Vasco

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sábado, 16 de dezembro de 2017

O VENENO DO ESCORPIÃO - O NAZISTA QUE CONTAVA HISTÓRIAS ÀS CRIANCINHAS


Muita repercussão na imprensa estrangeira
O homem alto, forte e com pinta de ator de cinema – mesmo na velhice, muitos o achavam parecido com o norte-americano Peter Finch – estava na austríaca Salzburg, no dia 8 de maio de 1945. De lá, viajou por Itália, Síria, Egito e, novamente, o território italiano, de onde embarcou, em Nápoles, para o Brasil, entrando por aqui, legalmente, como pedreiro.
 Na época, como os brasileiros viviam em um país essencialmente agrário, ele arrumou emprego como roceiro, o que lhe permitia ficar incógnito e contando histórias para as crianças que o chamavam por vovô.
A vida prosseguia tranquila para aquele homem, até 1967, quando um colega de andanças  foi preso e o dedurou. Começava a cair o barraco daquele velho que narrava historinhas para a filha do patrão, desde que a menina tinha cinco de idade. Para Uli Casa Milz, foi um choque saber que o vovô era um criminoso nazista, responsável pelo extermínio de milhares de pessoas.
 Gustav Franz Wagner, subcomandante do campo de concentraçãode Sobiborr, era o nome da fera, dedurado pelo chefe Franz Paul Stangl. Ao ser preso, ele confessou “ter dado serviço” na plataforma, o local onde 10 a 12 vagões despejavam crianças e adultos que eram exterminados à base de gás. Afirmou não ter participado disso, só cumprido ordens de separar quem tivesse profissões como pedreiro,  pintor, alfaiate, sapateiro, cozinheiro, etc, para serem aproveitados nos trabalhos do campo.
Gustav Wagner não gostava de comunistas, acusava os judeus de “explorar Deus” e contestava as estatísticas sobre o massacre, pelos nazistas, de 6 milhões de judeus – para ele,  pouco mais da metade disso.
Goleada na justiça brasileira
 Chamado por “Besta de Sobibor” e “Fera de Ttreblinka”, Gustav jurou, ao ser detido em São Paulo, jamais ter estado neste último campo de exermínio nazista, maior do que o primeiro e perto de Varsóvia, a capital da Polônia. Afirmava só ter visto Adolf Hitler uma vez, quando o homem desfilava, em carro aberto, estendendo um braço para a multidão. Tivera a impressão de vê-lo olhado fundo em seu olhar, revelou.
O “Fuhrer”, para Gustav Wagner, era um “homem maganético”, mas não ao ponto de sua ideologia torna-lo um soldado político. Aos 67 de idade, quando foi preso, no Brasil, filosofava coisas como “nenhum homem comando o deu destino”, dizia não carregar em sua consciência nenhum crime e acreditar em Deus, mas sem praticar nenhuma religião. Preferia ficar preso na Alemanha, porque “foi por ela que lutei durante a guerra (II Guerra Mundial, de 1939 a 1945).

Gustav Wagenr (advogado acima)
reproduzido da revista "Manchete"
 Membro da “Schutzstaffel” (SS) Gustav Fanz Wagnr nasceu na austríaca Viena, em 18 de julho de  1911, e viveu o seu último dia de vida, em São Paulo, em 3 de outubro de 1980, quando suicidou-se, temendo ser, um dia, julgado por Alemanha,  Áustria ou Isarael, que pediam a sua extradição. 
Wagner ganhou o apelido de “bobo, fera” devido a sua desenfreada sede de sangue. Durante o julgamento dos criminosos de guerra, em Nuremberg, foi condenado a ser expulso desta vida, acusado pelo assassinato (direto ou indireto) de mais de 250 mil judeus. Algumas pesquisas dizem que fugiu para o Brasil com a ajuda do Vaticano, que teria lhe entregue documentos falsos e dinheiro.
No Brasil, vivia sob o nome falso de  Gunther Mendel, desde 12 de abril de 1950, na época do governo do presidente Eurico Dutra. Em junho de 1979, o “Supremo Tribunal Federal negou todos os pedidos para a sua extradição, sob o argumento de que os crimes pelos quais Gustav Wagner era acusado estavam prescritos pelas leis brasileira e alemã.
Ainda não havia, no direito brasileiro, a imprescritibilidade dos crimes contra a humanidade, estabelecidas pelas Nações Unida, em 1970.

