Vasco

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domingo, 31 de julho de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 31.07

Em 31 de julho de 1937, o Vasco disputou, com o América, o jogo que ficou conhecido por "Clássico da Paz”. Nem, tanto! No placar, bagunça cruzmaltina nas redes: 3 x 2. Mas esta

O zagueiro Itália

 história começa em 19 de julho do mesmo ano, quando os presidentes vascaíno Pedro Pereira Novaes e o americano Pedro Magalhães Correia reuniram-se, secretamente, na Associação dos Empregados do Comércio do Rio de Janeiro, para criar uma estratégia pacificadora do futebol carioca, que vivia com duas entidades, a Liga Carioca de Futebol e a Federação Metropolitana de Desportos.
Do encontro saiu uma proposta aceita pelos outros 10 membros das duas “brigonas”. A comemoração do novo momento deu-se 12 dias depois, com um amistoso Vasco x América, em disputa da Taça Pinto Bastos e do "Bronze da Vitória", este oferecido pela revista “O Cruzeiro” – o Vasco ficou com a posse definitiva de ambos.

VASCO 3 x 2 AMÉRICA  rolou em São Januário, apitado por Sanchez Diaz e assistido por 25 mil pagantes. Lindo (2) e Raul marcáramos gols dos cruzmaltinos, treinados pelo uruguaio Carlos Scarone, que mandou a campo: Joel, Poroto e Itália; Oscarino (Rainha), Zarzur e Calocero; Lindo, Kuko, Raul, Feitiço e Luna (Orlando).
Batidas fortes sobre o "Cantusca", mineiros , "hermanos" banguenses e baianos foram outras maldades  impiedosíssimas do "Almirante" em outros 31 de julho. Seguramente, uma data para se lembrar, sempre que possível. Vejamos as pancadarias ( nas redes, é claro):
VASCO 5 X 1 HURACAN foi em São Januário, em 1930, quando o inglês Harry Welfare era o treinador da "Turma da Colina". A moçada goleou, em uma quinta-feira, com Mattos (2), Paes, Russinho e Fausto mandando os petelecos nas redes argentinas. Depois daquilo, em 02.02. 1936, o Vasco voltou a bater neles: 4 x 3.
VASCO 5 X 2 BANGU era uma prova de que os vascaínos não perdiam tempo em São Januário. Eles chegaram a abrir três gols de frente, com Gringo, Orlando e Mário Mattos comparecendo ao filó, no primeiro tempo. Na etapa final, Gringo e Mário Mattos bisarem seus feitos, que valeram pelo Campeonato Carioca-1932, em um domingo, apitada por Antônio Affonso. Por aquela época, o time vascaíno seguia treinado por Harry Welfare e tinha por base: Marques (Valdemar), Lino e Itália; Tinoco, Jucá (Henrique) e Mola (Gringo); Bahiano (Pascoal), Russinho, Badu (Galego), Mário Mattos e Santana.
VASCO 6 X 0 CANTO DO RIO rolou em um domingo, em São Januário, pelo Campeonato Carioca-1949. Ademir Menezes (2), Heleno de Freitas (2), Nestor e Chico marcaram os gols do time do técnico Flávio Costa, que tinha Barbosa, Augusto e Sampaio; Ely, Danilo e Jorge; Nestor, Maneca, Heleno, Ademir e Chico.

VASCO 3 X 0 ITABUNA, em 1988,  foi daqueles caça-níqueis da série “amistosos bregas”. Teve só 1.127 almas penando para ver o time baiano apanhar, na cidade de Cruz das Almas, desde o primeiro minuto da refrega, quando Da Costa abriu os trabalhos. Aos 28, da mesma etapa, Roberto Dinamite explodiu o dele nas redes, para Sorato completar a breguice, aos 33 minutos da chamada etapa complementar. O meio-campista vascaíno do time campeão brasileiro-1994, Carlos Alberto Zanata, era o treinador e sua patota naquele “brega day” foi: Acácio (Régis); Paulo Roberto (Cocada), Donato, Célio Silva e Lira; Zé do Carmo, Josenílton e Osvaldo; Vivinho, Roberto Dinamite (Sorato) e Bismarck.
VASCO 6 x 1 ATLÉTICO-MG, também, foi em São Januário, em uma quinta-feira, valendo pela 16º rodada do Campeonato Brasileiro-2008 e assistido por 78.020 pagantes. Jaílson Macêdo Freitas-BA apitou e o desfile de gols vascaínos foi assim: Edmundo, aos 13; Eduardo Luiz, aos 25, e Madson, aos 34 minutos do primeiro tempo; Wagner Diniz, aos 2; Leandro Amaral, aos 7, e Wagner Diniz, aos 16 minutos da etapa final. A rapaziada era treinado por Antônio Lopes e jogou com: Roberto: Eduardo Luiz, Jorge Luiz (Anderson), Victor e Wagner Diniz; Souza, Byro (Marcus Vinicius), Madson e Edu Pina; Edmundo (Alex Teixeira) e Leandro Amaral.

(Foto reproduzida de www.crvascodagama.com.br). Agradecimento.  

 



 

O DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - MENINAS BAIANAS NA PONTA DO LÁPIS

 Desde a década-1920 que as lindas meninas baianas iam ao estádio da Graça, em um dos bairros mais chiques de Salvador, torcer pelos irmãos, namorados e noivos que jogavam futebol, ou exibir o seu charme para os rapazes que também compareciam elegantemente vestidos àquela vitrine. O chapéu era indispensável à moda da época.  
 Aquelas meninas terminaram na ponta do lápis de um artista que não assinou as suas criações, com constatou o jornalista Nélson Cadena, que fez a pesquisa e a disponibilizou pelo site www.ibahia.com.br – ele é autor dos livros "História do Carnaval da Bahia"; "Festas Populares da Bahia, Fé e Folia"; "Brasil 100 Anos de Propaganda" e "450 Anos de Propaganda na Bahia.
Por aqui, você vê cartões postais reproduzidos do site citado acima, simbolizando as belas torcedoras do Atlético Futebol Clube e do São Cristóvão, times baianos.
 O criador dessas imagens usou técnicas de litografia, impressas na Litografia e Papelaria Brasileira, segundo Cadena, ressaltando: “Percebe-se um traço único, uma identidade visual em todas as peças, inclusive no elemento da folha de palmeira onde se insere o escudo do clube”.
 

UM CORVO POSOU NA COLINA

Esta é uma das mais interessantes histórias da “história folclórica” vascaína. Foi contada por Alvaro  do Nascimento, pelo Nº 8ª da “Manchete Esportiva” que circulou com data de 14 de janeiro de 1956. 
A criação de Otelo

Ovos cozidos, o prato favorito
Relata o cara que o primeiro desenho de Otelo Caçador para o “Jornal dos Sports” trouxe uma caravela, com o “Almirante” comandando a sua patota em luta contra Popeye, Pato Donald, o Cartola e o Diabo Rubro, respectivamente, os símbolos de Flamengo, Botafogo, Fluminense e América, criados pelo desenhista argentino Lorenzo Molas, que já havia ido embora, abrindo vaga no emprego.
Era uma tarde de 1947, ano em que o “Expresso da Vitória” não tinha adversários. Sem explicação, Otelo colocou no alto de um mastro um corvo assistindo à luta. Só disse aos seus indagadores que, em Portugal, o corvo era avisto com ave das sorte. E no Brasil também. Depois da publicação do desenho, o Vasco atropelou quem pintou pela frente. Foi o bastante para a avezinha será entronizada. Virou sua Majestade Don Corvo I e Único, mantenedor da Ordem do Corvo, nos graus de comendador, barão, visconde e duque. Mais? Alvaro Nascimento, que tinha o apelido de “Cascadura”, foi intimado a importar, das terras lusitanas, um representante da espécie, inexistente por aqui. Mas o pior era que Portugal não permitia a sua saída.

