Vasco

Vasco

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

TRAGÉDIAS DA COLINA - DONA JUSTA

  Considerado, por Romário, “o jogador mais importante do time vascaíno, durante as conquistas da Copa Mercosul e do Brasileiro, ambos de 2000, o atacante Euller, autor de 27 gols, em 83 jogos com a jaqueta cruzmaltina, ao sair de São Januário bateu às portas da Justiça do Trabalho. Cobrou dívida, de R$ 4 milhões. Terminou entrando em acordo e mordeu a metade do que queria, relativa a serviços prestados entre 2000/2001.
De acordo com o advogado do atleta, Luiz Roberto Leven Siano, o “Filho do Vento (apelido do atleta) pedira a penhora de renda dos jogos, do patrocínio da Eletrobras e de direitos de transmissões de jogos pela TV.
  Um outro atleta a fazer o mesmo foi o ex-goleiro Márcio Fernandez Cazorla, vascaíno por 12 temporadas. Nascido em Porto Alegre-RS, em 16 de março de 1971, estreou em 1992, e sempre foi reserva de Carlos Germano. Em 1996, não entrou em campo, fato repetido em 2001, quanto o titular já era Hélton. Teve mais chances de jogar, em 1998, quando  Carlos Germano servia à Seleção Brasileira, para a Copa do Mundo da França.
Márcio disputou 28 jogos e sofreu 21 gols. A partir de  1999, perdeu mais espaço em São Januário. Só oito jogos e seis gols sofridos. De 2000 a 2002, piorou: 24 jogos e  25  bolas em suas redes. Em 2003,  duas atuaçõese dois gols levados. Reserva de Carlos Germano e de Hélton, Márcio seria suplente, em 2004, de mais um goleiro: Fábio. Teve a chance de fazer seis jogos. E buscou seis bolas no filó. Totalizou 127 gols sofridos com a 1 vascaína. Mesmo tendo ido à Justiça contra o Vasco, voltou a São Januário, para treinar goleiros, ao lado de Carlos Germano

VASCO X ATLÉTICO-G0 - HOJE - 19H30

A primeira das 10 partidas importantíssimas que o Vasco da Gama terá pela frente no Campeonato Brasileiro será diante do "Dragão" no Estádio Serra Dourada, em Goiânia. Medirá forças com o Atlético Goianiense, pensando em sua terceira vitória consecutiva.
 O triunfo é de suma importância, tendo em vista que a conquista dos três pontos fará o Cruzmaltino se aproximar ainda mais da zona de classificação para a Taça Libertadores,
Diante do rubro-negro goiano, o técnico Zé Ricardo não poderá contar com o volante Jean e o meio-campo Wagner. O primeiro recebeu o terceiro cartão amarelo na partida do último fim de semana. O segundo, por sua vez, permaneceu no Rio de Janeiro recuperando-se de dores no joelho esquerdo. A boa notícia fica por conta do retorno do atacante Andrés Ríos, desfalque no clássico contra o Botafogo.
Pelo do Atlético Goianiense, a necessida de vitória é ainda maior. O time goiano ocupa a última colocação do Brasileirão, mas pode, em caso de um resultado positivo, deixar a lanterna e entrar de vez na briga por um lugar na Série A de 2018. O adversário cruzmaltino tem o atacante Walter como grande e, antes do insucesso diante do Palmeiras, na rodada passava, ostentava a terceira melhor campanha do segundo turno da competição nacional.
Cláudio Francisco Lima e Silva, do Sergipe, será o árbitro do confronto desta noite. Ele será auxiliado por Cleriston Clay Barreto Rios, também do Sergipe, e por Fábio Pereira, do Tocantins. O Sportv transmitirá a partida para todo o Brasil, exceto Goiás. Ao longo da história, Vasco e Atlético Goianiense se enfrentaram 24 vezes, com 14 vitórias cruzmaltinas, seis empates e quatro triunfos do Dragão.

HISTORI&LENDAS DA COLINA - BANGU

1  - Vasco 4 X 0 Bangu, em 1921, foi o segundo amistoso da história desse confronto, iniciado em 15 de junho de 1919, quando os vascaínos ainda eram da Segunda Divisão. Rolou em um domingo, no estádio da Rua Figueira de Mello, comgols marcados por Torteroli, Nolasco, Dutra e Pires. O time vascaíno tinha: Nélson, Leitão, Pastor, Antenor, Claudionor, Eulálio, Cláudio, Pereira, Sebastião, Roberto e Anchyses.

2 - Em 14 de janeiro de 1940, disputou-se, em São Januário, o primeiro torneio internacional de clubes, no Brasl. Chamou-se Luiz Aranha, em homenagem ao presidente da então Confederação Brasileira de Desportos. Foram jogos de 20 minutos, com dois tempos de 10, até as semifinais, e de 30 minutos (duas etapas de 15), na final. Modelo idêntico ao dos "Torneios Inícios. O Vasco teve a concorrência de Flamengo, Botafogo e dos argentinos Independiente e San Lorenzo. No primeiro jogo, aos 3 minutos, Fantoni marcou o gol da vitória sobre o Independiente, por  1 x 0. Na final, encarou o San Lorenzo, empatou,  por 0 x 0, e foi à prorrogação. Em jogada de Orlando Rosa Pinto, no segundo tempo, surgiu umescanteio, que decidia as disputas. E a taça ficou na Colina. Era a primeira conquista de um clube brasileiro em uma competição internacional. Time: Nascimento, Jaú e Florindo; Figliola, Zarzur e Argemiro; Lindo, Fantoni, Villadoniga (Luna), Nino e Orlando. 
 
3 - Vasco da Gama 6 X 0 América-AM foi um amistoso, de 1955, em Manaus. Embora o “Expresso da Vitória” já tivesse saído dos trilhos, desde 1952, a “Turma da Colina” era forte e estava na entressafra para ser o campeão carioca em 1956. À beira da selva amazônica, as feras que morderam as redes chamavam-se Sabará (2), Parodi, Maneca e Válter Marciano.
  
    
     
Vasco 4 X 0 Bangu, em 1921, foi o segundo amistoso da história desse confronto, iniciado em 15 de junho de 1919, quando os vascaínos ainda eram da Segunda Divisão. Rolou em um domingo, no estádio da Rua Figueira de Mello, comgols marcados por Torteroli, Nolasco, Dutra e Pires. O time vascaíno tinha: Nélson, Leitão, Pastor, Antenor, Claudionor, Eulálio, Cláudio, Pereira, Sebastião, Roberto e Anchyses.
Em 14 de janeiro de 1940, disputou-se, em São Januário, o primeiro torneio internacional de clubes, no Brasl. Chamou-se Luiz Aranha, em homenagem ao presidente da então Confederação Brasileira de Desportos. Foram jogos de 20 minutos, com dois tempos de 10, até as semifinais, e de 30 minutos (duas etapas de 15), na final. Modelo idêntico ao dos "Torneios Inícios. O Vasco teve a concorrência de Flamengo, Botafogo e dos argentinos Independiente e San Lorenzo. No primeiro jogo, aos 3 minutos, Fantoni marcou o gol da vitória sobre o Independiente, por  1 x 0. Na final, encarou o San Lorenzo, empatou,  por 0 x 0, e foi à prorrogação. Em jogada de Orlando Rosa Pinto, no segundo tempo, surgiu umescanteio, que decidia as disputas. E a taça ficou na Colina. Era a primeira conquista de um clube brasileiro em uma competição internacional. Time: Nascimento, Jaú e Florindo; Figliola, Zarzur e Argemiro; Lindo, Fantoni, Villadoniga (Luna), Nino e Orlando. 
 
