Vasco

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terça-feira, 31 de outubro de 2017

FIGURAS DAS COLINA - KOSILEK

Kosilek e Buglê, campeões carioca-1970,
reproduzidos da revista Fatos&Fotos
Conta-se que o Vasco da Gama gostara muito de um atacante do Coritiba e telefonara ao clube paranaense, sondando a compra do passe de um jogador loirinho e com nome de polonês, começando pela letra “K”. Era só do que lembravam em São Januário.
Para não perder o dinheiro vascaíno, o Coritiba enviou Kosilek, que tinha as características descritas pelo Vasco que, na verdade, queria Krüger, seu companheiro de  dupla de ataque, maior ídolo do time e garoto-propaganda em projetos comerciais.
KOSILEK SEMPRE sempre sustentou que a tal história fora inventada pelo presidente do Coritiba, Evangelino Costa Neves, para se promover, dizendo que passara a perna nos “portugas”.  
 Kosilek era um bom atacante. Durante as temporadas 1968/1969, matara a pau no ataque do Coritiba, marcando 40 gols entre jogos oficiais e amistosos, sendo destaque na campanha bi estadual.
 NO ENTANTO, Kosilek não conseguiu  emplacar na Colina, como no 7 de setembro de 1969, quando marcou os dois tentos de Vasco 1 x 2 Coritiba, pela Taça de Prata (um dos embriões do Brasileirão) e foi uma das maiores figuras da partida. Terminou barrado, por Valfrido, e só disputou cinco jogos do Campeonato Carioca-1970, quando a “Turma da Colina” quebrou o tabu, de 12 anos, sem títulos estaduais.
 Em São Januário, Kosilek chegou com 26 de idade, pesando  79 quilos e medindo 1m80cm, bela estatura para um centroavante. Custara Cr$ 200 mil cruzeiros (moeda da época) e levou Cr$ 20 mil, de luvas (antigo arranjo financeiro), para compensar os 15% sobre o valor do passe (antigo atestado liberatório do atleta), pois ele ainda não tinha direito ao benefício.       
DEPOIS DO SEU pouco tempo como cruzmaltino, Kosilek foi para o Vitória-BA e voltou ao Jandaia-PR, onde encerrou uma trajetória iniciada no Corinthians e que inclui também o Internacional, na década-1960. Confira os jogos vascaínos dele: 22.02.1970- Vasco 0 x 2  Flamengo; 24.03.1970 -  1 x 0  Rio Branco-ES;05.04.1970 - 0 x 2  Bangu; 26.04.970 -  1 x 0  América-RJ; 01.05.1970  0 x 0  Flamengo;03.05.1970  2 x 0  Desportiva-ES;  10.05.1970 -  0 x 2  Flamengo; 01.08.1970 - 1 x 0  Olaria; 09.08.1970 - 1 x 0  Flamengo;15.08.1970 -  2 x 0  Portuguesa-RJ; 13.09.1970 - 3 x 2  América-RJ;20.09.1970 - 0 x 2  Fluminense;17.10.1970  - 5 x 1  Santos-SP;04.11.1970 -  4 x 0  CSA-AL.
 Portanto, 14 jogos, com 9 vitórias, um empate e quatro escorregadas, marcando só dois gols, no 1’ x 0 América-R|J e nos 4 x 0 CSA-AL.  
NASCIDO EM SÃO PAULO, em 3 de abril de 1944, João Kosilek Júnior era filho de um alemão coma uma iugoslava, começou a carreira como juvenil do Corinthians, em 1962. Chegou a fazer uma partida pelo time principal, mas sem balançar a rede. Entre 1963/1964, foi para o Internacional-RS, como parte do pagamento do passe do goleador Flávio “Minuano”. Dos Pampas, saiu para ser campeão paranaense da Série B-1965, com o Jandaia, que o segurou até 01.12.1967, quando o Coritiba o levou.
 SAÍDO DA COLINA, Kosilek passou por Vitória-1971; Água Verde-PR-1972; Bangu e Campo Garnde-RJ-1973; Rio Branco-ES-1974 e, finalmente, Jandaia-1977.
Kosilek (D) ao lado de Krüger, em publicação histórica
editado pelo Coritiba, em 2016
 Kosilek jamais procurou desculpas para o seu insucesso na Colina.
 À “Revista do Esporte” Nº 575, de 25 de julho de 1970, ele disse ter estranhado a troca de time, mas não vira a adaptação como a causa do desacerto.
 “Não posso reclamar do Vasco. Encontrei bons companheiros... sempre mereci o máximo respeito e confiança dos treinadores, mas nada adiantou. Não acertei mesmo...”, foi franco.
 Depois de encerrar a carreira de atleta, ele tornou-se comentarista esportivo da Rádio Cidade de Jandaia. Viveu por 61 anos, até 15 de fevereiro de 2005.

VASCO DAS PÁGINAS - PARAGUAIO

Este cineminha da revista carioca "Esporte Ilustrado" é de um jogo pelo Campeonato Carioca-1955, mostrando o paraguaio Parodi cobrado pênalti e marcando o gol. Quem é este Parodi?
Trata-se de Sílvio Parodi Ramos, que esteve vascaíno entre 1954/1955.
Ele é conterrâneo de um grande ídolo do futebol paraguaio, o atacante, Romerito. Assim como este, nasceu em Luque (06.11.1931), onde iniciou a carreira, pelo Sportivo Luqueño, defendendo-o, entre 1953 a 1954.
Em seu primeiro ano vascaíno, Parodi entrava em uma escalação do treinador Flávio Costa, que usava, normalmente: Barbosa (Victor González), Paulinho e Bellini (Elias); Eli (Laerte), Mirim e Dario; Sabará, Ademir, Vavá (Alvinho), Pinga (Maneca) e Parodi. Em 1955,  seguia titular, mas já tinha Djayr em seu encalço. Flávio Costa escalava: Hélio (Ernani), Paulinho e Bellini (Haroldo); Mirim (Laerte), Orlando e Beto (Dario); Sabará, Válter (Maneca), Vavá, Pinga e Parodi (Djayr).
Após duas temporadas em São Januário, Parodi foi para a italiana Fiorentina e por lá ficou  em 1956/1957.
O atacante paraguaio Parodi experimentou, também, o futebol dos espanhóis, indo defender o Racing Santander, de 1961 a 1962. Em 1963, tentou jogar nos campos colombianos, pelo Américas, de Cali.
 No ano seguinte, já estava no Millonarios, em 1964, mas ficou na suplência do brasileiro Lima, um ponta-esquerda baixinho que fora titular no Corinthians.Não teve grande sucesso nessa empreitada colombiana.
Parodi foi, ainda, defensor do selecionado paraguaio. E, em 1987, treinou o time guarani. Baixinho, medindo 1m64cm de altura, disputou 40 partidas internacionais e marcou 10 gols. Teve o apelido de Rayo e, no Vasco, atuou, também, pela ponta-direita.

