Vasco

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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

HISTORI&LENDAS DA COLINA - LALI(ERTE)


O fotógrafo Vito Moniz clicou – para o Nº 977, de Esporte Ilustrado, de 27.12.1956 – o último tento vascaíno da campanha que levou a rapaziada ao título de campeão carioca da temporada em que o time dirigido por Martim Francisco papou o caneco. Aconteceu quando Lierte no primeiro tempo, driblou vários adversários e bateu para aninhar a pelota no canto esquerdo defendido pelo goleiro Ernani.
Livinho observa o voo da pelota, em jogo no qual o Vasco da Gama, campeão antecipadamente, não ligou a menor importância. Pra quê? Terminou no 1 x 1, com o Olaria –  batido durante o primeiro turno, por 4 x 1 – querendo fazer festa em sua casa, à Rua Bariri.
Foi o 58º gol vascaíno naquele Campeonato Carioca, o que lhe deu o saldo de 41 – levou 17 – da campanha com 16 vitórias, quatro empates e duas escorregadas. Time do dia festivo: Hélio, Ortunho, Bellini e Coronel; Laerte e Orlando; Valmr, Livinho, Vavá, Valter Marciano e Lierte.   

DETALHE: confunde o torcedor mais jovem, mas não é erro de escrita na escalação. O time contava, mesmo, com Lierte e Laerte. O primeiro  tinha este mesmo nome na certidão de registro (Lierte Rosa da Silva), enquanto o outro era anunciado nas escalações por apelido, quando, na verdade,  chamava-se Nadir Eraldo Prates.  

CONMEMBOL REGISTRA TITULO-1948

A Confederação Sul-Americana de Futebol-Conmebol registrou, hoje, o título do Vasco da Gama, de campeão do Sul-Americano de Clubes Campeões-1948, como sendo conquista válida pela Taça Libertadores.  A atitude da entidade, disponibilizada em seu site oficial na Internet, está reconhecido deste 1996, mas só agora ganha registro, formalmente, o que significa que o “Almirante” tem duas Libertadores no currículo, e fim de papo.
 Há um ano a diretoria cruzmaltina solicitava isso da Conmebol, tendo o vice-presidente de Relações Especializadas, João Ernesto, preparado dossiê com imagens, súmulas dos jogos e a resolução do Comitê Organizador da competição que autorizou a participação do clube de São Januário do Sul-Americano-1948. 
 Para trazer o caneco, foram estes os resultados da “Turma da Colina”: 14.02.1948 – Vaso da Gama 2 x 1 Litoral (Bolívia); 18.02 –  4 x 2 Nacional (Uruguai); 25.02 – 4 x 0 Municipal (Peru); 28.02 – 1 x 0 Emelec (Equador); 098.03 – 1 x 1 Colo-Colo (Chile); 14.03 – 0 x 0 River Plate (Argentina). Na classificação final, o Vasco somou 10 pontos, em seis jogos, com quatro vitórias e dois empates, marcando 12 e levando dois gols. Seguiram-lhe: River Plate (9); Nacional (8); Municipal e Colo-Colo (6); Litoral (2) e Emelec (1).
 Treinado por Flávio Costa, o time-base foi: Barbosa; Augusto da Costa e Wilson Capão (Rafagnelli); Ely do Amparo, Danilo Alvim, e Jorge Sacramento; Djalma, Maneca (Lelé) Friaça (Dimas), Ismael (Ademir Mewnezes)  e Chico. Marcaram os tentos vascaínos: Lelé (3), Friaça (3), Ismael (2), Ademir, Maneca e Danilo Alvim, além de um gol contra, por Walter Gómez, do Nacional.  
                    IMAGEM REPRODUZIDA DE NETVASCO. COM.BR

HISTORI&LENDAS DA COLINA - LARGADA

1 - Em 26 de novembro de 1915, motivada  pela visita de um selecionado de Lisboa que veio ao Rio de Janeiro inaugurar o campo do Botafogo, em 1914, a colônia portuguesa fundou três clubes para rolar a bola. O Vasco da Gama uniu-se ao Lusitânia e iniciou uma  fusão, a partir de 11 de novembro de 1915, concluída  154 dias depois, quando surgiu o departamento de futebol cruzmaltino, filiado à Liga Metropolitana de Futebol, em 29 de fevereiro de 1916. Fundado entre 2h30 e 03h45 da tarde de 21 de agosto de 1898, o Vasco  estreou no futebol em 3 de maio do mesmo 1916, perdendo do Paladino, por 10 x 1, pela Terceira Divisão do Campeonato Carioca. A primeira vitória aconteceu em 29 de outubro do mesmo 1916, por 2 x 1 sobre o River, pela mesma disputa.
2 -  Pareceu um jogo só para "gringos" fazerem festa em território brasileiro. Em Vasco 4 x 0 Bonsucesso, o uruguaio  Villadónega  fez três gols e o argentino Gandulla uma, valendo pelo terceiro turno do Campeonato Carioca-1939.  O time vascaíno era: Chiquinho, Agnelli e Florindo; Dacunto, Zarzur e Argemiro; Lindo, Alfredo, Villadóniga, Gandulla e Orlando.
3 - Fazer três gols em um só jogo contra o maior rival, o Flamengo, não é fácil. Mas em Vasco 4 x 1 , de 26 de novembro de  1950, o meia alagoano Ipojucan teve esta ousadia. Deixou três na caçapa e só unzinho para o companheiro Alfredo II (Alfredo dos Santos) completar a pancadaria.

4 - Esta é incrível. O "Almirante" foi ao gramado escalando um dos piores goleiros que vestiram a sua camisa, Caetano – Tadik e Alessndro foram os outros "piorões".
No entanto,  a zaga esteve soberba. De saída, Valdir ‘Bigode' já foi encaçapando: um minuto de bola rolando. Recado dado. O "Urubu", que não era bobo, viu que a barra iria pesar e nem se assanhou. Aos 16 minutos do segundo tempo, França virou ave de rapina e estraçalhou a segunda pipoca na rede. Valeu pela Copa Rio-1993,
Era uma quinta-feira, no Maracanã, tendo o treinador Alcir Portela, ex-capitão vascaíno, mandando bater: Caetano; Pimentel, Alexandre Torres, Jorge Luís e Ayupe; Leandro Ávila, França e Yan (Hernande); Valdir, Jardel e Gian.
 
Foto do impiedoso alagoano Ipojucan (acima) reproduzida da revista carioca "O Cruzeiro" e de Valdir de álbum de figurinhas. 