 
Vasco da Gama 6 X 0 América-AM foi um amistoso, de 1955, em Manaus. Embora o “Expresso da Vitória” já tivesse saído dos trilhos, desde 1952, a “Turma da Colina” era forte e estava na entressafra para ser o campeão carioca em 1956. À beira da selva amazônica, as feras que morderam as redes chamavam-se Sabará (2), Parodi, Maneca e Válter Marciano.

 

 

terça-feira, 17 de outubro de 2017

FIGURAS DA COLINA - BOLÃO

  Em 16 de julho de 1922, a torcida cruzmaltina comemorou uma goleada, por 8 x 3, sobre o Carioca, pelo Campeonato Estadual da Segunda Divisão. A metade das bolas no filó saiu dos pés de Claudionor Corrêa, que tinha o apelido de "Bolão". Portanto, jogava um bolão. Tanto que fora uma dos investigados pela Comissão de Sindicância da Associação Metropolitana de Esportes Athléticos (AMEA), sob a acusação de receber dinheiro para defender o Vasco.
Por sinal, para livrar o "Almirante" daquela "inquisição da bola", os comerciantes portugueses informavam aos "inquisidores" que os jogadores investigados trabalhavam em seus estabelecimentos. E que estavam fazendo serviços externos, quando não eram vistos no recinto". Mas o Claudionor  trabalhava, realmente. Na Companhia Fábrica de Botões e Artefatos de Metal.
Claudionor "Bolão" conquistou muitos fãs durante o Campeonato Carioca de 1922, quando a rapaziada vascaína carregou o caneco da Série B e ele foi o artilheiro da disputa, marcando 14 tentos, jogando adiantado. Fundamental na subida da equipe à elite do futebol carioca, para conquistar o bi-1923/1924. No entanto, Bolão ficou devendo. Marcou só dois gols, em 14 jogos (11 vitórias, dois empates e uma queda) deste time-base: Nélson, Leitão e Cláudio (Mingote); Nicolino, Claudionor e Arthur; Paschoal,Torterolli, Arlindo, Cecy e Negrito – em 1922, era: Nélson, Mingote e Leitão; Arthur, Bráulio e Nolasco; Paschoal, Pires (Dutra), Bolão, Torterolli e Negrito.
Em 1924, Claudionor colocou mais goleiros pra chorar: quatro tentos, atuando em 14 das 16 partidas, todas vencidas pelo Vasco, que mandou 46 pelotas no saco, e só deixou passar nove. "Bolão" seguia titular, neste time-base: Nelson, Leitão e Mingote; Brilhante, Claudionor e Arthur; Paschoal, Torterolli, Russinho, Cecy e Negrito.
Ao que tudo indica, o treinador uruguaio Ramon Platero achava que "Bolão era indispensável ao seu time. Até 1927, o manteve em sua linha média. Confira:
1925 – Nélson, Espanhol (Cláudio) e Leitão (Mingote/José Manoel); Brilhante (Sílvio), Bolão e Arthur; Paschoal, Fernandes (Milton), Russinho (Jorge), Torterolli e Negrito (Patrício)
 1926 – Nélson, Espanhol (Sá Pinto) e Itália; Nesi, Bolão e Arthur; Paschoal, Torterolli, Russinho, Milton (Tatu) e Negrito (Dininho).
1927 - Nélson, Espanhol (Brilhante) e Itália; Nesi, Bolão e Rainha (Sá Pinto); Paschoal, Torterolli, Russinho, Tatu (Galego) e Negrito (Badu).

RECADO AO LEITOR: o "kikenauta" Raimundinho Maranhão pediu para mudar o nome desta série, pois não lhe agradava CLUBE DOS ESQUECIDOS. Segundo ele, ficava parecendo que o torcedor vascaíno é um ingrato, não toma mais conhecimento de quem ajudou a fazer a história do clube assim que o atleta pendura as chuteiras.
 O "Kike" aceita a tese filosófica do amigo, embora pondere que seria muito difícil um torcedor nascido em 2.000, por exemplo, curtir antigos ídolos, como Ademir Menezes, Bellini, Pinga e outras feras feríssimas, mesmo sendo um pesquisador. Mas atende à sugestão do glorioso Raimundinho Maranhão, pois quem manda aqui é você, vascaíno, cruzmaltino, cruzcristense, cruzcristiano, etc.
O "Kike" ainda coloca ESQUECIDOS neste "post" do Dario, para deixar você ligado na série. A partir de amanhã, será  só FIGURAS DA COLINA. Combinado? Apôijz tá!  
 

TRAGÉDIAS DA OLINA - ROMÁRIO MENOS

 De acordo com a revista "Placar", Romário nunca bateu mil vezes na rede. Nesse quesito, no Brasil, nem o  "Rei Pelé". A publicação “desmilha”, solenemente o “Camisa 10”, deixando-o bem longe das 1.282  lhe atribuídas pela imprensa.
De Romário,  "Placar" 106 bolas no barbante, por alegar que 77 foram em jogos infantis e juvenis, e 29 em partidas festivas. OINIÃO DO KIKE 
Metolologias à parte, o“Baixinho” superou o “Rei” em gols oficiais. Se, entre 1957 e 1977, Pelé marcou 720, como quer “Placar”, enquanto Romário chegou a 722, de 1985 a 2007.
 O antigo ídolo vascaíno ganha uma outra: maior número de “matanças”. São 27 comandos de pelotões de artilharia, em 87 competições oficiais, contra 24 de Pelé, em 63 disputas do mesmo nível. O cruzmaltino ainda tem a ponta do Campeonato Brasileiro de 2000, ganho pelo Vasco e que uma briga entre cartolas terminou por transformá-lo em Copa João Havelange.
OPININIÃO D KIKE:, se a bola rolou, passou pelo goleiro e bateu na rede, é gol. Antes de ser profissional, o garoto não disputa campeonatos federados nas bases? Porque tais jogos e os amistosos não devem valer na contagem dos gols?

