Vasco

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quinta-feira, 30 de junho de 2016

BELAS DA REVISTA DO ESPORTE- MARINA

 

Imagine o furor ela fazia quando entrava nas quadras! Linda, morena brasileiríssima, e solteira. Marina, gaúcha que defendia o Flamengo, era, também, da seleção brasileira e vôlei e campeã pan-americana. Este é um blog vascaíno, mas ela tem espaço garantido por aqui, porque, se tem algo que os cruzmaltinos gostama, seguramente, é de mulher bonita. No "Kike", mulher linda tem a todos os direitos. De acordo, amigo "vasconauta"?

 Imagine the furor when she was entered on the court! Beautiful, very Brazilian brunette, and unmarried. The Marina gaúcha Flamengo and advocated, also, was the Brazilian volleyball team, Pan American champion. This is a vascaíno blog, but she has secured a place here, because if there's something that gostama cruzmaltinos certainly is beautiful woman. In "Kike", beautiful woman has all the rights. Agree?
Imagine the furor when

HISTORI&LENDAS DA COLINA

1 - O milésimo gol vascaíno em Campeonatos Brasileiro foi marcado em 28 de novembro de 2000, por Oswaldo Giroldo Júnior, o Juninho Paulista, aos 28 minutos do segundo tempo. Aconteceu diante do Bahia, em uma terça-feira, em São Januário, valendo pelas oitavas de finais do Brasileirão. Com aquilo, o Vasco tornou-se o segundo time a “milhar” na disputa. O primeiro, por 20 dias de diferença, fora  o São Paulo, com 4 x 3 no Sport Recife, na Ilha do Retiro.  O Vasco venceu o Bahia, por 3 x 2, com: Helton; Clebson, Odvan, Júnior Baiano e Jorginho Paulista; Jorginho "Tetra" (Nasa), Paulo Miranda, Juninho Pernambucano e Juninho Paulista; Euller (Pedrinho) e Romário (Viola). O autor dos dois outros gols foi Euller, aos 26 minutos do primeiro tempo e aos 4 do segundo. Oswaldo de Oliveira era o treinador cruzmaltino e o árbitro Fabiano Gonçalves.                                                    

2 - O jogo chegava ao final. E nada de gol. Mas, aos 46 minutos do segundo tempo, em São Januário, o sérvio Petkovic levantou a galera, escrevendo Vasco 1 x 0 Coritiba, pelo Campeonato Brasileiro de 2002.  Naquela partida, apitada pelo pernambucano Valdomiro Matias Silva Filho, o treinador Antônio Lopes escalou: Fábio; Wellington (Gleydson), Geder, Rogério Pinheiro e Wederson (Siston); Henrique, Haroldo, Rogério Corrêa (Cadu) e Petkovic; Souza e Washington.UMA UTÊNTICA VITORIA EM CIMA DA HORA. OU DEPOIS DA HORA?



O trem das areias aprontou em solo capixaba
3  -O domingão 12 de fevereiro de 2012 foi mesmo o máximo para a "Turma da Colina". Na grama, 2 x 1, de virada, sobre o Fluminense. Na areia, goelada, por 4 x 1, pra cima do Flamengo.
 A rapaziada estava excursionando pelo Espírito Santo, onde vencera a Seleção de Pinheral, por 3 x 1. Amistosamente, contra os rubro-negros, na cidade de  Serra, a vitória foi coms gols de Bruno Xavier, Rafinha, Mauricinho e Léo.
Com este pancadão na cabeça do "Urubu", a rapaziada do técnico Índio deu por encerrada a pré-temporada em  território capixaba, voltando ao Rio de Janeiro.
 



quarta-feira, 29 de junho de 2016

BELAS DA REVISTA DO ESPORTE - ÁTILA




Atila reinou no basquetebol carioca, com a sua beleza morena. Além de ser uma grande atleta, dona de uma técnica apurada, encantava a torcida, pelo seu charme. Havia torcedor que ia aos seus jogos sonhando em paquerá-la. Mas Atila namorava com o esporte. A ele dedicava todo o seu tempo. Por isso, era convocação certa quando se formava uma seleção brasileira de bola ao cesto.

Attila ruled in Rio's basketball, with its dark beauty. Besides being a great athlete, owns an impressive technique, charmed the crowd at his carioquíssmo charm. There were fans who went to their games dreaming of flirting with her. But Attila flirted with the sport. The he devoted all his time. So it was right call when it formed a national team of basketball.

terça-feira, 28 de junho de 2016

O OLÍMPICO MEIA ANDREZINHO

 O "Almirante" não marcava um gol olímpico  desde 2003, quando Marcelinho Carioca balançou as redes do Fluminense, no Maracanã, durante o primeiro jogo da decisão do Estadual e que teve caneco levado para a Colina. Antes, houvera um outro em março de 1928, quando  inaugurava-se refletores de São Januário e o time da casa venceu o uruguaio Wanderers, por 1 x 0, com o esquinado batido pelo ponta-esquerda Santana.
Carlos Gregório Junior flagrou o gol olímpico para 
www.crvascodagama.com.br
" O gol olímpico é um lance raro, muito difícil de acontecer. Quando acontece, se transforma em golaço. Quando era garoto, eu procurava sempre observar o Marcelinho e o Petkovic executarem as suas cobranças de bola parada. Procuro pegar um pouco de cada para aperfeiçoar a batida, sempre mandar a bola fechada, na direção do gol. É uma jogada muito perigosa, os próprios goleiros já me falaram isso. Isso porque qualquer desvio, seja do zagueiro ou de um atacante, pode colocar a bola para o fundo das redes. Em alguns casos, ela pode até entrar direto, como aconteceu. Não tive a intenção de colocar a bola onde ela foi, mas bati forte na direção do gol", contou Andrezinho ao site oficial do Vasco da Gama.
Contratado no segundo semestre do ano passado, Andrezinho não demorou para cair nas graças da torcida cruzmaltina. É o armador um dos jogadores mais assediados nas cidades onde o time vascaíno vai jogar nas mais diversas regiões do Brasil. Apesar disso, em alguns momentos, ele não aparece tanto para os críticos como outros companheiros, casos de Martín Silva e Nenê. Isso, entretanto, não incomoda o camisa 7.
"Eu sempre fui um cara que pensa grupo, sem demagogia nenhuma. Eu carrego essa coisa comigo e falo isso do fundo do coração. Com um time bom, você vai ganhar clássicos e jogos importantes, mas para ganhar título você precisa ter grupo. Ganhei títulos não sendo "o cara", mas mesmo assim sabia minha importância no elenco. Eu não tenho essa vaidade de querer ser o mais visado. Futebol é coletivo e os objetivos pessoais caminham juntos com os coletivos. Fico feliz por estar colaborando com essa excelente fase do Vasco", finalizou.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

HISTORI& LENDAS DA COLINA

 
 .

(imagem reproduzida do site www.vasxfla.blogspot.com.br) Agradecimento.
 

