" e o "Maestro", mas  foi um outro crumaltiníssimo quem reinou na Colina: o coroado Juninho Pernambucano, o glorioso Antônio Augusto. Barbaridade! Disseras, por várias vezes, os gaúchos, quando o viram em ação pelos gramados dos Pampas. Parecia o "Negrinho do Pastoreio". De comum, Edmundo, Felipe e Juninho tiveram algo, além de muita bola pela casa: fizeram as suas passeadinhas pro fora, mas sempre voltaram para a Colina.   

domingo, 24 de abril de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 24.04

 O Vasco venceu o seu maior rival, o Flamengo, por duas vezes na data 24 de abril: 3 x 1, em 1941, e 3 x 0, em 1977. Mas o maior placar na data ficou em 6 x 1, pra cima do Entrerriense. Pra completar a brincadeira, o "Almirante" mandou 2 x 0 no Santos e 2 x 0 no paraguaio Cero Porteño, em noite de uma terça-feira, em São Januário, pela primeira fase da Taça Liberadoes-1990.

VASCO 3 X 1 FLAMENGO, de 1941, teve gols cruzmaltinos marcados por Manuel Rocha, Gonzalez e Villadoniga. Foi amistosamente, em uma quinta-feira, no estádio da Rua Campos Sales, no Rio de Janeiro. O time era dirigido pelo técnico Frazão de Lima e contou com: Chiquinho, Jahu, Figliola, Manuel Rocha, Alfredo I, Orlando, Argemiro, Villadoniga, Osvaldo Saldanha, Álvaro e Gonzalez: DETALHE: além daquela partida, o Vasco só disputou mais um outro amistosos na década de 1940 com o Fla. Mandou 2 x 1, em 19 de julho de 1947.

VASCO 3 X 0 FLAMENGO, em 1977, foi jogo oficial dominical. Rolou no Maracanã, pelo Estadual-RJ, com arbitragem de Valquir Pimentel e assistência por um dos maiores públicos que o estádio recebeu: 134.787. No primeiro tempo, Carlos Alberto Zanata abriu o placar, aos 11 minutos. Roberto Dinamite, aumentou, aos 22. Na etapa final, o mesmo Roberto ampliou, aos 24. Treinado por Orlando Fantoni, a rapaziada alinhou: Mazaropi; Orlando 'Lelé', Abel, Geraldo e Marco Antônio; Zé Mário, Zanata (Helinho) e Dirceu; Luis Fumanchu (João Paulo), Ramon e Roberto Dinamite.
  
VASCO 6 X 1 ENTRERRIENSE foi pega  pela segunda rodada do segundo turno da Taça Rio-2002, em São Januário. Naquele dia, Romário foi o “cara”, com quatro gols, aos 44 minutos do primeiro tempo; aos 5, aos 13 e aos 34 do segundo – Edinho, aos 12 e Souza, aos 37 minutos do primeiro tempo, fizeram os outros. Willian Marcelo de Souza Nery apitou, Evaristo de Macedo era o treinador cruzmaltino e a sua rapaziada era: Helton; Leonardo Moura, Geder, João Carlos e Edinho; Jamir, Rodrigo Souto, Léo Lima (Cadu() e Flipe; Souza (Léo Macaé) e Romário.

 VASCO 2 X 0 SANTOS, no Maracanã, valeu pelo Campeonato Brasileiro-1983, com público de 75.813 pagantes. Foi um grande resultado, porque, naquela temporada, os santista estavam com um time muito forte, que terminou vice-campeão nacional. Maurílio José Santiago-MG apitou e Elói cravou o gol de abertura do placar, aos 7 minutos. Roberto Dinamite fechou, aos 83. Antônio Lopes era o treinador e escalou: Mazaropi; Galvã, Orlando 'Fumaça', Celso e Pedrinho; Geovani (Dudu), Serginho e Elói; Ernâni, Roberto Dinamite e Marquinho.