Artistas de rádio também reverenciaram ao corvo
Rolo aviário criado na Colina, surgiram na história o jornalista Silva do Mar, que apresentou a “Cascadura” o prestigioso representante da empresa “Livros Portugal”, o gajo Antônio Pedro, que conseguiu, por intermédio do presidente der uma empresa armadora portuguesa, o embarque de um autêntico corvo vicentino. O dito cujo, no entanto, levou dois meses para atravessar o Atlântico e pousar na Colina. Deveria desembarcar na Cidade Maravilhosa no dia 8 de novembro daquele glorioso 1947, véspera do embate contra o Olaria, valendo pelo segundo turno do Campeonato Carioca.
E o momento não poderia ser melhor, para a apresentação de um mascote importado. Afinal, o treinado Flávio Costa “estava uma arara” com o Olaria, único a atrapalhar a rota do ”Expresso” durante o turno inicial da temporada estadual, segurando 3 x 3, em São Januário. Os demais haviam sido demolidos, sem muitos problemas, inclusive, com um castigo imposto ao Canto do Rio, por 14 x 1 – maior goleada da competição até este 2013.
A primeira "corvoata" teve um dublê
GOLPE NA GALERA - Desembarque anunciado e presença confirmada à pugna, o corvo vicentino, no entanto, não deu as caras. Como explicar isso ao povão? Muito báim! Já que o povo é, apenas, um detalhe (diria, 40 décadas depois, uma ministra da Fazenda do governo do flamenguista Fernando Collor), picaretagem nele. Silva do Mar e seu amigo Cardoso Gramofone arrumaram um pombo preto, deram-lhe o devido tratamento nos pés, o colocaram dentro de uma gaiola, sobre o capô de um carro, e “vamo que vamo” pra Rua Bariri. Para a galera vascaína, tudo fora festa. Além do mais, com Friaça e Ismael balançando a roseira ( 2 x 0), quem quereria saber se o “rei” era falso, ou não?
O corvo vicentino, finalmente, chegou ao Rio de Janeiro. E rolou mais festa. Recebido por um tremendo cortejo musicado a clarins, rumou para as Rádios Mayrink Veiga e Clube do Brasil. Esta fez até programa em sua homenagem. Depois, seguiu para mais festejos na redação do “Jornal dos Sports”. E, por fim, para o número 144 da Avenida Mem de Sá, onde recebeu gente “in” do glorioso Club de Regatas Vasco da Gama e do desporto nacional.
Don Corvo I e Único, no entanto não viera para ajudar só a rapaziada do futebol, campeã carioca daquela temporada – 17 vitórias e três empates –, goleando, também, os grandes rivais Flamengo e Fluminense, respectivamente, apor 5 x 2 e 5 x 3. Na decisão do campeonato de remo, lá estava ele, vendo os meninos carregarem o caneco, da Lagoa Rodrigo de Freitas, para a Colina. Foi até brincado, com uma taça de champanhe, por Ary Barroso, o autor da mais linda melodia (Aquarela do Brasil) da musica popular destes rincões.
Primeiro e único corvo a ir ao ar pelas ondas de rádio
No entanto, as glórias do “Rei Corvo” passaram a incomodar o presidente vascaíno Antônio Rodrigues Tavares. O cartola chegou a distribuir nota oficial, afirmando que as vitórias cruzmaltinas nos gamados eram méritos dos atletas e do treinador Flávio Costa.
A torcida não lhe deu a menor bola. Depois do último jogo da disputa de 1947, com 2 x 1 pra cima do Madureira, em 28 de dezembro, a moçada preparou um cortejo, com 12 carros alegóricos, e cerca de mil automóveis. Partiu com o corvo da a Rua Conselheiro Galvão, promovendo a maior manifestação popular dão conhecimento do povo. Até aquela, nenhum homem público havia merecido tal consideração na cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro.

sábado, 30 de julho de 2016

BELAS DA MANCHET ESPORTIVA - HILDA


É sagrado: a cada 02 do 02, isto é,  2 de fevereiro, os baianos dão uma esticadinha até a beira mar, e reverenciam Iemanjá, a “Rainha das Águas”. Para o “Kike”, dia de mulher bonita é todo dia. Tinha jeito da deusa Hilda Larssen aparecer feia, em alguma manhã dia, em alguma foto? Nenhuma possibilidade! Tanto que o mar a envolveu, com as suas espumas, na foto de baixo, e não se desgrudou do seu perfume de “rainhíssima” de sobrenome carregado pelas letras daquelas "estranjas" onde aparece a aurora boreal.

Aqui pelos lados dos trópicos, Larssen, brasileiríssima, foi atletíssima. Mandou ver no voleibol e no atletismo, tendo, inclusive, doado o seu suor, em nome da pátria. Pegou forte, firme, em disputas continentais. Sorte desse povo altaneiro e varonil que tinha uma fera dessas a lhe defender. Mais sorte do que  as espumas do mar da foto acima. Por não alcançá-la, no topo desse verde que você vê, contentou-se em beijar o rochedo.
Hilda Larssen foi  clicada por José Casal, para 'ecktachrome' da “Manchete Esportiva” Nº 10.

A semanário está sendo homenageada por este blog, por ter sido a revista esportiva brasileira que mais prestigiava a mulher.

It is sacred: every 02 02, ie, February 2, Bahian give a esticadinha to the sea, and revere Yemanja, the "Queen of the Waters". For the "Kike" beautiful woman day is every day. Had way Goddess Hilda Larssen appear ugly in some morning day in some photo? No chance!
Both the sea involved with its foams, in the bottom photo, and not become unglued from your perfume "rainhíssima" Surname carried by those letters "estranjas" appears where the aurora borealis.Here the sides of the tropics, Larssen, very Brazilian, was atletíssima.
 Sent to see the volleyball and athletics, and even donated their sweat on behalf of the country. He took strong, firm in continental disputes. Lucky this towering and manly people who had a beast of those defending him. Luckier than the foam of the sea picture above. Why not reach it, on top of that green you see, was content to kiss the rock.Hilda Larssen was clicked by Jose Casal, to 'ecktachrome' the "Headline Sports" No. 10. The weekly is being honored by this blog, because it was the Brazilian sports magazine that more prestigiava women.

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 30.07

Goiás, em 1997,  São Caetano, em 2005, Cruzeiro, em 2006, e o belga Mechelen, em 1995, estão no caderninho vascaíno dos 30 de julho. Com menos prejuízo, uma rapaziada portuguesa. O que a rapaziada fez com eles é o que vamos ver, agora:

VASCO 1 X 1 VITÓRIA-POR - O "Almirante" ancorou a sua esquadra em Lisboa, no 30 de julho de 1931, quando excursionava pelos gramados portugueses. Naquele dia,  ficou igualado,  amistosamente, aos gajos da capital lusitana, no campo das Amoreiras. Carvalho Leite marcou o gol cruzmaltino e o técnico Harry Welfare escalou: Jaguaré, Brilhante e Itália; Tinoco, Fausto e Mola; Bahianinho, Nilo, Russinho, Carvalho Leite e Mário Matos. Aquele foi o penúltimo amistoso do giro que começara por gramados espanhóis, com vitórias sobre o Barcelona, por 2 x 1, e o Celta, por 7 x 1. Em Portugal, antes do empate com o Vitória, os vascaínos já haviam goleado o Benfica (5 x 0); o Combinado Varzim/Boavista (9 x 2) e o Ovarense (6 x 2). Pegaram mais leve só com o Combinado de Lisboa (4 x 2) e o Porto (3 x 1).