BELAS DA ESPORTIVA - MARTA

Esta era uma atleta que mandava ver, pra valer. Competição era com ela mesma. Não deixava para amanhã. Convocada, ia à luta, como uma fera, feríssima. 
Três vezes campeã de vôlei, pelo Minas Tênis Clube, de Belo Horizonte, a fera Marta Miraglia foi considerada, em 1956, a melhor voleira brasileira, principalmente naqueles lances em que as bolas são lançadas na altura da rede, para bater forte em direção ao campo do adversário.
 Medalhas, a terríbilíssima Marta tinha um arsenal. Campeã sul-americana, no Uruguai; dos Jogos de Inverno de Santos-SP; bi dos Jogos Abertos de Cambuquira-MG foram alguns dos seus títulos. Mas ela experimentou, também, o basquete, que achou muito violento.
No atletismo, chegou a ficar em sexto lugar, no arremesso do peso, em um Campeonato Brasileiro. Como se vê. nasceu para o esporte. Afinal, a genealogia ajudava. Seu pai, Achiles Miraglia, e o irmão, Túlio, eram atiradores. O outro irmão, Dino, já vestia camisa da seleção mineira de basquete, enquanto irmã Célia era uma outra voleira na família.
 Na época em que foi fotografada, por Jader Neves, para o Nº 42 da "Manchete Esportiva" que circulou com data de 8 de setembro de 1956, ela esperava a convocação do selecionado brasileiro, para o Mundial de Vôlei que a França sediaria.

Three times champion volleyball at Minas Tennis Club, of Belo Horizonte, the Marta Miraglia beast was considered in 1956, the best Brazilian voleira, especially those bids in which the balls are released at the time the network to slog toward the camp of advesário.Medals, I had a saved arsenal. South American champion in Uruguay; Winter Games of Santos-SP; bi of Open Games Cambuquira-MG were some of its titles. Marta experienced also the basketball but found it too violent. 
In athletics, came to stay in sixth place in the weight throw, in a Brazilian Championship. As it turns out, was born for the sport. After all, the genealogy help. His father, Achilles Miraglia and his brother, Tulio, were gunmen. The outor brother, Dino, already dressed shirt mining basketball team while sister Celia was another voleira in the family. At the time it was photographed by Jader Neves, for the # 42 of "Headline Sports" that circulated dated 8 1956 seembro, Martha hoped to convene the Brazilian team for the World Volleyball that France would host.

domingo, 26 de junho de 2016

O DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - RACHEL DE QUEIROZ , PRIMEIRA MULHER NA ACADEMIA BRASILEIRA A DE LETRAS

O abraço de Dinah Silveira
Torcedora confessa do Vasco da Gama, a corajosa escritora cearense foi articulista da revista carioca "O Cruzeiro" e autora de vários livros de sucesso. Um deles virou  minissérie de muito sucesso pela Rede Globo de TV, o "Memorial de Maria Moura". Ela chegou a ser presa, por propagar a sua ideologia política, de luta contra as injustiças sociais.
Rachel tem Austragésilo de Atayde à sua esquerda

 O que levou Rachel de Queiroz para a torcida do grêmio da Rua General Almério de Moura foi a semelhança entre os seus personagens nordestinos, lutadores contra todos os tipos de preconceitos sociais. Bem como o clube, que sofreu todo o tipo de perseguição da elite que dominava o futebol carioca, nos inícios do século 20, seus heróis foram concebidos como símbolos de uma raça que não se entrega.
Rachel de Queiroz viveu entre 17 de novembro de 1910 e  4 de novembro de 2003. Coincidentemente, foi em um outro 4 de novembro, o de 1977, que tornou-se imortal.
Enquanto mortal, escreveu sobre o Vasco na revista "O Cruzeiro", participou de programações na sede do clube e vibrou muito nas vitórias da rapaziada.
 Estas fotos foram reproduzidas da extinta revista "Manchete", da noite em que ela foi empossada  como uma acadêmica, encerrando o ciclo do "Clube do Bolinha" na casa de Machado de Assis.

HISTORI & LENDAS DA COLINA

1931 – O Vasco encarou o uruguaio Sudamérica, amistosamente, em São Januário, no dia 24 de março, com dois árbitros. Começou com Jorge Marinho,  ligado ao Fluminense, e terminou com Carlos Scapinachis, atleta e jornalista no Uruguai. Na época, o futebol uruguaio, campeão da primeira Copa do Mundo, em 1930, e da Olimpíada de 1928, era fortíssimo. Até clube sem expressão, como o Sudamérica, que não era da primeira divisão, despertava a atenção dos brasileiros. Reforçado por atletas de Wanderers, Olympia Club, Peñarol e Nacional, aquela galera veio excursionar ao Brasil. O Vasco mandou-lhe 4 x 2, com gols de Mattos (2) e Paes (2), jogando com: Jaguaré, Brilhante e Itália; Tinoco, Fausto e Molla (Nevi); Bahianinho, Paes, Waldemar, Mattos e Sant’Anna.

 NOME DO FILME: DOIS APITOS E SEIS GRITOS (DE GOL).

Em 1993, o Vasco foi indiscutível durante a campanha do título da Taça Rio. Nas finais, mandou 2 x 0 e 2 x 1, além de um 0 x 0, com no Fluminense. Foram 16 vitórias, cinco empates e quatro quedas, marcando 47 gols e sofrendo 19. A “Turma da Colina” ainda teve o artilheiro, Valdir, com 19 bolas nas redes.  
VALDIR FEZ CABELO E BARBA, COMO SE FALAVA, ANTIGAMENTE, COM DUAS VITÓRIAS SEGUIDAS. E O SEU APELIDO ERA ‘BIGODE’.

Jogadores que mais vestiram a camisa cruzmaltina: Roberto Dinamite: 1.108; Carlos Germano: 632; Sabará: 576; Alcir Portela: 511; Barbosa: 485; Mazaropi: 477; Pinga: 466; Coronel: 449;  Paulinho de Almeida:436.
 
SE HÁ OS “10 MAIS”, O VASCO TEM UM A MENOS ENTRE OS “MAIS”.

03.06.1984 - Foi diante do Vasco, amistosamente, em Juazeiro do Norte-CE, que o maior ídolo corintiano da década-1980, o meia-atacante Sócrates despediu-se do “Timão”. Mas, naquele dia, os vascaínos caíram, por 0 x 3, no Estádio Mauro Sampaio, com Biro-Biro, aos 67; Galo, aos 70, e Dicão, aos 73, marcando os gols. O time vascaíno, que estava comandado por Valinhos, foi: Acácio; Edevaldo, Daniel Gonzalez, Ivã e Airton; Oliveira, Mario e Claudio José; Jussiê, Geovani e Vilson Tadei. O Corinthians era: Carlos (Solito); Ronaldo, Paulo, Juninho e Ailton; Biro-Biro, Sócrates (Careca) e Luiz Fernando; Ataliba (Galo), Casagrande e Dicão. Técnico: Helio Maffia.

