Vasco

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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 31.10

Rivais caseiros, de outras plagas e "hermanos" de pontos mais distantes do continente curvaram-se ante os bicos da chuteiras cruzmaltinas, nos 31 de outubro. Alguns descuidados levando goleadas e vendo o choro se repetindo. Dá pra conferir:   

VASCO 1 X 0 ESPERANÇA - Velhos tempos em que a rapaziada disputava o seu quinto campeonato estadual. Era 1920 e o "Almirante" navegava pela Segunda Divisão. No dia, quem tocou fogo na caldeira da esquadra foi Aristides Esquerdinha.
VASCO 4 X 3 AMÉRICA - Na época, foi um grande clássico do Campeonato Carioca-1937. Jogo em casa, com o mineiro Niginho (3) e o fanático vascaíno Alfredo dos Santos, que só sentia-se bem com a jaqueta cruzmaltina, tocando fogo no "Diabo". Pesquisadores divergem sobre a escalação, com a mais provável sendo:: Joel, Poroto e Zé Luis; Oscarino, Zarzur e Calocero; Lindo, Alfredo, Niginho, Mamede e Luna.
 
VASCO 3 X 1 AMÉRICA - O raio caiu no mesmo lugar, isto é, na mesma data, pois a pugna desenrolou-se no estádio da Rua General Severiano. Corria o 31 de outubro do Campeonato Caroca-1948 e a fase já era do "Expresso da Vitória". A mediação foi do inglês Cyrill John Barrick e os maiores baluartes cruzmaltinos da jornada Dimas (2) e Ademir Menezes. A turma toda: Barbosa, Augusto e Wilson; Ely, Danilo e Jorge; Maneca, Ademir Menezes, Dimas, Ismael e Chico.
VASCO 4 X 3 FLU - Até aquele domingo, os dois rivais haviam ultrapassado a barreira dos 60 confrontos pelo título estadual. O 63º, pelo Campeonato Carioca-1954, foi de comemoração dupla para os cruzmaltinos, no Maracanã. Além da vitória, eles encerraram uma série de seis jogos sem verem os tricolores  atrás no placar, dentro daquela competição. Era a 1.497º vez que o "Almirante" rolava a pelota, com grandes emoções e brindes no barbante oferecidos por Alvinho, aos 6 minutos do primeiro tempo e aos 5 do segundo; Vavá, aos 43 da etapa inicial, e Sabará, aos 30 da final. Apitado por Josef Gulden, o clássico teve, ainda, um gol conta marcado por Bellini. O treinador Flávio Costa, que tinha o apelido de "Alicate", torceu o adversário contando com a força de: Barbosa, Paulinho de Almeida e Bellini; Mirim, Laerte e Dario; Sabará, Maneca, Vavá, Pinga e Alvinho.        
VASCO 3 X 2 BOTAFOGO - Um dos jogos mais emocionantes desse duelo rolou em 31 de outubro de 1955, em uma tarde de domingo, no Maracanã, com 3 x 2 para a "Turma da Colina", pelo Campeonato Carioca, com apito de Eunápio de Queirós e a renda de Cr$ 615 mil, 872 cruzeiros e 20 centavos.
Vavé vê a bola sacudir o barbante alvinegro 
Sabará, o paraguaio Sílvio Parodi e Pinga marcaram os tentos cruzmaltinos, que eram treinador por Flávio Costa, que escalou: Hélio; Paulinho de Almeida e Haroldo; Laerte, Orlando e Beto; Sabará Valter Marciano, Vavá, Pinga e Parodi.  
Os botafoguenses, treinados por Zezé Moreira, que havia comandado a Seleção Brasileira na Copa do Mundo-1954, contavam com gente de peso, como Nilton Santos, Garrincha e Paulinho Valentim, principalmente.
VASCO 4 X 2 BONSUCESSO – Velho freguês comparecendo ao Maracanã, para ser batido pelos gols de Zezinho, aos 16; Célio, aos 31 e aos 54, e de Saulzinho, aos 67. Eunápio de Queiroz apitou e o treinador e ex-zagueiro cruzmaltino Ely doi Amparo escalou para a missão de descolorir os rubro-anis: Miltão, Joel Felício, Caxias, Fontana e Barbosinha; Maranhão e Lorico; Mário, Célio, Saulzinho e Zezinho.
VASCO 1 X 0 BOTAFOGO -  O "Almirante" foi ao quinto pega contra os alvinegros pelo primeiro Campeonato Brasileiro de Futebol, em 1971, antes da unificação, como um autêntico "estraga prazer". O rival jogaria a sua 100º partida pela disputa e planejara uma grande vitória, par comemorar, é claro. Só quem saiu para o abraço foi o meio-campista cruzmaltino Buglê, aos 36 minutos do primeiro tempo. Até ali, rolava o quinto duelo entre ambos pela disputa, que tinha um triunfo da rapaziada a mais (3 x 2), além de quatro tentos para cada lado. Jogado no Maracanã, o time do treinador Admildo Chirol apresentou-se com: Andrada; Fidélis, Moisés, Renê e Alfinete: Alcir, Buglê e Afonsinho; Dé, Ferretti (Adílson Albuquerque) e Rodrigues.   

VASCO 7 X 1 VOLTA REDONDA - Naquele 1985,  Romário e Mauricinho achavam que a sorte havia brigado com eles. Então, reuniram-se ao treinador Antônio Lopes e foram a uma paróquia de Copacabana, procurar o Frei Laudelino, irmão de Levi Lafetá, candidato à presidência do Vasco da Gama. Choro rolado, o frei barbadinho prometeu manter contatos com a “turma lá de cima” e celebrou missa para acabar com a choradeira dos reclamões.
 A julgar pelo que aconteceu depois, o culto religioso deu certo e quem “pagou o pato”  foi Volta Redonda. Na rodada seguinte – 31.10 –, em noite de quinta-feira, levou  a maior goleada do Estadual-RJ:  7 x 1, com Romário abrindo o seu saco de maldades e colocando o goleiro pra chorar, por três vezes, aos 26, 36 e 86 minutos.  – Fernando, aos 20; Roberto Dinamite, aos 49;  Santoso, aos 50, e Gersinho, aos 88, completaram a balaiada.
O pega foi no Maracanã, apitado por Aloísio Felisberto, assistido por 2.785 pagantes, que gastaram CR$ 31.690 mil cruzeiros (moeda da época). Os vascaínos aterrorizantes foram: Acácio; Heitor, Newmar, Fernando e Paulo César; Vitor, Gersinho e Luis Carlos; Santos (Silvinho), Roberto Dinamite, (Geovani) e Romário.
 O "Voltaço”, que teve um atleta expulso de campo, era treinada por um ex-zagueiro cruzmaltino da década-1940, Wilson Francisco Alves, o “Capão”
GÊNERO - Na verdade, ir à missa pedir ajuda celestial era choro demais dos vascaínos, pois, até ali, eles haviam perdido só uma partida do Estadual – 0 x 2 Fluminense. Pelo meiodo caminho, haviam goleado a Portuguesa e o maior rival, o Flamengo, respectivamente, por 5 x 2 e 4 x 0 – 2 x 1 Goytacaz; 0 x 0 Fluminense; 1 x 1 Volta Redonda; 2 x 0 Bonsucesso; 2 x 0 Olaria; 0 x 0 Botafogo; 1 x 1 Bangu; 2 x 0 America; 1 x 1 Americano; 0 x 0 Portuguesas e 3 x 0 Goytacaz haviam sido os outros resultados. Após os 7 x 1 pra cima da “Lusa da Ilha do Governador”, rolaram: 4 x 0 Bonsucesso; 2 x 1 Olaria; 1 x 0 Botafogo; 1 x 1 Americano; 0 x 1 Bangu; 0 x 1 América e 0 x 2 Flamengo.
Se tivesse vencido os jogos dessas três derrotas consecutivas, o Vasco totalizaria 35 pontos, mesma quantia do Bangu, o que mais pontuou, mas perdeu o título, no regulamengto, para o Fluminense (34). Totalizando 29, o “Almirante” ficou atrás, ainda, dos rubro-negros (33). Logo, precisariam voltar mais vezes aos barbadinhos.
Antônio Lopes  foi o mandante do massacre, executado por: Acácio; Heitor, Fernando, Newmar e Paulo César; Vitor, Luis Carlos Martins e Gersinho; Santos (Silvinho), Roberto Dinamite (Geovani) e Romário.
VASCO 7 X 1 GOYTACAZ - Vencer times do interior do RJ nos 31 de outubro, por 7 x 1 não ficou restrito ao placar citado acima. Em 1991, a nova vítima foi da cidade de Campos, coincidentemente, pela mesma Taça Rio e em uma quinta-feira. Só que em  São Januário.  Orlando Gomes Leonor foi o juiz, Antônio Lopes seguia treinador e mandante do "mesmo tipo de "crime, cometido por: Carlos Germano; Pimentel, Jorge Luís, Alexandre Torres e Cássio;   França, Geovani, Bismarck (Macula) e William; Sorato e Bebeto (Mauricinho). Na marcha da contagem,  Jorge Luís, aos 2; William, aos 8, e Bebeto, aos 45', abriram a porteira; Bebeto, aos 21; Alexandre Torres, aos 39; Bismarck, aos 43, e Sorato, aos 45 da etapa final, fizeram o resto.
VASCO 2 x 1 Atlético-PR - Tarde de domingo na Colina, quando a "maricota" começou a rolar. O "Animal" Edmundo estava com fome (de bola) e foi à luta. Mordeu as redes, aos 14 e aos 84 minutos, diante daquele cardápio da primeira fase do Campeonato Brasileiro-1999. O preparador de apetites do placar rapaziada, Antônio Lopes, colocou a responsabilidade nos costados de: Carlos Germano, Paulo Miranda, Odvan, Mauro Galvão, Gilberto (Alex Oliveira), Felipe, Nasa (Fabiano Eller), Amaral, Ramon, Viola (Donziete) e Edmundo. 