              

    

 

 

 

 

 

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

VICE DA TAÇA DE LATA

           
                             O  PRIMEIRO CAMPEÃO SUL-AMERICANO (VASCO DA GAMA-1948) PARABENIZA  AO VICE-CAMPEÃO
                                DA "TAÇA DE LATA"  DA SEGUNDA DIVISÃO
                                                DA LIBERTADORES.                                                 

HISTORI&LENDAS DA COLINA - JUNINHO

     

1 - Na era velho Maracanã, o Vasco mostrava a força da sua galera, chegando a levar 94.500 pagantes a um jogo contra o Santos, que só motivava o carioca na época do "Rei Pelé". Isso aconteceu, por exemplo, em 28 de fevereiro de 1999, pela decisão do Torneio Rio-São Paulo, vencido pela rapaziada, com mais 2 x 1 em "Sampa".  O "capita" Mauro Galvão, Juninho Pernambucano e Zezinho marcaram os gols para o time do técnico  Antônio Lopes, que escalou: Carlos Germano; Zé Maria, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Nasa, Paulo Miranda (Alex), Juninho e Ramon (Alex); Donizete e Luizão. 
2 - Em 1978, o zagueiro Rondinelli calou a torcida cruzmaltina, marcando o gol que deu o titulo estadual ao Flamengo. Pagou um pouco da dívida, em 1982, quando estava na "Turma da Colina" e, diante de 47.164 almas, marcou um tento para o time quevenceu o Am´perica, por 3 x 1. Antônio Lopes era o comando do time que endiabrou-se por causa de: Mazaropi; Rosemiro, Rondinelli, Ivan e Pedrinho; Dudu (Da Costa), Marquinho e Serginho; Wilsinho, Cláudio Adão e Roberto Dinamite.
3 - 2 - Além do São Paulo Futebol Clube, o do Morumbi, o Vasco já encarou três outros times homônimos: o Railway e o da Floresta, ambos das capital paulista, e o de Rio Grande-RS. No primeiro, mandou 9 x 1, no único embate entre ambos,em 1945. Contra o segundo, em nove pegas, entre 1930 e 1934, foram cinco vitórias, um empate e três tombos. Já o gaúcho foi encarado em quatro amistosos, entre 1940 e 1977, com três vitórias e uma igualdade.
IMAGEM REPRODUZIDA DE CAMPANHA DE TORCIDA

FERAS DA COLINA - 'MATADOR' NIGINHO

 O desembarque de Niginho na Colina tem uma história interessante. Membro da família mineira dos Fantoni, descendentes de italianos, ele defendia a Lazio, de Roma, quando o ditador Benito Mussolini o expulsou do seu país, por se recusar a ir  à guerra na então  Abissínia, como “oriundi”. Sorte do Vasco.
Niginho, registrado por Leonísio Fantoni, nasceu em 12 de fevereiro de 1912, em Belo Horizonte. Surgiu como promessa nos juvenis do Palestra Itália-MG (atual Cruzeiro EC), em 1928. Um ano depois, já estava no time principal, para ser negociado, em 1929, com o Lázio, da Itália.  Ficou pelo clube da Roma até 1935, quando fugiu do território italiano, para não pegar no fuzil e fazer a guerra na África.   
De novo em Minas Gerais, Niginho voltou a defender o Palestra que, pouco depois, o emprestou ao Palestra Itália-SP (atual Palmeiras), par ser campeão paulista. O próximo passo, então, foi desembarcar em São Januário, em 1937, assinando o melhor contrato já feito no futebol carioca: luvas (dinheiro extra) de 40 contos de réis e três contos de reis mensais.  
A grana fora bem empregada pelos vascaínos, pois Niginho respondeu sendo o principal artilheiro do Campeonato Carioca-1937, com 25 gols. Grande feito! Antes dele, o Vasco só conseguira a façanha por duas vezes: em 1929, com Russinho ( 23 tentos), e em 1931, com o mesmo  Russinho (17).
porque a FIFA acatou uma impugnação da Federação Italiana de Futebol. Ele havia chegado à Colina, em 1936 e, na temporada seguinte, já seria o principal artilheiro do Campeonato Carioca, com 25 gols. Grande feito! Antes dele, o Vasco só conseguira a façanha por duas vezes: em 1929, com Russinho fazendo 23 tentos, e em 1931, com o mesmo  Russinho anotando 17.
Como cruzmaltino, Niginho foi convocado para disputar a Copa do Mundo de 1938, na França. Em todos textos sobre aquele Mundial, conta-se que a FIFA acatara uma impugnação da Federação Italiana de Futebol, impedindo que ele atuasse. No entanto, por entrevista concedida à "Revista do Esporte de Nº 86, datada de 29 de outubro de 1960, Niginho apresenta uma versão diferente. Conforme declarou, a sua inscrição fora efetivada e o que havia eram comentários . "O Pimenta (Adhemar, o treinador da Seleção Brasileira) ficou com medo de lançar-me, porque diziam que os italianos iriam reclamar", caso os enfrentasse.  
Niginho perdeu aquela chance de ter defendido o Brasil na Copa do Mundo-1938, mas esteve presente em quatro oportunidades: 27.12.1936  - Brasil 3 x 2 Peru, marcando um dos gols; 13.01.1937 - Brasil 5 x 0 Paraguai; 19.01.1937 - Brasil 3 x 2 Uruguai, deixando mais um na rede; 30.01.1937 - Brasil 0 x 1 Argentina.
 Irmão dos atacantes Ninão (João) e Orlando (treinador vascaíno em 1977/78), e primo do lateral-esquerdo Nininho (Otávio), na Itália, era chamado de Fantoni III. Depois de ter sido vascaíno, voltou ao Palestra Itália-MG, em 1939, para ser tricampeão mineiro-1943/44/45. Em 1947, uma cirurgia, em dois locais de um dos joelhos, determinou o final de sua carreira, como atleta. Depois, viria a de treinador, foto abaixo. (Reprodução da Revista do Esporte)  