Who is this Parodi that appears scoring a penalty goal? It is Silvio Parodi Ramos, who was Basque between 1954/1955.
He is compatriot of a great Paraguayan football idol, the striker, Romerito. Like this, he was born in Luque (06.11.91), where he began his career, for Sportivo Luqueño, for which he acted in 1953/1954.
In his first Vasco year, Parodi entered a lineup of coach Flávio Costa, which he usually wore: Barbosa (Victor González), Paulinho and Bellini (Elias); Eli (Laerte), Mirim and Dario; Sabará, Ademir, Vavá (Alvinho), Pinga (Maneca) and Parodi.
In 1955, he was heading, but Djayr was already on his trail. Flávio Costa scaled: Helio (Ernani), Paulinho and Bellini (Haroldo); Mirim (Laerte), Orlando and Beto (Dario); Sabará, Válter (Maneca), Vavá, Pinga and Parodi (Djayr).
After two seasons in São Januário, Parodi went to the Italian Fiorentina and put there stayed in 1956/1957. He also experimented with Spanish football, defending Racing Santander from 1961 to 1962.
 In 1963, he tried Colombian football, for the Americas, in Cali. The following year, he was already in the Millonarios, in 1964, but was in substitution of the Brazilian Lima, a small left-wing who had been titular in Corinthians. He did not have great success in this Colombian enterprise.Parodi was, also, defender of the selected Paraguayan. And in 1987, he trained the Guarani team. Baixinho, measuring 1m64cm in height, disputed 40 international matches and scored 10 goals. It had the nickname of Rayo and, in the Vasco, also, acted by the tip-right. 

FUXICOS DA COLINA - EURICO X 'BOB'

No dia 4 de agosto de 2015, o presidente vascaíno Eurico Miranda reuniu a imprensa em uma entrevista coletiva e acusou o seu antecessor, Roberto Dinamite, de “ter provocado  um rombo nas contas do Vasco”. Na semana, a “Turma da Colina” ocupava a penúltima colocação do Campeonato Brasileiro e enfrentaria o catarinense Joinville.
 Eurico, que gosta de intitular-se “Rei Sol”, em alusão a Luís XIV, da França, afirmou ter pago mais de R$ 30 milhões, em dividas, após suceder o Dinamite, ao qual acusou de passar-lhe o cargo sem pagar salários, há três meses, além de não conceder, há oito meses, a ajuda de custo aos garotos das bases. “Tivemos de pagar imposto para obter a certidão negativa de débito. O imposto era a lista de obrigações não cumpridas. O Vasco não pagava as contas de água, chamava um carro-pipa e, também, não pagava. Provocou um acordo (com a empresa de águas e esgotos) no valor de R$ 10 milhões”, bateu Eurico.
 O presidente vascaíno bateu mais. Disse não ter contratado mais reforços, porque tivera de assumir dívidas deixadas pelo desafeto junto ao colombiano Nacional, pela negociação envolvendo o meio-campista Montoya; cobrança do espanhol Málaga, por Sandro Silva; do português Benfica, por Éder Luís; da Federação Paraguaia de Futbol, pela liberação de Benítez, e do também paraguaio Libertad,  pelas cessões de Guiñazu e de Tenório.
 Eurico Miranda e Roberto Dinamite tiveram pouquíssimos momentos de proximidade em suas vidas vascaínas. Antes, criticavam-se de leve. Nesta pancadaria de agosto de 2015,   o primeiro afirmou ter encontrado uma “herança maldita...irresponsável” em São Januário. “O que ele fez  no Vasco foi um crime”, bateu mais forte.
 Vice-presidente de Antônio Calçada, entre 1983 a 2001, Eurico assumiu o comando do Vasco, até julho de 2008, quando entrou Roberto Dinamite, que ficou até novembro de 2014, quando voltou Eurico. Segundo este, conforme publicação do jornal “Lance” – Nº 6457, Ano 17, de 05.08.2015, página 9 –, em junho de 2006, a dívida vascaína era de R$ 192 milhões, subindo a R$ 354 milhões, com Roberto. “Agora é de R$ 688 milhões”, afirmou, pela mesma edição citada acima, acrescentando que isso representou “dívida equivalente a um período de 110 anos de existência do clube”.
 Como presidente do Vasco, Roberto Dinamite acumulava a função de deputado estadual, para a qual não reelegeu-se, em 2014. O jornal carioca alegou não tê-lo localizado, em 4 de agosto de 2015, para responder a Eurico Miranda. Para o editor Maurício Oliveira, “mesmo considerando a administração Dinamite catastrófica... é, no mínimo, curioso ouvir de Eurico...que seu antecessor levou o Vasco à bancarrota” –  fuxico que não demorou na imprensa carioca.