VASCO 1 X 0 ROSÁRIO CENTRAL-ARG - Em São Januário, por aquela época, era comum a torcida não saber da renda do jogo. Como naquela noite de terça-feira em que cerca de 8 mil deles pagaram para assistir uma cena não muito comum, ou "incomuníssima", como diria o vascainíssimo torcedor Vasco Vasconcelos: o zagueiro Júnior Baiano, grande inimigo da técnica,  lançando e meia Juninho Paulista encaçapando – aos 19 minutos do primeiro tempo. Liderada pelo técnico Oswaldo de Oliveira, a esquadra da casa preliou pela Copa Mercosul-200, batendo os "hermanos" com serviços de: Hélton; Clebson, Odvan, Júnior Baiano e Jorginho Paulista (Alex Oliveira); Jorginho Amorim, Paulo Miranda, Juninho Pernambucano e Juninho Paulista; Viola e Pedrinho (Siston). O apito foi do chileno Mário Sánchez Yanten.   

VASCO 3 X 2 GOIÁS - Vitória com placar apertado, mas importante, por ter rolado na cassa do adversário, o Estádio Serra Dourada, em Goiânia. Valeu pela fase única do Campeonato Brasileiro-2007, com a rapaziada torrando duas pipocas de frente, no primeiro tempo – Alan Kardec, aos 31, e Leandro Amaral, aos 41. Aos 70, Alan Kardeck voltou à rede. Comandado pelo treinador gaúcho Valdyr Espinosa, o "Almirante" do dia navegou levando: Cássio; Wagner Diniz, Luizão (Júlio Santos), Jorge Luís e Rubens Júnior; Leandro Bonfim, Amaral, Conca e Thiaguinho (Andrade); Alan Kardeck e Leandro Amaral..  
A "VASCODATADTA" 31 de outubro inclui: Vasco 1 x 1 Campo Grande, em 1982;  Vasco 2 x 2 Ponte Preta, em 2004; Vasco 1 x 1 Fortaleza, em 2009, e Vasco 1 x 1 Paraná, em 2014.

FLAGAY - A GRAÇA DA COLINA

Quando dizem que rubro-negro não é muito chegado em certos detalhes da vida nacional, tem gente que desacredita. Fazer o quê? E quem está insinuando é a revista “O Cruzeiro”, que foi a maior da América do Sul (e do sol), chegando a tirar 600 mil exemplares por semana.
Quando a semanário" fez esta charge, o general Hugo Abreu preparava-se para lançar um livro sobre as suas memória dentro da ditadura militar que governou o país, por mais de 20 anos. Aliás, um período em que eles se deram muito bem. Inclusive, se consideraram campeões mundiais, vencendo um amistoso promovido por uma montadora de automóveis do Japão.
De sua parte, os vascaínos curtiram muita cadeia, lutando contra a ditadura.Perguntem aos jornalistas Sérgio Cabral, José Jorge e amuito outros.
 E, já que a preferência rubro-negra é por um uma chocante  florzinha, um arco íris, um suco de damasco com passa  e uma penteadeira,  segundo a revista "O Cruzeiro", da qual foi reproduzida esta página, problema urubuzático. Já que eles não gostam de biquinis, tanguinhas e calcinhas tesudinhas, a rapaziada da Rua General Almério de Moura pega todas, inclusive, as rubro-negras.

domingo, 30 de outubro de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 30.10


Uma goleada e duas “meias”, digamos. É o "Almirante" dos 30 de outubro, quando enfrentou um grande rival, o Botafogo, por duas vezes. E segue invicto contra ele na data. Bem como diante do Fluminense. Dê uma olhadinha na história.
 
VASCO 3 X 3 BOTAFOGO, amistosa e curiosamente, foi um placar repetido em 1925 e em 1926, no mesmo local, o estádio das Laranjeiras. No primeiro, Fernandez, Russinho e Surica (contra), marcaram para o "Almirante", enquanto Torterolli, Tatu e Dininho foram os batedores na rede na segundo igualdade dos 30 de outubro. Respectivamente, quarto e sétimo amistosos ente os dois time, de um total de 17, com 11 triunfos da rapaziada, três empates e três pisadas no balão. No primeiro, o "Almirante" cravou 2 x 1, em  18 de janeiro de 1925). Os 3 x 3 são, ainda, o maior escore dos jogos não oficiais entre ambos.  

VASCO  2 x 1 COMBINADO DA AMEA, isto é, Associação Metropolitana de Esportes Athléticos. Um amistoso contra um selecionado do Rio de Janeiro, em 1928, com Russinho e Hespanhol comparecendo ao barbante.

VASCO 3 X 0 MADUREIRA ficou pela metade da balaiada que você vai ler abaixo, sobre o "Cantusca". Esta aqui valeu pelo Campeonato Carioca-1940, em uma quarta-feira, na Colina, onde Alfredo I, Villadóniga e Manuel Rocha mandaram ver. O inglês HarryWelfare treinava o time que esteve asssim: Chiquinho, Jahu e Florindo; Manuel Rocha,  Zarzur e Argemiro: Alfredo I,  Alfredo II, Villadoniga, Gonzalez e Orlando

VASCO 2 X 0 FLUMINENSE, clássico domingueiro diferente, no Estádio Caio Martins, em Niterói. Apitado por MacPherson Dundas na fase em que o treinador uruguaio Ondino Viera, que havia montado o “Expresso da Vitória”, voltara para as Laranjeiras, deixando Flávio Costa colher as glórias conqusitadas por um dos times mais fortes do mundo. Ademir Menezes marcou os dos gols, um em cada etapa, valendoo Campeonato Carioca-1949, com esta gente: Barbosas, Augusto e Laerte; Ely, Danilo e Alfredo II; Nestor, Maneca, Ademir, Heleno de Freitas e Chico. Naquela temporada, o Vasco foi o campeão estadual, com 18 vitórias em 20 jogos, além de dois empates. Marcou 84 gols, ficando com um impressionante saldo de 60, dos quais mais da metade (31) saiu do talento de Ademir Menezes.         
                                                                                                                   
VASCO 3 X 2 BOTAFOGO já foi na “Era Maracanã”. Clássico dominical, compôs a tabela do Campeonato Carioca-1955, com o paraguaio Parodi e os paulistas Sabará e Pinga comparecendo ao filó. Flávio Costa era o técnico desta formação: Hélio, Paulinho de Almeida (foto) e Haroldo: Orlando, Laerte e Beto; Sabará, Valter Marciano, Vavá, Pinga e Parodi. 

VASCO 6 X 0 CANTO DO RIO rolou em São Januário, onde não havia perdão para o time de Niteroi. Ainda mais em um domingo. Neste estrago citado acima, válido pelo Campeonato Carioca-1960, o técnico Abel Picabea cansou-se de comemorar com: Ita, Paulinho de Almeida e Bellini; Laerte, Orlando e Coronel; Sabará, Vanderlei, Wilson Moreira, Waldemar e Pinga.

VASCO 4 x 1 AMÉRICA-RJ, no Maracanã,  é do Campeonato Carioca-1965.  Frederico Lopes apitou e os gols cruzmaltinos foram de Maranhão, aos 5 min do primeiro tempo; Célio, aos 5 (50); Lorico, aos 8 (53) e aos 24 (69) do segundo tempo. Zezé Moreira érea o treinador, com esta rapaziada lhe obedecedndo: Gainete, Ari, Brito, Fontana e Oldair; Maranhão e Lorico; Luisinho, Mário, Célio e Zezinho. Técnico: Zezé Moreira. 