Juninho Pernambucano
VASCO 3 X 1  MECHELEN - Em 1995, a "Turma da Colina" foi conferir como  andava a "glasnost" russa. Verificação feita, aproveitou a data para vencer um time da Bélgica, no Estádio Vladikavkaz, pela Copa Presidente da Rússia. Leonardo, aos 15 e aos 25 minutos do segundo tempo, e Richardson, aos 30, da mesma etapa, levantaram a plateia das arquibancadas, no único jogo entre os dois clubes – no dia anterior, o Vasco empatara, por 0 x 0, com o espanhol Atlético de Madrid.
Leonardo
Jair Pereira, meia vascaíno na década-1970, era o treinador da patota, que era: Carlos Germano; Pimentel, Ricardo Rocha, Tinho (Leonardo Siqueira) e Bruno Carvalho (Cláudio Gomes); Cristiano, Sidney e Juninho Pernambucano (Richardson); Valdir 'Bigode' (Brener), Clóvis e Leonardo (foto à esquerda).
O CARA - Leonardo Pereira da Silva, um piauiense, nascido em Picos, 13 de juho de 1974, com seus dois gols foi o nome do jogo. Por causa dele, que infernizava a vida dos goleiros, com a camisa do Sport Recife, o Vasco levou junto Juninho Pernambucano (foto acima à direita), que virou o "Reizinho da Colina" – Leonardo só durou 26 jogos, deixando de história nove bolas nas redes.
(fotos reproduzidas de supervasco.com)

VASCO 2 X 0 GOIÁS - Era uma quarta-feira e os esmeraldinos goianos foram a São Januário desafiar a rapaziada, pela primeira fase do Campeonato Brasileiro. No jogo apitado por Luciano Almeida-DF, Evair, aos 46 minutos do primeiro tempo e aos 43 do segundo, marcou os tentos do time do técnico Antônio Lopes, que alinhou: Márcio; Maricá, Mauro Galvão, Alex Pinho e Felipe; Luisinho (Nasa), Válber e Ramon (Mauricinho); Pedrinho, Edmundo (Brener) e Evair.

VASCO 3 X 2 SÃO CAETANO - valeu pela 16º rodada do primeiro turno do Brasileirão, em um sábado. Alício Pena Júnior-MG apitou, o público foi de 14.564 pagantes, a renda de R$ 147.115,00 e os gols vascaínos marcados por Abedi, aos 31; Fernandinho, aos 33, e Alex Dias, aos 45, todos do segundo tempo. O gaúcho Renato Portaluppi era o teinaor dessa moçada: Roberto; Claudemir, Ciro, Eder (Anderson) e Diego; Ives, Ygor, Júnior (Fernandinho) e Morais (Abedi); Alex Dias e Romário.

VASCO 1 X 0 CRUZEIRO - Jogo dominical, perante público de 2.794 pagantes, com renda de R$ 25.410,00 e apito de Evandro Rogério Roman-PR. Ramon, aos 5 minutos do segundo tempo fez o gol. Renato Gaúcho ainda era o treinador e escalou: Cássio; Wagner Diniz (Claudemir), Jorge Luiz, Eder e Diego; Andrade, Ygor, Morais e Ramon (Ernane): Faioli (Fábio Júnior) e Edílson.

VASCODATA: 30.07.1931 – Vasco 1 x 1 Vitória de Lisboa-POR;  30.07.1978 – Vasco 1 x 1 Grêmio; 30.07.1997 – Vasco 2 x 0 Goiás; 30.07.2005 – Vasco 3 x 2 São Caetano-SP; 30.07.2006 – Vasco 1 x 0 Cruzeiro.

VASCO DA GAMA 2 X 1 CRICIÚMA -SC

   A vitória manteve o "Almirante" na ponta da classificação do Campeonato Brasileiro da Série B, agora com 38 pontos, quatro a mais do que o segundo colocado, o Ceará. Sem o seu principal jogador, o meia Nenê, o time cruzmaltino encontrou muita dificuldade para superar um adversário limitado, mas que mostrou muita disposição. O próximo jogo será na terça-feira, em Fortaleza, conta o Ceará Sporting.
Andrezinho foi fotografado pro Paulo Fernandes,
de www.crvascodagama.com.br
O Vasco abriu a conta aos 36 minutos. Madson fez boa jogada pela direita e cruzou a bola para a entrada da área. Ederson dominou o lance e bateu forte, para o canto esquerdo do goleiro Luiz. Foi o segundo gol do atacante em sua segunda partida com a camisa vascaína: 1 x 0. O segundo tento saiu aos 27 minutos da etapa final. Jorge Henrique levantou a bola na área, o goleiro Luiz se atrapalhou e permitiu que a bola chegasse ao atacante Thalles, que bateu para as redes.

FICHA TÉCNICA - 30.072016 (sábado) - VASCO 2 X 1 CRICIÚMA-SC. Local: São Januário-RJ. Juiz: Luiz Flavio de Oliveira-SP. Público: 3.640 pagantes e  3.949 presentes. Renda: R$108.040,00. Renda: Gols: Ederson, aos 36 min do 1º tempo; Thalles, aos 27, e Diego Giaretta, aos 43 min do 2º tempo. VASCO: Martin Silva; Madson, Rafael Marques, Rodrigo e Julio Cesar(Henrique); Diguinho, Andrezinho, Yago Pikachu(Júnior Dutra) e Jorge Henrique; Thalles e Éderson(Eder Luis). Técnico: Jorginho Amorim. CRICIÚMA-SC: Luiz; Ricardinho, Raphael Silva, Diego Giaretta e Marlon(Alex Maranhão); João Afonso(Gabriel Leite), Douglas Moreira, Elvis e Juninho; Roberto e Gustavo. Técnico: Roberto Cavalo
 

sexta-feira, 29 de julho de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 29.07

O 29 de julho é data nota 10, em São Januário. Tem duas vitórias sobre um dos grandes rivais, mais três "tapas" em outros três có-irmãos, além de conquista de título (o mais importante) e goleada. Conferindo!

VASCO  2 X 1 FLUMINENSE - Fez parte da corrida em buscas do título estadual de 1923, durante a primeira temporada da rapaziada na elite do futebol carioca.

 VASCO 1 X 0 FLUMINENSE - Uma tijolada. Malmente o árbitro Carlos ‘Tijolo’ de Oliveira Monteiro mandou a  rapaziada correr atrás das “maricota”, com 30 segundos,  a “Turma da Colina” já foi executando o Fluminense. Quem avisou que levaria a taça foi Nena, que estava em casa. Ou São Januário  não era o melhor local para o Vasco conquistar  o seu primeiro título na era do futebol profissional no Rio de Janeiro? Assim, o 29 de julho de 1934 entra com destaque no calendário cruzmaltino.