 

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

MUSA DO DIA DA COLINA - MORENAÇA

A turma de www.albvumdocrvascodagama.com.br postou a foto desta bela morena cruzmaltina, mas não informou o seu nome. Gente, pelo amor de Good, Zeus, Alá, todos os deuses da literatura, informem. A galera precisa saber quem teve tanta sorte de nascer tão bela assim. E vascaína. Que o Vasco da Gama tem as torcedoras mais lindas do universo, todos sabem. Mas ninguém é vizinho dessas gataça pra saber da sua graça. Confere? Se você souber do nome destsa vascaíona, nos informe, pra todo mundo ficar sabendo. 
 
The guys of www.albumdocrvascodagama.com.br show the photo of this bela morena cruzmaltina, but did not say her name. People, love hair of Good, Zeus, Allah, all deuses gives literature, tell us. A galley needs to know who is so beuaty. And vascaína !. That Vasco da Gama tem torcedoras more beautiful twists of the universe, all know. But nobody is vizinho dessa gataça pra know da sua graça. Confere? If you know thee name her, please inform us, pra all world fto know.

TRAGÉDIAS DA COLLINA - FLAPEÃO

Não há nada mais bola fora, para o torcedor cruzmaltino, do que o Flamengo vencer o Vasco da Gama, de virada, e sair de campo campeão, com uma rodada de antecedência. Aconteceu durante a noite do sábado 12 de fevereiro de 1955, valendo pela penúltima rodada do Campeonato Carioca-1954, que invadiu a temporada seguinte.
 Que tragédia! Rolava o terceiro turno, com os dois rivais, além, de Botafogo, Fluminense e Bangu, se pegando. A “Turma da Colina” terminou a etapa a dois pontos dos rubro-negros, em terceiro lugar, ainda vendo o América, vice., em sua frente. Quando nada, deixou os outros três concorrentes para trás.
Imagens reproduzidas de "Esporte Ilustrado" Nº 875, de 13.01.1955
 Se o glorioso “Almirante” tivesse segurado a onda, quando Ademir Menezes abriu o placar, complicaria as pretensões de bicampeonato dos flamenguistas. Mas deixou Índio e Paulinho mexerem no placar (um gol em cada etapa), proporcionando ao presidente rubro-negro, Gilberto Cardoso, e ao treinador Fleitas Solich comemorarem faixa e caneco debaixo do chuveiro do vestiário, com roupa e tudo. Afinal, faltava só uma semana para o Carnaval começar.      
 O Vasco pressionou durante os primeiros 20 minutos, viu Pinga acertar bola na trave, sofrer um pênalti (negado pelo juiz Antônio Viug) e desperdiçar duas ótimas chances de gol, na cara do goleiro Garcia. Mais? O zagueiro Elias contundiu-se durante o clássico.
 Aliou-se a tais infortúnios vascaínos o nó tático de Solich em seu colega vascaíno Flávio Costa, recuando Servílio para ajudar Pavão a tomar conta da zaga. Liquidou as ousadias ofensivas dos vascaínos durante o prélio que rendeu Cr$ 1.727,909,70.
 A tragédia daquela noite foi vivida por Victor Gonzalez, Paulinho de Almeida e Elias; Mirim, Laerte e Dario; Sabará, Ademir, Vavá, Pinga e Parodi. O Flamengo usou: Garcia, Tomires e Pavão; Servílio, Dequinha e Jordan; Paulinho, Rubens, Índio, Benitez e Evaristo.
 Os vascaínos não queriam ver o Flamengo bi. E até poderiam atrapalhar mais, pois o rival não havia sido o mesmo do título de 1953. Caíra (0 x 3) ante o Fluminense e  (0 x 2)  o Bangu, mas não decepcionou tanto nos vexames. Tinha regularidade de crédito.
Como o rival mostrara-se pouco brilhante no início do terceiro turno, era só o Vasco não bobear. Mas bobeou. Então, o Fla jantou bacalhau naquela noitada que valeu-lhe o terceiro turno, com três vitórias e um empate, somando sete pontos, marcando 10 e levando quatro gols. De sua parte, o Vasco só venceu um jogo na etapa. Empatou dois e perdeu quando não deveria. Somou quatro e perdeu quatro pontos, fazendo oito e levando um gol.  

HISTORI&LENDAS DA COLINA - FLUFRI

1 - Vasco 3 x 0 Fluminense de Nova Friburgo-RJ, no 1º de abril, pelo segundo turno do Campeonato Carioca Especial-1979, valeu a Taça Jorge Frias de Paula. O embate foi na casa do adversário e o apito coube a Valquir Pimentel. Ao filó, Roberto Dinamite compareceu, aos 4 minutos do primeiro tempo,  e aos 28 do segundo, enquanto Osnir fez o dele, aos 11 da etapa inicial. Vasco do dia: Leão; Paulinho II, Abel Braga, Geraldo (Gaúcho) e  Marco Antônio; Helinho, Guina e Toninho Vanusa; Carlos Alberto Garcia, Roberto e Osnir

2 -- Em 1957, o Vasco era o “time a ser batido” no futebol carioca, por ter sido o campeão estadual-1956. Pelo início da temporada, a rapaziada fez um “giro cucaracha” com seis vitórias, em oito jogos – 2 x 3 e 2 x 1 Nacional-URU; 1 x 3 San Lorenzo-ARG; 3 x 2 Colo-Colo-CHI; 4x 3 Municipal-PER;1 x 0 Cristal-PER e 3 x 1 e Universitário-PER. Seguiram-se sete amistosos caseiros e cinco vitórias: 2 x 0 Olimpic, de Barbacena-MG; 2 x 0 Combinado Esportivo-Serrano-RS; 3 x 1 São Paulo, de Rio Grande-RS; 4 x 3 Pelotas-RS; 6 x 0 Lajeadense-RS; 1 x 0 Grêmio Porto-Alegrense e 1 x 1 Combinado Americano-Goytacaz, de Campos-RJ. 