O “PADIM PADE CIÇO” NÃO QUIS FAZER MILAGRE PARA OS VASCAÍNOS. PREFERIU A CIÊNCIA DO DOUTOR SÓCRATES.

sábado, 25 de junho de 2016

VASCO DA GAMA 2 X 1 CRB-AL

A tarde de hoje, na Terra dos Marechais" foi de comando do "Almirante", que voltou a mostrar porque é o "Time da Virada". Claro! Virou o placar e venceu em jogo que teve gol olímpico, marcado por Andrezinho, o da vitória, e o goleiro Martin Silva defendendo pênalti, aos 45 minutos do segundo tempo. Com esta que foi a quartas vitória fora de casa neste Brasileirão da Série B – as outras foram sobre o Sampaio Corrêa-MA, Joiville-SC e Londrina-PR –, a rapaziada seguiu liderando a disputa, com 28 pontos, seis a mais do que o segundo colocado, o Ceará. 
A foto reproduzida de www.crvascodagama.coam.br mostra Leandrão 
comemorando o gol antes de a bola sacudir a rede
 Três minutos após sofrer o gol do time alagoano, o centroavante Leandrão empatou a partida, que terminou no 1 x 1 na etapa inicial. No lance, Leandrão recebeu a bola na área, tirou a zaga do CRB da jogada e chutou-a para o canto esquerdo do arqueiro Juliano, rasteiro e sem chance de defesa. O gol da virada sai aos 12 minutos da fase final, quando Andrezinho, da esquerda, cobrou escanteio, com o pé direito, mandando a bola no poste inferior do lado esquerdo defendido pelo goleiro do CRB. 
Aos 43 minutos, Galdezani cai na área, o árbitro mando o lance seguir, mas o bandeirinha do lado direito parra onde atacava o time da casa viu pênalti, que Diego cobrou, rasteiro, para o canto esquerdo de Martín Silva, que ficou parado no meio do arco e fez a defesa em dois tempos, garantindo o 2 x 1.
FICHA TÉCNICA - 25.06.2016 (sábado). 12ª rodada do Campeanto Brasileiro da Série B. Estádio: Rei Pelé, Maceió - AL.Juiz: Leandro Bizzio Marinho-SP.Assistentes: Anderson José de Moraes Coelho-SP e Oberto da Sivla Santos-PB. Cartões amarelos: Olívio e Diego Jussani (CRB); Marcelo Mattos, Luan e Nenê (Vasco). Gols: Lúcio Maranhão, aos 26, e Leandrão, aos 29 min do 2º tempo. Andrezinho, aos 12 min do 2º tempo. VASCO: Martín Silva; Madson (Yago Pikachu), Luan, Aislan e Julio César (Henrique); Marcelo Mattos, Julio dos Santos, Andrezinho e Nenê; Jorge Henrique (Éder Luís) e Leandrão. Técnico: Jorginho Amorim. CRB: Juliano; Bocão, Diego Jussani, Flávio Boaventura e Diego; Matheus Galdezani, Olívio, Dakson (Gerson Magrão) e Luidy (Roger Gaúcho); Wellinton Junior (Assissinho) e Lúcio Maranhão.  Técnico: Mazola Júnior.  

BELAS NA ESPORTIVA - CARMEM

 Quando era uma menina muito levada, Carmem Sylvia de Sá Peixoto bicicletava em disparada e patinava.  Pena que o “Jornal dos Sports” não promovessem ainda os Jogos Infantis. Poderia ganhar um monte de medalhas. Depois de adulta, Carmem escolheu o arco e flecha, para representar a sua faculdade de Direito nos Jogos da Primavera, uma outra promoção do “JS”.  Para ela, a sua modalidade era muito ingrata: se a mão tremesse, um pouquinho, a flecha desviaria a um quilômetro do alvo, e adeus vitória. Além de tentar acertar na mosca, Carmem Sylvia gostava de tocar violão. E não passava sufoco por falta de empregada na cozinha. Ia pro fogão, na boa. Para sorte dos dois irmãos, um médico e o outro advogado.  Mas do que ela gostava mesmo era de saborear o filé com batatas fritas preparado pela mãe.  Enquanto era fotografada por Jankiel Gongarowski, para o Nº 54 de “Manchete Esportiva”  de 1º de dezembro de 1956, ela contou à repórter Meg que jamais entrava na sala de aula com o pé esquerdo. Por uma certeza: em dia de prova, se cruzasse com um gato preto, a nota serias baixa. No mais, tinha medo de ladrão. Mas quem lhe roubava (muito tempo) era o estudo.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

A GATARRAÇA E O CAPITÃO INGLÊS


O capitão do time West Ham e da seleção inglesa, Boby Moore, compareceu a uma loja da Oxford Street, na Londres da década-1970, para promover uma marca de meias-calças para mulheres. Ele levantou uma linda modelo loira safra-1950, ante uma invejosa multidão, que imaginava: "Good save the Queen. Nosso capitão é bom de bola e de mulher". Bola na rede!
 Detentor de vários contratos publicitários, em sua época nos gramados, Bobby Moore faturava alto e ainda levava uma loira de bonificação. Resta saber se não levava o cartão vermelho em casa, ou se tinha que armar um meio-de-campo muito convincente. Afinal, esta foto rodava o planeta. Quanto à gataça, embora mais do que bonita e gostosa, nem tinha o seu nome citado na campanha publicitária. Afinal, nunca levantara nenhuma taça de campeão, caso do colega de click, na Copa do Mundo de 1966.

The captain of the West Ham team and the England team, Boby Moore, attended an Oxford Street store in London of the decade-1970 to promote a brand of pantyhose for women. He raised a beautiful blonde model crop-1950, before a crowd envious, he imagined ". Good save the Queen Our captain is good ball and woman." Ball in the net! Holder of several advertising contracts in his time on the pitch, Bobby Moore faturava high and still carried a blonde bonus. The question is not wearing the red card at home, or if you had to set up a middle-of-field very convincing. After all, this photo was running the planet. As for gataça, although more than beautiful and sexy, nor was his name mentioned in the advertising campaign. After all, never raised any champion cup if the click-mate in the World Cup 1966.

A GRAÇA DA COLINA - DESCEU LEGAL!

O Boletim de Informações aos Associados do Club de Regatas Vasco da Gama, que seria a revista do clube, atualmente, traz em seu número 7, de janeiro/fevereiro de 1954, um anúncio da cerveja Brahma Chopp, interessantíssimo: um vascaíno marcando um gol em um rubro-negro, que ainda é chamado de "frangueiro".
O reclame, como os anúncios eram chamados na época, tenta vender o produto a vencedores e vencidos, sugerindo que "Até num frango se dá um jeito com duas palavras: Brahma Chopp".
A criação não tem o indicativo da agência produtora e nem do desenhista. Está na página 27 da publicação. O anunciante usou de espaço em território cruzmaltino, para mexer com o maior rival da "Turma da Colina", por sinal, a principal rivalidade do futebol carioca, que forma o chamado "Clássico dos Milhões", que já rendeu 364 disputas, por 30 competições, entre 29 de abril de 1923 (Vasco 3 x 1 Flamengo) e 28 de agosto de 2011 (Vasco 0 x 0 Flamengo). Portanto, um anúncio para atingir o povão. Colocação correta na mídia, se bem que naquele tempo ainda não havia esta palavra no marketing nacional.      

quinta-feira, 23 de junho de 2016

BELAS NA ESPORTIVA - HILDA FURACÃO

A ”década dourada”, como foi chamado o decênio começado em 1950, teve mulheres extraordinárias. Mas nenhuma tão fera nos esportes como paulista Hilda Larsen. Era um furacão. Foi atleta destacadíssima. Sem se limitar a uma só modalidade terrestre. Encarava, também, o fundo do mar. Se bem que ela era um “peixão”, no linguajar da época e como denuncia o ektachrome colorido de Jankiel Gongarowski, para o Nº 61 da “Manchete Esportiva” que circulou  com data de 19 de janeiro de 1957. Hilda caçava qualquer peixe. Não tinha medo nem de tubarão. Quando ia à pesca, muito bem armada e superdecidida, era pra fisgar tudo o que pintasse diante do seu arpão. Que peixada! 