VASCO 2 X 2 BRASILIENSE , no dia 24 e abril de 2005, foi anulado. Valeria pelo Campeonato Brasileiro da Série A, no Estádio Mané Garrincha. No tempo normal,  2 x 2 e jogo repleto de emoções. O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) rasgou a sumula da partida, alegando que o Brasiliense descumprira a sua determinação, de jogar com os portões fechados – castigo, pela invasão do gramado do Serejão, em Taguatinga, por um torcedor, em 4 de dezembro de 2004, quando o Jacaré vencera o Fortaleza, por 1 x 0, pela Série B.
O rolo rolou com um expediente do PROCON-DF, ordenando a venda de ingressos – foram vendidos 19.999. O Vasco recorreu ao STJD, pedindo a impugnação da partida, baseado no artigo 49 do Regulamento Geral das Competições da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que lhe daria os três pontos disputados. E os levou, ficando com a vitória simbólica, por 1 x 0.
  O presidente do Brasiliense, Luiz Estevão, alegava não ter como descumprir exigência do PROCON, enquanto o seu colega cruzmaltino, Eurico Miranda, dizia que o seu clube, meramente, cumprira dispositivos legais. Cinco auditores do STJD votaram pela impugnação da partida; um pediu novo jogo e um outro considerou improcedente o pleito vascaíno, apoiado pelo presidente da corte, Luiz Zveiter. Embora sustentasse que o Brasiliense usara o PROCON como "laranja", os auditores não encontraram provas ligando-o ao órgão. Mas defenderam que o "Jacaré" não poderia cumprir a sua decisão, por entenderem que o destinatário da decisão deveria ter sido a CBF,  mandante do jogo, pelo seu regulamento de competições. "O clube assumiu uma atribuição que não era sua e caiu num erro de direito", afirmou o presidente do STJD, Luzi Zveiter.
  No final, o Brasiliense, além de perder os pontos, ainda foi julgado por "descumprimento de ato ou decisão do tribunal (artigo 197 do Código Disciplinar do Futebol Brasileiro) e por recorrer à justiça comum (artigo 231) – liminar da 5ª Vara da Fazenda Pública do Distrito Federal, no dia 19 de abril de 2005.
Brasiliense 2 x 2 Vasco teve o melhor público da rodada: 26 mil, 371 pagantes. O "Jaca" abriu o placar, aos 25 minutos do primeiro tempo, por intermédio de Giovani. O Vasco o igualou, aos 38, com Romário. No segundo tempo, Alex Dias o colocou à frete do marcador, aos 31, enquanto Tiano fechou a contagem, aos 45. O árbitro foi o cearense Wilson de Souza Mendonça.
  O Vasco, treinado por Dario Lourenço, jogou com: Everton; Thiago Maciel (Felipe Alves), Fabiano, Daniel e Jorginho Paulista (Diego); Ygor, Coutinho, Rubens (Abedi) e Leozinho; Alex Dias e Romário. O Brasiliense, do técnico Valdyr Espinosa, foi: Donizeti; Dida, Jairo, Gérson e Márcio (Rochinha); Deda, Pituca, Iranildo e Marcelinho Carioca; Igor e Giovani (Tiano).   

VASCO DA GAMA 2 X 0 FLAMENGO

Com uma grande atuação de sua zaga e do meia Andrezinho, o time vascaíno está final do Estadual-RJ. Fica esperando pelo vencedor de Fluminense x Botafogo, que jogam neste momento. A rapaziada administrou bem a sua vantagem de poder empatar, diante de um rival desordenado, sem esquematização tática alguma. 
Com mais esta vitória, o Vasco aumentou, para nove, a sua invencibilidade sobre o sue maio rival e chegou a 19 jogos invictos. Não sai de campo atrás no placar desde novembro do ano passado.
 Aos 21 minutos, o "Almirante" arrancou as penas do "Urubu". Riascos recebeu lançamento pela esquerda, entortou o marcador César Martins e deixou Nenê na cara do gol. Mas este chutou em cima de Wallace, perdendo a chance de marcar em duas tentativas. A zaga rubro-negra afastou, mas Andrezinho pego o rebote, de frente para ao gol, e abriu a conta: 1x 0, o placar da etapa inicial manda para o fundo da rede, abrindo o placar para os vascaínos.
Riascos marcou um gol e ainda entortou um marcador na abertura do placar 
O segundo gol foi marcado aos 11 minutos do segundo tempo. O colombiano Riascos recebeu a bola pela direita da área "urubulácea" e tentou o gol. Paulo Victor rebateu, mas pelota bateu na canela direita de Wallace e entrou. 2 x 0. O Flamengo ainda teve Alan Patrick foi expulso de campo, por jogo violento. na quarta-feira, o Vasco volta a campo e enfrenta o paraense Clube do Remo, em São Januário, pela Copa do Brasil. No jogo em Belém, os vascaínos venceram, por 1 x 0.
 