FUXICOS DA COLINA - PAULI&PINGA

  Quando Reinaldo Reis assumiu a presidência vascaína, ele desconsiderou as pressões dos conselheiros e, como gostava do trabalho do ex-lateral-direito vascaíno Paulinho de Almeida, fez valer a sua vontade foi busca-lo  no Olaria.
O Vasco terminou a temporada-1968 com Paulinho treinado o time A e o ex-ponta-esquerda Pinga comandando os juvenis. Trocado o calendário, Pinga subiu e Paulinho saiu de São Januário.
 Duas versões circularam sobre a queda de Paulinho: o Vasco teria lhe oferecido Cr$ 3,5 milhões de cruzeiros antigos (a moeda sofrera modificação) para renovar contrato, e ele pedira 5 milhões, além de bicho dobrado. Teria havido falta de acordo financeiro.
A outra versão assegurava terem alguns “cardeais” da Colina vetado a continuidade de Paulinho, com o endosso do presidente Reinaldo Reis, por o treinador ter perdido dois títulos em 1968, o Campeonato Carioca e o Torneio Roberto Gomes Pedrosa, também chamado de Robertão e de Taça de Prata. Comentou-se, adicionalmente, que o Vasco teria consultado Orlando Fantoni, treinador do Cruzeiro, para ser o seu supervisor, o que poderia manter Paulinho no cargo, mas o mineiro recusara. E que pesava, também, contra Paulinho, o fato de ele não escalar o centroavante Bianchini, que já defendera a Seleção Brasileira.
Com Paulinho, o “Almirante” só vencera um jogo – 2 x 1 América – da Taça Guanabara-1968 e perdera o título carioca-1968, para o Botafogo. Então, os cartolas voltaram a pressionar Reinaldo pela contratação de Tim. Novamente, ele resistiu, dizendo que Paulinho merecia uma nova chance durante o Torneio Roberto Gomes. Mas, como o time vascaíno não fez boa campanha na disputa, Paulinho de Almeida não ficou para o inicio da temporada seguinte, tendo o ex-ponta-esquerda Pinga assumido a sua vaga.

PINGOU GOL – Comandante da rapaziada amadora, em 1968,  Pinga estreou no time A, amistosamente, com 1 x 0 América, no Estádio Caio Martins, em Niterói, com gol marcado por Buglê, em cabeçada, aos 15 minutos do segundo tempo, recebendo lançamento de Adílson Albuquerque.
 A crônica da época diz que a vitória vascaína fora mais produto da chance do que da qualidade técnica mostrada. Mas era cedo para o cobranças – Valdir Apple; Ferreira, Joel Santana, Fernando e Eberval; Benetti e Buglê; Nado (Antoninho), Nei Oliveira, Adílson Albuquerque e Silvinho foi o primeiro Vasco do “comandante” Pinga
O Vasco daquele final de década era um caldeirão em ebulição. Pinga não durou muito no cargo, que foi parar nas mãos de Evaristo de Macedo, outro a não esquentar lugar. Então, Paulinho voltou. Por pouco tempo, pois Célio de Souza terminou a temporada no comando da rapaziada.
Em 1970, o Vasco teve Tim comandando o seu quadro, que quebrou o tabu, de 12 anos, sem ser campeão carioca. O 13º título estadual  garantiu-lhe um ano no emprego, pois a campanha durante o Robertão foi fraca, abrindo caminho para Paulo Amaral substitui-lo, no começo de 1971.

 

                                                      

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

MUSA (ENBADEIRADA) DE HOJE DA COLINA -

O Kike viu esta bela em www.paixaovasco.combr, o site que mostra as mais belas imagens com vascaínas lindíssimas. Aí no pé das foto tem o nome de Gabriel Dias, que deve ser o competente fotógrafo que selecionou estas deusa para clicar. Parabéns a ele pelo bom gosto e, mais ainda, a você torcedor vascaíno, pro saber que o "Almirante" é adorado pelas gatas mais inteligentes e lindas do planeta.

HSITORI&LENDAS DFA COLINA - 'SÃO CRICRI'

1 - O São Cristóvão passou quase dois anos para vencer o Vasco, depois 2 x 1 de 1926. Mas mandou um outro 2 x 1, daquela vez dentro de São Januário. E o Vasco estava com um time forte, comandado por Harry Welfare: Rey, Domingos da Guia e Itália; Tinoco, Jucá e Gringo; Bahiano, Leônidas da Silva, Russinho e Orlando.  Por aquele mesmo campeonato, o São Cristóvão votou a pregar uma peça ao Vasco: 1 x 1 em primeiro de julho, mas em seu campo da Rua Figueira de Melo. O time da Colina, seguindo comandado por Harry Welfare, foi: Rey, Domingos da Guia e Itália; Gringo, Fausto e Mola; Orlando, Almir, Gradim, Nena e D' Alessandro. Técnico: Harry Welfare.

2 -  Na década de 1980 foram estes os jogos entre vascaínos e olarienses: 11.09.1980 - Vasco 3 X  1; 24.06.1981 - Vasco 1 x 0; 29.07.1981 - Vasco 1 x 0; 18.10.1981 - Vasco 1 X  0; 05.09.1984 - Vasco 2 X  1; 10.11.1984 - Vasco 0 X 0 Olaria; 11.09.1985 - Vasco 2 X 0 Olaria; 06.11.1985 - Vasco 2 x 1;  23.03.1986 - Vasco  2 x 0; 21.05.1986  - Vasco 4 x 0; 22.02.1987 - Vasco 1 X 0; 23.04.1987 - Vasco 1 X 1 Olaria; 05.03.1989 - Vasco 0 x 0 Olaria; 17.05.1989 - Vasco 3 X 0 Olaria.
3 -  No dia 8 de gosto de 1964, na casa do adversário, à Rua Figueira de Melo, a esquadra do “Almirante” encerrava navegação com um dos seus empates mais esquisitos pelo Campeonato Carioca: Vasco 3 x 3 São Cristóvão. Célio (2) e Mário ‘Tilico’ compareceram ao placar do jogo apitado por Gualter Portela Filho, com arrecadação de Cr$ 2 milhões, 266 mil, 650 cruzeiros. Patota do dia: Marcelo Cunha; Massinha, Fontana, Barbosinha e Pereira; Odmar e Maranhão; Joãozinho, Célio, Mário e Zezinho. Por aquela época, havia as preliminares entre aspirantes, e os vascaínos venceram, por 4 x 0.     

4 - Campeonato Carioca-1937. O Vasco passou por uma coleção de resultados interessantes diante dos seus maiores rivais. Só faltou o empate por 1 x 1. Confira: 26.12.1937 - Vasco 0 x 0 Fluminense;  01. 10.1937 - Vasco 2 x 2 Botafogo; 10.10.1937 - Vasco 3 x 3 Flamengo.

 