VASCO 1 XC 0 CRB-AL teve gol marcado por Roberto Dinamite, aos 21 minutos do primeiro tempo, pelo Campeonato Brasileiro-1976, no Maracanã. Confrontado em um sábado, com 19.614 almas presentes ao então segundo pega oficial entre os dois –  no primeiro (29.11.1972), placar mudo: 0 x 0. Houve um terceiro encontro (14.05.1978), com a moçada mandando 2 x 0.  No jogo citado acima, o treinador Paulo Emílio escalou: Mazaropi; Toninho, Marcelo, Gaúcho e Marco Antônio; Zé Mário, Zanatta e Galdino; Luis 'Fumanchu', Dé, Roberto Dinamite e Luís Carlos.     
VASCO 3 X 0 GOIÁS é do Campeonato Brasileiro-1977, na casa do adversário, o Estádio Serra Dourada, em Goiânia, em um domingo. Wilsinho (2) e de Roberto Dinamite encaçaparam durante a grande exibição cruzmaltina, assistida por 26.549 pagantes, com renda de Cr$ 840 mil, 654 cruzeiros e apito de  Luiz Zetterman Torres-RS. Orlando Fantoni era o treinador destes caras massacrantes: Mazaropi; Orlando ‘Lelé’, Abel Braga, Geraldo e Marco Antônio; Zé Mário e Zanata: Wilsinho (Guina), Roberto Dinamite, Paulinho (Zandonaide) e Dirceu.   

 Acrescente na "Vascodata" 30 de outubro: Vasco 1 x 1 Palestra Itália-MG, em 1927; 1 x 1 São Paulo, em 1988; 1 x Corinthians, em 2005;  Vasco 2 x 2 Atlético-PR, em 2008, e 0 x 0 São Paulo, em 2011. 

















 
 

 
 
 

 












             

 

 

 

 

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - AS ESPIÃS QUE SABIAM DEMAIS-8

Fluente nas línguas hebraica, persa, árabe, turca e em vários dialetos das tribos que viajava no lombo do camelo –  além de ter sido a primeira mulher classificada em primeiro lugar em História Moderna, pela Universidade de Oxford –, ninguém poderia ajudar mais ao Foreign Office britânico  em sua política para o Oriente Médio do que Gertrude Bell. Ela sabia de tudo sobre as terras e o povo dali.
 Pelos inícios da segunda década do século XX, a inteligência britânica precisava descobrir se o Império Otomano se aliaria à Alemanha e o que as tribos árabes fariam no caso de uma guerra entre ingleses e turcos. Para isso, reuniu as pessoas mais experientes em assuntos do Oriente Médio e criou o Gabinete Árabe, do qual Gertrudes emergiu como estrela. Os seus tantos anos na região lhe permitiram reunir todas as informações importantes sobre planejamentos árabes, disposições militares e planos turcos, e uma grande rede de informações entre colonos sionistas na Palestina.   
Com os ingleses não admitiam a perda do controle do Canal de Suez, entre o Egito, e Gertrudes Bell previa que os turcos se aliariam aos alemães para dominá-lo, ela recebeu o posto de major do exército britânico, para ajuda-lo a manter o domínio de Sua Majestade sobre a hidrovia  vital para o comércio regional. No entanto,  houve discórdias com os oficiais britânicos. Bell insista pela contratação de combatentes árabes, alegando que estes odiavam os opressores turcos e fariam de tudo para livrarem-se deles, enquanto os militares os viam, meramente, como selvagens sujos e divididos em muitas clãs de tribos sem nenhuma utilidade.  
 Sabedora de que o militar turco andava disperso e sem armas modernas, Bell propôs um novo plano, uma ação secreta de guerrilha, tipo da usada pela Espanha para derrotar a França napoleônica na Península Ibérica. Novamente, os comandantes do exército britânico divergiram dela, considerando os espanhóis camponeses ignorantes e incapazes de lutar uma grande luta. A insistência de Bell e o seu respeito por altos oficiais, no entanto, fizeram-na vencer a queda de braço.
  Isso aconteceu dentro do que ficou conhecido por Revolta Árabe (1916/1918) contra a opressão turca. Com o apoio do líder Amir Faisal bin Hussain, a incansável Bell buscou o seu colega arqueólogo britânico Thomas Edward Laurence, major e espião amador, para conselheiro militar do primeiro, e o cara teve uma atuação tão espetacular que passou à história como “Lawrence da Arábia”.
Como os britânicos ganharem aquela luta, com a ajuda dos árabes, acabaram-se as divergências entre os seu oficiais e Gertrude Bell, certo? Errado! Tanto ela quanto Lawrence ficaram decepcionados com a política pós-guerra do seu povo para o Oriente Médio, não levando em conta as aspirações árabes. Bell deixou de ser ouvida e tornou-se inútil. Abatida e não vendo nada do que desejava para as terras do deserto, em julho de 1926, ela suicidou-se.      

 

sábado, 29 de outubro de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 29.10


A data 29 de outubro é importantíssima na história do Club de Regatas Vasco da Gama. Após os  seus primeiros oito jogos, o time terminou um compromisso na frente do placar. Além daquilo, a data ainda tem duas goleadas e um triunfo sobre um grande rival. Conferindo:
VASCO 2 x 1 RIVER - Aí está o escudo do River Futebol Clube, do bairro da Piedade e fundado em 23.06.1914. Valeu pelo Campeonato Carioca da Terceira Divisão, em um domingo, no campo do São Cristóvão, à Rua Figueira de Mello.  A rapaziada abriu o placar, aos 10 minutos, com Alberto. Rocha II, empatou aos 28, mas Cândido desempatou, aos 34. Horácio Salema Ribeiro apitou a partida que teve esta “Turma da Colina”: Ary Correia, Jaime Guedes e Augusto Azevedo; Victorino Rezende, João Lamego e Manuel Baptista; Bernardino Rodrigues, Adão Antônio Brandão (foto), Joaquim de Oliveira, Alberto Costa Júnior e Cândido Almeida. Faltando dois jogadores nesta relação, o River teve: Motta, Rocha I e Barbosa; Rocha II, Julinho e Grande; Cyro, Luciano e Oliveira. 
 Anote os primeiros jogos vascaínos no Estadual-1916: Turno:  03.05.1916 – Vasco 1 x 10 Paladino; 13.05.1916 – Vasco 1 x 5 Brasil; 28.056.1916 – Vasco 0 x 4 Icarahy; 14.07.1916 – Vasco 2 x 4 Parc Royal; 16.07.1916 – Vasco 3 x 4 Ríver; RETURNO: 03.09.1916 – Vasco 0 x 2 Paladino; 07.09.1916 – Vasco 0 x 3 Parc Royal; 22.10.1916 – Vasco 1 x 4 Icarahy;  29.10.1916 – Vasco 2 x 1 Ríver; 05,11,1916 -  Vasco W x O Brasil.   
Exceto os jogos de 3 e 7 de setembro, no Andaraí, e o de 29 de outubro, em Figueira de Mello, os demais rolaram em General Severiano. Assim, em seu primeiro Cariocão, promovido pela Liga Metropolitana de Sports Athléticos, o Vasco terminou em sexto lugar, com uma vitória, oito derrotas, 10 gols marcados, 37 sofridos e nenhuma expulsão de campo. O W x O sobre o Brasil foi porque este desistiu da disputa, antes do término.
VASCO 5 x 1 AMÉRICA-RJ, do Campeonato Carioca-1939, em um domingo, nas Laranjeiras, no estádio do Fluminense. Gentil Cardoso era o treinador vascaínos os goleadores foram Gandulla (2),Villadóniga (2) e Armandinho. O  juiz chamava-se Fioravanti D’Ângelo e os jogadores vascaínos tinham estes nomes: Nascimento, Agnelli e Florindo; Figliola, Zarzur e Argemiro; Armandinho, Alfredo, Villadoniga, Gandulla e Emeal.

VASCO 5 X 1 SÃO CRISTÓVÃO, em um outro domingo, pelo Campeonato Carioca-1950, temporada de caneco na Colina, foi goleada na casa do adversário, no estádio da Rua Figueira de Mello. Djayr (3), Tesourinha e Ademir Menezes apareceram nas redes, ordenados pelo técnico Flávio Costa. Visitantes indesejáveis: Barbosa, Augusto e Sampaio; Ely, Danilo e Jorge; Tesourinha, Maneca, Ademir Menezes, Jansen e Djayr. 

VASCO 2 x 1 BOTAFOGO, placar do Campeonato Carioca-1978, também rolou em um domingo, mas no Maracanã, assistido por 41.978 pagantes. Roberto Dinamite e Paulinho marcaram os gols deste time treinado por Orlando Fantonii: Leão; Orlando 'Lelé", Abel Braga, Gaúcho e Marco Antônio 'Tri'; Helinho, Paulo Roberto (Washington Oliveira) e Guina: Wilsinho, Roberto Dinamite e Paulinho (Ramon Pernambucano).    

VASCO 3 X 0 SERRANO é fatura creditada ao técnico Mário Jorge Lobo Zagallo, pelo segundo turno do Estadual-1980, em São Januário. Jogo de pouco público, 1.915, com apito de Arnaldo César Coelho e pimbas nas redes dos visitantes a cargo de Silvinho, aos 38 minutos do primeiro tempo e aos 2 da etapa final, além de e Roberto Dinamite, aos 42 da mesma fase. Maus recebedores de visitas: Mazaropi; Paulinho Pereira, Or­lando, Léo e João Luís (Juan); Pintinho, Guina e Marco António II; Catinha, Ro­berto e Silvinho.
  