domingo, 29 de outubro de 2017

DOMINGO E DIA DE MULHER BONITA - A PRIMEIRA VEZ DAS BELAS CHOCANTES

A primeira vez de algumas mulheres é algo curiosíssimo para os homens. Com quem foi? Quem teve a sorte? Indagam eles. Para matar curiosidades assim, a revista carioca “Manchete” reproduziu, em  junho de 1978,  reportagem sobre o tema, produzida pela “Star Agency”.   
 Uma das belas a revelar a sua prmeira experiência sexual foi a atriz italiana Elza Martinelli. Filha de família com oito irmãos, desde cedo ela teve de tomar conta de si. Aos 15 de idade, a polícia salvou-lhe a virgindade, quando um soldado norte-americano, alcoolizado, rasgava a sua roupa.
Maria Schneider em foto divulgação do filme "O Último Tango em Paris"
 Elza tornou-se modelo fotográfico e não foi fácil segurar-se invicta, até casar-se. Durante a noite de núpcias, amedrontada, fugia do marido. Até que ele a agarrou e a jogou na cama. “ Fiqui indefesa e ele fez o que quis comigo. Mas, no dia seguinte, sem mais medo, foi a minha vez de fazê-lo pedir socorro”, contou. 
Duas outras atrizes, Ursulla Andress e Maria Schneider, tiveram estréias sexuais tétricas. A primeira, suíça, aos 16, caiu na lábia de um fotógra famoso que propôs-lhe posar para um folheto turístico. Levada para o estúdio do cara, a fim de receber aula sobre como posar, foi embebedada e amanheceu na cama dele, com dor de cabeça.
 Sob a ameaça de as fotos sexy para aas quais posara serem mostradas ao seu pai, ela passou oito dias viajando e posando para ele. Um dia, ela conseguiu roubar as fotos e fugir.
Quando foi para Roma, tentar ser modelo fotográfrico, as suas fotos nuas serviram, imediatamente, para ela arrumar emprego em dois filmes. “Felizmente, outros homens me fizeram esquecer aquele pesadelo”, afirmou a atriz que tornou-se a primeira, inesquecível e mais simbólica Bond Girl, da série do agente secreto 007, no filme “O Satânico Doutor No”. 
Úrsula em divulgação do filme
"O Satânico Doutor No"
De sua parte, a francesa Maria Schneider, que ficou famosa pela sua performance em “O Último Tango em Paris”, quando usa manteiga para transar, contou ter conhecido o sexo aos 14.
 Por acaso, entrou no quarto onde a tia que a criava transava, parecendo uma selvagem faminta. Gemia de tanto prazer, ao ponto de deixa-la boquiaberta, extática. Então, o cara a seduziu, os dois a despiram, a acariciaram e ela foi traçada. E ameaçada, pela tia, de ser colocada em um asilo se contasse a alguém.
Maria Schneider revelou ter transado com uns 70 homens, até atingir 17 de idade, e não escondia que transar com macho ou fêmea não fazia diferença para ela.  
A princesa Ira em foto reproduzida
 da revista carioca "Manchete"
Enquanto isso, uma das mais belas panteras das décadas-1950 em diante, Ira de Furstenberg, ou princesa Carolina Virginia Theresa Pancrazia Galdina de Fürstenberg, regozijava-se de ter subido ao altar como mandava o figurino. E garantia ter sido por amor a Alfonso de Hohenlohe.
 Ira tinha 15 de idade e contou ter ido para a noite de núpcias com muito medo, por ouvir coisas terríveis sobre o sexo. “Mas, naquela noite, Alfonso foi muito cuidadoso… foi perfeito”.
Ira nasceu em Roma, em 1940. Já o principado de Fürstenberg fica ao sul da Alemanha, ali pela Floresta Negra, o Alto Reno, o Lago Constança, os Alpes Suábios e a Boêmia. Os condes e príncipes de Fürstenberg, provavelmente, originam-se dos francos na época de Carlos Magno, que controlavam o sudoeste da Alemanhal.

       

  

HISTORI&LENDAS DA COLINA - FLUSARCA

1 –  Depois de mandar 3 x 2, no domingo 11 de março de 1923, no gramado da Rua Figueira de Mello, o Vasco demorou quatro temporadas, até 4 de dezembro de 1927, para disputar um novo amistoso com o Fluminense. Fez 1 x 0, nas Laranjeiras.  Em 1928, rolaram mais dois, com uma vitória para cada lado. Em 1929, escorregão da rapaziada, 1 x 2, compensada com 4 x 1, em 1930, dentro das Laranjeiras. Em 1931, o “Almirante" piorou a dose e mandou 4 x 0, no mesmo local. Houve recesso, até 1937, quando rolaram dois pegas e um triunfo para cada um, com o vascaíno sendo 4 x 0, em São Januário.

2 - Após novo recesso, em 6 de novembro de 1943, rolou Vasco 6 x 1, nas Laranjeiras. Era a terceira vez que a rapaziada batia forte dentro do terreno do rival.  Seguiu-se novo interregno, até 6 de abril de 1947, com 4 x 5 Flu. Próximo?  Vasco 4 x 2, em 20 de março de 1957. Aquele foi o 13º amistoso entre os dois. Em uma quarta-feira 21 de março, em São Januário, com os vascaínos chegando a escrever 4 x 0 no placar, construído por Vavá, Pinga,  Valter Marciano e  Wilson Moreira.
3 - Seguiu-se Vasco  0 x 1, em 1º de abril de 1959, e Vasco 2 x 1, em 11 de fevereiro de 1962. Após esta série, o "Almirante"  passou 15 temporadas sem amistosos com os tricolores, voltando a fazê-los  nos 2 x 0 de 27 de fevereiro de 1977. Em 28 de fevereiro de 1981, os vascaínos venceram, por 2 x 1, e este foi o último da série, abandonada há 38 temporadas.