FIGURAS DA COLINA - JORGINHO CARVOEIRO

O cronômetro do árbitro Armando Marques marcava 33 minutos dos segundo tempo.O apoiador Alcir Portella lançou e o ponta-direita Jorginho Carvoeiro balançou a rede do Cruzeiro. Dali até o final da partida, dos 112.993 pagantes, a maioria cruzmaltina, só fez festa, no Maracanã.
Caminhava o Vasco da Gama para conquistar o seu  primeiro título de campeão brasileiro. E, graças aquele gol, carregou a taça e colocou a faixa. Era 1º de agosto de 1974 e o Maracanã assistia à primeira grande noite de glória de Jorginho Carvoeiro, que recebera aquele apelido por causa de um amigo que exercia talo ofício.
 Garoto talentoso, Jorge Vieira, verdadeiro nome, chegou ao Bangu, aos 14 de idade, para iniciar a carreira. Em 1971, foi convocado para a Seleção Brasileira de amadores, disputou o Torneio de Cannes, na França, voltou campeão e eleito o melhor da competição.
Reprodução de www.vascofotoswordperess- Agradecimentos
 Pela temporada seguinte, Jorginho já estava defendendo o Vasco. Mas ele teve pouco tempo para comemorar a glória.
Nascido em Castelo-ES, em 11 de outubro de 1953, Jorginho viveu só até 13 de julho de 1977,  quando foi tragado pela leucemia.
JOGO DO TÍTIULO - Ademir, substituindo o machucado Peres, abriu o placar, aos 14 minutos. O Vasco de Jorginho Carvoeiro virou de etapa na frente, mas Nelinho empatou, aos 64.
Então o destino reservou aquela noite de glória para o atacante da "Turma da Colina", que formou ao lado de: Andrada; Fidélis, Miguel, Moisés, Alfinete, Alcir, Zanata, Ademir, Roberto Dinamite e Luís Carlos Lemos, que eram treinados por Mario Travaglini.
Foi esta a campanha vascaína com a ajuda de Jorginho Carvoeiro: Vasco 2×0 Coritiba; Vasco 0×0 Desportiva-ES; Vasco 1×1 Flamengo; Vasco 2×1 Remo-PA; Vasco 0×0 Paysandu-PA; Vasco 0×0 Botafogo; Vasco 0×0 Bahia; Vasco 0×0 Vitória-BA; Vasco 1×2 Fluminense; Vasco 3×2 América-RN; Vasco 3×0 Itabaiana-SE; Vasco 1×1 Olaria; Vasco 1×0 Tiradentes-PI; Vasco 0×2 Sampaio Corrêa-MA; Vasco 0×1 América-RJ; Vasco 1×0 Avaí-SC; Vasco 0×1 Grêmio; Vasco 1×1 Atlético-PR; Vasco 3×1 Internacional.SEGUNDA FASE: Vasco 3×0 Operário-ms; Vasco 0×0 Nacional; Vasco 2×0 Atlético-MG; Vasco 2×0 Corinthians; Vasco 0×0 Vitória-BA.TERCEIRA FASE: Vasco 2×1 Santos; Vasco 1×1 Cruzeiro; Vasco 2×2 Internacional-RS. FINAL: Vasco 2 x 1 Cruzeiro.

RECADO AO LEITOR: o "kikenauta" Raimundinho Maranhão pediu para mudar o nome desta série, pois não lhe agradou CLUBE DOS ESQUECIDOS. Segundo ele, assim fica parecendo que o torcedor vascaíno é um ingrato, não toma mais conhecimento de quem ajudou a fazer a história do clube assim que o atleta pendura as chuteiras.
 O "Kike" aceita a tese filosófica do amigo, embora pondere que seria muito difícil um torcedor nascido em 2.000, por exemplo, curtir antigos ídolos, como Ademir Menezes, Bellini, Pinga e outras feras feríssimas, mesmo sendo um pesquisador. Mas atende à sugestão do glorioso Raimundinho Maranhão, pois quem manda aqui é você, vascaíno, cruzmaltino, cruzcristense, cruzcristiano, etc.
O "Kike" ainda coloca ESQUECIDOS no "post" do Dario, para deixar você ligado na série. Depois, ficará sendo só FIGURAS DA COLINA. Combinado? Apôijz tá!     

 
 
       

 

            

domingo, 15 de outubro de 2017

HISTORI&LENDAS DA COLINA - SS-1958

Final do Campeonato Carioca de 1958 – Um cartola vascaíno “achou de achar” que a "Turma da Colina caíra, inesperadamente, de produção. Segundo ele, jogadores importantes, como o zagueiro central Bellini, o quarto-zagueiro Orlando, o meio-campista Écio, o atacante Almir "Pernambuquinho", entre outros, andavam badalando demais pelas agitadas “night” de Copacabana. E desceu a língua nos caras. Que foram "SuperSuper" campeões cariocas daquela temporada.  
BADALANDO ASSIM, PRA DAR NO QUE DEU, ERA MELHOR BADALAR TODOS OS DIAS.

Antes da final carioca de 1958, o Vasco só havia decidido, com o Flamengo, em 29.10.1944, no jogo em que o argentino Valido empurrou um zagueiro vascaíno, para fazer Fla 1 x 0, com a anuência de um árbitro botafoguense, que desejava impedir o título cruzmaltino. Há foto do lance provando o erro da arbitragem. O Vasco respondeu, em 13 de junho de 1976, levando a Taça Guanabara, com 5 x 3 nos pênaltis, após 1 x 1 no tempo normal de jogo, e em 28 de setembro de 1977, carregando a Taça Rio, por 5 x 4 nos pênaltis, após 0 x 0 durante os 90 minutos.
SEGURAMENTE, É UMA DAS BATALHAS ETERNAS DE CHORO LIVRE DE RIVAL.

Em 1949, após o amistoso Vasco 1 x 0 Arsenal, da Inglaterra, a imprensa carioca divulgou que havia mais de 50 mil torcedores no Estádio de São Januário. Oficialmente foram registrados cerca de 24 mil. Também oficialmene, o Vasco tem como maior público em sua casa 40.209, em 19/2/1978, no jogo Vasco 0 x 2 Londrina. Curiosamente, naquela partida contra o Arsenal, segundo o registro oficial, houve apenas pouco mais de 24 mil pagantes e sócios, mas que proporcionaram a renda de Cr$ 1.146.150,00, recorde sul-americano na época.
IMPRESSIONANTEMENTE, foi uma renda para inglês ver, como se dizia, antigamente.

Final de 1999 – O atacante Edmundo volta a conviver, em São Januário, com Romário, com quem brigara em 1998. O ‘Animal’, inicialmente, aceita o ‘Baixinho’, com a promessa do presidente Eurico Miranda, de que Romário ficaria só no Mundial de Clubes da FIFA, em janeiro de 2000. Ambos fazem uma trégua e arrasam o inglês Manchester United. Edmundo, de costas para o marcador Mikaël Silvestre, com um toque na bola, chapelou o adversário, deixou-o ao chão, aplicou outro toque na pelota, encobriu o goleiro Mark Bosnich e levantou a torcida vascaína no Maracanã. Vasco
Final do Campeonato Carioca de 1987 - Mílton Queiroz da Paixão, o meia-atacante carioca vascaíno tinha valentia, habilidade, velocidade e boa pontaria. Campeão brasileiro, em 1989, e da Taça Guanabara de 1990, ele marcou o gol do título estadual de 1987, na final contra o Flamengo. E comemorou correndo com a camisa encobrindo o rosto, gesto que passou a ser imitado pelo país inteiro.
DATA FATAL: para os flamenguistas, que revelaram Tita, aquilo não poderia ter sido verdade. Mas Tita nascera mesmo no “Dia da Mentira” – em primeiro de abril de 1958.
 