No ano do quarto título carioca da moçada – os outros haviam sido em 1923/24/29 –, o time vascaíno era treinado pelo inglês Harry Welfare e enfrentou os os tricolores com: Rey, Domingos da Guia e Itália; Gringo (Calocero), Fausto e Mola; Orlando, Almir, Gradim (Lamanna), Nena e D'Alessandro. Aquela fora a segunda vez em que o Flu era batido em um 29 de julho. Pelo returno do Estadual-1923, ano em que o caneco fora carregado também, para a Colina, o Vasco vencera, por 2 x 1, com gols de Pires e Negrito, na casa tricolor, contando com: Nélson, Leitão e Miongote; Nicolino, Claudionor e Artur; Pascoal, Torterolli Arlindo, Cecy e Negrito.
CAMPANHA - Para carregar a taça de 1934, o Vasco disputou 12 jogos. Venceu oito, empatou dois e escorregou só duas vezes. Marcou 28 e levou 16 gols. Gradim fez 9, Nena 6, Orlando 4, D´Alessandro e Almir 3 (cada um), Russinho 2 e Lamanna. O time jogou em sete ocasiões em São Januário, que era o principal estádio do país, duas na tricolor Laranjeiras e uma em Figueira de Mello, o terreiro do São Cristóvão. O título vascaíno foi conquistado pela Liga Carioca de Futebol, que reunia adeptos do profissionalismo, os mais fortes. Do lado dos amadores, na Associação Metropolitana de Esportes Athléticos, estava o Botafogo e uma patota fracota que não tinham como lhe segurar, isto é, Brasil, Cocotá, Confiança, Engenho de Dentro, River, Mavilis, Olaria, Portuguesa e Andaraí, sendo que os cinco primeiros “pularam fora enquanto corria a barca”. (Foto rara reproduzida dos arquivos do pesquisador Mauro Prais e de NetVasco). Agradecimentos.

FERAS DA COLINA - Na "Turma da Colina" campeão carioca-1934, embora Gradim (Francisco de Sousa Ferreira) tenha sido o principal artilheiro, destacava-se o zagueiro Domingos da Guia, que atuou em todas as partidas. Além dele, fez parte da campanha o centroavante Leônidas da Silva, que atuou em quatro – 2 x 1 América; 2 x 0 Bangu; 2 x 0 Bonsucesso e 0 x 1 São Cristóvão.
 Foi durante aquele campeonato que surgiram as primeiras transmissões radiofônicas. O Vasco mostrou-se tão superior aos adversários que levou a taça para a Colina com duas rodadas de antecedência. Mais? Saiu da disputa com quatro pontos à frente do segundo colocado, o São Cristóvão; a sete do Fluminense e a oito do Flamengo.

CAMPANHA – 01.04.1934 - Vasco 2 x 1 América; 08.04 - Vasco 2 x 0 Bangu; 12.04 - Vasco 2 x 0 Bonsucesso; 22.04 - Vasco 0 x 1 São Cristóvão; 01.05 - Vasco 5 x 2 Flamengo; 06.05 - Fluminense 1 x 2 Vasco; 27.05 - América 2 x 2 Vasco; 06.06 - Bonsucesso 3 x 4 Vasco; 24.06 - Bangu 2 x 5 Vasco; 01.07 - São Cristóvão 1 x 1 Vasco; 22. 07 - Flamengo 3 x 2 Vasco; 29.07 - Vasco 1 x 0 Fluminense. 

TRIVELEIROS - Os boleiros chamam de “trivela” a batida na bola com três dedos. Os vascaínos já fizeram vários gols assim. Levando-se o neologismo para os números, nos 29 de julho, temos uma trivela no placar, diante de times de três estados. É o que vamos trivelar, agora.
 
VASCO 3 X 2 AMÉRICA-RJ – Valeu  pelo Campeonato Carioca-1944. Jogado em São Januário, a galera cruzmaltina comemorou, com Isaías (2) e Lelé tocando fogo no “Diabo”. E eles não fizeram mais do que a  obrigação, já que eram “matadores infernais”. Apitado por Antônio Rocha Dias, a refrega teve anfitriões treinados por Ondino Vieira, sendo eles: Roberto, Rubens e Rafagnelli; Alfredo, Dino e Argemiro; Cordeiro, Lelé, Isaías, Ademir Menezes e Djalma. Aquele fora o “Jogo 63” entre os dois rivais, por várias competições, desde 13.05.1923, quando se viram no estádio da Rua Campos Salles, a “Casa do Diabo”, onde a “Turma da Colina” apagou o fogo rubro, com 1 x 0. Por Cariocas, era o “Duelo Calibre 42”. Vasco e América não se pegam desde 12 de fevereiro de 2011, quando a moçada de São Januário mandou 9 x 0, no Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda.  Foi a maior maldade conta o “Diabo”, desde os 8 x 2 de 14 de agosto de 1949.

VASCO 1 x 0 SÃO CRISTÓVÃO - Tostão, maior artilheiro da história do mineiro Cruzeiro Esporte Clube, com 245 tentos,  marcou o seu primeiro gol cruzmaltino, em 29 de julho 1972, neste jogo contra o "Santo". Valeu  pela primeira rodada do terceiro turno do Campeonato Carioca, em um sábado, no Maracanã, com arbitragem de José Aldo Pereira. A turma vascaína do Eduardo Gonçalves de Andrade era treinada por Mário Travaglni, foi essta: Andrada; Paulo César, Miguel, Moisés e Eberval; Alcir e Buglê (Suingue); Jorginho Carvoeiro, Tostão (Jaílson)Silva)e Ademir. O jogo fez parte de uma rodada dupla, com Flamengo x Bonsucesso, depois.
Tostão custara R$ 3,5 milhões de cruzeiros, preço recorde na época. Estreou nos 2 x 2 Flamengo, em 7 de maio, pelo Campeonato Carioca, e fez 45 jogos e seis gols, o último em 27 de fevereiro de 1973, amistosamente, contra o Argentino Juniors. Pouco depois, ele voltou a Houston-EUA, para ser examinado pelo médico Roberto Abdalla Moura, que operara o seu olho esquerdo, o que sofrera um deslocamento de retina, em 1969. Recomendado a parar com o futebol, teve o seu contrato cancelado, em 17 de maio de 1974, gerando uma briga jurídica, assunto para uma outra matéria.

VASCO 2 X 0 BONSUCESSO foi vitória pela  fase-3 do turno do Campeonato Carioca-1973. Com gols marcados por Alfinete, aos 5, e por Luís Carlos, aos 19 minutos do segundo tempo, a rapaziada aumentou, para seis jogos, a série de triunfos seguidos sobre os rubro-anis, pelo Estadual. Jogado em um domingo, em São Januário, o prélio teve apito de José Mário Vinhas e presença de 4 964 almas, que saíram do estádio cheias de graça, graças a: Andrada; Paulo César, Moisés, Renê e Alfinete; Zanata e Bugio; Luís Fumanchu (Jorginho Carvoeiro), Roberto, Gaúcho (Dé) e Luís Carlos.

VASCO 3 X 1 ITABAIANA, em 1988, foi um amistosamente, em uma sexta-feira em que a rapaziada não tinha o que fazer. Então, foi buscar uma graninha em Sergipe.  Bismarck (2) e o pernambucano Zé do Carmo, que estava ali pertinho de sua terra, visitaram o filó. Além deste pega, o  histórico dos jogos cruzmaltinos contra o time tricolor do interior sergipano inclui uma partida do Campeonato Brasileiro, em 1974, e quatro disputas pela Copa do Brasil, entre 2003 e 2008. Ei-las:  04.05.1974 – Vasco 3 x 0;  13.05.1986 – Vaso 1 x 1 Itabaiana; 29.07.1988 – Vasco 3 x 1; 05.02. 2003 – Vasco 1 x 0; 12.03.2003 – Vasco 4 x 0; 13.02.2008 – Vasco 1 x 0; 27.02.2008 – Vasco 3 x 2.

VASCO 3 X GOIÁS, em 2004, uma quinta-feira, estava na 19ª rodada do primeiro turno do Brasileirão. E, já que a bola rolou na Colina, a rapaziada fez o dever de casa, diante de 2.059 almas caridosas. Wilson de Souza Mendonça-PE foi o homem do apito, enquanto Ânderson, aos 19; Alex Alves, aos 26, e Claudemir, aos 34 minutos, todos do segundo tempo, os carinhas que o fizeram recolocar a bola no centro do campo para várias saídas de jogo. Chefiados por Geninho, o vascaínos do dia foram:  Fábio; Claudemir, Gomes, Daniel e Canhoto (Diego); Ygor, Coutinho (Júnior) e Petkovic: Muriqui (Ânderson), Alex Alves e Valdir ‘Bigode’.