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

BELÍSSIMAS MUSAS DO CANDANGÃO-2017

 Ela se chama Kakau Fonseca. Convenhamos que é uma Kakau Show. Confere? Com 177 pontos, classificou-se em oitavo lugar entre as musas do Campeonato Candango de Futebol da Série-A-2017, representando do "Jacaré". A classificação geral ficou assim:
1º LUGAR: LAYANE NOBRE, musa do time do Ceilândia EC, com 201 PONTOS; 2º LUGAR LIZANDRA KARINE, Paracatu-MG, 195; 3º LUGAR: AYANNE FÉLIX, do Sobradinho EC, 103; 4º LUGAR: LUIZA PRATES, do Luziânia, 190;5º LUGAR: LELÊ DUARTE, de Taguatinga, 185; 6º LUGAR: GABRIELA BORGES, do Gama  185;7º LUGAR:  TATY MOURA, do Real, 180; 8º LUGAR: KACAU FONSECA, do Brasiliense, 177; 9º LUGAR: ISA ALVES, do Santa Maria 157; 10 LUGAR: LYRA PASCALLE, do Paranoá, 154; 11º LUGAR: NÚBIA FONTENELE, do Brasília FC, 152, e 12º LUGAR:  NORAYA  OLIVER, do Formosa,  com 07 PONTOS.
           As fotos foram reproduzidas do arquivo do Jornal de Brasília. Agradecimento.
Estas é a deslumbrante morena Noraya Oliveira, que representou o time do Formosa e ganhou muitos aplausos dos torcedores.

TRAGÉDIAS DA COLINA - O PEIXE FISGOU

                          UMA BATALHA NO FUNDO DO MAR                    
                         
O Vasco da Gama havia sido ultrapassado no placar só em um jogo do Torneio Rio-São Paulo-1953: 1 x 4 Fluminense (23.05), no Maracanã. Empatara, pelo mesmo placar de 1 x 1, com Palmeiras (21.04) e Flamengo (26.04), e por 0 x 0 Botafogo (16.05).

Goleador santista carregado, vascaínos mais desmaiados  
Com um time que os redatores Luiz Carlos e José Pinto, da revista carioca “O Cruzeiro”, chamaram por “potência lusa do Rio de Janeiro”, pela coluna “Um fato em foco” (13.01.1953), o Vasco mandara 1 x 0 São Paulo (26.04); 5 x 0 Bangu (10.05) e 1 x 0 Corinthians (31.05), credenciando-se a conquistar o primeiro título da disputa interestadual para os cariocas.
Pelas três temporadas anteriores, o Corinthians-1950; o Palmeiras-1951 e a Portuguesa de Desportos-1952 haviam carregado o caneco. Parecia ser a vez dos vascaínos. Mas, na última rodada (04.06), a rapaziada foi à Vila Belmiro e levou 2 x 3 do Santos, o lanterna, entre 10 concorrentes e que não levava ninguém a botar fé em sua bola, principalmente por obter só duas vitórias e um empate.
 Com a escorregada da “Turma da Colina”, o título foi entregue aos corintianos, “de mão beijada”, como consideraram os dois jornalistas citados acima. No caderninho, foi anotado a presença de 21.090 torcedores pagantes de ingressos que renderam Cr$ 543 mil cruzeiros.          
 O prélio teve arbitragem de Carlos de Oliviera Monteiro, o “Tijolo”, e os gols do “Almirante” foram marcados por Maneca, de pênalti, e Chico. Pelo anfitrião, Hugo, Tite e Nicácio bateram no filó, tendo este último sido “el hombre malo” para os vascaínos e o inesperado herói para os corintianos, decidindo o placar.
Após ouvir o apito final e ver os visitantes com alma penada, Nicácio desmaiou nos braços dos torcedores, como mostra a foto de “O Cruzeiro”, enquando o vexame ficava para o treinador Flávio Costa e os ex-favoritos: Osvaldo, Augusto e Bellini (Haroldo); Ely, Mirim e Jorge; Edmur, Maneca, Vavá (Genuíno), Alvinho (Ipojucan) e Chico.

      Foto reproduzida da coluna "Um fato em foco" de "O Cruzeiro de 15 de janeiro de 1953                  

                                                  

 

                                                    

ÁLBUM DA COLINA - BANDEIRAÇO FERA

A torcida vascaína pode esquecer da qualquer coisa, menos de desfraldar o glorioso pendão (como diríamos poetas de antigamente) do grêmio esportivo de São Januário. Esta rapaziada aí é da torcida organizada Força Jovem, uma das mais antigas que acompanham a "Turma da Colina", jogue onde jogar. Faça sol, chuva, ou tempo nublado, não importa. A moçada chega junto, sempre presente, levando apoio e energia para a rapaziada de dentro do gramado responder com muita garra. É isso aí!   
 
The boys and the girls lovers Vasco da Gama crookedness can forget about any wedding, except to unfurl the glorious pendulum (as we would have told the poets of the past) of the São João sports gig. This youngs from the organized twisted Force Jovem, one of the oldest ones that accompany "Turma da Colina", play where to play. Make it sun, rain or cloudy weather, it does not matter. The muzzle comes along, always present, carrying support and energy for the rapaziada within the grammar respond as a small claw. That's it!
FOTO ENVIADA POR "KIKENAUTA" DA TORCIDA FORÇA JOVEM

terça-feira, 28 de novembro de 2017

MUSA VASCALINDA DO DIA - RAFAELA

Dizer que ela é uma "vascalinda" é até pecado. Pois é muito, muito mais. Afinal, toda morena vascaína é uma superdeusa da bela beleza brasileira. Rafaela leva energia à galera cruzmaltina, da mesma forma quando está nos estudos. Trata-se de uma gatinha inteligente e que trabalha muito, como toda brasileira. Ele e a graça desse sorriso foram reproduzidos de www.vascalindas.com.br  

HISTORI&LENDAS DA COLINA - DINHEIRO

 1 - Para o Vasco da Gama ser campeão carioca-1952, seu conselho deliberativo aprovou a verba de Cr$ 7 milhões de cruzeiros, uma boa grana para a época. Isso incluía o que deveria ser pago por alimentação,  luvas, gratificações e ordenados de atletas e empregados do clube.

2 – De acordo com o vice-presidedente do departamento de futebol, João Silva, e  seu diretor de futebol, José Rodrigues, o Vasco gastou, em média, durante a campanha pelo caneco, Cr$ 120 mil cruzeiros mensais.

3 – Treinador do tiem vascaíno campeão carioca-1956, Martim Francisco era diplomado  em Filosofia, Pedagogia, Sociologia e Metodologia de ciências congêneres. Possuíae uma biblioteca contendo 650 livros sobre o futebol, destacando dois deles: o espanhol “El preparador ténico” e o argentino “Táticas y ténicas”. Para ele, Psicologia é cátedra que deveria ser exigida de treinadores de todas as modalidades.         