DOMIGO E DIA DE MULHER BONITA - MICHELET, PRESIDENTE DO CHILE

Filha do brigadeiro-general da Força Aérea chilena – Alberto Bachelet –  integrante do governo do presidente Salvador Allende, ela era membro do Partido Socialista, desde 1973, quando a ditaduras militar o prendeu, em 1974, e o matou, na prisão, torturado.
 O fato fez Michelle e sua mãe – arqueóloga Angela Jeria – passarem à clandestinidade. Detidas, em 1975 – também, torturadas –, ao se livrarem da prisão, exilaram-se na Austrália e, depois, na então Alemanha Oriental.
É assim que começa a história politica da médica – trabalhou como epidemóloga – Verónica Michelle Bachelet Jeria, nascida em Santiago – 29.09.1951 –, primeira mulher a governar o Chile – 11.03.2006 a  2010  e de 2014 até hoje.
 MICHELE FOI, também, a primeira presidente da União das Nações Sul-Americanas; primeira chefe da agência Nações Unidas Mulheres; primeira mulher ministra da Defesa (chilena)  no continente latino-americano e primeira a vencer duas eleições presidenciais (em seu país). Passada a ditadura militar chilena, foi ministra da Saúde do presidente Ricardo Lagos – 2000 a 2002 – e o sucedeu eleita, em segundo turno, 53,5% do total dos votos, tornando-se a sexta presidente da república latino-americana – após Isabelita Perón (Argentina-1974); Violeta Chamorro (Nicarágua-1990); Rosalía Arteaga (Equador-1997, por dois dias) e Mireya Moscoso (Panamá-1999).
Do casamento com o arquiteto Jorge Dávalos, ficou mãe de Sebastián e de Francisca. Na década-1990, trabalhou junto com o colega epidemólogo Aníbal Henríquez e, com este, gerou Sofía.
EMPOSSADA EM 11 de março de 2006, Michelle adotou como primeiro ato importante gratuidade do sistema público de saúde para maiores de 60 anos e criação de comissão  para reforma da Previdência Social. Seus inícios presidenciais valeram-lhe a popularidade em 60% do eleitorado.
No entanto, ela teve problemas com estudantes secundários,  descontentes com o ensino no país enfrentou descontentamentos, também, com o sistema de moradia. E, ao anunciar  distribuição  gratuita de anticoncepcionais na rede pública de saúde para qualquer mulher acima dos 14 anos de idade, enormemente, a Igreja Católica. Resultado: queda de prestígio.
Na economia, durante os primeiros meses do governo, Michelle a manteve em bom estado, ajudada pelo grande crescimento do valor do cobre ( principal produto de exportação chileno) no marcado internacional, valendo mais de US$ 6 bilhões de dólares de  em superavit fiscal.
Michelle Bachelet, com desempenho moderado no primeiro governo, conseguiu terminá-lo com um grande apoio, especialmente graças a medidas adotadas quando a crise econômica internacional chegou ao Chile. Protegeu setores sociais mais fragilizados, sobretudo o dos aposentados, pois a previdência chilena era totalmente privatizada.
MESMO ASSIM, Michelle não fez o sucessor, perdendo o pleito para  Sebastian Piñera. Mas voltou, em 2014, com propostas para um governo muito mais avançado. Prometeu  ampliar gastos sociais, investir mais em educação e reduzir desigualdades. Além de devolver a gratuidade do ensino universitário e promover reformas tributária e eleitoral, o que cumpriu, sem aumentar a sua popularidade, contribuindo para isso a resposta do grande empresário, fazendo a cabeça do povo sugerindo momentos de pessimismo, o que coincidiu com a baixa dos preços dos produtos primários de exportação – em particular, do cobre –, para diminuir o nível de crescimento econômico.
Em 2015, o governo Michele viveu uma terrível crise, motivada por denúncias e corrupção por parte de políticos da base governista, inclusive do filho dela, Sebastian Dávalos, acusado de usar o seu cargo (Noragate) para obter empréstimo, de  US$ 10 milhões, para empresa de sua mulher, junto a um banco privado que havia contribuído para a campanha de Bachelet. Ele se demitiu, mas não impediu que o desgaste diminuísse ainda mais o apoio ao governo.
O ESCÂNDALO levou Michelle a tentar acalmar o eleitorado, anunciando troca de 23 dos seus secretários de Estado e ministros. Recuperou pontos em seu conceito, ajudada pela criação de comissão de notáveis para um projeto de maior transparência e ataque à corrupção.   Mas o seu prestígio, em 2015, caiu a 29%, o mais baixo patamar de sua avaliação.
Em sua corrida pelo aumento de popularidade, em agosto dete 2017, Bachelet  apresentou  três projetos de reforma previdenciário, a fim de subir, em 20% , o valor das aposentadorias, pois o trabalhador chileno era responsável, exclusivamente, pelo seu futuro financeiro. Estipulou 5% de contribuição para o empregador e estabeleceu uma aposentadoria básica universal para todos os excluídos do sistema que hoje paga o equivalente a 157 dólares a 1,3 milhão de pessoas.
BACHELET anunciou, também,  proposta para igualar as aposentadorias dos militares,  em média, sete vezes mais altas que as do restante dos chilenos. –  chegar ao poder, as vezes, não é difícil. Duro é manter-se amado por ele.
                            FOTOS DIVULGAÇÃO DO GOVERNO CHILENO

 

sábado, 14 de outubro de 2017

VASCO DA GAMA 1 X 0 BOTAFOGO

DESCULPE-NOS PELO ATRASO, ESTAMOS COMEMORONDO E REPRODUZINDO A MATÉRIA DE WWW.CRVASCODAGAMA.COM.BR.

O reencontro do Vasco da Gama com a sua torcida, no Rio de Janeiro, foi marcado por festa vascaína no Maracanã. Na noite deste sábado (14/10), o Gigante da Colina levou a melhor diante do Botafogo, pelo placar de 1 a 0, e garantiu a comemoração dos torcedores que compareceram ao clássico carioca, válido pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro. O gol da equipe de São Januário foi marcado por Nenê, no decorrer do segundo tempo.
O próximo passo na competição nacional será diante do Atlético Goianiense, na próxima quarta-feira (18), às 19h30, na casa do adversário. O resultado positivo levou o Cruzmaltino a oitava posição, somando 39 pontos.
O JOGO
No gramado do Maracanã, ao lado de sua torcida, o Vasco teve a primeira boa chance logo no primeiro minuto de bola rolando. O atacante Thalles sofreu falta, perto da entrada da área, e Nenê bateu com perigo, mas o zagueiro Igor Rabello subiu para afastar o perigo. Aos três, após uma boa subida de Ramon pela esquerda, o Cruzmaltino assustou o adversário com mais uma bola da área, mas Gatito Fernández saiu para fazer a defesa.
Aos 10 minutos de jogo, o Botafogo chegou pela direita. Arnaldo cruzou mas o goleiro Martín Silva saiu com tranquilidade para ficar com a bola. Logo na sequência, foi do Vasco a primeira chance clara de abrir o placar. Wellington recebeu no meio e mandou um belo chute de fora da área, a bola tirou tinta da trave do Alvinegro e saiu pela linha de fundo.
Quando o cronômetro marcava 13 minutos, o Vasco voltou a levar perigo para a área do adversário. Após um cruzamento pela direita, Mateus Vital arrematou forte, mas Joel Carli apareceu no caminho e a redonda foi desviada pelo defensor. Aos 28, foi a vez do Botafogo criar oportunidade. Bruno Silva puxou contra-ataque e acionou Arnaldo, que cruzou para Marcos Vinícius bater de primeira e parar em boa defesa do goleiro de São Januário.
image
Thalles voltou a ser titular no clássico contra o Botafogo
Antes do árbitro apitar o fim da primeira etapa de jogo, o Gigante da Colina ainda chegou com Ramon, pela esquerda. O vascaíno cruzou para Thalles, que tentou cabecear mas acabou atrapalhado pelo goleiro alvinegro.