 (Fotos reproduizidas de www.crvascodagama.com.br) Agradecimentos. 

BELAS DA HEBRAICA NA MANCHETE ESPORTIVA

 Enquanto durou, pela década-1950, a Manchete Esportiva brindava os olhos dos paqueras, semanalmente, com loiras, morenas  e ruivas de tirar o fôlego. Como estas moreníssimas do time de vôlei da Sociedade Cultural Esportiva e Recreativa, a Hebraica. Surgida em 12 de maio de 1952, a associação era presidida por Salo Brand e tinha a sua sede à Rua das Laranjeiras Nº 346. Ficava em um local alto, com um jardim ao fundo. A moçada, comandada por israelitas, começou a disputar as competições cariocas pelo voleibol. Em seguida, surgiram grupos de basquetebol, de futebol de salão (como as três modalidades eram pronunciadas) e de tênis de mesa. As feras morenas que você vê, da esquerda para a direita, são Ruth, Martha, Helena, Niza, Zânia, Márcia e Vilma (treinadas por Sami Mehlinsky), foram clicadas por Orlando Alli, para a edição Nº 74 que circulou a parir de 20 de abril de 1957. Há 56 temporadas.

While it lasted, the decade-1950, Headline Sports toast the eye flirt weekly with blondes, brunettes and redheads breathtaking. As these moreníssimas the volleyball team of Cultural and Recreational Sports Society, the Hebrew. Emerged on May 12, 1952, the association was chaired by Brand Salo and had its headquarters at Rua das Laranjeiras No. 346. It was in a high place with a garden in the background. The moçada, led by Israel, began to dispute the Rio competitions at volleyball. Then came Basketball groups, indoor soccer (as the three modalities were pronounced) and table tennis. The beasts brown you see, from left to right, are Ruth, Martha, Helena, Nice, Zania, Marcia and Vilma (trained by Sami Mehlinsky), were shot by Orlando Alli, to issue # 74 that was circulated to give birth April 20, 1957. There are 56 seasons.

quinta-feira, 28 de julho de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 28.07

No 28 de julho de 1991, o Vasco venceu o Águas Virtuosas Futebol Clube, por 3 x 0. Quem? O Águas Virtuosas! Quem? Um um time amador da cidade mineira de Lambari, que disputava as competições da liga de uma otura cidade, Caxambu. Se foi jogo-treino, não importa, principalmente par Bismarck (2) e William, que bateram na rede. O que vale é o que vai para o caderninho. Principalmente daquela patotinha fanática. Tudo bem! Se é pra falar de coisas mais sérias, então, anote estas goleadas:

VASCO 4 X 0 MADUREIRA - Foi o segundo encontro com o "Tricolor Suburbano" na data 28 de julho. Era domingo e o rolo rolou em Conselheiro Galvão, o reduto adversário, pelo primeiro turno do Campeonato Carioca-1946 – no primeiro encontro, em São Januário, também pelo Estadual, ninguém mexera no placar. Durante a balaiada das quatro pelotas no barbante do “Madura”, os gulosos Dimas (2) e Lelé (2) balançaram o traçado. O time era treinado por Ernesto Santos e jogou com: Barbosa, Augusto e Sampaio; Ely, Danilo e Jorge; Santo Cristo, Lelé, Dimas, Jair Rosa Pinto e Djalma. 

VASCO 1 X 0 AMÉRICA-RJ - Neste "Clássico da Paz", o maior goleador vascaíno da década-1960, Célio Taveira Filho, foi à rede, cobrando pênalti, aos 43 minutos do primeiro tempo. Estava-se na terceira rodada da I Taça Guanabara, que teve a rapaziada carregando o caneco para as prateleiras de São Januário. O encontro foi no Maracanã, apitado por Eunápio de Queiroz . O treinador Zezé Moreira armou este "almirante" do dia: Gainete, Joel Felício, Brito, Fontana e Ari; Maranhão e Oldair; Luisinho Goiano , Mário "Tilico", Célio e Zezinho.     

VASCOP 5 X 0 CAMARÕES - Em 1985,  a seleção africana fazia um rolé pelo Brasil. Mas mostrava-se muito salgada, sem tempero. Caiu no prato do “Almirante” e foi deglutida no gramado de São Januário, amistosa e dominicalmente. Naquele dia, o atacante Cláudio José foi o "cara". Saboreu Camarões com (três) pipocas. Gersinho e Santos puseram mais pimenta no filó, com a turma que cozinhou o placar receitada por: Roberto Costa (Regis); Edevaldo, Ivan (Nei) Oliveira, Nenê (Fernando) e Gilberto (Rômulo); Geovani, Gersinho e Paulo César, Mauricinho (Santos) e Cláudio José.  

Alan Kardeci deixou um na rede
VASCO 4 X 1 GOIÁS -  Em São Januário, a capelinha de Nossa Senhora das Vitórias é um símbolo católico de grande apreço. Mesmo assim, pela 15ª rodada Campeonato Brasileiro-2007, a “Turma da Colina” apelou para os serviços de Alan Kardec,  para fazer o Goiás de quatro no placar. Mas, assim como apelou para o xará do pai do espiritismo, o “Almirante” recorreu, também, aos Santos, isto é, a Júlio Santos e a Guilherme Santos. Também,  para uma ave que tomou conta terreiro, bonitinho: Perdigão.
A refrega foi mediada por Wilson Luiz Seneme-SP e assistida por 20.581 pagantes. Celso Roth era o treinador vascaíno e seu time tinha: Sílvio Luiz; Jorge Luiz, Júlio Santos (Ernane), Vilson e Wagner Diniz; Amaral, Perdigão (Júnior), Conca e Rubens Junior (Guilherme Santos); Leandro Amaral e Alan Kadeck. Amaral abriu a porteira, aos 41 minutos do primeiro tempo. No segundo, Vilson, aos 35; Leandro Amaral, aos 37, e Alan Kardec, aos 41, fecharam as escrituras. (foto de Alan Kardec reproduzida de www.vascominhapaixão.blogspot.com). 

EM CARTAZ, AS BELAS NA ESPORTIVA

quarta-feira, 27 de julho de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 27.07

Mangueira, Fluminense, Flamengo e Portuguesa-RJ  foram rivais cariocas passados em revistas, na data 27 de julho. Até um outro Almirante tentou medir forças com o "Almirante da Colina". Claro que foi afogado. Histórias para conferências. Vamos lá!

VASCO 3 X 0 MANGUEIRA está no caderninho do bicampeonato cruzmaltino, em 1924, na segunda participação da moçada na elite do futebol carioca. Valeu pelo primeiro turno, no Estádio Professor Serzedello Correia, no Andaraí, com Russinho (2) e Torterolli " balançando a mangueira". A Turma da Colina, treinada pelo uruguaio Ramón Platrero, contou com: Nélson, Leitão, Brilhante, Mingote, Arthur, Claudionor, Paschoal, Torterolli, Russinho e Cecy.