 

HISTORI&LENDAS DA COLINA - VASTAFOGO

Em 1968, a então Confederação Basileira de Desportos (atual CBF) marcou dois amistosos entre as seleções canarinha e argentina, respectivamente, em 7 e 11 de agosto, respectivamente, no Maracanã e no Mineirão.
No então maior estádio do mundo, o “Maraca”, aApareceram 39. 375 pagantes,  o que significava tê-lo quase vazio, pois era comum receber mais de 100 mil espectadores em grandes jogos e até 200 mil, como ocorrera no encerramento da Copa do Mundo-1950, em Brasil 1 x 2 Uruguai.
Por aquela época, o Botafogo tinha, indiscutivelmente, o melhor time do futebol carioca e que chegaria ao final da temporada como bi estadual e da Taça Guanabara. De sua parte, o Vasco da Gama ficou vice, decidindo o título com o poderoso rival, que não deu-lhe a mínima chance e mandou-lhe 4 x 0.
Moreira, Félix, Brito, Leônidas, Carlos Roberto e Valtencir, em pé,
da esquerda para a direita; Nado, Gérson, Roberto Miranda, Jairzinho
 e Paulo César Lima, agachados e reproduzidos da "Revista do Esporte"
 Para os dois  amistosos, a CBD decidiu formar selecionados regionais e juntou Cruzeiro e Atlético-MG, nas Minas Gerais.
No Rio, convocou o teinador Mário Jorge Lobo Zagallo para formar a equipe, e este não teve dúvidas em vestir a camisa canarinha no  time alvinegra que ele comandava e levara aos quatro títulos citados acima.
No entanto, reforçou a rapaziada com dois vascaínos, o zagueiro Brito, o ponta-direita Nado e o centroavante Ney Oliveira.
 Durante o pega da noite da quarta-feira 7 de agosto, gols só botafoguenses – Valtencir, Roberto Miranda (2) e Jarizinho –, mas os dois cruzmaltinos mandaram ver legal, mesmo só tendo treinado junto com os rivais por apenas 30 minutos.  
Como o goleiro Félix, do Fluminens, era considerado o então melhor do país, evidentemente, Zagallo o encaixou, também, bem como o bom lateral-drieito flamenguista Murilo para a equipe que mandou 4 x 1 e que a torcida chamou de “BotaVasco”. Formou assim: Félix; Moreira (Murilo), Brito, Sebastião Leônidas e Valtencir; Carlos Roberto e Gérson; Nado, Roberto Miranda (Ney Oliveira), Jairzinho e Paulo César Lima.
O apito ficou com Armando Marques-RJ, auxiliado por Amílcar Ferreira e Antônio Viug, enquanto a grana que pintou no cofrinho aringou Cr$ 122 milhões, 300 mil e 75 cruzeiros.

    

    

    

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

VASCO DS CAPAS DE REVISTAS - MIGUEL

O goleiro vascaíno Miguel, que está ao lado do botafoguense Manga, foi o usuário da camisa vascaína durante a conquista do titulo de SuperSuperCampeãoCarioca-1958. Ele nasceu no Rio Grande do Norte e foi o primeiro camisa 1 nordestino a fazer sucesso em São Januário. Observe o detalhe das joelheiras. Na época, todos os seus colegas usavam, vindo isso a cair em desuso após os médicos esportivos europeus descobrirem que prejudicavam a circulação sanguínea, após uns 20 minutos de bola rolando. Miguel atuou, também, no futebol alemão e no colombiano.     

MUSA VASCAÍNA DO DIA - GEOVANA

 A bela Geovana foi ao www.vascalindas.com.br mandar dizer o que toda moça trabalhadora e inteligente faz. Ela está sempre na galera incentivando o "Almirante" a navegar mais longe. Não é astróloga, mas já faz a previsão de que, em 2018, o Vasco vai pra cabeça, conquistar o seu 25º título de campeão estadual do futebol do Rio de Janeiro. Geo adora desfilar a sua beleza morena usando a camisa vascaína, que lhe cai muito bem. E, quando passa, a rapaziada e tira o chapéu. Beleza de vascaína é mesmo de parar o trânsito e transeuntes. Basta olhar para esta menina linda. Confere?  
    

TRAGÉDIAS DA COLINA - TRAGEDÍSSIMAS

1 -Atleta de forma longilínea, negro e pouco resistente, fisicamente, o centroavante Isaías foi contaminado por uma tuberculose galopante, que o tirou do planeta, em 12 de agosto de 1949. O seu pulmão foi devastado, em duas semanas, sem que o médico vascaíno Amílcar Giffoni (fizera curso de tisiologista e já havia atendido mais de dois mil tuberculosos)  nada pudesse fazer contra o então chamado “mal do século”.
2 - Isaías fora buscado no Madureira, jogando ao lado de Lelé e Jair Rosa Pinto, o chamado “Os Três Patetas”, em alusão a comediantes do cinema norte-americano. Ele entrava nesta escalação vascaína:  Barbosa; Augusto e Rafagneli; Ely, Danilo e Jorge; Ademir Menezes, Lelé, Isaias, Jair e Chico.
3 – O histórico de casos médicos graves, em São Januário, registra que, em 1945, o coringa Alfredo dos Santos, o Alfredo II, sofreu uma fratura  de rótula, que exigiu grandiosos esforços para a sua recuperação. Em 1950, ele disputou a Copa do Mundo. Já o zagueiro Wilson “Capão” (residia no morro homônimo), que vivia no departamento médico (vascaíno entre 1943 e 1952), passou por quatro cirrugias – duas pelo médico Pedro da Cunha e mais duas por Amilcar Giffoni  e Paes Barreto.
 4 - De sua parte, o zagueiro Rafagnelli teve duas vértebras fraturadas e andou ameçado de ficar inutilizado para o futebol. Passou por severo tratamento para voltar a defender a “Turma da Colina”     
 
   
 
 
 

 