Na volta para o segundo tempo, o Gigante da Colina levantou a torcida no Maracanã, aos 7 minutos, em uma boa chegada. Mateus Vital deu um belo passe para Nenê, que bateu forte e viu a bola explodir do lado de fora da rede. Mais tarde, aos 10, Victor Luiz aproveitou uma subida alvinegra para finalizar de fora da área, mas acabou mandando a bola pela linha de fundo.

Aos 20, o Vasco teve uma boa oportunidade em uma falta batida por Nenê. O zagueiro Anderson Martins subiu para cabecear, mas a bola acabou saindo por cima do gol. Na sequência, aos 28, o Cruzmaltino foi efetivo para garantir a vantagem na partida. Nenê recebeu na intermediária, ganhou na dividida com Igor Rabello e bateu. A bola desviou em Carli e foi parar no fundo da rede: VASCO 1 x0. Nos minutos finais, o placar quase foi ampliado com cruzamento de Madson e Caio Monteiro de cabeça.

image
Paulo Vitor infernizou a defesa botafoguense na etapa final- Fotos: Paulo Fernandes/Vasco.com.br
FICHA TÉCNICA:
VASCO DA GAMA 1 x 0 BOTAFOGO
Campeonato Brasileiro- 28ª Rodada
Data/Horário: 14/10/2017, 19h00
Local: Maracanã, Rio de Janeiro
Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araujo - SP (CBF)
Auxiliares: Rogério Zanardo - SP (CBF) e Herman Vani - SP (CBF)
Cartões amarelos: Marcos Vinícius e Bruno Silva (Botafogo) / Yago Pikachu, Caio Monteiro, Paulo Vitor e Nenê (Vasco)Público/renda: 27.424 pagantes (31.406 presentes)/ R$ 1.063.215,00
Cartões amarelos: Yago
Gols: Nenê (23’/2T - Vasco)
VASCO: Martín Silva, Madson, Paulão, Anderson Martins e Ramon; Jean, Wellington, Wagner (Yago Pikachu
Matéria reproduzida do péssimo site do vasco da gama. que não informa público e renda
......................................................................................................................................
O clássicos dos alvinegros vai começar em muito boa hora. No horário em que você chega do supermercado, com a patroa, é claro, tendo o pescoço seco por dentro. Hora, certinha, de abrir uma latinha. De deliciar aquela loira, estupidamente, que deita macio esôfago abaixo – e cérebro acima.
E curta mais uma expectativa de a freguesia – de caderninho – prosseguir. O rival deve 54 ao "Almirante", conta que nem o seu tataraneto verá ser paga – 143 pancadas da "Turma da Colina", contra 89 da estrela abandonada, em 332 pugnas. Logo, a de hoje será a simpática 333 – não tem o Expresso 222?. Antes, tivemos o "Expresso da Vitória".
A novidade desse "encaramento" de hoje, no instante em que as galinhas (galinhas de verdade) já estarão dormindo, será a volta da torcida vascaína empurrando a rapaziada. Como se recordam, por conta de uns maus cruzmaltinos – idiotas e analfabeto –, que aprontaram uma tremenda estupidez durante (explodiram a peleja) um jogo do primeiro torno do Brasileirão, o Vasco levou um gancho de seis prélios, sem "ninguémzinho" do seu ladim, no estádio.
Se passar pelo Botafogo, o time do Zé Ricardo se credenciará à disputa da próxima Taça Libertadores, que ele já faturou.
Inimigo número 1 da balança, o guloso Thalles disputa a camisa 9. Se ganha-la, esperemos que tenha gula de gols. Confere?
Mas há um perigo: a volta do espanão zagueiro Breno, especialista, também, em atrasar bolas no fogo para o goleiro. Ele estava suspenso – que pena que a suspensão não foi maior! O desfalque será o "menos inteligente" Andrés Ríos, expulso no jogo passado, por mandar a mão na cara de um cara, na cara do juiz – Caio Monteiro, Paulo Vitor e Thalles brigam pela vaga do indivíduo.
 No mais, os amigos vascaínos mais chegados e  residentes no Lago Norte de Brasília cumprirão com a sua obrigação e virão para a minha casa, onde haverá um telão e muita cerveja, evidentemente, para comemorarmos mais uma vitória. Logo, se a matéria da partida  demorar a sair no "Kike", será porque acabaram de abrir mais uma loira (a latinha) gelada.
Falo "muita cerveja", porque tenho alguns amigos vascaínos que parecem que bebem (daqueles que dispensam inimigos) e que ameaçaram trazer, no mínimo 24 recipientes cheios, é claro. Mas ainda não confirmaram passagem pelo supermercado. Dependem de revisão no cartão de crédito. Vamos lá, galera!
 

FIGURAS (ESQUECIDAS) DA COLINA - DARIO

O Vasco da Gama tirara o “Expresso da Vitória” dos trilhos após ser campeão carioca-1952.  Chegara o momento de renovar a máquina.
Durante a remontagem da nova engranagem, que demorou quatro temporadas para voltar a jogar fumaça na cara dos rivais, uma das peças chegadas a São Januário foi Dario.
 Juvenil do Esporte Clube Bahia-1950, Dario Damasceno dos Santos subiu rápido ao time A do tricolor da "Boa Terra” e colocou no peito faixa de campeão baiano-1952.
Baiano saudável no pé
 Quando o “Almirante” o embarcou em sua caravela, duvidaram de que ele desse conta do recado, em um futebol mais evoluído. Calou a boca dos incrédulos. Mas, a juventude e a inexperiência cobrou-lhe tributo, por derrapadas pouco depois dos primeiros jogos.
 Baiano arretado, Dario se "afincou" para reencher a bola que rolava pelo glorioso “Tricolor de Aço”. E aprovou, legal, como “médio-esquerdo”, após ter atuado como “zagueiro-direito”, o que traduzido para as formações táticas atuais equivale a zagueiro de área, pela esquerda, e lateral-direito. Tornou-se um dos “baluartes da defesa vascaína” conforme consideração da semanária carioca “Esporte Ilustrado”.
Dario, nascido no bairro de Brotas, em Salvador, no 7 de janeiro de 1932, antes de definir-se pelos gramados, era mecânico. Na fase de peladeiro, jogava na praia de Pituba. Pelo rádio, era fã de Ademir Menezes e do seu conterrâneo e meia Maneca.
Dario nem acreditou quando o Vasco ofereceu-lhe salário de Cr$  10 mil cruzeiros mensais. Escreveu ao irmão mais velho, que disse-lhe ser mais do que ganhava o governador da Bahia. Era muita grana, na época.
 Jogador disciplinado e, tecnicamente, muito regular, sendo lateral, ou na zagueiro, Dario teve Flávio Costa como primeiro treinador vascaíno.  O "sargentão" o incluía nesta patota: Barbosa (Victor González), Paulinho e Bellini (Elias); Ely (Laerte), Mirim e Dario; Sabará, Ademir, Vavá (Alvinho), Pinga (Maneca) e Parodi.  
O último Vasco de Dario, , em 1963, teve por técnico Jorge Vieira, Oto Glória e Eduardo Pelegrini, tendo ele entrado nesta turma: Ita (Marcelo Cunha), Joel Felício, Brito, Fontana (Barbosinha) e Pereira (Dario); Maranhão (Odmar) e Lorico; Joãozinho (Sabará), Célio, Saulzinho (Mário “Tilico”) e Da Silva.  Em, 1964, Dario trocou a Colina pela Rua Javari, em São Paulo, para vestir a camsia do Juventus.   I
                  IMAGENS REPRODUZIDAS DE "ESPORTE ILUSTRADO"