GIRO VASCAÍNO-1959


A falta de planejamento já fez o Vasco passar por dissabores desnecessários. incompatíveis com a suas glórias e histórias.
 Para excursionar, desordenadamente, à Europa, o clube só teve reservas para decidir o Torneio Rio-São Paulo-1959, contra o grande Santos de Pelé. Se bem que os cartolas vascaínos diziam ter a Federação Paulista de Futebol aplicando-lhes um golpe, conseguindo marcar a decisão para um período em que não deveria.   
Em 17 de maio, o Vasco levou 3 x 0 dos santistas. No dia seguinte, estreava na excursão, jogando na Suécia. Em seguida, foi à Dinamarca, voltou à Suécia, visitou a Finlândia e voltou à Suécia. Nesse ponto, pintou o auge da desorganização. O time ficou parado, por 12 dias, em Paris, sem tem contra com quem jogar. Mas rolaram, ainda, um jogo na Alemanha, um na Itália e dois na Espanha.
Respaldado pelo prestígio do zagueiro Bellini, o capitão da Seleção Brasileira campeã da Copa do Mundo da Suécia-1958 e a sua maior atração, o Vasco foi um joguete nas mãos de empresários. Enquanto Real Madrid cobrava U$ 30 mil dólares por exibição, eles pagavam menos de U$ 3 mil ao “Almirante”, que era o campeão carioca e tinha um dos melhores times do mundo.
Forame estes os resultados do time naquela bagunçada excursão: 18.05.1959 – 5 x 1 Oddevold-SUE; 20.05 – 2 x 1 Combinado Staevnet-Alliancen-DIN; 22.05 – 11 x 0 Östersund-SUE; 26.05 – 1 x 1 Helsinque-Alliansen-FIN; 28.05 – 4 x 1 Nybro-SUE; 09.06 – 1 x 2 Fortuna Düsseldorf-ALE; 11.06 – 2 x 1 Milan-ITA; 14.06 – 5 x 4 Atlético Madrid-ESP; 21.06 – 1 x 2 Bétis-ESP.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

BELAS NA ESPORTIVA - GEORGINÉ



Seguramente, ela foi a única rainha sem coroação na história deste planeta. Tudo porque seu clube estava em obras e não dava para misturar coroa com sacos de areia, cimento brita e tijolos. Foi tudo no olho. 
 Na hora de escolher quem representaria o Olaria Atlético Clube no concurso Rainha dos Jogos das Primavera – promovidos pelo Jornal dos Sports – não se teve dúvida. Por unanimidade, a moça da foto estava eleita. E nem precisava de eleição.
 Dê uma olhada nesta morena clicada pelo ektachrome de Faria Azevedo, para o Nº 54 da “Manchete Esportiva”, lançada em 1º de dezembro de 1956. Alguma dúvida? Mais? A gataça, nascida em Copacabana, foi registrada com nome de rainha: Georginé  de Saint  Legér Nigre Milliet. E fim de papo!
Embora nascida em “Copa”,  a raínha morena vivia na Penha, desde menina. E adorava o pedaço. Trabalhava, como secretária, no Clube de Engenharia. Nas horas de folga, jogava vôlei. Dançar era um outra diversão dela. Dizia-se adoradora de boleros amorosos,  toadas e sambinhas cheios de graça. Assim como ela.     
 
Sure, she was the only queen without crowning in the history of this planet. All because his club was in the works and I could not mix crown with sandbags, cement gravel and bricks. It was all in the eye.
 Time to choose who would represent the Olaria Atlético Clube in Queen contest the Games of Spring - promoted by Jornal dos Sports - if you had no doubt. Unanimously, the photo of the girl was elected. And not needed election. Take a look at this brunette clicked by ektachrome de Faria Azevedo, for the No. 54 of the "Headline Sports", launched on December 1, 1956. Any questions? More? The gataça, born in Copacabana, was recorded with Queen name: Georgine Saint Legér nigre Milliet. And that's it!Although born in "Cup", the brunette queen lived in Penha, since childhood. I loved the piece. She worked as a secretary in the Engineering Club. In spare time, playing volleyball. Dancing was a another fun of it. It was said worshiper of love boleros, melodies and sambinhas full of grace. Just like her
 

 



  

HISTORI&LENDAS DA COLINA - BOB

Em 24 de março de 1993, Roberto Dinamite encerrava uma carreira de 22 temporadas, como profissional do futebol, das quais 21 passadas dentro de São Januário. Nesse tempo, disputou 1.022 partidas – 768 oficiais e 254 amistosos –, tendo marcado 754 gols, sendo 708 para a "Turma da Colina".
Por Campeonatos Brasileiros, Roberto balançou as redes em 190 oportunidades, marca difícil de ser ultrapassada, hoje. Pela Seleção Brasileira, esteve em duas Copas do Mundo, fez 48 jogos e deixou 26 tentos. 
 Nascido em Duque de Caxias, Roberto chegou ao Vasco, aos 14 anos de idade, para a escolinha de Seu Rubens. Mas logo subiu ao time juvenil. Foi o treinador Admildo Chirol quem deu-lhe as primeira chance no time principal, em 1971. Em novembro daquele ano, começou a sua "história dinamite", propulsionada por uma manchete do Jornal dos Sports".
Em 1974, Robertos sagrou-se campeão brasileiro. Em 1979, trocou o Vasco pelo espanhol Barcelona. Mas voltou no primeiro semestre de 1980, para reencontrar a galera cruzmaltina, no Maracanã, marcando os cinco gols dos 5 x 2 sobre o Corinthians.   
 