 

domingo, 26 de novembro de 2017

VASCO DA GAMA 1 X 0 CRUZEIRO

Agora, a "Turma da Colina" sói depende de si para disputar, pelo menos, a fase seletiva da Taça Libertadores. para chegar à fase de grupos, tem que vencer a Pote Preta, no domingo que vem, emSão Januário, e torcer para o Vitória vencer o Flamengo, na Bahia. Uma outra possibilidade é os rubro-negros serem campeões da Copa Sul-Americana.
No jogo de hoje, o grande nome do time vascaíno foi o goleiro uruguaio Martin Silva, principal responsável por levar o "Almirante" para o G-7, isto é, a turma dos sete que brigam por vaga na disputa continental. Com a vitória, o Vasco somou 53 pontos, mesmo número do Flamengo, mas perde deste na marcação de gols: 9 x 5.
Reproduzido de www.crvascodagama.com.br. Agradecimento.
O gol da vitória foi marcado pelo zagueiro Paulão, aos 20 minutos. Nenê cobrou escanteio e o zagueiro pulou mais alto do que a zaga cruzeirense, antecipando-se ao goleiro Rafael e desviando a bola, de cabeça, para o fundo das redes..
FICHA TÉCNICA - 26.11.2017 (domingo). 37ª rodada do Campeonato Brasileiro. Estádio: Mineirão, em Belo Horizonte. Juiz: Raphael Claus-SP. Juiz: Raphael Claus-SP. Público: 12.212 pagantes e total de 14.930. domingo). 37ª rodada do Campeonato Brasileiro. Estádio: Mineirão, em Belo Horizonte. Juiz: Raphael Claus-SP.  Público: 12.212 pagantes e total de 14.930. Renda: R$ 256.355,00. Gols: Paulão, aos 20 min do 1º tempo. VASCO: Martín Silva; Madson, Paulão, Anderson Martins e Henrique; Wellington, Evander (Jean), Yago Pikachu e Nenê (Matheus Vital); Paulinho (Wagner) e Andrés Rios. Técnico: Zé Ricardo. CRUZEIRO: Rafael; Lucas Romero, Léo, Digão e Bryan; Lucas Silva (Alisson), Henrique, Robinho (Judivan), Thiago Neves e Rafinha; Arrascaeta. Técnico: Mano Menezes.




HISTORI&LENDAS DA COLINA - REVELAÇÃO

1 – Em 1954, o Vasco da Gama foi campeão carioca juvenil, de ponta a ponta. Entre os destaques estavam os defensores Coronel, Orlando Peçanha e Viana, e o atacante Roberto Pinto, sobrinho de um antigo craque vascaíno, Jair Rosa Pinto.

2 – Coronel e Orlando subiram mais rápido ao time A. Roberto Pinto, meia-direita dono de chute forte e bom driblador, estava no time aspirante, sem que o treinador Martim Francisco conseguisse promove-lo. Um dia, o centroavante Livinho solicitou licença, por inadiáveis motivos particulares, e ele ganhou a chance de ir ao estádio Caio Martins, em Niterói, encarar o Canto do Rio. Jogou muito bem, balançou a rede e empolgou a torcida vascaína.

3 – Dias depois, era domingo e Martim Francisco manteve Roberto Pinto titular para enfrentar o Fluminense, valendo a liderança do Estadual. O garoto foi um dos melhores em campo, parecendo um veterano em clássicos. Em determinado momento, envolveu a defesa tricolor e sofreu um pênalti, cometido por Clóvis. Mas o juiz Alberto da Gama Malcher fez que não viu.       

4 – Em 17 de janeiro de 1959, valendo pelo Campeonato Carioca-1958, Roberto Pinto marcava o gol vascaíno do 1 x 1 Flamengo, que valeu o título de “SuperSuperCampeão Carioca”.  Nascido, em Mendes-RJ, em 24 de setembro de 1937, Roberto Pinto foi vascaíno até 1963. Viveu até 1994, quando um atropelamento automobilístico o tirou de cena.

Reprodução do Centro de Memória do Vasco da Gama, aparecendo Miguel, Paulinho de Almeida, Bellini, Écio, Orlando e Coronel, em pé, da esquerda para a direita; Sabará Almir, Roberto Pinto, Valdemar e Pinga, agachados, na mesma ordem. 

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - A PIETÁ DE MICHALANGELO BUONARROTI

  Há indivíduos, tremendamente, atraídos pelo perigo que leva à reprovação publica. Não é que já houve quem atentasse contra uma venerável estátua com  jeito de madona? Coitadinha! Estava lá, quietinha, em seu canto, desde 1749, passados 250 após Miguel Ângelo Buonarroti (aos 24 de vida) terminar de esculpi-la. 
 Era 21  de maio de 1972, quando o húngaro Lazlo Toth saltou uma mureta, subiu em um pedestal e, usando um martelo de pouco mais de um quilo, desferiu 15 golpes contra a “mulher”, de 1m50cm de comprimento e separada dos visitantes por um balaústre de mármore a cerca de oito metros de distância.
 Foi La Pietá (piedade, em português) a espatifada. O seu agressor, ao ser levado para prisão romana Regina Coeli, gritava: “Eu sou Jesus Cristo”.
O demente deixou 53 fragmentos e 70 pedacinhos de mármore espalhados em volta da agredida.
O rosto da estátua exibia duas lesões sobre a pálpebra esquerda e uma na base do nariz. Havia estragos, também, nas dobras do manto. As maiores perdas, no entanto, foram no braço esquerdo, partido em três pedaços. Nem o cotovelo escapou. E todos os dedos foram quebrados. 
Reprodução de www.wikipedia.org. Agradecimento
 A Pietá é considerada uma das melhores esculturas de Miguel Ângelo e é um dos seus primeiros trabalhos no ramo.
 Ele criou uma nova concepção à figura da Virgem com o filho saído da crucificação, mostrando-o com ar juvenil, após deixar o Calvário, o que contrastava com o etilo da época, de exibir mãe com jeito de sofredora.
 Vários grandes artistas europeus fizeram “Pietás”, entre eles “Il Furioso” Jacopo Robusti, mais conhecido por Tintoreto,  Rafael Sanzio, Van Dick,  Rembrandt Harmenszoon van Rijn, Sandro Botticelli, Andrea Mantegna, Ticiano Vecelli, Peter Paul Rubens e Pietro  Perugino. Mas nenhum conseguiu da-la o que os críticos de arte italianos chamaram de “beleza diante da dor”.
Coube ao brasileiro Dioclécio Redig de Campos, então diretor dos museus do Vaticano, comandar a recuperação da Pietá. Foram cinco meses que exigiram trabalhos de laboratórios, experiências físico-químicas, provas técnicas, pesquisa histórica e documentação fotográfica.
Auxiliado pelo engnheiro Francisco Vechini; os técnicos Vitorio Frederici e Nazzareno Gabrielli; os restauradores Giuseppe Morresi, Ulderico Grispigne e Franceso Date; os químicos Nello Pelonzi e Antonino Turchetto, e fotógrafo Antonio Sollazi, o professor Redig de Campos passou à fase executiva da operação em 7 de outubro do mesmo 1972. Teve a sorte de encontrar nos museus do Vaticano uma cópia, em gesso, da Pietá, feita na década-1940, o que possibilitou recompor os decalques das lascas de mármore perdidas.
Graças a esta obra (de um restaurador do Vaticano), fez-se fotografias e mapas da área lesada e o encaixe exato dos fragmentos. As áreas que mais exigiram dos restauradores foram o rosto e o braço esquerdo, o danificado.