RECADO AO LEITOR: o "kikenauta" Raimundinho Maranhão pediu para mudar o nome desta série, pois não lhe agradou CLUBE DOS ESQUECIDOS. Segundo ele, assim fica parecendo que o torcedor vascaíno é um ingrato, não toma mais conhecimento de quem ajudou a fazer a história do clube assim que o atleta pendura as chuteiras.
 O "Kike" aceita a tese filosófica do amigo, embora pondere que seria muito difícil um torcedor nascido em 2.000, por exemplo, curtir antigos ídolos, como Ademir Menezes, Bellini, Pinga e outras feras feríssimas, mesmo sendo um pesquisador. Mas atende à sugestão do glorioso Raimundinho Maranhão, pois quem manda aqui é você, vascaíno, cruzmaltino, cruzcristense, cruzcristiano, etc.
O "Kike" ainda coloca ESQUECIDOS no "post" do Dario, para deixar você ligado na série. Depois, ficará sendo só FIGURAS DA COLINA. Combinado? Apôijz tá!     

 
 

O VENENO DO ESCORPIÃO - 43 - JORNAL DA BAHIA - A RAÇA DO TOURINHO DANADO

 A bola da vez, hoje, é a turma apontada pela Procuradoria Geral da República como “nada recomendável para casamento com a sua filha”. Nesse time jogam senadores, deputados, grandes empresários e até o presidente da República. Todos acusados de pegarem o taxi mais rápido e cruzarem o 'propinoduto' que vai dar nas tetas mais gordas da velha vaca preta.
 Alguém se lembra de Paulo César Farias, o PC, tesoureiro de campanha do presidente Fernando Collor de Mello? O bigodudo que cruzava o céu  do país a bordo de um jatinho apelidado por “Morcego Negro” teve de fugir do Brasil, acusado de ser muito íntimo da boca do cofre e de fantasmas. Garantiu o emprego de muito jornalista, proporcionando manchetes  diárias de jornais, rádios e TVs.
Reprodução do blog do meu amigo josiasdesousa.uol
 O CARECA PC Farias, que nunca se declarou comprador do disco “Revolver”, dos cabeludos The Beatles, teria sido despachado por um projétil lhe enviado por uma namorada ciumenta, Suzana Marcolino, quando já era um viúvo.
Se chegou ao Céu, deve ter ido para a galeria dos anjinhos; se foi para o inferno, dado nova moral à casa. O que o PC foi acusado de movimentar, em relação ao que é imputado à turma que a Operação lava Jato foi buscar, nem o cara que coloca o chapéu (ou o pires) na ponta de calçada aceitaria. Não daria nem para entortar, quanto mais quebrar uma agência estatal.            
Além de garantir emprego de jornalistas, PC Farias colocou na mídia nacional o juiz Paulo Castelo Branco, da 10ª Vara de Justiça Federal do Distrito Federal, que assinou a ordem de prisão preventiva contra ele, por sonegação à Receita Federal.
 Da mesma forma, tirou do anonimato o juiz baiano Fernando da Costa Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal sediado em Brasília. Foi quem teve a coragem de conceder-lhe “habeas corpus”, em 13 de setembro de 1993, pelo parecer nº 3,688, datilografado em 600 linhas de 21 laudas – ato que beneficiou, também, Jorge Bandeira de Melo, mais um amigo do Collor.
 O ARRETADO juiz baiano Tourinho Neto era mesmo um cabra da peste. Quando todos os ventos ventavam contra o governo do Fernando outrora “Caçador de Marajás”, ele concedeu o mesmo benefício à secretária Rosinete Silva de Carvalho Melanias, que só fazia o que o chefe PC Farias lhe mandava – ou fazia, ou perdia o emprego.
 O baianíssimo Tourinho Neto era um exímio praticante da língua portuguesa. Escrevia para invejar Luís de Camões, Alexandre Herculano, Eça de Queirós e muitos outros bambas no idioma. Ao “habeascorpuscar” o PC, ele citou o artigo 7, item 3, da Conferência Especializada Interamericana, condenando detenção e prisão arbitrárias, e concluiu, de própria versão, que “prisão preventiva só se houver indeclinável necessidade”.
 Tempinho depois, o PC Farias deu uma sumida dos trópicos e fez o delegado  Nascimento Paulino, da Polícia Federal, afirmar que ele voltaria logo para a  cadeia. Estava no seu rastro e iria pegá-lo pelo Cone Sul, mesmo. Pala fronteira da Argentina com o Uruguai – não pegou.
Fim de linha de PC Farias foi manchete do jornal
 Notícias Populares
 O SERVIÇO de inteligência policial brasileira deveria ser de terceira divisão, um Bonsucesso da vida, pois PC Farias passou três temporadas sem “oszome” terem pista de onde ele andava, após o Supremo Tribunal Federal condená-lo (seis meses após o “empeachment” do presidente Collor, que renunciou ao cargo, em 29.12.1992) por extorsão a empresários, corrupção, lavagem de dinheiro, superfaturamento de contratos públicos, falsidade ideológica e uso de contas fantasmas. Só foi descoberto pelo repórter de primeira divisão, Roberto Cabrini, da TV Globo. Em 1995, foi preso, na Tailândia. Extraditado, desmoralizou a turma da “terceirona”, exigindo não lhe colocarem algemas, para se entregar.
Por sorte do PC, a Justiça brasileira era “legalzinha” e, pelo final de dezembro daquele 95, ele estava livre, tendo cumprido só parte da pena. Já o destino não era tão legalzão. Em 1996, ele já era, como já lemos acima.
  À ÉPOCA DO  “habeas corpus”, Tourinho Neto contava 50 de idade, servia ao TRF, desde 1989, era um dos mais respeitados pelos colegas e considerado, pelos empregados daquela douta casa, um “baiano porreta”. Visto, também, como “show de bola” em conferências sobre o Direito Penal – tanto quanto a bola do glorioso Esporte Clube Bahia, seu time e campeão baiano daqueles tempos dos rolos do PC Farias.      
 Em 1971, quando o Bahia tinha sido, também, o dono da bola na “Boa Terra”, o futuro juiz Tourinho foi à Fonte Nova, em uma tarde de domingo, e assistiu ao macumbeiro do “Tricolor de Aço” – Lourinho – abrir uma gaiola, no meio do gamado, antes da pugna, e dela soltar uma bomba branca que saiu voando e foi cair na rede do gol que dá para o lado do Dique do Tororó. Minutos depois de o arbitro mandar a “maricota” rolar, um pênalti a favor do tricolor baiano terminou com a bola chutada pelo ponta-esquerda Arthruzinho fazendo o mesmo voo da ave e se aninhando no filó. Também, no mesmo lugar do pouso ornitológico –inapelavelmente!
DIAS DEPOIS, Tourinho foi declarado  o primeiro colocado em concurso para juiz de Direito. Repetiu a dose, em 1979, em concurso para juiz federal – de primeira divisão, é claro.  Não era nenhum Leônico (time baiano) da vida.    