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

OS VICE-CAMPEÕES

                     
                             O KIKE DA BOLA PARABENIZA
                                    AOS VICE-CAMPEÕES
                                DA "TAÇA DE LATA"
                               DA SEGUNDA DIVISÃO
                                DA LIBERTADORES                                               


A BELA DO DIA DA COLINA - MUSA 1000

O passeio matinal de hoje do "Kike" vislumbrou – como diriam os "speakers" esportivos de antigamente – esta DEUSA, mostrada pelo site www.musas100.com.br Na verdade, não é uma musa 100, mas 1.000. Pena que a rapaziada não informe o nome das modelos e nem dos autores das fotos, pra gente dar o crédito, espalhar por aí. Afinal, se você andar por aí, perguntar por aí, todos vão querer saber da sua graça, não é mesmo? Com mais este presente para os seu solhos, o "Kike" lhe deseja uma ótima quinta-feira. Tá faldo?    
Today's morning walk of the "Kike" glimpsed - as the sports speakers of yesteryear would say - this GODDESS, shown by the site www.musas10.com.br In fact, it is not a muse 10, but 1,000. Too bad the guys do not tell us the names of the models, so we can spread them around. After all, if you walk around, ask around, everyone will want to know about your grace, will not you? And, with this gift for your soles, "Kike" wishes you a great Thursday. Are you speechless?

HISTORI&LENDAS DA DOLINA - EDMUNDO

Reprodução de www.ivanjunior.blogspot.com.br
1 - Rolou na quinta-feira 27 de fevereiro de 1992, o primeiro gol vascaíno de Edmundo: 31 dias após ter sido lançado no time A da Colina. O tento foi amistoso, no estádio Lourival Batista, em Aracaju, aos 23 minutos do primeiro tempo de Vasco 5 x 0 Sergipe. O homem de preto que mandou colocar a bola no meio do gamado, para nova saída, foi o sergipano Sidrack Marinho dos Santos, tendo o treinador Nelsinho Rosa escalado: Régis; Luís Carlos Winck (Dedé), Alexandre Torres (Tinho), Jorge Luís e Eduardo; Luisinho, Flávio e Bismarck (Júnior); Edmundo, Bebeto (Roberto Dinamite) e William. 

2 - Bons tempos aqueles em o Vasco batia no Flamengo sob as vistas de mais de 100 mil almas. Como, por exemplo, nos 3 x 1 de 27 de fevereiro de 1994, em um domingo, pela quinta rodada do Estadual-RJ: exatamente, 107.999 pagantes. A rapaziada escalda pelo treinador Jair Pereira, ex-meia cruzmaltino, foi: Carlos Germano; Pimentel, Alexandre Torres, Ricardo Rocha e Sidnei; Leandro Ávila, Luisinho (Hernande), Yan (William) e França; Valdir e Dener, que foi expulso de campo. Hoje, Vasco x Fla só levam, no máximo, 60 mil ao estádio.