Por causa de um demente, a Pietá tornou-se menos próxima do visitante. Agora, está protegida por uma placa com várias camadas de vidro, de quase 10 metros de altura, à prova de bala, sustentada por armadura metálica em 25 m quadrados. Além disso, as duas janelas laterais da capela  viraram portas fortificadas por ferro.
A equipe do professor brasileiro gastava 12 horas de trabalho diário e não deixava o Papa Paulo Sexto satisfeito só com as informações dos relatórios. O homem queria saber muito mais. Enfim, na manhã do domingo 25 de março de 1973, às 12h15, Sua Santidade chegou à Basílica de São Pedro, acompanhado por vários cardeais e das maiores autoridades da Santa Sé, para ver a Pietá restaurada. Perfeitamente!
Caso um novo Lazlo tente repetir a loucura, há uma rede de raios e células fotoelétricas capaz de avisar toda a capital italiana – nem precisa de boca para avisar Roma.                         
                                           

sábado, 25 de novembro de 2017

A GAÇA DA COLINA - PAU NO "FRAMENGO"


Flamengo levando porrada não era bom só para a torcida vascaína. Para os tricolores, também. Afinal, a rivalidade não deixaria por menos, de jeito nenhum, nunca, nos tempos da seção "Pelada", da revista carioca "Esporte Ilustrado.  Saía em página inteira, colorida,  na penúltima da edição, Era produzida pelo repórter Milton .Salles, que selecionava os temas para o caricaturista Vilmar traçar. Muito da história humorística do Vasco da Gama foi contada por ali. Como é muito difícil encontrar tais revistas, os pesquisadores pode tentar ver isso nos arquivos da Biblioteca Nacional, na Avenida Rio Branco, no Rio de Janeiro.      

HISTORI&LENDAS DA COLINA - GENTIL

Treinador do time vascaíno campeão carioca-1952, Gentil Cardoso foi considerado um dos maiores responsáveis pelo título. Sua rapaziada já era vista em fim de linha, qundo ele conseguiu a recuperação do seu futebol  e até devolver o goleiro Barbosa, os defensores Ely e Danilo (na época, jogadores de linha média), e os atacantes Ademir Menezes e Ipojucan à Seleção Brasileira que disputou o Campeonato Sul-Americano-1953.
Para a revista carioca “Esporte Ilustrado”, Gentil foi “o mago da ressurreição do famoso plantel cuzmaltino”. Na época, ele era o mais antigo dos treinadores brasileiros, vindo de 1929, quando treinou o Sírio-Libanês.
Gentil e Cyro reproduzidos da revista
carioca "Esporte Ilustrado"
 Gentil foi lembrado pela semanária como percussor do sistema tático WM no futebol destas plagas, criado na Inglaterra e que só passou a ser adotado no Brasil a partir de 1935. Em 1932, quando dirigia o time do Bonsucesso, já era criticado por usa-lo. Na época, nem pensar.
 Gentil Cardoso tinha diploma de técnico em Educação Física e em aviação, nesta última formado pela Escola de Aviação Naval do Rio de Janeiro. Era primeiro tenente da Força Aérea Brasileira e ganhou quatro condecorações. Também, foi chefe de máquinas da Marinha, com carta da Escola de Marinha Mercante do Rio de Janeiro.
  Quando Gentil Cardoso ajudou o Vasco da Gama a levar o caneco do Estadual-1952 para São Januário, o chamado “estado-maior” da Colina, isto é, os três principais diretores, eram o presidente Cyro Aranha e mais João Silva e Antônio Calçada.     

 

O VENENO DO ESCORPIÃO - REDATORES FARÃO APOCALÍPSE VIRAR 'APÓS-CALIPSO'

Antigamente, meninos pequenos de famílias católicas ouviam seus pais dizerem que, um dia, o mundo se acabaria e Deus viria separar os bons dos maus. E cresciam ouvindo falar do Apocalípse, título de livro bíblico que, taduzido para o português, significa “revelação” – também no judaísmo – e fora escrito por João, o profeta escolhido para receber do Senhor informações “top secrets”. 

João iluminado para escrever um texto ultrainterpretado.
Reprodução de www.apocalipsefacil
 Para muitos, o Apocalipse é um livro de orientação aos cristãos.
Poderia ser, se os redatores e revisores bíblicos não fundissem a cabeça dos leitores, empurrando-lhes interpretações pessoais e que, a depender da edição, até contradizem a originalidade da tradição oral e do que está nos escritos pelas linhas deixadas por João.
 Mas João, também, chutou as suas bolinhas fora. Quando ele dizia ter recebido revelações do Espírito Santo, por intermédio de seus anjos, na verdade, não batia nem na trave.
 Bem antes disso, os habitantes desse planeta já haviam sido advertidos sobre o Juizo Final, tendo por agentes Krishna, Maomé, Zoroastro, Buda, Isaías, Lao Tse, gente que, também, tivera os seus agentes informativos divinos. Sem falar dos videntes que exortavam os humanos a abadonarem caminhos tortuosos, para não terminarem nas trevas.
 Ultimamente, ninguém mais leva mais o Apocalipse a sério. A TV Globo já o tripudiou, jogando ao ar, em 1996, uma minissérie sobre um esculhambadíssimo fim do mundo, no qual atores como Vera Holtz e Paulo Betti, entre outros, divertiram os telespectadores, por 35 capítulos escritos por Dias Gomes, com a colaboração de Ferreira Gullar.
Meninos!  Deus não disse o que a galera
disse que ele disse. Podes crer!
Reprodução de www.igrejacatólica-com.br
 Pela trama global, o “profeta do apocalipse” era um baiano retrinca – Joãozinho da Dagmar –, o que já mandava dizer que o fim do mundo merecia mais respeito. Entre os que temiam as profecias, o impotente sexual Tião Socó, imaginndo o mundo acabar e ele “nem nada, nem nada”, consegue uma erecção e violenta a cunhada. A sua filha desiste de manter-se virgem e o diretor de um hospício liberta todos os loucos.
 De outra parte, pelo lado real – ou surreal –, a aproximação do fim do mundo veio, mais pós-modernamente por intermédio de uma “emissária de misericórdia” aparecendo para crianças em três regiões terráqueas: em La Sallete e Lourdes, na França, e na portuguesa Fátima.
 Disse – ou teria dito –  a enviada especial que o Juizo Final será muito diferente do que se propaga por aí. Não haverá nenhumna destruição arbitrária, porque a justiça divina não joga nesse time.     
 Como ela falou – ou teria falado – em Juizo Final, e não falou em fim do mundo, logo, o tal fim do mundo seria uma interpetação equivocada dos fuxiquentos, pasquinzeiros,  fazedores de cabeça, os “jornalistas do tempo”. Daí que os mais otimistas não esperam o planeta ir pelos ares, só os que procuram a autodestruição.
E que venha novas edições e novas interpretações do Apocalipse. Futuramente, – quem sabe? – nossos tataranetos poderão ler o “Após-Calipso”. Porquê não? Não existe uma banda chamada Calipso? De repente, ela acaba e escritores inventivos lançam livro que pode abrir a “Báblia”, isto é, uma nova Bíblia, repleta de furdunços para novos e novíssimos testatementos fundirem, ainda mais, as nosss cucas. Confere?