FICHA TÉCNICA – (domingo) - 24.04.2016  - Vasco 2 X 0 Flamengo. Semifinais do Estadual-RJ. Local: Arena da Amazônia, em Manaus-AM. Juiz:  Leonardo Garcia Cavaleiro-RJ. Público:  44.419. Renda: R$ 3.531.240. Gols: Andrezinho, aos 21 min do 1º tempo e Riascos, aos 11 do 2º tempo. VASCO: Martín Silva; Madson, Luan, Rodrigo e Julio César (Rafael Vaz); Diguinho (Yago Pikachu), Julio dos Santos, Andrezinho e Nenê; Jorge Henrique e Riascos (Eder Luis). Técnico: Jorginho Amorim. Flamengo: Paulo Victor; Rodinei, César Martins, Wallace e Jorge; Cuéllar, William Arão (Ederson), Mancuello; Gabriel (Alan Patrick), Marcelo Cirino (Felipe Vizeu) e Paolo Guerrero. Técnico: Muricy Ramalho.
FOTO de Paulo Fernandes, reproduzida de www.crvascodagama.com.br). Agradecimento.

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - CANDINHA, FOFOQUEIRA NÚMERO UM

 A seção "Mexericos das Candinha" era uma dos mais visitados pelos leitores da Revista do Rádio, a semanária do jornalista-empresário Anselmo Domingos. Por sinal, ele mesmo inventou o personagem, que seria a repórter Cândida Molina, fazendo muitos acreditarem em sua existência humana. Com notas garimpadas para Max Gold, a redação final cabia do editor chefe Borelli Filho. Mas todos os repórteres e redatores colaboravam. Quem descobrisse alguma fofoca, já sabia o que fazer com ela.
 O desenho que dava forma ao personagem não trazia o nome do artista criador. No imaginário do leitor, era sempre uma mulher,  no mínimo, interessante. Primeiramente, ela saiu da ponta do lápis séria e parecendo meio-gordinha. Chegou a usar os chamados "óculus gatinhos", ficando com a aparência de uma professora de escola primária. Os cabelos eram sempre curtos. Fez tanto sucesso que as suas fofocas foram exportadas para "Candinha no Esporte e Candinha no Turfe", da Revista do Esporte, có-irmã da Revista do Rádio.

The "Gossip of Candinha" section was one of the most visited by readers of Radio Magazine, the semanária journalist-entrepreneur Anselmo Domingos. By the way, he invented the character who would be the reporter Candida Molina, making many believe in human existence. The grades were mined for Max Gold and the final wording of the chief editor Borelli Son. But all the reporters and editors collaborated. Who discovered some gossip, knew what to do with it. The design that gave shape to the character did not bring the name of the creative artist. In the reader's imagination, it was always a woman at least interesting. First, she left the tip of the pencil and looking serious mid-chubby. He came to use the so-called "Oculus kittens", leaving the appearance of a primary school teacher. Her hair was always short. It was so successful that their gossip were exported to "Candinha in Sport and Candinha on Turf", the Journal of Sport, cluck-Sister Radio Magazine.

sábado, 23 de abril de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 23.04