O tento que Roberto considera o seu mais bonito foi marcado contra o Botafogo, em 1976, no mesmo Maracanã, aplicando um chapéu sobre o zagueiro Osmar Guarnelli, em uma vitória de virada, por 2 x 1, pelo Campeonato. Carioca. (fotos reproduzidas de www.crvascodagama.com.br). Agradecimentos

terça-feira, 21 de junho de 2016

VASCO 1 X 0 LONDRINA-PR

Uma falta cobrada pelo zagueiro RODRIGO, valeu vitória vascaína por 1 x 0, hoje à noite, sobre o paranaense Londrina. No lance, a bola bateu em um adversário, "kicou" no gramado e encobriu o goleiro. Depois de Juninho Pernambucano, cobrando falta, em 2014, este é o novo gol "kike da bola" em jogos do "Almirante".
Leandrão, em foto de Carlos Gregório Jr, bateu na trave no primeiro tempo
 Rodrigo, foi expulso nos minutos finais, por desferir um pontapé em um adversário, desnecessariamente, em uma jogada sem nenhum perigo de gol. Não enfrentará o CRB, no sábado.
 Com este resultado, o Vasco se recuperas da escorregada do sábado passado, quando caiu, dentro de São Januário, por 0 x 2, ante o Paysandu. O placara lhe mantém líder da Segundona, com 25 pontos e 4 de vantagem sobre o segundo colocado, o Atlético-GO. Vale ressaltar que o próximo adversário faz um bom campeonato e é o terceiro na classificação. recentemente, pela Copa do Brasil, deu um calor tremendo aos vascaínos, que só conseguiram empatar no finalzinho da partida, com gol do zagueiro Rafael Vaz, que jogava como centroavante.
FICHA TÉCNICA - 21.06.2016 (terça-feira) - Vasco 1 x 0 Londrina-PR. Local: Estádio do Café, em Londrina. Juiz: Jose Claudio Rocha Filho-SP. Público pagante:  13.318. Presente: 14.602. Renda: R$ 313.840,00. Cartão vermelho: Rodrigo (Vasco). Gol: Rodrigo, aos 6 min do1º tempo. VASCO: Martín Silva; Madson, Luan, Rodrigo e Julio César; Marcelo Mattos (Diguinho), William (Julio dos Santos), Nenê e Andrezinho; Jorge Henrique e Leandrão (Jomar). Técnico: Jorginho Amorim. LONDRINA-PR: Marcelo Rangel; Igor Bosel, Luizão, Silvio e Leo Pelé; Germano, Rafael Gava, Zé Rafael (Netinho) e Paulinho Moccelin (Marcelinho); Jô e Keirrison (Itamar). Técnico: Cláudio Tencati.  

BELAS DAS MANCHETE ESPORTIVA - FLORA

Que morenaça, hem, vascaíno! O “Kike” torce para que você, que vai à praia hoje, se depare com uma destas, no tom de cravo e canela. Mas esta na é a Gabriela, do Jorge. De acordo com o texto de Meg, para o Nº 55 da “Manchete Esportiva” de 8 de dezembro de 1956, trata-se da flor Flora Silva Castro. A gatinha exibe a beleza e irradia a energia dos seus 20 anos, pelo ektachrome de Jara.
Flora, à época, estudante do Colégio Rio de Janeiro, segundo a redatora, era menina terrível,  sem medos e complexos, atirando-se a grandes perigos, “com  coragem e sorrindo”. Meg não disse se viu isso, mas escreveu que Flora topava caronas em garupas de motocicletas, mesmo daqueles rapazes que saíam levantando o pneu dianteiro. Seu negócio era curtir aventuras pelas ruas do Rio, deixando que a via à beira de uma taquicardia.
 Um outro tipo de curtição vivido por Flora, contou Meg, era o  ski  aquático. Ainda não havia clube disputando campeonatos na modalidade, mas ela já deixava avisado de que contassem com ela, quando rolasse. Enquanto as disputas não chegavam, fazia saltos acrobáticos, loucuras, loucuras nas águas do mar.  Antes disso, em 1952, fora vice-campeã de vôlei, em um torneio internacional. Depois, participou das provas de tênis dos I Jogos das Primavera. E só não saiu no braço, durante a Travessia Leme-Copacabana, porque não sentiu-se bem preparada. Fera Flora!

segunda-feira, 20 de junho de 2016

VASCO DAS PÁGINAS - QUEIMOU O DIABO


Válter e Vavá estiveram infernais diante do 'Diabo'

A "Manchete Esportiva" Nº 42, datada de 8 de setembro de 1956, ilustrou  vitória do Vasco, sobre o América, por 3 x 1, com 10 fotografias. Valeu pela sexta rodada do primeiro turno do Campeonato Carioca e rendeu Cr$ 1 milhão, 277 mil, 744 cruzeiros e 44 centavos.  Sabará, Válter Marciano e Vavá marcaram os gols.
Diz a matéria, sem assinatura, no título, que "Quem viu o diabo foi o América". E narra a história do confronto, contando que o "Time da Colina" foi ao Maracanã para ser "sempre mais perigoso nas pontadas, colocando a defesa rubra, mercê de excelentes deslocações de sua vanguarda, em constante polvorosa". Elogia o preparo físico do time e vê o treinador Martim Francisco armando a equipe " a olhos" vistos. .. "o Vasco agiu, mais uma vez, de forma inteligente. Embaraçou a retaguarda adversária e, firme na defesa, alcançou um triunfo de expressão, que o guindou à liderança do campeonato", prossegue o texto.
OS GOLS - Aos 31 minutos, o americano Hélio fura, pela intermediária. A bola sobre para Pinga, que chuta ao gol. Pompéia salvou, mas não conseguiu segurara pelota. Ângelo tentou afastá-la dali, mas esta bateu no peito de Sabará, que aproveitou a sobra, avançou e fulminou: 1 x 0, placar do primeiro tempo.
O segundo tento saiu, aos 32 minutos da segunda etapa, quando o América entusiasmava-se para dominar a pugna, após ter empatado, aos 14. No lance fatal, Pinga centrou  a "maricota" para dentro da área americana. Como o goleiro Pompéia e o zagueiro Ângelo erraram (de quem seria a bola?), Sabará e Válter foram mais espertos e entraram com bola e sorrisos arco a dentro – o juiz considerou gol de Válter: 2 x 1.
Vavá fechou a conta, aos 37. Em mais uma falha de Pompéia, que não segurou um chute violentíssimo, de Válter. O atacante pernambucano pegou o rebote e não perdoou: 3 x 1.
 A turma do dia teve: Carlos Alberto Cavalheiro, Paulinho de Almeida e Bellini; Laerte, Orlando e Coronel: Sabará, Livinho, Vavá, Válter Marciano e Pinga. Pela análise da revista carioca, os jogadores vascaínos estiveram pelo mesmo nível. Laerte e Válter levaram a nota 9, e Coronel e Livinho a 7. Os demais ficaram com a 8. Com aquele triunfo, o grupo de Martim Francisco ficava com apenas um ponto perdido (critério da época), um a menos do que América e Flamengo. Confira a sequência de fotos foi clicada por Jader Neves.