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

MUSA VASCAÍNA DO DIA - CRUZCRISTIANA

O fotógrafo fotografou a fotografada fotografando-se. Fazia um "selfe", para ficar melhor, americanizando o que, antigamente, chamava-se autofotografia. Não importa. O que vale é a bela imagem clicada por www.netvasco.com.br, de uma de suas musas na torcida cruzmaltina. "Será que será" que é a mamãe quem pinta à lateral-esquerda dela? Pelo menos, nos cabelos, são iguais. Isto é: na coloração da capilaridade. Pois é! A gata mirou a sua beleza facial, usando telefone com distintivo igual ao amor que bate em seu peito esquerdo e....shisss! Com destaque para o seu batom vermelho, da cor da Cruz de Cristo das caravelas que Don Diniz, o rei de Portugal, mandava sair pelos mares espalhando a fé cristã. De sua parte, esta "cruzcristiana" bota muita fé no glorioso Vasco da Gama. Podes crer, poisjz, poisjz!      

HISTORI&LENDAS DA COLINA - FEITIÇO

 1 - Feitiço, Lindo... Ôpa! Não é um feitiço lindo, pois feitiço não tem beleza e nem feiura. Feitiço (foto), Lindo quer dizer que Feitiço e Lindo, atacantes crumaltinos enfeitiçaram o Madureira. Rolou no 9 de janeiro de 1938, quando o primeiro marcou três e o segundo um, nos 4 x 1 Madureira. Turma do dia: Rey, Poroto e Itália; Rafa, Zarzur e Alfredo I; Lindo, Feitiço, Niginho e Luna.

2 - Lindo Madureira! O "Tricolor Suburbano" forneceu muitos bons jogadores ao Vasco da Gama. Um deles foi Azumir Luís Casemiro Veríssimo, carioca, nascido em 7 de junho de 1935. Em 1961, ele trocou São Januário pelo Futebol Clube do Porto e tornou-se o artilheiro da temporada portuguesa, com 23 gols. Também, foi o primeiro atleta daquele clube português a ganhar a “Bola de Prata”

3 - O "Almirante" é mitológico. Já teve um zagueiro que a torcida apelidou por Dedé, o "Mito", em 2011, e já conquistou o Troféu Mito. Por sinal, ao seu estilo, com vitória de virada sobre o Palmeiras, por 3 x 1, com gols de Chico, Djalma e Friaça. Aconteceu em 9 de janeiro de 1948.

4 - No dia 8 de janeiro de 2000, o Maracanã assistiu um dos mais bonitos gols feitos na casa. Aos 43 minutos do primeiro tempo, Edmundo dominou a bola, tocou-a por um lado do zagueiro Gary Neville, pegou-a pelo outro e estufou a rede. Valeu pelo I Mundial de Clubes da FIFA, em Vasco 3 x 1 Manchester United-ING. Rapaziada do "Almirante" Helton; Jorginho (Paulo Miranda), Júnior Baiano, Mauro Galvão e Gilberto; Amaral, Felipe, Juninho Pernambucano (Alex Oliveira) e Ramon (Nassa); Edmundo e Romário.
OBS: imagem de Edmundo reproduzido de bandeira da torcida vascaína Força Jovem. Agradecimento.

CORREIO DA COLINA - EDMUNDO

“Edmundo já ficou no banco dos reservas quando estava no Vasco? Raimundinho Maranhão. Da SQN 406, Brasília-DF.

O “Kike” lembra do jogo Vasco 3 x 0 Portuguesa de Desportos, em 18 de maio de 2008, pelo Campeonato Brasileiro, quando o teinador era o antigo zagueiro vascaíno Gaúcho. Lembra-se dele? O”Animal” entrou nho segundo tempo e marcou dois gols, aos 10 e aos 45 minutos do segundo tempo – o primeiro havia sido de Leandro Amaral. 
O “Clássico “Luso” rolou em São Januário e a rapaziada da casa era:  Tiago; Wagner Diniz, Jorge Luiz, Rodrigo Antônio e Eduardo Luiz; Rodrigo Antônio, Leandro Bomfim (Pablo), Jonílson e Morais (Souza); Madson e Alan Kardec (Edmundo).

 

 

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

A BELA DO DIA - PROTEGIDA PELA ÁGUIA

Na pouco povoada Chilman Castle, na Inglaterra, a bela Rosemary Abbot se virava como falconeira. E, nisso, mostrava-se muito competente. Muito mais, como prova o que aconteceu em dia de muito calor. Ela tirou uns instantes de folga para se bronzear em um gamado, sem esquecer de convocar Bugsy, uma águia muito lhe chegada. Como não havia ninguém por perto, Rose soltou as alças da calcinha do biquíni e do sutian, para não ficar o tempo todo amarrada. E tirou um cochilo. De repente, pintou gente aproximando, no que agiu, rapidão, o seu vigia, pegando, pelo bico, a peça que recobria o bumbum da moça e a recolocando no lugar onde estava. Pelo menos, foi o que contou a antiga e não mais existente revista carioca "Manchete", de onde o "Kike" reproduziu esta história e foto. Interessante! 

HISTORI&LENDAS DA COLINA - GLÓRIA-52

1 - Para ser ocampeãocarioca-1952, o Vasco da Gama usou 20 atletas, obteve 17 vitórias, dois empates e só uma queda. Sua defesa foi a menos vazada (18 gols) e o ataque marcou 49 vezes.                                                              
  2 - O Vasco foi, também, campeão de bilheterias, levando para o cofre a quantia líquida de Cr$ 5 milhões, 566 mil, 940 cruzeiros e 30 centavos.
 3 - Quem jogou: goleiros: Barbosa (18 vezes), Ernani (1) e Herrera (1); defensores Augusto (20), Haroldo (17), Bellini (3), Ely (19), Jorge (20) e Danilo (20); atacantes: Edmur (10), Sabará (8), Friaça (3), Ademir Menezes (17), Maneca (16), Ipojucan (19), Chico (19), Alfredo II (5), Vavá (2), Genuíno (1) e Jansen (1).        
4 - Os goleadores vascaínos da temporada estadual-1952 foram: Ademir (13), Edmur e Ipojucan (8, cada), Maneca (7), Chico (5), Sabará (3), Alfredo (2), Friaça e Vavá (1, cada). Houve, ainda, um gol contra do zagueiro Darci, do Madureira.
  5 - Das 18 bolas buscadas no fundo da rede, Barbosa levou 18 gols, enquanto os reservas Ernani e Herrera deixaram passar duas, cada um.
OBS: na foto reproduzida de "Esporte Ilustrado", Ademir se descontrai, durante uma concentração, brincando de cozinheiro.
  