O Flamengo ficou com uma divida para pagar ao Vasco em 500 anos: os 5 x 1 de 23 de abril de 2000, quando festejava-se os 500 anos do descobrimento do Brasil. Rolou no “Clássico Chocolate de Páscoa”, no Maracanã, diante de 53.750 pagantes, com três gols de Romário.
 Naquele domingão, os dois maiores rivais do futebol carioca decidiam o título da Taça Guanabara, e 40 mil ovos achocolatados foram distribuídos aos torcedores, antes de a pelota rolar. Os rubro-negros abriram a conta, malmente a partida começara, mas pagaram caro pela ousadia. Felipe empatou, complementando um chutaço, de Viola, na trave, para o “Baixinho virar: 2 x 1, 3 x 1 e 4 x 1. Por fim, Pedrinho acabou de esfolar o “Urubu”.
Ubiraci Damásio apitou aquele clássico nervosíssimo, que teve seis jogadores expulsos – Luís Alberto, Beto e Fábio Baiano, pelo Fla, e Viola, Odvan e Alex Oliveira, dos vascaínos, que foram: Hélton; Paulo Miranda, Odvan, Mauro Galvão e Gilberto; Amaral, Nasa, Felipe e Pedrinho (Júnior Baiano); Viola e Romário (Alex Oliveira).
Treinado por Abel Braga, o time do Vasco acabava de mandar a sua 15º goleada sobre o Fla. Confira as anteriores: 4 x 1 (1929); 7 x 0 (1931); 5 x 2 (1934); 5 x 1 (1945); 5 x 2 (1947);5 x 2 (1949); 4 x 1 (1950); 5 x 2 (1953); 4 x 1 (1965); 4 x 0 (1967); 4 x 0 (1985); 4 X 1 (1996); 4 X 1 (1997).
 Quanto aos jogos que deram o título daquela Taça GB à “Turma da Colina”, anote: 12.03.2000 – Vasco 2 x 0 Madureira; 18.03 –  3 x 0 Bangu; 22.03 - 1 x 0 Friburguense; 25.03 – 6 x 0 Americano;  29.03 – 4 x 1 Olaria; 02.04 – 3 x 2 Fluminense; 09.04 - 0 x 0 Botafogo; 12.04 – 3 x 0 Volta Redonda; 15.04 – 3 x 1 América; 19.04 – 5 x 0 Cabo Frio; 23.04 – 5 x 1 Flamengo.
Campanha invicta, com 10 vitórias, e um empate, marcando 35 e sofrendo apenas cinco gols. O dois maiores ídolos da galera, Romário a Edmundo, marcaram, respectivamente, 15  e 7 tentos. Paulo Miranda (3), Odvan (2), Viola, Junior Baiano, Felipe, Alex Oliveira e Pedrinho completaram a festa no filó.
 

                    CONFIRA OUTROS RESULTADOS NA DATA 23 DE ABRIL

VASCO 2 X 0 SANTOS, em 1955, ainda não havia Pelé. Mas a camisa dele estava vestida por um ex-vascaíno que era, também, bamba em fazer gols, o já passeador noturno Vasconcelos. Valeu pelo Torneio Rio-São Paulo no Maracanã, apitado por Antônio Musitano e assistido por 7.351 pagantes e 2.946 caronas, que totalizaram a assistência de 10.297 almas.  O Vasco era treinado por Flávio Costa e bateu com: Vitor Gonzalez; Paulinho de Almeida e Bellini; Amauri, Adésio e Dario; Sabará, Ademir Menezes, Vavá, Pinga (Alvinho/Ledo) e Parodi. Detalhe: Pinga foi substituído por Alvinho, que cedeu vaga, depois, a Ledo, que foi expulso de campo.  

VASCO 1 X 0 NÁUTICO-PE, valendo pela segunda fase do Campeonato Brasileiro-1980, no estádio do Arruda, em Recife,  teve gol único marcado pelo meia Guina, aos 13 minutos. Com aquele placar, os vascaínos quebraram o tabu de três jogos sem vencerem o “Timbu”, em confrontos pelo Brasileiro unificado. De negativo só a expulsão de campo do meia-atacante Jorge Mendonça. O Vasco do dia teve: Mazaropi; Léo, Orlando, Juan e Paulo César; Dudu, Guina e Jorge Mendonça; Katinha, Paulinho (Aílton) e Roberto Dinamite.  Até aquele 23 de abril de 1980, pelo Brasileirão, havia, sido disputado oito  jogos entre os dois times, com o Vasco vencendo quatro e empatando um. Marcou 13 gols.

VASCO 2 X 1 PONTE PRETA, em 2006,  foi triunfo fora de casa, no Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas. Com aquele era um Brasileirão de fase única, o “Almirante” aproveitou para entortar, por ali, o pescoço da “Macaca”. Por sinal, naquele dia, quem estavas com a macaca era o garoto alagoano Morais, que pimbou a rede, aos 85 e aos 87 minutos.
 
Em 22 abril de 1945, o Vasco foi bi do Torneio Início,  espécie de aquecimento para o Campeonato Carioca. O festival de futebol foi em São Januário e o título saiu com 2 x 0 sobre o Botafogo, com gols de Lelé e Massinha. No primeiro compromisso, os  vascaínos ficaram no 0 x 0, com o Bonsucesso, mas o eliminaram, por 1 x 0, na decisão por escanteios, que eram chamados de “corners”. Quem mais os cedia, perdia. Aristides Figueira  apitou  e o Vasco formou com: Barqueta, Sampaio e Augusto; Berascochea; Dino e Argemiro; Santo Cristo, Lelé, Jair, Elgen e Chico.
No segundo jogo, com apito de José Ferreira Lemos, o batido foi o Canto do Rio, por 1 x 0. Daquela vez, o gol foi com bola rolando, marcado por Chico e com escalação repetida. Na decisão, mediada por Alzilar Costa, o Vasco trocou Santo Cristo, por Cordeiro, e Elgen, por Massinha, para vencer o Botafogo, formando com: Barqueta; Sampaio e Augusto; Berascochea; Dino e Argemiro; Cordeiro, Lelé, Jair, Massinha e Chico.