4 – Vasco 4 x 4 Fluminense é um placar que já se repetiu por duas vezes e é o maior do clássico. O primeiro foi em 21 de março de 1943, pelo Torneio Municipal,  assistido por 11.822 pagantes, no estádio da Rua General Severiano. Lelé, Batista, Isaías e Chico vascainaram a rede, para esta turma: Alfredo, Haroldo e Osvaldo; Otacilio, Figliola e Argemiro; Batista, Lelé (Moacir), Isaias, Jair (Ademir) e Carreiro.
5 – O segundo 4 x 4 foi em 17 de fevereiro de 2007, pela Taça Guanabara, o primeiro turno do Estadual-RJ, no Maracanã. A rapaziada era: Cássio; Thiago Maciel (Eduardo), Fábio Braz, Jorge Luiz e Diego; Ives, Amaral, Conca e Morais (Abedi); André Dias (Romário) e Leandro Amaral, comandada por Renato Gaúcho. Os tentos da rapaziada foram de Leandro Amaral (3) – um de pênalti –, e de Diego.  Já rolou, também, 3 x 3, em 1º de julho de 1944.

  

FIGURAS DA COLINA - MAURÍCIO PINILLA


Foto reproduzida de www.crvascodagama.com.br
Quando o presidente Roberto Dinamite começou a presidir o Vasco, em 2008, a sua primeira grande contratação foi o atacante chileno Maurício Pinilla. O carinha chegou com muita adrenalina. Pena que, em seu terceiro jogo, sofreu contusão grave, que o tirou de cena por um tempão.
 Recuperado, Pinilla não topou continuar na Colina, pois o Apolon Limassol, do Chipre pagaa o que ele pedia para disputar o Brasileirão da Série B-2009.  Se não teve tempo para brilhar na Colina, Pinilla teve o seu dia de “quase gloria” no Mineirão, em 28 de junho deste 2014, quando acertou a trave do goleiro Júlio César, na última bola da prorrogação em que Brasil e Chile empatavam, por 1 x 1.
 Por um centímetro, ele deixou de eliminar o time canarinho da 20ª Copa do Mundo. No entanto, aproveitou o fato para ir ao estúdio “Tatoo Rockers”, em Santiago, e mandar o artista Marlon Parra fazer uma tatuagem do lance em seu corpo (foto abaixo), o que seus fãs chamaram de “marca de guerra”. E escreveu: “Um centímetro da glória”.
 Como o  Vasco descobriu Pinilla? Jogando um bolão pelo Universidad de Chile, pelo qual iniciou a carreira e para o qual voltou, após ter “ciganado” pelos italianos Inrternazionale e Chieveo; os espanhóis Celta e Racing Santander; o português Sporting e o escocês Hearts – depois de deixar o Vasco, ainda passou pelos italianos Grosseto e Parma, até chegar ao Cagliari, aos 30 de idade, em 2014.                                                                         
 Pinilla chegou a São Janário para ser titular. Mas, de cara, desagradou ao treinador Renato Gaúcho, por ter-se apresentado com dois dias de atraso e precisando perder alguns quilos. Estreou no 0 x 1 Flamengo (com gol contra de Jorge Luís), em 19 de outubro, no Maracanã, substituindo ao zagueiro Eduardo Luís, na etapa final. Passados 11 dias, atuou nos 2 x 0 Atlético-PR, de 30 de outubro, em São Januário, entrando na vaga de Mateus, também, no decorrer da partida.                          
No entanto, nas não mostrou muito veneno. Só o inoculou nas vistas da galera três dias depois, durante 1 x 0 Fluminense, no “Maraca”, entrando em lugar de Alan Kardec. Que pena! Saiu de campo com um estiramento muscular de grau 3, na coxa esquerda, encerrando a sua história cruzmaltina.
A UM CENTÍMETRO DA GLÓRIA
Reproduzido de www.vascominhavida.blogspot.com


sábado, 28 de outubro de 2017

VASCO DOS GRÁFICOS – 2 X 0 PORTUGUESA

  O Vasco da Gama estreou no Campeonato Carioca-1953 no domingo 12 de julho, vencendo a Portuguesa, por 2 x 0, em São Januário.
Logo, cumpriu com o “dever de casa”, pois o adversário sempre foi um velho freguesão de caderneta – entre 5 de novembro de 1937 e 18 de fevereiro deste 2017, em 59 encontros, só venceu três, pelo Estadual.
 O prélio foi apitado por Carlos de Oliveira Monteiro, o “Tijolo”, e as tijoladas na rede foram mandadas por Alfredo e Djayr.
Dirigido  por Flávio Costa, o time alinhou: Ernâni, Mirim e Haroldo; Ely, Danilo e Jorge; Alfredo, Maneca, Friaça, Pinga e Djayr.
O resultado deixou a rapaziada empatada com América, Botafogo e Flamengo, os vencedores da primeira rodada, todos com dois pontos ganhos, o critério da época.  

Vasco da Gama started the RJ Championship-1953 on Sunday, July 12, beating Portuguesa, by 2 x 0, in São Januário.
Complies with your obligation, because ever had been won a old friend - between 5 november 1937 and 18 de february 2017, in 59 meeting the Portuguessa only won three for the Estadual.
 The game was peppered by Carlos de Oliveira Monteiro, the "Tijolo", and the tijoladas in the net was sent by Alfredo and Djayr.

Directed by Flávio Costa, the Vasco da Gama boys named: Ernâni, Mirim e Haroldo; Ely, Danilo e Jorge; Alfredo, Maneca, Friaça, Pinga and Djayr.
The result put the team tied with America, Botafogo and Flamengo, the winners gives first shot, all them with two points, the criterion of that time.