ROTA DO ALMIRANTE - Até aquela dia, o time cruzmaltino só deixara de vencer na segunda rodada, quando ficara no 0 x 0, com o Botafogo, em 29 e julho, no mesmo Maracanã. Três dias antes, em São Januário, mandara 4 x 0 pra cima da Portuguesa-RJ.
Na terceira rodada, em 12 de agosto, o batido chamou-se Madureira, em seu estádio, à Rua  Conselheiro Galvão. Levou 4 x 1. O próximo, uma semana depois, foi o Canto do Rio, por 2 x 0, na Colina. Para não deixar dúvidas de que era candidato a carregar o "caneco", no dia 26, passou pelo Fluminense, em sua última partida de agosto, com 3 x 2. A turma estava fera, feríssima!

domingo, 19 de junho de 2016

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - OLIVINHA CARVALHO, VASCAINÍSSIMA

 Cantora das rádios Nacional e Mayrink Veiga, ela garantiu à revista “Radiolândia” – Nº 42, Ano II, de 22 janeiro de 1955 – ser torcedora cruzmaltina desde “que me entendo como gente”.  Jurou vibrar muito nas vitórias e sofrer com as derrotas. Sempre que a sua agenda de trabalho permitia, comparecia aos jogos da “Turma da Colina”, gritando e torcendo bastante. Pulava, de contentamento, quando Ademir Menezes, Vavá Pinga ou Sabará fuzilavam as redes adversárias.
 Era assim, quando estava no estádio, a animadíssima Olivinha Carvalho. Quando o “Almirante” estava sendo atacado, ou com alguém mirando no arco defendido pelo goleiro Barbosa, ela tremia de medo. Gols só deveriam ocorrer nas bolas chutadas pela turma do Vasco, “indiscutíveis”. As do adversário, que fosse para fora.
 De tão vascaína que era, Olivinha posou para o  fotógrafo Wilson Lopes, no meio do time da Colina, a aceitou fazer uma pose, no gramado, usando o uniforme de jogo do time. Muito provavelmente, a primeira de uma foto sexy de uma torcedora vascaína publicada pela imprensa. Mas bem comportada.
 Quando a cantora chegou ao estádio de São Januário, o treinador Flávio Costa preparava-se para iniciar os trabalhos com a rapaziada. Todos a cumprimentaram. Ao ver Olivinha, o técnico “sargentão” abriu um sorriso e a cumprimentou, calorosamente, dizendo: “Espero que você nos tragas mais sorte”, no que ela respondeu: “A sorte não será trazida só por mim, mas pro toda a imensa torcida do nosso Vasco”. 
 Como a equipe disse “a casa é sua, fique à vontade”, Olivinha visitou todo o complexo esportivo que servia ao futebol vascaíno e, também, a piscina olímpica. Assistiu uma parte do treino coletivo do dia e, quando posou para as fotos que você vê, encarou o ataque do sol forte que brilhava sobre São Januário, como os grandes zagueiros da Colina.
Em 1952, Olivinha gravou um grande sucesso, o bolero "Coimbra", de José Galhardo e Raul Ferrão. Em 1955, quando ocorreu aquele encontro de astros da Colina com a estrela, Olivinha fez muito sucesso com o fado” Foi Deus”, de Alberto Janes. Até hoje, esta canção é muito executada, integrando o rol dos “sucessos eternos”. Mas o seu maior sucesso foi um outro fado,  "Ai, Mouraria", de Frederico Valério e Amadeu do Vale.
Olivinha cantava desde os cinco anos de idade, no Programa Heraldo Português, da carioca Rádio Cajuti. No disco, estreou em 1940, levada pelo compositor Braguinha, para a gravadora Colúmbia, onde colocou voz em "Folhas ao vento", e o fado "Evocação", de Antônio Russo e Américo Morais. Em 1947, atuou nos filmes "Esta é fina" e "Fogo na canjica", ambos dirigidos por Luiz de Barros", que a dirigiria depois, em "Eu quero é movimento
 Em 1949, Olivinha passou a cantar mais a música portuguesa, a começar pelos fados "Juramento" e "Quanta saudade", ambos de Antônio Ferreira e Armando Nunes.

 

sábado, 18 de junho de 2016

A GRAÇA DA COLINA - VASCO VULCÂNICO

 
Em 4 de junho de 2011, o vulcão chileno Puyehue, de 2.440 metros de altura, localizado na Patagônia chilena, pela Cordilheira dos Andes, entrou em erupção, o que não ocorria desde 1960. Passou a cobrir de pó várias cidades do Cone Sul, principalmente Osorno, no Chile. e Bariloche, na Argentina.
As cinzas voavam seguindo a direção dos ventos, cancelando voos que deveriam partir de aeroportos argentinos, uruguaios e paraguaios. No Brasil, saiu prejudicado o aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre-RS. Em 11 de junho, a nuvem procurava o Oceano Atlântico. Um dia depois, um domingo, mexeu com voos até na Austrália. 
O cenário gerou uma das mais inteligentes charges na imprensa brasileira, mais precisamente no "Correio Braziliense", a propósito da conquista do título de campeão da Copa do Brasil, pelo Vasco da Gama. Sem carregar uma taça importante desde que ganhara o Campeonato Carioca de 2003, o Time da Colina foi associado, pelo espírito festivo do brasileiro, ao fenômeno vulcânico. Os criadores da caçoada na redação do diário, e o chargista Iki,  mexeram com a torcida cruzmaltina, como se tivessem dito: o Vasco abriu a sua sala de troféus e a poeira foi tanta que impediu voos e fechou aeroportos. Gozação muito inteligente. (matéria sobre o jogo do título vascaíno na edição de 09.06.2011)

sexta-feira, 17 de junho de 2016

BELAS NA ESPORTIVA - YANA E SELMA

  Yana era apaixonada pelo balé, quando era uma garotinha. Chegou a assustar os pais. Depois, virou desportista, em 1954. E, de saída, venceu o torneio de arco e flecha, dos Jogos Infantis do Rio de Janeiro. Como não repetiu o feito no ano seguinte, mudou para o tiro ao alvo, embora não fizesse muito sucesso em casa. Seus pais viam a modalidade como “muito estúpida” para moças. Considerações à parte, valeu-lhe medalha de prata. Em 1957, como o seu colégio, o Anglo-Americano, preferiu ficar fora dos Jogos Infantis, para promover uma olimpíada interna, ela decidiu competir pelo Centro Israelita Brasileiro, do qual a sua família era membro.
Além do tiro ao alvo e do arco e flecha, Yana Purim praticava, também, a ginástica desportiva. O próximo esporte a experimenta-lo seria uma brincadeira chamada “aqualoucos”, isto é, de piruetas malandrinhas em saltos ornamentais. Fora das atividades desportivas, Yana, cujo nome é um derivativo do indígena Yara, aprendia a tocar violão e piano. Assim, como os malandros “aqualoucos”, quando precisava descolar um aumento de mesada, fazia um quitute caprichado para o pai. E flechava o bolso do coroa –Yana foi fotografada por Ângelo Gomes, para o Nº 81 da “Manchete Esportiva” de 8 de julho de 1957.
 