VASCO 2 X 0 FLAMENGO, com dois gols marcados por Maneca, um em cada tempo, eliminou o maior rival do Torneio Início do Campeonato Carioca-1947. O clássico relâmpago rolou em São Januário e time anfitrião esteve representado por: Barbosa; Wilson e Rafagnelli; Ely, Danilo e Jorge; Djalma, Maneca, Dimas, Lelé e Chico.  O Vasco, no entanto, não passou pelo Olaria, repetindo a escalação no segundo jogo, que terminou sem gols. Decidido nas cobranças de pênaltis, a rapaziada caiu, por 4 x 3, com Lelé, o cobrador cruzmaltino, desperdiçando a primeira e a terceira cobranças. A disputa reunia todos os times, em um mesmo local e em uma tarde domingueira, com partidas eliminatórios, de 15 minutos, em cada tempo, sendo que os empates eram decididos nos  pênaltis. Na final, o relógio trabalhava dobrado, também, em duas etapas.

VASCO X ALMIRANTE BARROSO-SC - Amistoso no Estádio Camilo Mussi, em Itajaí. Para isso, o adversário convidou jogadores de vários times da região - Carlos Renaux, Olímpico e Paissandu, de Brusque; Marcílio Dias, de Itajaí, e Olímpico, de Blumenau – e formou uma seleção na qual só dois jogadores eram seu. Não adiantou. Aos 14 minutos do primeiro tempo, Wilson Moreira chegou à rede.  Pinta, aos 18, e Delém, aos 30 da etapa final, fecharam a conta para este grupo: Barbosa (Zé Taínha),  Dario e Viana; Écio, Ademar e Ortunho (Bibi); Sabará (Ramos), Livinho (Delém), Wilson Moreira (Dominguinhos), Rubens (Valdemar) e Pinga (Nivaldo). ALMIRANTE BARROSO-SC - Jorge, Darci, Nílson, Hélio (Bento), Brandão (Aduci) Nilo, Quico (Paraná), Teixerinha, Agenor e Godeberto.            

VASCO 2 X 1 FLUMINENSE, em um domingo, no Maracanã, valeu pelo terceiro turno carioca-1975, com gols de Roberto Dinamite e do ‘Aranha’ Dé. O treinador era Mário Travaglini, que teve: Andrada; Paulo César, Miguel, René e Alfinete; Alcir e Zanata; Luis Carlos, Jair Pereira, Roberto Dinamtie e Dé.

VASCO 1 X 0 FLAMENGO, pela primeira fase do Campeonato Brasileiro-1997, teve Pedrinho atirando uma pedrinha no "Urubu". E "matou". Aconteceu em uma outra tarde de domingo, no Maracanã, com a galera do treinador Antônio Lopes comemorando, aos 40  minutos do segundo tempo. Aquele “Clássico dos Milhões”, apitado por Wilson de Souza Mendonça-PE, foi o de número 289, juntando-se todas as disputas, entre amistosas, oficiais e jogos do Tornei Início. A turma da pancada está assim na súmula: Márcio; Marica, Mauro Galvão, Alex Pinho e Felipe; Luisinho (Moisés), Válber (Nasa) e Pedrinho; Ramon (Brener), Edmundo e Evair.

BELAS DA MANCHETE ESPORTIVA - STELA

 
 Como toda rival de um grande adversário, o maior barato da voleira Maria Stela, do Mackenzie, de Belo Horizonte, era vencer o Minas Tênis Clube. Mais um? Jogar com a camisa 17. Se não lhe entregassem a dita cuja, não entraria na quadra. Foi o que contou à repórter Meg, para a Manchete Esportiva de Nº 83, publicada com data de 22 de junho de 1957.
Por aquela época, Maria Stela de Brito disputava uma competição na mineiríssima Poços de Caldas e foi fotografada  por Jader Neves. Herdeira de uma cadeia genética que começava com o pai campeão em vôlei, basquete e atletismo, ela manteve a linhagem da família, desde 1951, começando pela cidade de Alfenas. Depois, seguiu para Poços de Caldas e foi campeã nos Jogos Abertos do Interior de São Paulo, vizinho de sua casa. O próximo passo foi defender a Associação da Mocidade Esportiva, de Pouso Alegre, ao qual ajudou a ganhar o título dos Jogos Abetos do Interior de Minas Gerais.
Maria Stela ganhando títulos e glórias, até ser convidada a defender o Mackenzie, na capital mineira. Acumulou experiências, indo a disputas universitárias em Porto Alegre e Recife. De quebra, chegou a heptacampeã da capital e pentas do estadual. Feríssima, mandou Cupido se mandar, para não atrapalhar a sua grande paixão, que era o vôlei. Fera radical!    

KIKE ATINGE 300 MIL VISITAS

 
Às 21h50 de hoje, o Kike registrou o seu visitante de número 300 mil. Valeu galera!  O blog é sobre a história do Vasco da Gama, nada comercial. Foi criado na manhã de 15 de dezembro de 2015 e tem registados todos os jogos da rapaziada, de lá para cá. Você pode consultar as fichas técnicas, conferir quem marcou gol, placares, datas de jogos e os dias das semana, indo à memória do blog, à direita da tela, e escrevendo Vasco + o ano. Por exemplo Vasco 1954. Valeu, mesmo, galera! O Kike é inteiramente, 300 mil % vascaíno. Da gema! 
 
For two minutes, the Kike registered your visitor to number 300,000. Thanks guys!  The blog is about the story of Vasco da Gama, is not commercial. It was created on 15 December 2015 and has recorded all the games of boys, from there to here. You can consult the technical sheets, check out who scored goal, scores, game dates and days of the week by clicking Vasco + the year. For example Vasco 1954. Thanks, guys! Kike is entirely, 300,000% vascaíno. The gem!      
 
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terça-feira, 26 de julho de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 26.07

No calendário católico,  o 26 de julho, é o dia de Sant´Ana, a avó de Jesus Cristo. Por isso, a data é dedicada ao "Dia da Vovó". Pelo calendário cruzmaltino, é dia consagrado a goleadas. A rapaziada não teve pena do Madureira e da Portuguesa-RJ, equipes nas quais mandou “quatrão”, separados por três Campeonatos Cariocas, os de 1953 e de 1956. Há, também, duas quase goleadas sobre o Bangu e um time desconhecido pela maioria da galera cruzmaltina, o São Francisco. De onde será ele? 

VASCO 1 X 0 BOTAFOGO - O módico placar valeu pelo Campeonato Carioca-1936. Na casa do adversário, à Rua General Severiano. Orlando fez o gol do jogo e o time vascaíno, treinado por Harry Welfare, teve estes visitantes desagradáveis: Rey, Poroto e Itália; Oscarino, Zarzur e Calocero; Orlando, Kuko, Feitiço Nena e Luna.

VASCO 4 x 0 MADUREIRA foi em um domingo, pelo primeiro turno do Campeonato Caarioca-1953. Quem deitou na rede? Uns caras conhecidos por Vavá, Sabará, Maneca e Pinga. O chefe deles? Um tal de Flávio Costa. A turma toda: Ernani, Mirim e Haroldo; Ely, Danilo e Jorge; Sabará, Maneca, Vavá, Pinga e Djayr. Entre amistosos e jogos oficiais, aquele foi o confronto de número 50 entre  vascaínos e o “Tricolor Suburbano”. 

VASCO 4 x 0 PORTUGUESA-RJ rolou em uma quinta-feira, pelo Campeonato Carioca-1956, com Valter (2), Laerte e Pinga sacudindo o barbante. O treinador já era Martim Francisco e o time este: Carlos Alberto Cavalheiro, Paulinho de Almeida e Bellini; Laerte, Orlando e Coronel; Sabará, Livinho, Vavá, Válter e Pinga.