VASCO 4 X 0 SÃO CRISTOVÃO  esteve na sétima rodada do segundo turno do Estaudal-1983, em São Januário. No apito, Luís Carlos Gonçalves. Na galera, 3 008 pagantes. No placar, compareceram: Almir (contra), aos 3, e Paulo Egídio 35 minutos do primeiro e aos 29 do segundo tempo, e Edevaldo,aos 16 da etapa final, também. No leme da esquadra quem estava era Oto Glória, levando esta moçada a bordo: Roberto;   Edevaldo. Daniel González. Nenê e Galvão; Dudu. Ernâni e Geovane; Pedrinho, Roberto Dinamite e Paulo Egídio. OBS: Geovane foi expulso de campo.
VASCO 3 X 2 VOLTA REDONDA, em São Januário, pelo segundo turno do Estadual-1992, apitado por Orlando Leonor, teve público de apenas 1.165. Em compensação, gol rapidão: Bismarckm ais  3 minutos – Edmundo, aos 11, e Carlos Alberto Dias, aos 67, completarem a conta, anotada pelo treinador Joel Santana, que comemorou com: Carlos Germano; Luis Carlos Winck, Jorge Luis, Alexandre Torres e Cássio; Luisinho, Leandro, Bismarck e Carlos Alberto Dias; Edmundo e Valdir (Luciano).

VASCO 2 x 1 INDEPENDIENTE SANTA FÉ se encontraram, em uma terça-feira, no Maracanã, pelas semifinais da Copa Conmebol-1996, assistidos por 1.245 pagantes. Ranielle, aos 44 minutos do primeiro tempo, e aos 3 do segundo marcou os gols  vascaínos, Antônio Lopes era o treinador desta rapaziada: Carlos Germano; Pimentel, Juninho Pernambucano (Toninho), João Luiz e Cássio; Sidney, Luisinho, Ramón Menezes e Nelson (Ranielli); Macedo e Edmundo. 

VASCO 3 x 1 CORITIBA, em uma quinta-feira, em São Januário, apitado por Sidrack Marinho dos Santos-SE e  assistido por 5.518 pagantes, com renda de R$ 7.590,00, valeu pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro-1998.  Mauro Galvão, aos dois minutos do primeiro tempo, abriu o placar. Ramón Menezes, aos 38 e aos 42 minutos do segundo tempo, fez os outros dois. Antônio Lopes era o treinador de: Márcio; Vagner (Felipe Alvim), Geder, Mauro Galvão e Felipe; Nasa, Fabrício Carvalho (Henrique), Juninho Pernambucano e Ramón Menezes; Dedé (Fabrício Eduardo) e Donizete.
A "Vascodata" 29 de outubro é acrescentada por:  Vasco 1 x 1 Flu, em 1974; 1989 – Vasco 0 x 0 São Paulo, em 1989, e Vasco 1 x 1 Flamengo, em 1995.

A MUSA VASCAÍNA DO DIA - PAT

Foto reproduzidas de www.musasfc.blogspot.com. Agradecimentos

Patrícia Fonseca é o nome da belíssima modelo que faz o "Almirante" ser amado pelas mulheres mais lindas do mundo. Isso não dá pra discutir. Quem duvidar é só pintar nos compromissos da rapaziada.

Patrícia Fonseca is the name of the beautiful model that makes the "Admiral" be loved by the most beautiful women in the world. That can not be discussed. Anyone who doubts is only painting the commitments of the boyfriend.
 
 

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 28.10

O  28 de outubro é poucas vitórias e muitos empates. Digamos que foi uma data de trabalhar em pedreiras. Se bem que os adversários das igualdades são pesos pesados. Confere? Vejamos:   28.10.1951 – Vasco 1 x 1 Botafogo; 28.10.1970 – Vasco 0 x 0 Bahia; 28.10.1972 - Vasco 0 x 0 Palmeiras; 28.10.1990 - Vasco 0 x 0 Corinthians; 28.10.2011 - Vasco 2 x 2 Fluminense; 28.10.2007 - Vasco 2 x 2 Palmeiras. Agora, confira vitórias:

VASCO 2 X 0 AMÉRICA - Com apito de Alzilar Costa, pela sexta rodada do segundo turno do Campeonato Carioca-1945,  o rival carioca foi batido  em tarde domingueira,  em São Januário. O treinador era o uruguaio Ondino Vieira, os gols foram marcados, no segundo tempo,  por Chico e Berascochea, e o time teve: Rodrigues, Augusto e Rafagnelli; Ely, Berasacochea e Argemiro; Ademir Menezes, Lelé, Isaías, Jair Rosa Pinto e Chico.   A temporada-1945 foi de taça nas mãos dos cruzmaltinos. Eles conquistaram os dois turnos da disputa contra 10 times, pelo sistema todos contra todos. Em 18 partidas, foram 13 vitórias e cinco empates, com 58 gols pró e saldo de 43.

 VASCO 4 X 0 BONSUCESSO -    Valter Marciano (2), no primeiro tempo, além de Vavá (cobrando pênalti), e Pinga, na etapa final, chegaram nas redes nesta goleada, em um domingo, no Maracanã, pelo Campeonato Carioca-1956. Era o segundo jogo do returno e o 14º  invicto do time do técnico Martim Francisco na temporada regional.  Eunápio de Queiroz apitou a nervosa partida que teve dois vascaínos, Sabará e Vavá expulsos de campo. O  “Clube da Faixa” formou com: Carlos Alberto; Paulinho de Almeida, Bellini e Coronel; Laerte e Orlando; Sabará, Livinho, Vavá, Válter e Pinga. O “Bonsuça” fora um adversário difícil no primeiro turno, caindo por 3 x 2. Mas a “Turma da Colina” mandou oito goleada durante aquela grande campanha – 16 vitórias, quatro empates e duas quedas, em 22 compromissos – de 1956, que terminou com taça e faixa na Colina e a rapaziada marcando 58 vezes – s saldo de 41 bolas no filó.

VASCO 2 X 1 FRIBURGUENSE - 1984 - Tempos do glorioso Edu Coimbra como treinador da "Turma da Colina" e jogo na casa do adversário, o Estádio Eduardo Guinle, em Nova Friburgo. Valeu pelo Estadual-1984, apitado por Wilson Carlos dos Santos, assistido por 4.046 pagantes. Roberto Dinamite abriu o placar, aos 7 minutos, eles empataram e o mesmo Roberto desempatou, aos 42 do segundo tempo. Quem subiu a serra? Roberto Costa; Edevaldo, Ivã. Daniel González e Donato; Chi­na, Geovani e Marquinho (Marcelo); Mauricinho, Roberto e Rômulo. 

MUSAS VASCAÍNAS DO DIA - TORCEDORAS

A página que mostra a paixão
Sem ganhar o Campeonato Brasileiro, que já levou por quatro vezes – 1974, 1989, 1997 e 2000 – há 14 temporadas, e o Estadual do Rio de Janeiro, desde 2003, a torcida cruzmaltinaa segue sendo a segunda maior entre os cariocas. E faz parte do "time" das cinco maiores do país, de acordo com pesquisa da revista paulista "Placar". Nesses últimos 14 anos, o time vascaíno só levou para São Januário o título da Copa do Brasil de 2011. Qual a razão para tanta paixão? Explicações? Sentimento que não pára; herança familiar; simpatia pela história de democracia e de alto sentido social. E outras tantas razões sociológicas e futebolísticas. 
Para ver até onde vai a paixão pelo Club de Regatas Vasco da Gama, em 2005, a revista "Lance" publicou uma edição especial dedicada à "Turma da Colina", pela qual exibia a foto de duas lindas jovens carioquíssimas, deixando um recado: a pele delas era morena, mas, acima de tudo, cruzmaltina. Mostraram isso pintando o corpo, para irem ao estádio levando a energia que empurra a galera à luta. Razões de ser Vasco.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 27.10

Uma data de poucas vitórias (e jogos vascaínos) , o 27 de agosto. Mas com muitas emoções, inclusive, com gol no último minuto. Saiba disso:

VASCO 1 X 0 FLAMENGO - Domingo, no estádio das Laranjeiras. Chegava o Flamengo para um grande duelo, válido pelo Campeonato Carioca-1929, levando dois treinadores, Joaquim Guimarães e Raphael Candiota. Orientado pelo inglês Harry Welfare e sob  o apito de Carlos Martins da Rocha, o Carlito, mandou 1 x 0, com Russinho cobrando pênalti, no primeiro tempo. Time da vitória: Jaguaré, Brilhante e Itália; Tinoco, Fausto e Mola; Paschoal, Russinho, Oitenta-e-Quatro, Mário Mattos e Santana.
Aquele foi o 12 jogo entre os dois clubes, com seis vitórias vascaínas e dois empates. No confronto (iniciado em 29 de abril de 1923, com Vasco 3 x 1), a “Turma da Colina” já estava na frente, embora o seu futuro maior rival (o primeiro foi o América) tivesse quatro anos a mais de rodagem. Foi um dos triunfos da campanha do título vascaíno daquela temporada carioca, disputada por 11 times que se pegaram em dois turnos e decidida contra os americanos, em uma melhor de três. O 1 x 0 não poderia ser considerada vitória por acaso, pois a rapaziada havia batido os rubro-negros, por 3 x 2, no primeiro turno (14.07.1929).