Yana was in love with ballet when she was a little girl. Arrived to scare parents. Then he turned sportsman, in 1954. And , departure, won the tournament archery, the JOGOS INFANTIS of Rio de Janeiro. How not repeated the feat the following year, changed the shooting, although not done very successfully at home. His parents saw the sport as "very stupid " for girls. Considerations aside, earned im a silver medal. In 1957, as his college, Anglo -American, chose to stay away from KIDS GAMES, to promote an internal Olympics, she decided to compete for the Brazilian Israelite Center, which was your family member .Besides shooting and archery, Yana Purim, also practiced the sport gymnastics. The next sport to try it would be a prank call "aqualoucos" , some pirouettes malandrinhas in diving. Out of sporting activities, Yana, whose name is a derivative of the indigenous Yara , learned to play guitar and piano. Thus, as rogues "aqualoucos" when needed take off an increase of allowance, made a neat delicacy for dad . And flechava the pocket of the crown.Yana was photographed by Angelo Gomes , to No. 81 of " Headline Sports " of July 8, 1957 .
 
  Ela trabalhava na Panair, mas não era aeromoça. Era moça aérea. Vivia no ar, subindo para bater forte e derrubar a bola do outro lado das quadras de vôlei. Da mesma forma, tirava os pés do chão e decolava para colocar a bola no aro do basquete. Com a mineirinha Selma Rezende era assim. Uma autêntica "Fera das Alterosas". Além das duas modalidades em que era craque, mostrava veneno, também, na seleção mineira de atletismo. Era daquele ofício. Quando voltava a Lavras, a sua cidade, levava medalhas para mostrar aos conterrâneos, como a de prata do Campeonato Brasileiro-1956, no arremesso do dardo, e a de ouro, buscada pelo Colégio Gamon, de sua terra, quando disputou os Jogos da Primavera do Rio de Janeiro. Selma excedeu: bateu o recorde do arremesso do peso. Na opinião desta "Fera das Minas", toda garota que jogava basquete, gostava do vôlei. E discordava dos que diziam que "bola ao cesto" não era esporte para moças. Garantia que qualquer modalidade bem praticada fazia era bem às meninas. Antes de ser do time de vôlei do Minas Tênis Clube, ela defendia a equipe basqueteboleira do Lavras Tênis Clube. Ela postou para esta foto da "Manchete Esportiva" de 13 de outubro de 1956, em que era apresentada como "Selma, a Tal em Qualquer Esporte". Está escrito assim.

BEBETO - A GRAÇA DA COLINA

1 - Esta charge, sem assinatura, está na revista paulistana "Placar", da Editora Abril. Saiu com data de 3 de agosto de 1990, pela edição de Nº1050. A ideia foi mostrar que o atacante José Roberto Gama de Oliveira, o baiano Bebeto, era muito paparicado, em São Januário, quando o Vasco o "roubou" do seu maior rival, o do Flamengo. Tinha o privilégio de usar a vaga do presidente Antônio Calçada no estacionamento do clube,  em determinados momentos. Tudo bem! O baianinho deu um bom retorno ao time vascaíno.     
2 - O glorioso Bebeto, isto é,  José Roberto Gama de Oliveira, atacante vascaíno nas décadas-1980/1990, teve uma amigdalite persistente, em 1990, depois das Copa do Mundo da Itália (a segunda, pois a primeira fora em 1934). Devido ao problema, o Vasco o internou  em um  hospital carioca, para o baianinho passar por um tratamento rigoroso.  Bebeto contou ter tomado tantas injeções que, um dia, disse para o médico: "Doutor, me arruma uma outra bunda. Nesta já não tem mais onde furar".

quinta-feira, 16 de junho de 2016

BELAS DA MANCHETE ESPORTIVA - COLETTE


Em seu Nº 29, de 9 de janeiro de 1956, a "Manchete Esportiva" escalou um dos seus principais repórteres, Ney Bianchi, para cobrir um fato inusitadíssimo: uma francesinha iria tentar bater o recorde mundial de saltos no pára-quedismo. A Força Aérea Brasileira-FAB cedeu-lhe um avião-transporte e lá se foi Colette Duval, para o céu do Rio de Janeiro, mostrar coragem à Cidade Maravilhosa. Subiu 11.147 metros, encarando tudo. O seu pára-quedas abriu nos 250, quando encarava ventos de 100 nós, temperatura de 30 graus e unidade de 60%. E o recorde mundial estava batido. quando toda Copacabana olhou, no mesmo instante, para o céu. Leia mais sobre Colette na data 24 de outubro de 2013, quando ela apareceu por aqui, pela primeira vez.

DUELO CONTRA OS RUBRO-ANIS

 
O duelo Vasco x Bonsucesso já se repetiu por 139 vezes, por várias disputas. São  97 vitórias vascaínas, contra 15 do adversário e 27 empates, desde 30 de novembro de 1924. Embora a vantagem da “Turma da Colina” seja grande, já houve partidas duríssimas, até com empates por elevados placares, como 4 x 4, em 14 de outubro de 1951, e 3 x 3, em 23 de agosto de 1958, ambos dentro de São Januário. Antes disso, pelo Torneio Rio-São Paulo, em 21 de maio de 1933, houve um outro 3 x 3, igualmente no campo vascaíno. Registra-se, também, um duríssimo 0 x 0, em 6 de maio de 1948, quando o Vasco tinha o quase imbatível "Expresso da Vitória". Foi nas Laranjeiras, pelo Torneio Municipal.
 
O RIVAL - Fundado, nas proximidades das Praça das Nações, por 23 rapazes, na noite de 12 de outubro de 1913, o “Bonsuça” é um clube centenário.  Filiou-se à Liga Municipal, em 1915, e à Liga Suburbana, em 1916, para ser tri, em 1917/18/19. Animada, a rapaziada inscreveu o clube na Liga Metropolitana e, naquela ano, teve o seu primeiro grande pega com os vascaínos: na decisão do Campeonato Carioca da Segunda Divisão. Saiu de campo vice, mas obrigou o adversário a disputar duas prorrogações de meia-hora, cada. Antigos historiadores rubro-anis juravam que o Bonsucesso tinha mais time e perdera o título no apito, com gol sofrido ilegalmente, de mão.
Em 1930, o Bonsucesso formou um belo time, apelidado de “Esquadrão Acadêmico”, só com a rapaziada formada em casa, com destaques para Gradim, autor do primeiro gol (já pelo Vasco) do futebol profissional carioca, e Leônidas da Silva, o artilheiro da Copa do Mundo-1938, quando deixou o Vasco para atender a então Confederação Brasileira de Desportos, que ofereceu-lhe mais grana.
Foi por contas daquele bom time – tinha outros atletas de muito bom nível técnico, como Heitor, Claudionor, Durval, Vareta, Ceci, Miro, Oto, Loló, Eurico, Alfinete e Rebolo – que o Bonsucesso ganhou prestígio, disputou o Torneio Rio-São Paulo-1933 e ficou em terceiro lugar.
 