VASCO 3 X 0 BANGU homenageava um banguense, Euzébio de Andrade, figura mitológica na história  dos "Mulatinhos Rosados de Moça Bonita". A Federação de Futebol do Estado Rio de Janeiro colocou o nome dele na taça do terceiro turno da temporada estadual-1987, mas a rapaziada não quis nem saber. No domingão 26 de julho, pintou, no Maracanã,  sem prolongar conversa, durante o prélio apitado por Wilson Caros dos Santos, sob as vistas de 12.547 pagantes. Romário abriu a conta, aos 26 minutos.
segundo tempo, voltou à rede, aos 15. Faltando 10 minutos para o final da partida, Geovani também mexeu no placar. Naquele dia, o técnico Sebastião Lazaroni deu tapinhas nas costas de: Acácio; Paulo Roberto, Donato, Fernando e Mazinho; Henrique, Luís Carlos Martins, Geovani e Tita; Roberto Dinamite  e Romário (Vivinho). Além de vencer o time do homenageado, o Vasco botou a taça no saco e a carregou para a Colina, com estes resultados: 19.07.1987 –  0 x 0 Flamengo; 23.07: 0 x 2  Fluminense; 26.07:  3 x 0 Bangu; 02.08: 4 x 0 Bangu; 09.08: 1 x 0 Flamengo.

 VASCO 3 X 0 SÃO FRANCISCO foi um dos amistosos que integram o rol dos “jogos bregas” que a rapaziada fazia por todo o país, os tais “caça níquel”. Rolou na terça-feira 26 de julho de 1988, no Pará, com  Bismarck, Sorato e William embalando as redes. A série destes amistosos do período começou em julho e foi até agosto, quando a "Turma da Colina" esteve na Europa. Confira datas e placares do giro: 10.07.1977 - Vasco 4 x 1 Seleção do Piauí; 22.07.1988 –Vasco 3 x 0 Independência-AC; 26.07.1988 – Vasco 3 x 0 São Francisco-PA; 29.07.1988 – Vaco 3 x 1 Itabaiana-SE; 07.08.1988 – Vasco 1 x 2 Porto-POR; 09.08.1988 – Vasco 3 x 0 Varzim-POR; 14.08.1988 – Vasco 2 x 2 Seleção de Angola; 27.08.1988 – Vasco 2 x 1 Cádiz-ESP; 28.08.1988 – Vasco 2 x 1 Atlético de Madrid-ESP.
FOTO DE CORONELO REPRODUZIDA DE WWW.CRVSCODGAMA.COM.BR.

BELAS NA ESPORTIVA - VERUSCAS


A graça e o charme das meninas que participavam das abertura dos Jogos das Primavera rendiam fotos coloridas e sexy à Manchete Esportiva, que sempre abria espaço para divulgar a promoção do Jornal dos Sports.
The grace and charm of the girls who participated in the opening of the Spring Games yielded colorful and sexy photos to Headline Sports, which always opened space to publicize the promotion of the Journal of Sports

INFANTIS FECHAM O TEMPO NA COLINA

Alfredode Farias aponta para a mosca
Criados pelo jornalista Mário Filho, o proprietário do "Jornal dos Sports", os "Jogos Infantis" do Rio de Janeiro foram uma das mais saudáveis promoções para a garotada da "Cidade Maravilhosa". Movimentava toda a terra, com os seus clubes, colégios e várias entidades que formavam representações.
Era uma festa para aquela meninada cheia de energia pra gastar. Na época, a rapaziadinha ficava muito ligada nas medalhas e troféus, do que se aproveitavam os seus professores para fazê-los se dedicarem mais aos livros. Quem tivesse nota melhor, teria mais moral para competir. Poderia ser um campeãozinho inteligente. Estaria na caderneta, para provar. Funcionava legal o estratagema.

As ferinhas que assombraram
Os Jogos Infantis" começaram em 1951, quatro anos após os "Jogos das Primavera", também promovido pelo jornal que tinha capa e contracapa em cor-de-rosa. Na edição de 1957, o Vasco da Gama  foi o campeão, por equipes masculinas, do torneio de arco e flecha, com um feito extraordinário: o garotão Alfredo de Farias bateu o recorde individual da disputa, somando incríveis 40 pontos. No total, a equipe cruzmaltina somou 73. A gurizada flechou legal!  (FOTOS REPRODUZIDAS DA EDIÇÃO Nº 77 DA "MANCHETE ESPORTIVA" QUE CIRCULOU COM DATA DE 11 DE MAIO DE 1957. NÃO HÁ CRÉDiTO PARA AS FOTOS, MAS DEVEM TER SIDO CLICADAS POR Jankiel Gongarowski, Jader Neves ou Ângelo Gomes, os três profissionais que, normalmente, assinavam as reportagens fotográficas da revista semanal do empresário Adolpho Bloch.
Created by journalist Mario Filho, the owner of the "Jornal dos Sports", the "Playground" of Rio de Janeiro was one of the healthiest promotions for the kids of the "Marvelous City". He moved across the land, with its clubs, colleges and various entities that made representations. They were a party to that meninada full of energy to spend. At the time, rapaziadinha was very attached the medals and trophies, than their teachers took advantage to make them more engaging to books. Who had better note, would have more moral to compete. It could be a smart campeãozinho. Was the book to prove. It worked cool the ruse.
The Children's Games "began in 1951, four years after the" Games of Spring ", also promoted by the newspaper had front and back cover in color pink. In the 1957 edition, the Vasco da Gama was the champion for men's teams , the archery tournament, with an extraordinary achievement: Farias Alfredo big guy hit the individual record of the dispute, adding incredible 40 points in all, the team added cruzmaltina 73. the young Americans shot an arrow cool (PHOTOS REPRODUCED EDITION NO.! 77 tHE "SPORTS HEADLINE" circulated WITH DATE 11 MAY 1957. NO cREDIT FOR tHE PHOTOS, BUT MUST HAVE BEEN shot by Jankiel Gongarowski, Jader Neves or Angelo Gomes, the three professionals who usually signed photographic reports the weekly magazine entrepreneur Adolpho Bloch.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA-25.07

Nos 25 de julho, a “Turma de São Januário” esteve como um tsunami. Cortou o barato de colombianos, mandou o “Santo” e o “Diabo Rubro” pro inferno, castigou rubro-anis e apagou botafoguenses. Foi demais!

VASCO 6 X 1 INDEPENDIENTE -  Ademir Menezes (2), Vadinho (2), Hélio e Alvinho mataram a saudade de casa, visitando as redes do time da colombiana de Medellín,  amistosamente, em 25 de julho de 1954, na terra dele. Era um domingo e o treinador Flávio Costa tinha um time “desmoralizante”: Ernani, Paulinho e Bellini; Ely do Amparo, Laerte e Dario; Hélio, Vadinho, Ademir Menezes, Alvinho e Pinga. Os dois clubes só se enfrentaram mais uma vez, depois daquele estrago. No domingo, dia 14 de fevereiro de 1960, novamente, na Colômbia, em novo amistoso, terminado no 1 x 1, com Delém visitando o filó. 
VASCO 5 X 2 AMÉRICA-RJ -  Jogo antigão, pelo Campeonato Carioca-1926. O "Diabo" amargou aquela em um sábado, na Rua Professor Serzedello Correia, no Andaraí. Tempos em que o treinador uruguaio Ramón Platero “matava” os vascaínos no preparo físico. E eles “matavam” os adversários no segundo tempo. Tatu (2), Nesi, Paschoal e Dininho mandaram brasa no filó.