VASCO 5 X 2 MADUREIRA – Amistoso convidado pelo adversário, com Gradim, Kulo, Luna, Bahianinho e Luis de Carvalho sacudindo o filó. Primeiro encontro entre os dois clubes nestas circunstâncias - o segundo foi em 13 de março de 1939, em Conselheiro Galvão, com os cruzmaltinos mandando 4 x 2.
 
VASCO 3 X 2 SÃO PAULO - Além de colocar "Urubu" em queda livre, em um outro 27 de outubro, no de 1968, o "Almirante" mandou reza brava pras cima de um santo, com quem se encontrava desde 4 de junho de 1940. Valeu pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa – à época chamado Taça de Prata –,  no Maracanã, em um domingo, com vitória de virada e gols cruzmaltinos marcados por  Silvinho, aos 27; Jurandir (contra), aos 42, e Beneti, aos 87 minutos. O público foi de 26 mil e 54 pagantes, o argentino Roberto Goecochea apitou, Paulinho de Almeida era o treinador e o time batedor era formado por: Pedro Paulo; Ferreira, Brito, Fernando e Eberval; Alcir e Buglê (Benetti); Nado, Adílson Albuquerque, Valfrido e Silvinho (Bianchini).

VASCO 1 X 0 CORITIBA - O sérvio Petkovic serviu neste jogo para dar os três pontos ao "Almirante", na última bola do jogo, aos 46 minutos do segundo tempo. Vitória importante por ter sido na casa do adversário – Estádio Couto Pereira, em Curitiba –, valendo pelo Campeonato Brasileiro-204.  Rodrigo Martins Cintra-SP apitou e Joel Santana era o treinador vascaíno deste time: Cássio; Thiago Maciel, Fabiano, Henrique e Chiquinho (Diego); Silva, Emerson, Coutinho e Petkovic; Marco Brito (Rubens) e Anderson (André Lima).   

Na "Vascodata" 27 de outubro, acrescente: Vasco 1 x 1 América de Três Rios-RJ,  em 1991, e Vasco 1 x 1 Fluminense, em 1992

THIS IS VASCO DA GAMA AND KIKE BALL

This is a blog dedicated to the research of the history of Club de Regatas Vasco da Gama , founded in Rio de Janeiro , Brazil , on August 21, 1898 , four young practicing rowing - Henrique Ferreira Monteiro , Luís Antônio Rodrigues , José Alexandre D' Avelar Rodrigues and Manuel Teixeira de Sousa Júnior - in honor of the portuguese explorer discoverer of the sea route to India .Until 1915, Vasco da Gama only competed in rowing. From the following year when he joined the football, it became one of the most admired clubs in the country, for its stance against social injustice. Currently has one of the largest Brazilian twisted .
Nacional champion on four occasions, the Vasco team also has conqusitou continentel the title on two other occasions , and various international. The Vasco team also has conqusitou continentel the title on two other occasions , and various international tournaments .The Vasco da Gama uses stark white shirt, or black with a diagonal band (black or white).
It is the caravel of portuguese maritime chievements, bringing the Cross of the Order of Christ in red.
The shorts and socks are also the shirt , white or black .Vasco da Gama has a stadium, located in General Almério de Moura , opened in 1927 , and was once the largest in Brazil . Kike Ball search to cruzmatina history since december 15, 20010 , having been visited by 120 000 "vaconautas" .The shield you see has been reproduced from the official website do clube - www.crvascodagama.comcombr - to which we appreciate . And you are welcome to Kike Ball. (fotos reproduzidas do site oficial do clube - www.crvasdogama.com.br). Agradecimento

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 26.10

No 26 de outubro  rolou o último gol cruzmaltino de Roberto Dinamite, o primeiro duelo de Tostão contra o Cruzeiro, goleadas e ultrapassagem sobra a dupla Fla-Flu. Entre outros. Confira:  
 
VASCO 3 X 1 RIVER-RJ - Dia de glória do atacante Paschoal, autor de três tentos da vitória, de virada, todos no segundo tempo,  no estádio da Rua Moraes e Silva, onde o "Almirante" mandou os seus primeiros jogos na elite do Campeonato Carioca. Naquela temporada, o time ficou bi, comandado pelo uruguaio Ramón Platero, dois anos após sair da Segunda Divisão. Formação do dia: Nélson, Leitão e Mingote; Brilhante, Claudionor e Artur; Paschoal, Torterolli, Russinho,. Cecy e Negrito. 

VASCO 3 X 2 ANDARAHY - Até o 26 de outubro de 1930, o "Almirante" a havia se defrontado em 14 oportunidades contra aquele adversário. A superioridade era enorme: 13 vitórias e um empate. Naquele dia, com Tinoco, Mário Mattos e Sant´Anna  passeando no filó, chegou a 40 bolas na rede, contra 13 gols sofridos.   

VASCO 1 x 0 FLUMINENSE - Peça antiga do Campeonato Carioca-1941, com gol desabrochado por Orlando Rosa Pìnto, em São Januário, em um domingo. Naquele dia, os tricolores nem desconfiavam  que, pouco depois, o seu treinador, o uruguaio Ondino Viera, se bandearia pelos lados da Colina, a fim de para montar o imparável "Expresso da Vitória". Naquele dia, ele foi vencido pelo colega Telêmaco Frazão de Lima, que colocou no gramado: Chiquinho, Osvaldo Saldanha, Florindo, Figliola, Zarzur, Alfredo II, Dacunto, Orlando, Gonzalez, Villadoniga e Moacir. A pugna foi apitada por José Ferreira Lemos.

VASCO 4 x BANGU - Cumprimento de pauta dominical, pelo Campeonato Carioca-1947, à Rua Conselheiro Galvão. Como o adversário era tradicional "freguês de caderno", o técnico Flávio Costa cobrou e os atacantes Lelé, Djalma, Friaça e Maneca, que eram pagos pra fazerem gols, não fizeram mais do que as suas respectivas obrigações. Garantiram o bicho da rapaziada: Barbosa, Wilson e Rafagnelli; Ely, Danilo e Jorge; Djalma, Lelé, Maneca, Dimas e Friaça. Naquela tarde, o apito ficou por conta de Mário Gonçalves Vianna.

VASCO 2 X 1 SÂO CRISTÓVÃO - Parada duríssima, pelo Campeonato Carioca-1952, na casa do adversário, à Rua Figueira de Melo. Tão dura que o "Santo" chegou a igualar o placar, aberto, no segundo tempo, por Edmur – Chico fechou a conta do jogo integrante da campanha do último título do "Expresso da Vitória", guiado pelo seu terceiro treinador, Gentil Cardoso, que confirou em:  Barbosa, Augusto e HAroldo; Ely, Danilo e  Jorge; Edmur, Ademir, Ipojucan, Maneca e Chico. O apito foi de  Mário Gonçalves Vianna.
 
VASCO 1 x 0 CRUZEIRO - Estava na 14ª rodada do Campeonato Brasileiro-1972, com um detalhe: Tostão,  o maior ídolo da torcida cruzeirense e maior artilheiro da história do clube mineiro (249 gols, em 379 jogos), estava com a jaqueta vascaína, enfrentando, pela primeira vez, o seu consagrador. Aconteceu em uma quinta-feira, no Maracanã, apitado por José Faville Neto-SP, na presença de 17.249 pagantes – renda de Cr$ 108.817,00 – que viram Luís Fumanchu balançar o barbante. Treinado por Mário Travaglini, os abatedores de "Raposa" foram: Andrada; Fidélis, Joel Santana, Renê e Alfinete; Alcir e Buglê; Jorginho Carvoeiro, Silva (Dé), Tostão e Marco Antônio (Luís Fumanchu).

VASCO 2 X 0 MADUREIRA - Visitas de "freguês de caderninho" à Colina. Corria o segundo turno do Estadual-1974, em São Januário, e o placar só foi mexido no segundo tempo: Jair Pereira, aos 12, e Roberto Dinamite, aos 26 minutos. Arthur Ribeiro Araújo apitou, 7.506 passaram pelas bilheteria e o treinador Mário Travaglini convocou: Andrada; Fidélis, Miguel, Moisés e Alfinete, Gaúcho, Zanata e Ademir (Fred); Bill, Roberto e Luís Carlos Lemos (Jair Pereira).

VASCO 1 X 0 GOYTACAZ - Em 26 de outubro de 1992, Roberto Dinamite marcou o último gol de sua carreira. Bateu na rede do Goytacaz, de Campos-RJ, pela quarta rodada da Taça Rio, o segundo turno do Campeonato Estadual do Rio de Janeiro. Era uma segunda-feira, quando ele pisou no gramado de São Januário e balançou o filó, aos 46 minutos do primeiro tempo, escrevendo o placar da partida apitado por Roberto Costa, diante de 74 mil pagantes, sem renda divulgada. Treinado por Joel Santana, o time do último Dinamite na rede teve: Carlos Germano; Luis Carlos Winck, Jorge Luís, Alexandre Torres e Cássio: Luisinho Quintanilha, Leandro Ávila, Bismarck e Carlos Alberto Dias; Edmundo e Roberto Dinamite (Valdir ‘Bigode’). 
 