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

MUSAS CUZMALTINAS DO DIA - MODELOS

Parabéns! Você é um sortudo. Ao abrir o "Kike" e dar de vistas com três deusas, lindas torcedores cruzmaltinas, sinceramente, é qualquer coisa de....de.., ache o adjetivo.Vascaína não tem adjetivo. É muito mais bela do que a  beleza. As três fizeram ensaios paras a revista oficial do glorioso Club de Regatas Vasco das Gama e aqui se juntam em montagem que convida a ficar ligado na arquibancada da Colina.
 Mas, elas são vascaínas, ou cruzmaltinas? Discussão boba. São vascaínas porque a cruz que carregam em sus camisas e na bola é a Cruz da Ordem de Cristo, que o Rei Don Dinis mandava desfilar pelas velas dos navios portugueses. E são cruzmaltinas porque a Ordem de Malta usou, também, este símbolo. Portanto, tá tudo em casa. Confere? 
 
Congratulations! You're a lucky man. When opening the "Kike" and giving of views with three goddesses, beautiful cruzmaltinas fans, sincerely, is anything from .... of ..., find the adjective. Vascaine has no adjective. It is much more beautiful than beauty. The three made rehearsals for the official magazine of the glorious Vasco das Gama Regattas Club and here they join in an assembly that invites you to stay connected in the bleachers of the Hill.
  But, are they vascains, or cruzmaltinas? Silly talk. They are Basque because the cross they carry on their shirts and ball is the Cross of the Order of Christ, which King Don Dinis ordered to parade through the sails of the Portuguese ships. And they are crossmalines because the Order of Malta also used this symbol. So it's all at home. Does it?

FUXICOS DA COLINA - HELENO X FLÁVIO

Heleno (D) ao lado de Lima
  Por 233 jogos e 204 gols, o centroavante Heleno de Freitas tornou-se  figura indissociável da história do Botafogo. No entanto, só conseguiu ser campeão carioca quando defendeu o Vasco da Gama, em 1949, após oito temporadas alvinegras.
Finalmente campeão, com 24 jogos e 19 tentos vascaínos, Heleno deixou São Januário, com destino ao futebol colombiano. Para o torcedor que não gostou de sau saída da Colina, ele deixou uma explicação:
  ... Flávio Costa (treinador) assim quis. Não havia mais ambiente para mim...nada mais me resta, a não ser  o de seguir o destino ingrato – declaração publicada pela semanária carioca Esporte Ilustrado, de 13 de abril de 1950, à pagina 13.
Além disso, Heleno deixou um recado para Oto Glória, o auxiliar do ex-chefe e futuro grande treinador vascaíno e da seleção portuguesa, terceira colocada na Copa do Mundo-1966, eliminando o Brasil, por 3 x 1:
– Tome todo o cuidado com o Flávio, porque ele não deixará você subir. Tudo fará para leva-lo à derrocada...”
 Heleno fez espetáculos com a bola nos gramados colombianos, entre 1949/1950, e mandou 17 bolas na rede, em 47 partidas. Mas, na temporada seguinte, já estava de volta ao Brasil. Sujeito muito temperamental, antes de partir de São Januário, ele havia arrumado arruaças, também, com o presidente vascaíno, Cyro Aranha, e o diretor Otávio Póvoas.   
Flávio era bom de  briga
Elegante, filho de empresário e frequentador da alta sociedade carioca, Heleno formou-se em Dirito, mas nunca o exerceu. Fez 18 partidas e 15 gols pela Seleção Brasileira, entre 1944/1948, tendo sido, inclusive, o artilheiro do Campenato Sul-Americano-1945 (atual Copa América), com seis balançadas de filó – na carreira, totalizou 263, em  342 atuações.
Em 2012, o cineasta José Henrique Fonseca lançou o filme “Heleno”, com roteiro dele mesmo e mais Felipe Bragança e Fernando Castets. Eles colocam na película – estrelada por Rodrigo Santoro – uma cena em que o craque comparece a um treino vascaíno, após voltar do exterior e apanha. Ao vê-lo, Flávio Costa vai tirar-lhe satisfações, por antigas declarações, e desce-lhe a porrada.
O “Kike” não encontrou isso em menhuma revista antiga pesquisada. Mas não descarta ter acontecido, porque o “sargentão” Flávio Rodrigues Costa – fora militar, também –  era de enfiar a mão na cara de jogador, como o fizera com Ipojucan, o que foi muito divulgado.    

  

VASCO DOS GRÁFICOS - BOTOU FOGO

Desenhos de William Guimarães
O 1.635º jogo da rapaziada, em 25 de novembro de 1956,  está no caderninho da Colina, anotando Vasco 3 x 2 Botafogo, no Maracanã, pelo Campeonato Carioca. A defesa alvinegra, que era a menos vazada, daquela vez, não suportou o poder de fogo da esquadra do “Almirante”, principalmente os petardos  disparados pelos atacantes Pinga, Livinho e Válter Marciano.
A semanário carioca “Esporte Ilustrado” montou as duas páginas centrais  – fotografadas por José Santos e Alberto Ferreira – com oito imagens do clássico, e considerou que os vascaínos estiveram melhores “enquanto houve futebol”, tendo em vista que o árbitro Frederico Lopes não impediu cenas violentas, no segundo tempo.
 Foi uma grande vitória, mesmo com os arranhões, pois o Botafogo contava ciom craques, como Nílton Santos, Gaarrincha, Didi e Paulinho Valentim, todos se seleção. Mas o Vasco –  Carlos Alberto Cavalheiro; Paulinho de Almeida e Bellini; Laerte, Orlando e Coronel; Lierte, Livinho,Vavá,Válter e Pinga, comandados pelo treinador Martin Francisco, não tomou conhecimendo da fama dos rivais.
O clássico integrou a campaha que levou a rapaziada ao título estadual, com 16 vitórias e quatro empates, em 22 jogos, marcando 58 gols e ficando com saldo de 41. Confria os gols no traço do desenhista William Guimarães. 
Vavá (D) puxa o ataque vascaíno
The 1,635th game of the boys, on November 25, 1956, is in the notebook of the Hill, noting Vasco 3 x 2 Botafogo, in Maracanã, for the Campeonato Carioca.
The alvinegra defense, which was the least leaked, did not withstand the firepower of the "Almrante" squad, especially the firecrackers fired by the attackers Pinga, Livinho and Vernal Marciano.
Didi e Orlando (D) em duelo de gigantes
The Rio weekly "Esporte Ilustrado" edited the two central pages - photographed by José Santos and Alberto Ferreira - from the classic edition, with eight images and considered that the Basques were better "while there was football", given that referee Frederico Lopes did not stop violent scenes in the second half.
 
It was a garnde victory, even with the scratches, because the Botafogo counted ciom stars, like Nílton Santos, Gaarrincha, Didi and Paulinho Valentim, all if selection. But the Vasco - Carlos Alberto Cavalheiro; Paulinho de Almeida and Bellini; Laerte, Orlando and Coronel; Lierte, Livinho, Vavá, Válter and Pinga, commanded by coach Martin Francisco, did not take notice of the fame of the rivals.The classic integrated the campaign that led the boys to the state title with 16 wins and four draws in 22 games, scoring 58 goals and getting a balance of 41.It

                              Confers the goals in the trait of the designer William Guimarães.