VASCO 4 X 2 BONSUCESSO - Diante do time de camisa rubro-anil,  valendo pelo Campeonato Carioca-1958, temporada em que o caneco pingou na Colina,  Pinga (2) e Wilson Moreira (2) foram os “matadores” de plantão no dia.  O “pega” pegou em uma sexta-feira, em São Januário, apitado por Amílcar Ferreira, e o técnico Gradim, isto é, Francisco de Souza Ferreira, mandou esta rapaziada bater forte: Barbosa, Dario, Viana e Ortunho; Écio e Orlando; Sabará, Wilson Moreira, Vavá, Rubens e Pinga.
VASCO 6 X 0 SÃO CRISTÓVÃO - O adversário poderia ser santo. Mas, naquele 25 de julho, não fez milagres diante dos bicos das chuteiras cruzmaltinas. Foi castigado, em um sábado, no Maracanã, pelo primeiro turno do Campeonato Carioca-1959. Almir "Pernambuquinho" (3), Rubens e Pinga e Roberto Pinto argumentaram que era preciso pecar, fazer maldades contra o rival. Naquele dia, o goleiro Barbosa não trabalhou. Paulinho de Almeida, Viana e Orlando Peçanha ficaram na mesma. Écio, Rubens e Roberto Pinto passearam pelo meio-de-campo. Mas Teotônio, Almir e Pinga esbagaçaram a santidade lá na frente.

VASCO 1 X 0 BOTAFOGO - Na noite de 25 de julho de 2012, o "Almirante" foi à casa alvinegra, o Engenhão, e vencê-lo, com uma jogada magistral de Juninho Pernambucano. Caído dentro da área, durante disputa de bola com a zaga alvinegra, mesmo assim, ele conseguiu ganhar o lance e lançar o centroavante Alecsandro, que pimbou a rede e saiu de campo como o então principal artilheiro do Campeonato Brasileiro, com oito gols –  e a rapaziada na ponta, com 29 pontos. Dia muito legal!   

BELAS NA ESPORTIVA - AUSTRALIANAS

O Nº 99 da “Manchete Esportiva” que circulou a partir de 12 de outubro de 1957, chamou de ”jovens, bonitas e, sobretudo, simpáticas”, estas três australianas  “que vieram disputar o II Mundial Feminino de Basquete, no Rio de Janeiro. Segundo a revista, elas ficaram encantadíssimas com o Brasil e disseram terem vindo para aprender mais sobre a modalidade, pois eram amadoríssimas. Tanto que, cada uma, pagou pela aventura, gastando cerca de US$ 2 mil e 500 dólares. A chefe da delegação, Miss Sheridan, ficou muito contente ao saber que o uniforme das suas meninas tinha as mesmas cores do brasileiro – macacões verdes, com frisos amarelos. No entanto, avisou que a sua moçada só  tinha três anos de estrada, formavam uma equipe muito nova, ainda, não podendo pensar em vitórias internacionais. Por isso, o treinador – e único homem da delegação –, o Mister Thomas, complementou: “São cinco titulares que podem brilhar. Ganhar é difícil”.

 The Nº 99 of "Headline Sports" that circulated from October 12, 1957, called "young, beautiful and above all friendly", these three Australian "who came to compete in the World II Female Basketball in Rio de Janeiro . According to the magazine, they were encantadíssimas with Brazil and said they came to learn more about the sport because they were amadoríssimas. So much so that each, paid for adventure, spending about US $ 2 000 and $ 500. The head of the delegation, Miss Sheridan, was delighted to learn that the uniform of his girls had the same colors of the Brazilian - green overalls with yellow trim.However, he warned that his moçada only had three years down the road, formed a very young team also can not think of international victories. So, the coach - and only man of the delegation - the Mister Thomas, added: "There are five holders who can shine. Winning is hard”.

domingo, 24 de julho de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 24.07

Se 13 é o número da sorte, para os supersticiosos –, para os vascaínos é o da competência. Seu ataque marcou 13 gols em três jogos  na data 24 de julho: 6 x 2 Ovarense, 4  x 1 Botafogo, e 3 x 0 Portuguesas-RJ. Tiremos as  história a limpo. 
 
VASCO 6 x 2 OVARENSE, em 1931, foi o quinto compromisso da excursão em que a rapaziada saiu goleando times portugueses, após passar pela Espanha, onde fizera 2 x 1 Barcelona e 7 x 1 Celta. Nos “relvados” lusitanos, os cruzmaltinos haviama estreado 12 dias antes, goleando o Benfica, por 5 x 0. Depois, sapecaram 4 x 2 sobre o Combinado de Lisboa (15.07); 3 x 1 sobre o Porto (19.07) e o sacode  9 x 2  Combinado Varzim/Boavista. O estrago na cidade de Ovar, apitado por Silva Rocha, teve os gols cruzmaltinos marcados de Russinho (3), Nilo, Bahianinho e Carvalho Leite. O time, treinado pelo inglês Harry Welfare, contou com: Valdemar, Nesi, Fernando, Rainha, Mola, Bahianinho, Nilo, Carvalho Leite, Russinho, Benedito e Santana.
 
VASCO 4 X 1 BOTAFOGO - História de em um sábado, em São Januário, pelo primeiro turno do Campeonato Carioca-1943. Era o “jogo 58” entre ambos, pelo Estadual, desde 22 de abril de 1923, registando-se, até ali, 25 vitórias cruzmaltinas e 15 empates.  O prélio teve apito de José Peixoto e bolas endereçadas às redes alvinegras por Ademir Menezes (2), Isaías e Ivan (contra). Quem treinava a rapaziada era o uruguaio Ondino Vieira, que escalou: Roberto, Rubens e Sampaio; Figliola, Tião e Argemiro; Djalma, Ademir Menezes, Isaías, Lelé e Chico.
DETALHE: dentro daqueles 58 confrontos, em 20 temporadas de rivalidade com os botafoguenses, por estaduais, a “Turma da Colina” venceu algumas vezes por três tentos de vantagem: 21.03.1926– Vasco 5 x 2; 10.04.1927 – Vasco 6 x 3; 23.06.1935 – Vasco 4 x 0; 19.10.1941 –Vasco 4 x 0; 24.07.1943 – Vasco 4 x 1.
 
VASCO 3 X 0 PORTUGUESA-RJ -  Laçar a “Zebra” com três cabrestos não era nenhuma novidade para a rapaziada. Pra não perder o costume, cumpriu a pauta, no 24 julino de 1977, quando a visitante marchou até São Januário, pra pastar pela 37ª vez em 42 pegas por Estaduais. A “doma” rolou em tarde de um domingo, diante de  11.522 pagantes, que anotaram a vitória valendo pelo segundo turno do Campeonato Carioca. Além de escutar o apito de Moacir Miguel dos Santos, as almas presentes viram Ramón Pernambucano abrir o placar, aos 23 minutos do primeiro tempo, e Roberto Dinamite ferrar o bicho, aos 4, e, cobrando pênalti, e aos 21 da etapa final. E teve mais.  Quando já estava com a corda bem apertada no pescoço, a visitante aprontou o maior rebu. Reduzida a seis “cavalheiros” na cancha, a "Zebra da Ilha” urrou e obrigou a “Sua Senhoria”, o árbitro, a encerrar a contenda, por falta de números legais para prosseguir caindo no laço. Tendo por “laçador-mestre” o “Titio” Orlando Fantoni, os “amansadores de “burro bravo” foram: Mazaropi, Orlando ‘Lelé”, Abel Braga, Geraldo e Luís Augusto; Zé Mário, Paulo Ro­berto e Dirceu Guimarães; Wilsinho (Gaúcho), Roberto e Ramón (Paulinho). Antes, a moçada já havia armado o mesmo placar pra cima da Portuguesa Carioca: 20.10.1957 – Vasco 3 x 0 ; 06.10.1952 – Vasco 3 x 0; 08.07.1962 – Vasco 3 x 0; 06.10.1962 – Vasco 3 x 0 24.08.1967 – Vasco 3 x 0;  03.04.1968 – Vasco 3 x 0.

(Foto de Ramón Pernambucano reproduzida de álbum de figurinhas). Agradecimento.