MEMORIAL - A história do "matador" Roberto Dinamite começou na noite da quinta-feira 25 de novembro de 1971, em Vasco 2 x 1 Internacional-RS, no Maracanã, pelo então chamado Campeonato Nacional. Foi quando  ganhou o apelido, do “Jornal dos Sports”, que estampou: “Garoto Dinamite explodiu”.   Saído do  Esporte Clube São Bento, de Caxias-RJ, ele chegou à Colina levado por Fernando Ramos, que tinha o mesmo apelido (Gradim) de um antigo treinador vascaíno. Aos 12 anos de idade, era chamado por “Calu”. A sua vocação para o gol foi mostrada, em quatro temporadas (46 tentos) pelas categorias de base. Depois, rolou uma história de 708 maldades com goleiros, em 1.110 partidas cruzmaltinas, tendo o último compromisso sido em 24 de março de 1993, uma quarta-feira à noite, no Marcanã, diante do espanhol La Coruña. Encerrada a carreira, foi eleito vereador e deputado estadual, já tendo passado  pelas legislaturas de 1994/98/02/06/10/14. Em 27 de junho de 2008, tornou-se o primeiro ex--atleta eleito presidente do Vasco, somando 140 votos, contra 103 do candidato indicado pelo antecessor (Eurico Miranda), Amadeu Pinto da Rocha. Foi reeleito e comandou o clube por dois mandatos. 


VASCO 4 X 3 CRICIÚMA-SC - Rolava a primeira fase do Campeonato Basileiro-1997, quando a rapaziada foi à casa do adversário – Estádio Heriberto Hulse –, na cidade do mesmo nome do clube, e abriu dois gols de frente, no primeiro tempo  - Ramon Menezes, aos 10, e Edmundo, aos 38. Na fase final, os anfitriões igualaram o marcador, mas Edmundo fez mais um e Ramon fechou a conta, aos mais um , aos 74 minutos.  O treinador Antônio Lopes comandava: Márcio. Filie Alvin, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Luisinho (Moisés), Fabrício Carvalho (Nélson) e Ramon; Mauricinho (Pedrinho), Edmundo e Evair.  

VASCO 3 x 1 FLAMENGO - Valeu pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro-2006, em uma quinta-feira, no Maracanã. Já rolava o returno e 41.442 pagantes deixaram na casa a renda de R$ 552.660,00, além de ouvirem o apito de Paulo César de Oliveira-SP naquela vitória de virada. Vazado, aos 14 minutos, o "Time da Colina" não deixou o rival se empolgar. Aos 41 minutos, Abedi empatou. Na etapa final, Leandro Amaral colocou a casa em ordem, aos 15, para Jean fazer a festa, aos 45. Renato "Gaúcho" Portaluppi comandou a caçada ao "Urubu", com: Cássio; Thiago Maciel, Fábio Braz, Dudar e Diego; Ygor, Andrade, Abedi (Amaral) e Ramón (Mádson); Jean e Leandro Amaral (Coutinho).

VASCO 8 X 3 AURORA-BOL - Goleadíssima que valeu noite de vaga às quartas de final da Copa Sul-Americana-2011, em São Januário,  Os trabalhos noplacar foram abertos aos 9 minutos, quando Bernardo driblou dois defensores bolivianos e disparou a chamada bomba na rede: 1 x 0. Os visitantes empataram, mas o "Almirante"  desempatou, aos 38. Alecsandro aparou cruzamento de Juninho e não perdoou os visitantes:  2 x 1. Jogador mais participativo do Vasco, Alecsandro voltou a marcar, aos 44 minutos, executandou mais um perfeito cruzamento de Julinho: 3 x 1, registro da primeira etapa.
O Vasco voltou do intervalo com com a mesma fome de gols. Aos três minutos, Fagner lançou Alecsandro, que serviu Leandro, que cravou: 4 x 1. Aos 22,  Fagner foi derrubado dentro da área e Juninho Pernambucano bateu o pênalti: 5 x 1. Aos 27, o Aurora, que só  fazia contra-ataques, diminuiu : 2 x 5. Cinco minutos depois, a moçada respondeu, com Bernardo escrevendo: 6 x 2. Aos 37, Douglas subiu mais que toda defesa boliviana e fez mais um: 7 x 2. Ainda faltava o gol de Allan, que fez grande jogada e tocou na saída do goleiro: 8 x 3. Humilhadores de bolivianos: Fernando Prass; Fagner, Renato Silva, Douglas e Julinho (Jumar); Nilton, Fellipe Bastos, Juninho Pernambucano e Bernardo (Elton); Leandro (Allan) e Alecsandro. Técnico: Cristóvão Borges.
 
A "Vascodata" 26 de outubro tem também: Vasco 3 x 3 São Cristóvão, em 1953; Vasco 2 x 2 América-RJ, em 1963; Vasco 1 x 1 Fluminense, em 1980, e Vasco 3 x 3 Paraná, em 2003.

VASCO DA GAMA 0 x 0 AVAÍ-SC

Valeu pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B, hoje, em São Januário. Com o resultado, o time vascaíno fica a três pontos do líder Atlético-GO (61), que ainda não atuou na rodada. O próximo jogo será contra o gaúcho Brasil de Pelotas, no próximo dia 5 de novembro, em Bento de Freitas, Rio Grande do Sul.
A foto de Paulo Fernandes, de www.crvascodagama, captou a homenagem a Carlos
Alberto Torres, o eterno "Capita" 
Os atletas cruzmaltinos entraram em campo com uma camisa especial e personalizada com o número 4, em homenagem ao capitão da Seleção Brasileira da Copa do Mundo-1970, Carlos Alberto Torres, que nos deixou na terça-feira, levado por um enfarto fulminante, aos 72 anos de idade. Também, houve um minuto de silêncio em homenagem ao ex-jogador de Fluminense, Santos, Flamengo, Botafogo e Cosmos-EUA.. No placar, foi relembrado o último gol da Copa do Mundo de 1970, de autoria do eterno "Capita.
CONFIRA A FICHA TÉCNICA – 26.10.2016 (quarta-feira) - VASCO 0 X 0 AVAÍ-SC. 33ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B. Estádio: São Januário-RJ. Juiz: Marcos Mateus Pereira-MS. Público presente: 3.512. Pagantes: 3.177. Renda: R$ 76.960,00. VASCO: Martín Silva; Madson, Rafael Marques, Rodrigo e Julio Cesar (Alan Cardoso); William, Douglas, Andrezinho e Nenê; Junior Dutra (Thalles) e Éderson (Jorge Henrique). Técnico: Jorginho Amorim. AVAÍ-SC: Renan; Luiz Gustavo, Fábio Sanches, Betão e Capa Luan, Judson (João Filipe), Diego Jardel e Marquinhos; William (Lucas Coelho) e Romulo. Técnico: Claudinei Oliveira

A MUSA VASCAÍNA DE HOJE - DANIELLE



Só mesmo uma torcedora vascaína pode ser tão bela. E inteligente. O "Kike" viu esta foto do arquivo pessoal de Danielle Sena, publicado pelo www.esporte.uol.com.br, e a reproduz, para alegria da  "Turma da Colina". Segundo o site citado, a gataça convencera ao júri ser a representante do Vasco no concurso "Bela da Torcida". Não haveria como discordar dela. Confere?
 
Only a vascaína twisters can be so beautiful. And intelligent. The "Kike" saw these photo's personnel file posted by Danielle Sena www.esaporte.uol.com.br and plays to rejoice the guys from "Class of the Hill." According to the website quoted the gataça convinced the jury to be the representative of Vasco in the contest "Beautiful Cheerleading". There was not be anybody!

terça-feira, 25 de outubro de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 25.10

Nos 25 de outubro, o "Almirnte" visitou um zoológico futebolístico. E matou a "Cobra Coral", atiro o pau no "Leão da Ilha", mordeu a "Raposa" e torceu o pescoço do "Urubu", com as asas tingidas de rubro-anil. Isso tudo sem ajuda de nenhum “Santo”.  Vamos traçar melhor esta história, pelo placar. Traçando a história:

VASCO 3 X 2 BONSUCESSO - Faceta do segundo turno do Campeonato Carioca-1958 (que teve caneco na Colina), com bola rolando no Maracanã. Eunápio de Queirós apitou e Delém (2) e Rubens marcaram para o treinador Gradim comemorar. Barbosa, Paulinho de Almeida e Viana; Orlando, Laerte e Écio; Sabará, Delém, Rubens e Pinga foi a formação do dia. DETALHE: Écio marcou um gol contra para os rubro-anis.
 