VASCO DOS GRÁFICOS - 3 X 1 CORINTHIANS

 A vitória levou o time de São Januário para as finais do Torneio Octogonal Rivadavia Corrêa Meyer, que homenageava o presidente da Confederação Brasileira de Desportos (atual CBF).                                                              
Aconteceu durante a tarde do domingo 28 de junho de 1953, no Maracanã, onde os dois times haviam se encontrado, quatro dias antes, pelas semifinais.                                                   
 O apito ficou com Erick Westman e a grana chegou a Cr$ 1 milhão, 059 mil, 882 cruzeiros e 20 centavos. No primeiro tempo, o "Almirante" escreveu 2 x 1 no placar, com tentos marcados por Maneca e Sabará, cabendo a Djayr fazer o terceiro, na etapa final.
Este por sinal, um gol com muita categoria. Sabará centrou a bola para a área, o goleiro corintiano Cabeção a socou, de leve, para o lado, exatamente onde estava o baixinho Djayr, que não deixou a pelota cair ao chão e bateu, de direita, para a rede.
O primeiro foi aos 15 minutos, quando Maneca trocou passes com Pinga, entrou na áreas e escolheu o canto para endereçar a bola.
 O segundo teve Djayr cruzando bola e Sabará, que corria acompanhando o lance, pegando bem no couro e saindo para comemorar, aos 35.
 O time do Vasco, dirigido por Flávio Costa, formou com Ernani, Mirim e Bellini; Ely, Danilo e Jorge; Sabará, Maneca, Ipojucan (Ademir), Pinga e Djayr.
Todos os resultados dos vascaínos: primeira fase: 3 x 3 Hibernian; 2 x 1 Fluminense e 2 x 1 Botafogo. Semifinais: 4 x 2 e 3 x 1 Corinthians. Finais: 1 x 0 e 2 x 1 São Paulo .
DESENHOS: WILLIAM GUIMARÃES. FOTOS: "ESPORTE ILUSTRADO" 

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

MUSA DO DIA - PORTUGUESINHA


 Ela é o que se pode chamar de artista precoce, sem exageros. Aos cinco de idade, começou a cantar, para a Rádio Cajuti, do Rio de Janeiro. Aos seis, já estava contratada para soltar a voz durante os programas das Rádio Cosmos e do Teatro Boa Vista, em São Paulo. Aos nove, gravou o primeiro disco - pelo selo Colúmbia, com duas músicas, uma delas um fado da terra dos seus pais. 
Isso tudo aconteceu na vidas de Olivinha Carvalho, também, atriz de cinema, cantora da Rádio Nacional, por 20 temporadas, e apresentadora de TV. E o mais importante: torcedora vascaína, de tirar dia para visitar a rapaziada durante os treinos, em São Januário. E posar no meio da rapaziada.

VASCO DAS CAPAS - ÍDOLOS DÉCADA-1960


 A "Revista do Esporte"  destacou o meia Lorico (E) e o zagueiro Brito (D) na capa do Nº 289. O defensor chegou ao máximo na carreira. Além de ter levantado caneco, como capitão cruzmaltino, foi campeão mundial, pela Seleção Brasileira da Copa do Mundo-1970 e considerado o atleta de melhor preparo físico naquele Mundial. Logo, um super-homem, fazendo jus ao seu nome de registro civil: Hércules Brito Ruas, carioca, nascido em 9 de agosto de 1939. 
 Como canarinho, Brito atou em 60 prélios, com 45 vitórias, 10 empates e cinco choros. Estreou em Brasil 5 x 1 Inglaterra (30.05.1964) e despediu-se da jaqueta da Confederação Brasileira de Desportos no 1 x 0 Portugal (09.07.1972),  tendo colecionado, também, os títulos de campeão da Copa Roca-1971 e da Taça Sesquicentenário da Independência do Brasil (1972).  De sua parte, João Faria Filho, o Lorico, jogava muito com a camisa vascaína, mas não chegou ao escrete nacional. Cometeu o pecado de jogar ao mesmo tempo em que a imprensa louvava os meias Gérson de Oliveira Nunes,
Nascido, em Santos-SP, Lorico viveu por exatas 70 temporadas, entre os 20 de dezembro de 1940 e de 2010. Cria da Portuguesa Santista, "vascainou", em 1961, e assim ficou, até 1966, período em que o "Almirante" não conquistou nada, exceto o Torneio Rio-São Paulo-1966, título dividido com Botafogo, Santos e Corinthians, quando ele não estava mais na Colina..

HISTORI&LENDAS DA COLINA - SACODE

1 - O Vasco da Gama já goleou o Benfica, por 8 x 1. Calma, rapaz! Mas não foi o grande esquadrão benfiquista e português de Lisboa. Só um time homônimo do futebol amador do Rio de Janeiro. Placar bom para um primeiro de abril, não é?

2 - Anote os primeiros jogos internacionais do Vasco da Gama:  1 x 1 Universal, do Uruguai, em 2 de dezembro de 1923; 1 x 0 Montevideo Wanderers, também uruguaio, em 31 de março de 1928; 1 x 1 Sporting, de Portugal, em 22 de julho do mesmo 1928, e 0 x 0 Barracas, das Argentina, em 4 de janeiro de 1929. Três empates e uma vitória nos quatros primeiros confrontos com a "gringaiada" estão de bom tamanho, pois, pois!
 3 - O jogo 30 entre Vasco e Bangu rolou em 5 de janeiro de 1938. E a "Turma da Colina" mandou 6 x 0, em São Januário, em uma quarta-feira.  Niginho (3), Lindo (2) e Alfredo bateram no filó. Time do pancdaço: Rey, Poroto e Itália; Rafa, Zarzur e Alfredo; Lindo, Feitiço Niginho e Luna.

4 - Nada melhor para o torcedor vascaíno do que ver o "Almirante" deixando o Flamengo de quatro. Como no dia 6 de janeiro de 1951: 4 x 0, com três gols de Ipojucan e um de Ademir Menezes. O chefe da rapaziada era Oto Glória e o time teve: Barbosa, Augusto e Laerte; Ely, Danilo e Jorge; Alfredo II, Maneca, Ademir, Ipojucan e Djayr.  