DESENHO: WILLIAM GUIMARÃES. FOTO: "ESPORTE ILUSTRADO"

O VENENO DO ESCORPIÃO - JÁ VIMOS ESTE FILME. A PRÓXIMA SESSÃO JÁ COMEÇOU

Temer reproduzido de foto oficial
As semelhanças entre atitudes de governantes persistem – de vez em sempre! Caso do presidente Michel Temer afagando o coração e a mente da bancada ruralista, exatamente, quando seria votada a segunda denúncia contra ele.
 Às vésperas, seu governo propôs texto que o mundo repudiou sobre trabalho escravo no Brasil – coisa de Drácula!
     Em 1978, o Palácio do Planalto queria Laudo Natel como governador de São Paulo, o mais importante Estado do país. Mas o seu partido, a ARENA-Aliança Renovadora Nacional, rebelou-se e foi à convenção partidária eleger o dissidente Paulo Maluf, por 617 a 589 votos.
 No mesmo dia, os bens do candidato eleito e de sua mulher – Sílvia Lutfalla Maluf – foram bloqueados, preventivamente, pela Comissão Geral de Investigações, que apurava vultuosos empréstimos pelo grupo empresarial do casal junto ao Tesouro Nacional, considerados irregulares.
 Porque Temer não liberou bem antes a grana para emendas? Porque o bloqueio dos bens dos Maluf só ocorreu no dia em que o Paulo venceu a convenção? Drácula explica abaixo.
Drácula em reprodução de www.nossahistoria.com.br
No caso da derrota de Laudo Natel, ela atingia, no fundo, ao candidato à sucessão do presidente Ernesto Geisel, o também general João Batista de Oliveira Figueiredo, o grande fiador da candidatura – todas estavam escolhidas pelo presidente Ernesto Geisel, que deixou o sucessor (também escolhido por ele) trabalhar por Natel porque eram velhos amigos.
Para aquelas convenções – todas no mesmo dia – havia outras candidaturas rebeldes, em outros estados, o que significa que o”Alemão” (apelido do Geisel) também sofreria derrotas. No caso Natal, o general Figueiredo enviara telegrama, lido da tribuna da Câmara, pelo deputado Alcides Franciscato, concitando todos os convencionais a fazerem de Natel o vencedor do pleito. Mas o telegrafo não o ajudou. 
Imagem de divulgação de campanha
 Na verdade, Maluf fora mais intenso na busca de votos, marcando homem a homem os convencionais. O Governo anteviu o que ocorreria – derrota que não atingiu o poderoso ministro chefe da Casa Civil, o general Golbery do Couto e Silva, que preferia Maluf – e quando viu a vaca afogando no brejo, desesperadamente, a Executiva da ARENA-SP apreciou denúncia do deputado Agnaldo de Carvalho Junior, de fraude na indicação do Paulo Salim, e a encaminhou à Justiça Eleitorl, que julgou-se incompetente para aprecia-la.
 Candidato a vice-governador na chapa malufista, o deputado José Maria Marin reconheceu a atitude como “reconhecimento antecipado da derrota”.
As urnas da votação foram levadas ao Tribunal Regional Eleitoral-SP pelo presidente da comissão executiva arenista paulista, Cláudio Lembo, em viatura policial, acompanhado pelo delegado/diretor do temível DOPS-Delegacia de Ordem Pública e Social, Romeu Tuma, e o líder governista na Assembleia Legislativa-SP, o deputado Nabi Abi Chedid.
 Desse time, Paulo Maluf já esteve preso, acusado por corrupção; José Maria Marin está preso, nos Estados Unidos, acusado pelo mesmo tema; Nabi Chedid teve o cargo de deputado estadual preservado pelo Ato Institucional Nº 5, da ditadura militar, que fechou, em 7 de fevereiro de 1969, a Assembleia Legislativa –SP, até 31 de maio de 1970, e cassou os mandatos de 27 colegas dele, e um suplente.
 Ele foi, também, vice-presidente  da Confederação Brasileira de Futebol – 1986 a 1989 –, numa das piores fases do futebol brasileiro e comandou a seleção que foi à Copa do Mundo-1986, quando o Brasil foi eliminado, vergonhosamente.
Dilma reproduzida de foto oficial
Quanto a Michel Temer, já garantiu o título de pior presidente civil que o Brasil já teve, suplantando Dilma Roussef, que esculhambou a economia, fazendo o desemprego e a inflação crescerem, entre outros itens.
Temer passará à história como chefe do governo que patrocinou a indecente proposta – mundialmente repudiada – dificultando a verificação de trabalho escravo no país, algo que a Princesa Isabel havia abolido, em 1822, há 195 anos, ou quase dois séculos. Felizmente, o Supremo Tribunal Federal cortou o barato. 
 Vários colaboradores do presidente Michel estão presos ou denunciados em vários inquéritos, por corrução. Como Maluf e Marin.
Mais coincidências na tela do cinema do tempo? A presidente Dilma Roussef nomeou Lula chefe da sua Casa Civil e  Michel Temer criou pasta para Wellington Moreira Franco, a fim de terem foro privilegiado.
 Por estas e por outras é que pesquisa do grupo de análise política "Eurásia" apontou Temer como o  presidente mais impopular do planeta, com apenas 3% de aprovação.Temer é mais odiado até do que Jacob Zuma, seu colega da África do Sul, acusado de corrupção, mas com 18% de aprovação, e do que o venezuelano Nicolás Maduro, com 23%.

Maduro reproduzido de twitter.com
Em três meses, Temer livrou-se de duas denúncias – a desta semana sobre obstrução de justiça e participação em organização criminosa. Agora, por 251 x 233 votos. Para isso, passava muito tempo reunido com quem poderia salvar-lhe, em horário em que deveria estar trabalhando.
 Será que não haveria nada do interesse do Piauí para decidir, enquanto ele cuidava de interesses particulares, dentro do Palácio do Planalto?
É hora de o Congresso Nacional criar uma lei proibindo presidentes da república de usarem a sua casa para cuidarem de si.
 Se o médico, o engenheiro, o professor  faltarem ao emprego, terão o seu ponto cortado. Já o presidente da república não trabalha e ainda ganha – tudo pelo individual, nada pelo social, em tais instantes.
 Mas nem só Temer fez reuniões de interesse particular no Palácio do Planalto. Outros, também, fizeram. O filme é só reprisado.          