Saulzinho (C) aprontando
VASCO 3 x 0 SANTA CRUZ, em 1970, foi em um domingo de um tremendo Recife ensolarado, pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa, o embrião do atual Campeonato Brasileiro. Os meias Ademir e Benetti, e o centroavante Dé "Aranha" sacudiram o barbante do time que a torcida chama de "Cobra Coral", por sinal, bem lembrado pela forma de sua camisa tricolor - branco, preto e vermelho.

 
VASCO 4 x 2 SÃO CRISTÓVÃO rolou em um domingo, em São Januário, pelo Campeonato Carioca-1964. Rendeu Cr$ 1 milhão, 824 mil e 600 cruzeiros, foi apitado por José Monteiro  e teve a rapaziada resolvendo tudo logo no primeiro tempo: Zezinho, aos 3; Saulzinho, aos 22 e aos 27, e de Mário ‘Tilico”, aos 42 minutos não estavam para brincadeira. Ely do Amparo era o treinador e o time dele foi: Miltão; Joel Felício, Caxias, Fontana e Barbosinha; Maranhão e Lorico; Mário, Célio, Saulzinho (foto/C à esquerda) e Zezinho.

VASCO 1 X 0 CRUZEIRO, na noite de uma quarta-feira, no Maracanã, teve Tostão enfrentando o seu antigo clube, pelo Campeonato Brasileiro-1972. Josaé Favilli Neto-SP apitou ante  17.249 pagantes. Luis "Fumanchu" marcou o gol comemorado por esta rapaziada: Andrada; Fidélis,  Joel Santana, Renê e Alfinete; Alcir,  Buglê e Tostão; Jorginho Carvoeiro, Silva e  Marco Antônio (Luis "Fumanchu").

VASCO 1 X 0 AMÉRICA-RJ, com gol marcado pelo apoiador Dudu "Coelhão",  aos 35 minutos do primeiro tempo, foi um "Clássico da Paz" do Estadual-1981. Disputado no Maracanã, teve apito de  Aldemir Vieira Matos-MG e público de 12.570 pagantes. Dirigido por Antônio Lopes, o time crumaltino mandou ver com: Mazaropí; Rosemiro, Serginho, Chagas e João Luís; Ricardo, Dudu e Amauri; Wilsinho (Ticão), Roberto Dinamite e Silvinho (Zé Luís).

VASCO 1 X O SPORT-PE ja valeu pelo Brasileirão-1989, em uma quarta-feira, na Ilha do Retiro, também em Recife, com público e 25.485 pagantes e renda de Cr$ 310 mil, 035 cruzeiros. Carlos Sérgio Rosa Martins-RS apitou e o ponteiro Tato, também gaúcho, fez o gol do jogo, aos 42 minutos do segundo tempo. Nelsinho Rosa era o técnico vascaíno que amansou o leonino rubro-negro pernambucano com serviços de: Acácio; Luis Carlos Winck, Leonardo, Mauro Aurélio e Mazinho; Andrade, Zé do Carmo e Bismarck; William (Vivinho), Bebeto e Tato (Cássio). 

VASCO 2 X 1 CAMPO GRANDE, pela Taça Guanabara-1995, rolou em uma quarta-feira, com Richardson e Pedro Renato comparecendo ao filó. Carlos Alberto Zanatta, meia do time campeão brasileiro-1974, estava comandando esta rapaziada: Márcio; Leonardo Siqueira, Jeferson, Cristiano, Geovane (Genilson), Pedro Renato (Igor), Fausto, Valkmar, Richardson (Coby Jones), Yan e Robinho. (Coby Jones)

A "Vascodata" 25 de outubro teve, em 1953, Vasco 3 x 3 Flamengo, e, em 2014, Vasco 1 x 1 Ponte Preta. (Foto de Saulzinho cedida por ele).

O CANARINHO (E VASCAÍNO) AMARILDO


Amarildo, um dos heróis do bi, em 1962, encerrou a sua carreira em São Januário. O que ele fez no Chile? Dois gols decisivos durante a virada sobre a Espanha, na primeira fase do Mundial, e igualou o placar, dois minutos depois de os tchecos tê-lo aberto, na final. Ele era um garoto, de 23 nos que tivera a responsabilidade de substituir o contundido “Rei Pelé", o fazendo com muita raça, sangue frio e categoria. Portanto, convocá-lo para a Copa -66 era uma obrigação da Confederação Brasileira de Desportos (CBD).
Amarildo e Pelé

Por aquele tempo, a entidade só chamava quem jogasse no país. Assim foi que Orlando Peçanha de Carvalho, o então vascaíno campeão na Suécia-1958, ficou de fora do Chile-62, porque estava defendendo o argentino Boca Juniors. Segundo Amarildo, ainda no calor da conquista do bi, o supervisor canarinho, Carlos Nascimento, já lhe avisara que ele seria o ponta-esquerda da equipe de 1966, caso estivesse no futebol brasileiro. Ele, no entanto, não era ponteiro, mas ponta-de-lança, um atacante mais móvel do que o centroavante.
Como Zagallo e Pepe, os dois pontas-esquerdas de 58/62, já não foram mais convocados, Edu (Santos) de 17 anos, Paraná (São Paulo) e Rinaldo (Palmeiras) brigavam pela camisa 11. Amarildo não era e não gostava de ser ponta-esquerda. Inclusive, na última temporada italiana (65/66) atuara só uma vez na função, pois o Milan, que o tirara do Botafogo, em 1963, enfrentara várias contusões dos pontas-de-lança e o fixara pelo meio do ataque. Por sinal, aquela fora a sua pior temporada entre os “rossoneros”, com a sua estrela de goleador brilhando pouco.
Na briga para trazer Amarildo para os treinos da seleção, enquanto a CBD fazia varias tentativas junto aos milaneses, a mãe do atleta fazia promessa à Nossa Senhora de Lurdes, para vê-lo canarinho, durante a Copa do Mundo. Na Itália, torcedores do Milan e a imprensa, contra a liberação, chamavam-no de mercenário, ao que o “Possesso” respondia prometendo doar a uma instituição de caridade tudo o que recebesse da CBD. O Milan (na foto, ao lado de Pelé), porém, terminou cedendo.
Conforme contou o antigo presidente da CBD, João Havelange, durante a missa comemorativa dos seus 50 anos, embora o governo brasileiro tivesse colocado os ministérios das Relações Exteriores e da Justiça à sua disposição, fora o presidente da república, o marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, quem tomara a iniciativa de intervir diretamente no caso.
Bastante resfriado, Amarildo, que já tinha sotaque italiano, foi recebido, no Brasil, como um príncipe, visto como o “cara” para resolver a problemática questão da ponta-esquerda da Seleção. Mas estava três quilos abaixo do seu peso normal, de 65 quilos, precisando comer e repousar muito. Depois de passar por todos os exames médicos e dentários, o “Possesso” não esperava encontrar jogadores aborrecido com a sua chamada. Jurava que viera disputar a vaga em pé de igualdade com os concorrentes e dizia desconhecer o garoto Edu, além de Tostão e Nado, este uma surpresa na convocação, por ser um atleta do pernambucano Náutico, de região nunca antes lembrada pela Seleção.
Repleto de “medalhas de guerra”, cicatrizes nas pernas, Amarildo trouxe – e recomendou à comissão técnica – duas chuteiras da marca “Atalasport”, uma com 11 travas, para campo duro e pesado, e uma de seis, bastante flexível. Como aviso, contou que o futebol europeu se destacava pela parte física, usava a retranca e o jogo bruto, e era perigoso nas ofensivas. A sua receita para anular o líbero era ter os pontas jogando abertos, conduzindo a bola até a linha de fundo.
Amarildo “reestreou” na Seleção Brasileira em 19 de maio, no Maracanã, atuando por 71 minutos, quando foi substituído por Paraná, no amistoso em que os canarinhos venceram os chilenos, por 1 x 0, com gol marcado por Gérson, aos 9 minutos do segundo tempo. Mesmo com “La Roja”, pouco ameaçando, naquele dia, o time de Vicente Feola jogou mal, formando com: Gilmar: Carlos Alberto Torres, Brito, Altair e Rildo; Denílson e Gérson; Garrincha, Servílio (Parada), Pelé (Silva) e Amarildo (Paraná). Um dia antes, quando uma seleção-B – Fábio; Murilo, Djalma Dias, Leônidas e Édson; Dudu (Roberto Dias) e Lima. Jairzinho, Tostão, Célio (Paulo Borges) e Ivair – vencera o País de Gales, no Mineirão, pelo mesmo 1 x 0, a comissão técnica havia cortado sete jogadores, deixando o clima bastante apreensivo na Seleção.
Depois daquilo, houve dois amistosos com o Peru e mais dois contra a Polônia, mas Amarildo só foi escalado quase um mês depois, em 12 de junho, em outro amistoso, diante da Tchecoeslováqui, quando atuou por 60 minutos, até ser substituído por Edu, na vitória brasileira, por 2 x 1, com dois gols de Pelé. Mas ele deveria ter enfrentado a Polônia, em 8 de junho, só não indo a campo devido a uma lesa no músculo adutor de uma das coxas.
Em 15 de junho, nos 2 x 2 com os mesmos tchecos, no Maracanã, Amarildo atuou por todas a partidaa, bem como em 25 de junho, em novo amistoso, contra a Escócia, 1 x 1, no Hampden Park, em Glasgow. Quatro dias antes, num amistoso contra o Atlético de Madrid, na capital espanhola, como Estádio Santiago Bernabeu lotado, havia marcado seu primeiro gol na volta à Seleção, nos 5 x 3 que tiveram, ainda, três de Pelé e outro de Lima.
Em 30 de junho, no .Estádio Nya Ullevi, em Gotemburgo, onde a seleção havia jogado em 1958 Amarildo já não pode participar dos, 3 x 2 sobre a Suécia, no último amistoso antes da estréia do Brasil Copa do Mundo de 1966. Dois dias antes, sofrera um rompimento de músculo na coxa direita, durante um treino em Atividaberg. Foi o seu fim de linha canarinho, após 22 jogos e sete gols marcados.