5 - O Ajuelense é adversário de apenas uma partida contra o Vasco. Aconteceu no 6 de janeiro de 1963, em Ajuela, na Costa Rica, com a moçada goleando, por 4 x 0. O paulista Sabará, aos 40, e o gaúcho Saulzinho, aos 44 minutos do primeiro tempo, começaram a festa na rede. Na etapa final, o baiano Viladônega, aos sete, e o também gaúcho Laerte, aos 23,  completaram o sacode para o time que era dirigido por Jorge Vieira. O árbitro foi Bento Alfaro e a moçada que, naquele dia, pontou no gramado do Estádio Alejandro Morera Soto chamava-se: Ita; Joel Felício, Brito, Barbosinha e Coronel; Maranhão (Écio) e Viladônega (Russo); Sabará, Lorico, Saulzinho (Vevé) e Ronaldo (Fagundes). 

terça-feira, 21 de novembro de 2017

VASCO DOS GRÁFICOS - 4 X 2 CORINTHIANS

“O Vasco classificou-se com justiça”. Foi o título escrito pela semanária carioca “Esporte Ilustrado”, em sua página 18, de 3 de julho de 1953, sobre a rodada das semifinais do Torneio Octogonal do Rio de Janeiro.
Em sua interessante (para hoje) linguagem de época, o redator considerou que “Bellini, encontrando pela frente um Baltazar que é jogador de  peito, ganhou o tirão”; que Djayr “largando um pouco o sassarico...teve um bonito gol”, e que Ipojucan “distribuiu bem o jogo, enfeitando as jogadas com o costumeiro estilo, já consagrado”.      
O encontro foi em 24 de junho, no Maracanã, apitado por Erick Luiz Westman, com renda de Cr$ 487 mil, 924 cruzeiros e 60 centavos, tendo os gols cruzmaltinos sido marcados por Pinga (2), Maneca e Ipojucan, com 3 x 1 no primeiro tempo.
A escalação vascaína alinhou: Ernani, Mirim e Bellini; Ely, Danilo e Jorge; Sabará (Alfredo), Maneca, Ipojucan, Pinga e Djayr.   
O torneio homenageou o presidente da Confederação Brasileira de Desportos, Ravadávia Corrêa Meyer, e foi disputado, também, por Botafogo, Fluminense, São Paulo, Hibernian, da Escócia, Sporting, de Portugal, e Olimpia, do Paraguai.   

TRAGÉDIAS DA COLINA - PREJUIZAÇO

Aconteceu no dia 16 de maio de 1993, pelo Campeonato de Futebol do Estado do Rio de Janeiro. A galera não botou muita fé na “Turma da Colina” anunciada para a partida e, apenas, 1.300 pagantes compareceram ao estádio de  São Januário, para testemunhar Vasco da Gama 3 X 0 Bonsucesso. A renda não deu nem para pagar a bomba que encheu a bola do jogo.
Os gols foram marcados por Hernande (2) e Giovane, e o treinador era o ex-zagueiro vascaíno Joel Santana, que escalou: Carlos Germano; Pimentel, Alê, Tinho (Alex) e Cássio; França, Leandro Ávila, Geovani e Carlos Alberto Dias (Gian);  Valdir Bigode e Hernande – daquela vez, o "Almirante" pagou para jogar. 

CORREIO DA COLINA - CAPITÃO E BOB

"Desculpe encher o saco. Qual foi o jogo em que Mauro Galvão abriu  uma goleada contra o Bonsucesso e em que ano foi aquela virada contra o mesmo time, com dois gols de Roberto Dinamite"? Raimundinho  Maranhão, da SQN 406 Norte- Brasília-DF  
1 - O jogo em que o glorioso capitão Mauro Galvão abriu  o sacode não foi contra o Bonsucesso, mas frente ao Madureira, em 19 de maio. de 1999. Rolou em São Januário e o Vasco mandou 8 x 1, com os outros gols marcados por  Guilherme (3), Donizete "Pantera" (2) e Alex Oliveira  (2). 
2 - A virada do "Bob" pra cima do "Bonsuça" foi em 19 de maio de 1977, temporada em que o "titio" Orlando Fantoni era o treinador e o caneco foi parar lá na Colina.

 
 Naquela partida, a rapaziada passou todo o primeiro tempo atrás no placar.
No segundo tempo, Roberto Dinamite (foto)  balançou o filó, aos 40 minutos, cobrando pênalti, e aos 47. 
Time do dia: Mazaropi; Orlando 'Lelé', Abel Braga, Geraldo e Marco Antônio; Zé Mario e Dirceu Guimarães; Luís Fumanchu (Wilsinho), Roberto e Ramon Pernambucano.     
FOTO REPRODUZIDA DO ARQUIVO DO JORNAL DE BRASILIA.

 

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

HISTORI&LENDAS DA COLINA - EXCURSÃO

A mais longa excursão feita pelo Vasco da Gama ao exterior  durou de 21 de maio a 5 de julho de 1961. O treinador era Martim Francisco e o time-base do giro formava com:  Miguel, Paulinho e Bellini; Edílson, Écio e Barbosinha; Sabará, Saulzinho, Pacoti, Roberto Pinto e Pinga. 
 Foram estas as vitórias do na viagem: 21.05.1961 - Vasco 1 x 0 Kickers, em Offenbach, na Alemanha; 27.05 - Vasco 2 x 0 Saint Paul, em Hamburgo-ALE; 30.05: Vasco 3 x 2 Alemannia Aachen, em Auchen-ALE; 01.06 - Vasco 11 x 0 Trondheim, em Oslo-SUE; 06.06 - Vasco 2 x 0 Combinado De Skeid, em Oslo-NOR; 11. 06 -  Vasco 4 x 1 Fren-FIN), em Oslo-NOR; 14.06 - Vasco 4 x 1 Combinado IFK/AIK-SUE, em Malmoe-SUE; 18.06 - Vasco 4 x 2 Dalarna-SUE, amistoso, no estádio sueco de Berlaeeng; 21.06 - Vasco 8 x 1 Boden-SUE, em Boden; 27.06 - Vasco 1 x 1 AIK-SUE, em Stock Holmes; 29.06 - Vasco 1 x 0 Norrkoping-SUE), em Norkoping-SUE; 02.07 - Vasco 5 x 1 Sundsvall-SUE, em Helsinborg-SUE. 

      

 

 

 

 

CORREIO DA COLINA - GILBERTO

“Este Gilberto do São Paulo é aquele que jogou pelo Vasco?” Kleber Assunção, de Goianésia-GO.

Gilberto ataca o Botafogo, em foto reproduzida de www.crvascodagama.com.br
O próprio. Aquele mesmo que marcou o gol da vitória, por 2 x 1, sobre o Botafogo, valendo o 23º caneco de campeão estadual para a “Turma da Colina”.
Na época, em 2014, ele estava com 26 de idade e era vascaíno desde fevereiro. Enquanto teve Doriva por treinador, disputou 19 jogos e marcou nove gols cruzmaltinos. Quando Doriva caiu e foi substituído por Celso Roth, o “matador” Gilberto não se acertou com o gaúcho e terminou saíndo de São Januário.