 

     

 

VASCO DA GAMA 0 X 0 FLAMENGO

O placar foi comemorado pela torcida cruzmaltina, tendo em vista que as rapaziada ficou sem o lateral Ramon, a 10 minutos do final, contundido. Além de o adversário ter muito mais time e melhores valores individuais. Com o empate, o "Almirante" ficou com 44 pontos, dormindo na oitava colocação do Campeonato Brasileiro.
A rigor, o Vasco equilibrou bem a partida até os 20 minutos do primeiro tempo. Depois, o Flamengo teve mais volume de jogo e chegou mais ao ataque. Nesta etapa, os vascaínos só tiveram duas situações de perigo para o goleiro-negro.
André Rios domina a bola fotografado por www.crvascodagama.com.br
Na etapa final, o Vasco quase marca, aos  15 minutos., Ramon cruzou bola, Andrés Ríos ajeitou o lance e Nenê chutou forte, para a pelota bater em  Juan e na trave.
 O panorama seguinte da  etapa teve o rival com muito mais volume de jogo e perdendo um gol incrível, com Vizeu. Mas Martin Silva estava bem colocado no lance para fazer uma grande defesa.
Este foi o primeiro jogo do treinador Zé Ricardo contra o seu ex-clube, o Flamengo, que o demitiu. O seu próximo compromisso será na noite de domingo que vem, em casa, contra o Vitória. Perguntas-e: o Vaco já jogou domingo à noite?

FICHA TÉCNICA - 28.10.2017 (sábado) - VASCO 0 X 0 FLAMENGO. 31ª rodada do Campeonato Brasileiro. Estádio: Maracanã-RJ. Juiz: Ricardo Marques Ribeiro-MG. Público: 20.571 pagantes (24.813 total). Renda: R$ 739.775,00. .VASCO: Martín Silva, Madson, Paulão, Anderson Martins e Ramon; Jean, Wellington, Yago Pikachu (Gilberto), Mateus Vital e Nenê (Manga Escobar); Andrés Ríos (Caio Monteiro). Treinador: Zé Ricardo. FLAMENGO: Diego Alves, Pará, Juan, Rhodolfo e Trauco; Márcio Araújo, Willian Arão e Diego; Everton Ribeiro, Lucas Paquetá (Felipe Vizeu) e Everton (Vinícius Júnior). Treinador: Reinaldo Rueda.

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

A BELA, BELÍSSIMA DO DIA - LIZIANE

Dizem que tem gente que não gosta. Mas o site www.sexybelas.com gosta – e muito – de exibir a beleza da mulher brasileira. Esta é Liziane, uma fera que, se fosse fera da floresta, encantaria fauna e flora, que não se mexeriam ao agito do vento mais forte quando ele passasse. Lize foi bela da semana do www.belladasemana.com.br e segue belíssima. Aliás, mais bela, ainda. É uma das modelos mais + mais da atualidade. 
 
They say there are people who do not like what is beautiful. But the site www.sexybelas.com likes - and much - to show the beauty of Brazilian women. This is Liziane, a beast who, if she were a beast of the forest, would enchant fauna and flora, who would not be moved by the strong wind when he passed. Lize was beautiful of the week of www.belladasemana.com.br and follows beautiful. In fact, more beautiful, still. It is one of the most + most current models.

HISTORI&LENDAS DA COLINA - CHICO MIL

Durante a década-1960, uma das figuras mais queridas de São Januário era o roupeiro Chico. Quem muito o curtia era o goleiro Valdir Appel, que conta  várias histórias sobre o cara. Uma delas é a da camisa 1000.
Antes, Pelé havia vestido a camisa vascaína, em 1957, pelo
Combinado Vasco-Santos, que o levou à Seleção Brasileira
Relembra Valdir, que estava no banco dos reservas vascaínos, quando Pelé marcou o milésimo – 19.11.1969 –,  uma grande comemoração tomou conta do gramado do Maracanã. Então, Chico,  misturou-se a jogadores, repórteres e curiosos, e conseguiu vestir a jaqueta cruzmaltina no "Rei", com o número 1.000 às costas, usada na volta olímpica. Depois do jogo, o Chico ainda conseguiu réplicas autografadas, pelo craque, da bola e da camisa.
Valdir diverte-se contando, também, o que rolou em um Vasco x Botafogo, no mesmo Maracanã. “Levei uma bolada na coxa esquerda e caí, contorcendo-me por tanta dor. O socorro do Chico foi rápido. Ele ajoelhou-se do meu lado e, sem querer, jogou éter no meu “saco”. Sai do chão, como um saci, pulando com uma perna só e urrando de dor. Gritei: Chico, seu filho duma égua.Vou te matar". O Chico saiu correndo e eu atrás dele. E o povão rindo, sem entender o que estava acontecendo".
Chico começou no Fluminense, em 1965, levado pelo médico Arnaldo Santiago. Em 68, um outro médico, Luiz Leão, o levou para o Vasco. Trabalhou para o time campeão carioca-1970 e foi o primeiro massagista do Volta Redonda (fundado em 1976), indicado por gentona, como o então presidente da CBD, Heleno Nunes,  Flávio Costa  e Paulinho de Almeida (ex-treinadores do Vasco).
Reprodução da revista "Grandes Clubes".
 Em 1982, Chico foi para o Sharjah, dos Emirados Árabes, campeão-1983 e ficou até 1985. Em 1986, esteve no Schamal, do Catar, campeão da 2ª divisão. Depois, andou pelo Catar Clube e a seleção do Catar, até 1994, ficando campeão da Ásia com o treinador Dino Sani. Parou em 1994.
  Chico assim como a camsisa que vestiu em Pelé, vivia a mil. Fora do futebol, nas horas vagas trabalhou como terapeuta de madames e pintor paisagístico. Chegou a vender 24 quadros numa exposição na "Cidade Maravilhosa" e, ainda negociava, placas publicitárias no estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda. Ele mesmo pintava os outdoors. Grande Chico! 
 