FAMA - O cidadão campista – nascido em Campos-RJ, em 26 de março de 19345 – Amarildo Tavares da Silveira, ficou famoso por ter substituído o “Rei Pelé”, na Copa do Mundo de 1962, no Chile, quando o “Camisa 10” saiu da disputa devido a um estiramento muscular. Amarildo jogou muito e fez os gols que o titular deveria fazer. Em seu primeiro jogo, já saiu consagrado do gramado do Estádio Sausalito, em Viña del Mar, por ter virado, para 2 x 1, o jogo em que os canarinhos pasavam vexame diante dos espanhois.
Aquela, no entanto, não fora a primeira vez em que “O Possesso” –, seu apelido, pela forma agressiva com que jogava – substituíra o “Rei”. Foa em 24 de abril do mesmo 1962, quando a Seleção Brasileira goleou os paraguaios, por 4 x 0, no Pacaembu, em São Paulo, pela Taça Osvaldo Cruz. Amarildo entrou na vaga “Dele”, aos 65 minutos (ou, aos 20 do segundo tempo), quando o “cara” já havia marcado dois gols, aos 21 e aos 35 minutos do primeiro tempo – Pepe, cobrando pênalti, aos 6 do primeiro, e Vavá, aos 6 do segundo tempo, completaram a balaiada. . O time foi: Gilmar; Djalma Santos, Bellini (cap), Jurandir e Altair; Zito (Zequinha) e Mengálvio (Benê); Garrincha, Pelé (Amarildo) Coutinho (Vavá) e Pepe (Zagallo). O técnico era Aimoré Moreira e o público de 45 mil pagantes.
Amarildo, também, fez parceria de ataque com Pelé. Substituindo Vavá e Coutinho, os dois centroavantes que foram ao Chile, ele e o “Rei” formaram dupla de área em nove de maio de 1962, no 1 x 0 sobre Portugal, amistoso, no Maracanã, diante de 130 mil, 874 pagantes, com gol de Pelé, aos 56 minutos (ou, aos 11 do segundo tempo). A equipe teve: Gilmar: Djalma Santos, Mauro, Zózimo e Altair; Zito (cap) (Zequinha) e Didi; Garrincha, Pelé, Amarildo e Pepe (Germano).
Convocado, por Aimoré Moreira, Amarildo estreou na Seleção Brasileira em 30 de abril de 1961, pela Taça Osvaldo Cruz, substituindo seu colega de ataque botafoguense Quarentinha, aos 46 minutos. O jogo foi no Estádio Puerto Sanjonia,em Assunção, e o Brasil venceu o Paraguai, por 2 x 0, com gols de Coutinho e Pepe, formando com: Gilmar; De Sordi, Bellini, Oreco (Calvet) e Nílton Santos; Zito (Amaro) e Didi; Garrincha, Coutinho, Quarentinha (Amarildo) e Pepe.
Depois, “O Possesso” jogou em: 03.05.61, em Brasil 3 x 2 Paraguai, no mesmo local e pela mesma disputa; 11.05.61, em Brasil 1 x 0 Chile, no Estádio Nacional de Santiago, pela Taça O´Higgins; 24.04.62, no já citado em Brasil 4 x 0 Paraguai; em 06.05.62, nos 2 x 1 sobre Portugal, amistoso, no Pacaembu, e em 09.05.62, no 1 x 0 sobre Portugal, mencionado acima.

DEPEDIDAS - Depois da Copa do Mundo-62, Amarildo participou de mais oito jogos pela Seleção: em 13 de abril de 1963, no Morumbi, em São Paulo, pela Copa Roca, nos 3 x 2 sobre os argentinos; em 16 de abril (na foto, em pé,da esquerda para a direita, Djalma Santos, Zito, Altair, Cláudio, Gilmar e Mauro; agachados, a partir da direita, Dorval, Mengálvio, Amarildo, Pelé e Pepe), no Maracanã, com 5 x 2 sobre o mesmo adversário, com 2 gols dele; em 21 de abril, na derrota, por 0 x 1 frente Portugal, no Estádio Nacional de Lisboa; em 24 de abril, na goleada sofrida ante a Bélgica, por 1 x 5, no Estádio Heysel, em Bruxelas; em 2 de maio, no 0 x 1 para a Holanda, no Estádio Olímpico, de Amsterdã; em 8 de maio, no 1 x 1, com a Inglaterra, em Wembley; em 17 de maio, no 01 x 0 sobre a República Árabe Unida, no Estádio Nasser, no Cairo/Egito, e em 19 de maio, nos 5 x 0 sobre Israel, no Ramat Gan, em Tel Aviv.
Amarildo totalizou 22 jogos e sete gols com a camisa da Seleção Brasileira. Além dos dois tentos contra a Espanha, os outros foram diante da Techecoeslováquia, na final da Copa-62, quando empatou a partida, dois minutos após os adversários terem aberto o placar; dois sobre os argentinos, em 16 de abril de 63, no Maracanã, pela Copa Roca; e em 19 de maio de 1963, nos 5 x 0 sobre Israel, em Telaviv, no Estádio Ramat Gan, e em 21 de junho de 1966, nos 5 x 3 sobre Atlético de Madrid, no Santiago Bernabeu, na capital espanhola.
Nos seus jogos mais gloriosos, contra a Espanha, em seis de junho, e diante da Tchecoeslováquia, em 17 de junho, ambos de 1962, a seleção Brasileira teve formação única: Gilmar:Djalma Santos, Mauro, Zózimo e Nilton Santos: Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Amarildo e Zagallo. Seu feito, no primeiro jogo, em Sausalito, foi visto por 18.715 pagantes, e no segundo, no Estádio Nacional de Santiago, por 68 mil e 69 pagantes.
Djalma Santos, Zito, Altair, Cláudio, Gilmar e Mauro (em pé), da esquerda paras a direita; Dorval, Mengálvio, Amarildo Pelé e Pepe (agachados, na mesma ordem).
Nem tudo, porém, foi glórias na carreira de Amarildo. No início de sua carreira, em 1958, no Flamengo, foi dispensado, após seis jogos e um gol. Mas em 1959 foi contratado pelo Botafogo, que defendeu até 1963 (foto, em pé, da esquerda para a direita, Paulistinha, Manga, Jadir, Nílton Santos, Aírton e Rildo; agachados, na mesma ordem, Garincha, Edson, Quaentinha, Amarildo e Zagallo), jogando 231 vezes e marcando 136 gols.
Depois do gande Botafogo de Garrincha, Amarildo jogou pelo italiano Milan, de 1963 a 67, quando foi para a Fiorentina, e ficou, até 1971. D 71 a 72 esteve na Roma e, em 1973, voltou ao Brasil e defendeu o Vasco, pelo qul atuou até 1974. Em São Januário, seu time-base, treinado por Mário Travaglini, era: Andrada; Fidélis, Marcelo, Miguel e Alfinete; Alcir e Zanata; Jorginho Carvoeiro, Amarildo, Roberto Dinamite e Luís Carlos Lemos.
O último jogo de Amarildo pela Seleção, trinada pelo técnico Vicente Feola, foi em 25 de junho de 1966, no amistoso, contra a Escócia, 1 x 1, no Hampden Park, em Glasgow. O time foi: Gilmar: Fidélis, Bellini (cap), Orlando e Paulo Henrique; Zito (Lima) e Gérson; Jairzinho, Servílio (Silvaz), Pelé e Amarildo. Foram 25 jogos (/), vencendo 17, empatando três e perdendo cinco. Ao todo, balançou as redes nove vezes em 22 encontros contra seleções nacionais - 15 vitórias, 3 empates, 4 derrotas e 7 gols – e mais 3 jogos contra clubes ou combinados - 2 vitórias, 1 derrota e 2 gols. Seus títulos pela Seleção foram: Taças Oswaldo Cruz de 1961 e 1962; Taça Bernardo O'Higgins de 1961 e Copa do Mundo-1962. (Fotos reproduzidas da Revista do Esporte).