FÓRMULA - Idealizado pela 1916 pela Associação de Cronistas Desportivos, em 1916, naquele Torneio Início-1945 o Vasco sasgrouse campeão,  pela oitava vez. Todos os jogos eram em uma mesma tarde, durando 20 minutos, com cada tempo de 10. Só a final tinha 30 x 30 minutos. Nos primeiros tempos,  em caso de empates, os vencedores saíam por número de escanteios cedidos. Depois, em cobranças de pênaltis.

                        

BELAS DA MANCHETE ESPORTIVA - SUELY

Nos Jogos Abertos da cidade mineira de Poços de Caldas, em 1957, um broto, de 17 anosa, arrasou. A número 14 do time campeão de vôlei, Suely Mangualde. Atleta do Minas Tênis Clube, de Belo Horizonte, foi peça preponderante para a suas turma carregar a taça. Suely vivia para ao esporte e os estudos. Aluna do Colégio Estadual de Minas Gerais, não colocava outros aditivos em sua vida. A não ser ouvir música. Ela gostava, também, de futebol., sem torcer para nenhum time, de basquete e da natação, mas avisava: sem musica e vôlei, não ficava. A foto em que ela embeleza o Nº 90 da “Manchete Esportiva”, saiu sem crédito. Que “preju” para quem disparou ao click deste eckatacrhome!

HISTORI&LENDAS DA COLINA

A camisa do time vascaíno tem a Cruz de Cristo e a bandeira do clube a Cruz de Malta. Erro de fabricação? O “Kike” fez uma passeadinha pela história e encontrou cavaleiros de Castela, da Baviera e de Provença pousando, separadamente, em Lavalete, na Ilha de Malta, hoje, possessão britânica na região do Mediterrâneo. Mas não leu nada sobre interferências da coroa portuguesa sobre a Ordem de Malta. Diz a história que esta foi fundada por Villiers Adam, um refugiado (com os seus cavaleiros) em Malta, após ser escorraçado de Rhodes, pelo sultão Salomão.
Em seguida, o “Kike” pegou o livrinho do estatuto vascaíno e está lá que a bandeira do Club de Regatas Vasco da Gama “é preta, com uma faixa branca em diagonal, a partir da tralha, tendo ao centro, em vermelho, a Cruz de Malta”. Portanto, um erro dos pesquisadores que assessoraram os fundadores da clube, pois o almirante Vasco da Gama usava a Cruz da Ordem de Cristo no peito e nas velas de suas caravelas. Foi levando tal símbolo, que Portugal chegou aos seus grandes descobrimentos.
Além disso, o “Kike” achou, em “Manchete Esportiva” Nº 9, de janeiro de 1956, transcrição de anotações do fundador José Lopes de Freitas, o José da Praia, contando: “As festas que a colônia portuguesa promoveu no Rio de Janeiro, por ocasião dos festejos do quarto centenário da descoberta do caminho marítimo parta as Índias, foram suntuosas, extraordinárias. A sessões solenes, bailes, fogos, iluminações e cortejos alegóricos. O dia 20 de maio (de 1898), data do feito glorioso, foi feriado. Por toda a parte, se viam bandeiras com a Cruz de Cristo, essa cruz que o Vasco tomou por símbolo... No Clube Ginástico Português, houve um grande baile comemorativo em que escolas de ginástica e de esgrima, apresentaram-se em uniforme especial para esse dia – camisa branca, coam cruz tomando todo ao peito. Enfim, em toda parte, durante os festejos, aparecia a bandeira da cruz das caravelas do Gama”.
Finalizando, o José da Praia fundador do Vasco era vizinho de Henrique Monteiro, que o convidou a participar da grande aventura da fundação do “Gigante da Colina”, como ele conta, também, na transcrição de suas recordações. Na matéria, a revista carioca mostra uma foto do então embaixador português ano Brasil, Antônio de Faria, exibindo a condecoração da Ordem Militar de Cristo, concedida pelo governo do seu pais ao Club de Regatas Vasco da Gama. Portanto, um erro que precisa ser corrigido.