FIGURAS DA COLINA - ALUÍSIO CHULAPA

Vestiu a jaqueta cruzmaltina, pelo menos, por uma vez, para o “Kike da Bola”, será considerado um “cidadão vascaíno”. Aluísio “Chulapa” foi inserido nesse time, principalmente porque escreveu uma das páginas mais bonitas da história do futebol, a qual você lerá antes de vascaína-lo. Combinado?
Pois bem! Um dia, o garoto pobre da alagoana Atalaia foi barrado por um segurança, ao tentar entrar em um clube da cidade, para rolar uma bolinha. Então, jurou que venceria como atleta, voltaria à terra e compraria  aquele local para ensinar futebol às crianças nascidas como ele. De quebra, ainda jogaria pelo Sport Atalaia, de Palmeira dos Índios.
Reprodução de www.supervasco.com.br
A bola rolou, 20 temporadas voaram e Aluísio emplacou como goleador e, antes de desembarcar na Colina, rodou por Clube de Regatas Brasil-CRB AL, Flamengo, Saint-Étienne-FRA, Paris Saint-Germain-FRA, Rubin Kazan-RUS, Atlético-PR e São Paulo.
Nesse périplo, atuou ao lado de dois ídolos da torcida colineira, Romário, no Fla, e Alex Dias, no Goiás, e fez o passe para Mineiro marcar o gol que deu ao “Tricolor do Morumbi” o título de campeão mundial interclubes, em cima do inglês Liverpool, em 2005. No peito, só não colocou no peito faixas de campeão pelos times estrangeiros.
No Vasco, Aluísio só disputou 12 jogos, sem balançar o filó. Nascido em 27 de janeiro de 1975 e contratado em 9 de maio de 2009, ele levou 90 dias para poder jogar, devido problemas ligados às leis de transferências internacionais de atletas. Ficou só em atividades físicas e treinando entre os reservas, razão de não ter chegado ao filó, seguramente.
Em janeiro de 2010, Aluísio  acertou a rescisão do contrato, foi para o Ceará Sporting e passou, ainda, por Brasiliense, Brusque-SC, voltou ao CRB-AL, e esteve, mais tarde nos times de Francana-SP, Gama-DF, Santa Rita, União Barbarense-SP e Sport Atalaia-AL, pelo qual, oficialmente, encerrou a carreira, na Série B do Campeonato Alagoano. Mas ainda vestiu a camisa de um time chamado Ipanema. Grande Aluísio, um herói do esporte!

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

ESQUADRAS DO ALMIRANTE - MARÇO-1952

Formação vascaína que começou a partida em que venceu o Santos, por 3 x 1, com gols marcados por
Friaça (2) e Noca,  em 16 de março de 1952,  no Maracanã, pelo Torneio Rio-São Paulo. O jogo foi assistido por 33.965 pagantes, 6.795 caronas e o total de 46.760 almas. Em pé, da esquerda para a direita, você vê: Barbosa, Ely do Amparo, Clarel, Danilo e Alfredo; agachados na mesma ordem; Noca, Ademir, Friaça, Ipojucan e Jansen.

Vascaine formation that started the match in which he defeated the Saints, by 3 x 1, with goals scored by Friaça (2) and Noca, on March 16, 1952, in Maracanã, by Tornei Rio-São Paulo. The game was watched by 33,965 payers, 6,795 rides and the total of 46,760 souls. On foot, from left to right, you see: Barbosa, Ely do Amparo, Clarel, Danilo and Alfredo; crouching in the same order; Noca, Ademir, Friaça, Ipojucan and Jansen.
FOTO REPRODUZIDA DE 'O GLOBO SPORTIVO'. nº 686, DE 12.04.1952

HISTORI&LENDAS DA COLINA - BAIXINHOS

1 - Em 20 de abril de 1947, o Vasco mandou 8 x 0 Bangu, pelo Torneio Municipal-1947. A fera do dia foi Lelé, marando quatro gols – Friaça, Maneca, Chico e Alfredo II completaram a balaiada e deixaram os Mulatinhos Rosados de Moça Bonita  “lelé das redes”. Naquela disputa, a rapaziada carregou o caneco para as prateleiras da Colina. O time da vez alinhou: Barbosa, Augusto e Rafagneli; Ely do Amparo, Danilo Alvim e Jorge Sacramento; Alfredo, Maneca, Friaça, Lelé e Chico Aramburo

2 - Passadas 37 temporadas, no 22 de abril de 1984, o baixinho Arthurzinho também marcou quatro gols em um só jogo: em Vasco 5 x 1  Fortaleza, na casa do adversário. Em oito minutos, sacudiu o filó por duas vezes. Até ali, já estava Vasco 3 x 0, com o Dinamite, aos sete, também mexendo no placar. O time do dia era dirigido por um outro baixinho, Edu Coimbra, o Eduzinho, que fora atacante da “Turma da Colina”. Jogaram: Roberto Costa; Edevaldo, Ivan, Daniel González e Aírton;  Pires, Artuurzinho e Mário; Mauricinho (Jussiê), Roberto Dinamite e Marquinho.
3 - Em 19 de abril de 1968, o goleiro vascaíno Pedro Paulo foi autor de um fato raro: defendeu um pênalti cobrado por Quarentinha, em final de carreira e defendendo o Olaria. Ele era o jogador de chute mais forte no futebol carioca. Mas o zagueiro vascaíno Brito também perdeu um. No dia, o Vasco venceu o Olaria, por 2 x 0, com dois gols de Ney Oliveira.
 
 4 - Da primeira vez que enfrentou o Campo Grande-RJ, Vasco  6 x 0 foi o placar, amistosamente, em 18 de abril de 1948, no estádio Ítalo del Cima, a casa do adversário. O segundo amistoso levou 12 temporadas par rolar, no mesmo estádio, com nova goleada cruzmaltina: 6 x 1. No ano seguinte, o Vasco voltou ao Ítalo e aplicou 5 x 1. O último amistoso foi em 1969, em São Januário, com vascaínos 3 x 0 “Campusca”.  Portanto a história amistosa fica sendo: 18.04.1948 - Vasco 6 x 0 Campo Grande; 13.03.1960 – Vasco 6 x 1; 09.04.1961 – Vasco 5 x 1 e 04.12.1969 – Vasco 3 x 0