Além de Gradim e de Leônidas da Silva, entre outros bons jogadores que vestiram a camisa do clube suburbano e depois defenderam o Vasco estão o artilheiro Cabrita, marcador do último gol do Rio de Janeiro como capital brasileira, a temível dupla de zaga formada por Renê e Moisés, o bom goleiro Jonas e o meia Jair Pereira.
 

quarta-feira, 15 de junho de 2016

BELAS DA MANCHETE ESPORTIVA - MARILENE & IARA

Morena, de estatura mediana, Marilene Gonçalves, dizia ter fascinação pelas histórias egípcias. E pela literatura de Jorge Amado. Paulista, foi para o Rio de Janeiro quando era garotinha, para estudar no Colégio Anglo-Americano. Quando se divertia, indo ao cinema, delirava com os golpes de espada do herói. Mas em vez de apaixonar-se pelo galã, como as garotinhas do seu tempo, apaixonou-se pela esgrima. Aprendeu a modalidade e foi campeã, por colégio e clube, nos Jogos das Primavera de 1955. Além disso, disputou dois Campeonatos Cariocas, pelo Fluminense, tendo sido campeã na terceira categoria. Enquanto preparava-se para tentar o bi entra as esgrimistas, treinava, também, para disputar os torneios de ginástica e de natação. Marilene, que teve  aulas, ainda, balé,  foi fotografada por Ângelo Gomes para o Nº 50  da “Manchete Esportiva” que circulou com data de 3  de novembro de 1956.  
 
Brunette, of medium height, Marilene Gonçalves, said that fascination with Egyptian stories. And by Jorge Amado literature. Paulista, went to Rio de Janeiro as a young girl to study in Anglo-American College. When she enjoyed going to the movies, delirious with the hero's sword blows. But instead of falling in love with the leading man, as the little girls of her time, fell in love with fencing. He learned the sport and was a champion for school and club in the spring of 1955. Games also played two championships Cariocas at Fluminense, having been champion in the third category. While preparing to try the bi enters the fencers, trained also to compete in the gymnastics tournaments and swimming. Marilene, who took classes also ballet, was photographed by Angelo Gomes for the # 50 of "Headline Sports" circulated dated November 3, 1956.

Se a Iara é a mãe d´água das lendas brasileiras, a Iara Maria Pinheiro poderia ser a mãe do esporte. Em seis anos de competições, a partir de 1950, colecionou 62 medalhas. Isso dividindo o seu tempo entre os estudos e o trabalho de professora de jardim de infância. Por sinal, sendo a preferida da gurizada do carioca Colégio Anglo Americano. A vida esportiva de Iara começou pelos patins, quando garotinha. De cara, ganhou a sua prova nos Jogos Infantis. No ano seguinte, venceu entre patinadores, mesatenistas, voleiras e nadadores (nado de costas). Em 1953, foi a atleta mais eficiente do setor colegial de clubes. Inédito nos Jogos Infantis do “Jornal dos Sports”, quebrando recordes. Repetiu a dose em 1954. Em 1955, foi recordista em arco e flecha e vencedora em vôlei, basquete, tênis, tênis de mesa, hipismo e ginástica. Então, feríssima, ou não?! Quando foi fotografada, por Ângelo Gomes,  para o Nº 50 da “Manchete Esportiva” de 3 de novembro de 1956, Iara já estava de olho nos Jogos da Primavera, pois havia estourado a idade para os Jogos Infantis. Para a sorte das adversárias.

HISTORI& LENDAS DA COLINA -

Um dos maiores ídolos da torcida vascaína., o atacante Edmundo já foi preso. Mas não estavas, na época, sendo das "Turma da Colina".. Aconteceu em 2011, quando já estava no time de comentarista esportivo de uma TV. Passou menos de 24 horas em uma cela de seis metros quadrados, sem colchão e janela, da Terceira Delegacia Seccional Oeste, no bairro de Pinheiros, em São Paulo. Seria levado para o Rio de Janeiro, mas o advogado Arthur Lavigne Júnior o salvou da viagem.
Edmundo foi solto por um "habeas corpus" concedido pela desembargadora Rosita Maria de Oliveira, da Sexta Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Ela considerou ilegal o mandado de prisão expedido pelo juiz da Vara de Execuções Penais, Eduardo Carvalho de Figueiredo, explicando que não poderia haver prisão, ou cumprimento de pena, sem que todos os recursos fossem esgotados, o que estava definido, desde 1999, pela suprema justiça brasileira. E Edmundo tinha, ainda, um recurso contra a sua condenação correndo no Supremo Tribunal Federal.
O advogado do atleta sustentou que o prazo para prescrição da pena seria de oito anos, a partir da data de condenação (4,6 anos), em março de 1999, e não de 12 anos, como entendia o juiz da Vara de Execuções Penais. 
Edmundo foi acusado de culpa por um acidente automobilístico que matou três e feriu mais três pessoas, 2 em dezembro de 1995, ocorrido pelas imediações da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro. Em 2011, quando esteve enjaulado, o "Animal" recebeu a visita de dois amigos, que levaram sanduíches para ele.

terça-feira, 14 de junho de 2016

VASCO DA GAMA 3 X 2 NÁUTICO-PE

Valeu pena nona rodadas do Campeonato Brasileiro da Série B, representando a recuperação do vexame sofrido, no sábado passado, ante o Atlético-GO. Com o placar, o "Almirante!" sobe aos 22 pontos, mantendo a liderança. Os gols foram marcados por Andreznho, Rodrigo e Éder Luís. No sábado que vem os vascaínos se pegam contra o paraense Paysandu, a partir das às 16h30, novamente no gramado da Rua General Almério de Mourd, que faz fundos com a São Januário.
 O primeiro gol vascaíno saiu aos 12 minutos. Madson cobrou lateral, jogando a bola dentro da área pernambucana. Lá estava Andrezinho, para pegar na bola, de primeira, batendo sem chance de defesa para o goleiro.
Paulo Fernandes, de www.crvascodagama.com.br,
captou a bola na rede mandada por Andreznho. Leandrão
pega carona na alegria.
 O segundo foi marcado pelo zagueiro Rodrigo, que redimiu-se da entregada que derrubou o Vasco, ante os goianos, no jogo passado. No lance Nenê cobrou falta para a área e Rodrigo subiu mais para cabecear e balançar a rede.
O terceiro tento saiu com Éder Luís, que saíra do banco dos reservas e deu mais velocidade ao time.tacante brilhou. Em lance vertical no campo ofensivo, Madson ajeitou a bola para William lançar Éder. Este driblou o goleiro alvirrubro e saiu para o abraço.

FICHA TÉCNICA – 14.06.2016 (terça-feira) -VASCO 3 X 2 NÁUTICO. 9ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B. Local: São Januário-RJ. Juiz: Jean Pierre Gonçalves Lima (RS)Público total: 3.483. Pagantes: 3.096. Renda: R$93.710,00. Gols: Andrezinho, aos 12, e  Rafael Pereira, aos 33 min do 1º tempo;  Rodrigo, a 1; Éder Luís, aos 32, e Renan Oliveira, aos 47 min do 2º tempo. VASCO: Jordi; Madson, Luan, Rodrigo e Julio César (Henrique); Marcelo Mattos, William, Nenê e Andrezinho (Eder Luis); Jorge Henrique e Leandrão (Thalles). Técnico: Jorginho Amorim. NÁUTICO-PE: Júlio César; Joazi, Eduardo, Rafael Pereira e Mateus Muller; Gastón (Eurico), Maylson, Bergson (Odilávio) e Roni. Jefferson Nem e Taiberson (Renan Oliveira). Técnico: Alexandre Gallo.