3 - Em um outro 27 de fevereiro, em Vasco x Fluminense,  terminou tudo no dois: 2 x 0 no placar, amistosamente, no Maracanã, e público pagante: 22.202. Até no nome do apitador estava no esquema: Segundo Bello Blanco. Orlando e Luís Fumanchu "fumacharam" os tricolores, por esta formação: Mazaropi; Orlando 'Lelé', Abel, Geraldo e Luís Augusto; Zé Mário e Zanata; Luis Fumanchu, Ramon (William), Dirceu e João Paulo (Wilson).

4 - O Vasco da Gama só enfrentou o Bangu em cinco oportunidades pelo Torneio Rio-São Paulo, que já foi a maior competição interestadual do futebol brasileiro, entre as décadas-1950 e 1960. Confira: 28.05.1933 0 – Vasco 2 x 1; 27.08.1933 – Vasco 3 x 0; 11.03.1951 – Vasco 4 x 3; 06.02.1952 – Vasco 3 x 3 Bangu; 10.05.1953 – Vasco 5 x 0; 03.05.1964 -  Vasco 1 x 2 Bangu; 26.02.1966 – Vasco 1 x 0; 07.04.2002 – Vasco 5 x 1 Bangu.
OBS: no  1 x 0 de 1966,  o gol vascaíno foi marcado pelo ex-cruzmaltino Roberto Pinto, contras. Seu Zezé Moreira agradeceu, juntamente com: Pedro Paulo; Joel, Brito, Fontana e Oldair,  Maranhão e Lorico; Luisinho, Danilo Menezes, Célio e Zezinho.  

TRAGÉDIAS DA COLINA - DUNGA

O volante Dunga, capitão da Seleção Brasileira que conquistou a Copa do Mundo-1994, nos Estados Unidos, era líder e símbolo de raça. Mas, as vezes, passava maus exemplos às criancinhas que assistiam às suas partidas. Por exemplo: em 26 de fevereiro de 1987, estreou no time do Vasco da Gama, dentro de São Januário, recebendo o cartão amarelo, o único da rapaziada na partida apitada por Aloísio Viug.
Foi em Vasco 3 x 0 Goytacaz, de Campos-RJ, e o treinador Joel Santana não manteve o cidadão Carlos Caetano Bledorn  Verri por todo o prélio em seu time. Naquele jogo, Lira,  Vivinho e Romário escreveram o placar, pelo Campeonato Estadual-RJ, com 1.499 pagantes.
 A "Turma da Colina " do dia apresentou-se formada por: Acácio; Milton Mendes, Moroni, Donato e Lira; Dunga (Mazinho), Geovani e Vivinho; Mauricinho, Romário e Zé Sérgio (William).  Dunga  disputou  17 jogos e marcou só um gol pela moçada da Colina.
 OBS: trinta temporadas após o treinador Joel Santana escalar, naquele jogo, Milton Mendes, este seria o ocupante do seu cargo por parte do Estadual-RJ e do Brasilerão-2017. Mendes, no entanto, foi demitido em menos de um semestre.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

A CHARGE VASCAÍNA DO DIA DA COLINA

Na Colina só tem fera. Feraças! Como esta que o" Kike" viu em www.sport2wear.worldpress, página a qual agradece pela reprodução da imagem que mete bronca pra cima dos rivais, sem dó e nem piedade, principalmente quando se trata de "Urubu", aquela patota rubro-negra que sempre conta com a ajuda do "homem de preto" para passar o "Almirante" para trás. Por sinal, eles já até disseram que "roubado é mais gostoso", como ocorreu na tarde em que a bola entrou por 33 centímetros adentro da meta e nenhum dos quatro árbitros viu. O site dos amigos acima só não citou o nome do seu artista criador da charge, para a gente informar a sua graça ao "Planeta  Vasco". Se alguém souber, por favor, nos informe. Boa quarta-feira! 

HISTORI&LENDAS DO CRVG - CAPITÃO MIL

1 -- Em 23 de fevereiro, pelo Torneio Rio-São Paulo-2000, o zagueiro Mauro Galvão atingiu mil jogos na carreira. Em Vasco  2 x 1 São Paulo, com dois gols de Romário. um em cada tempo, em uma quarta-feira, em São Januário. Conferiram  7.750 pagantes, valendo pelas semifinais, com apitação por Romildo Corrêa-S). À caminho do "milão", o  então capitão vascaíno passou porr Internacional-RS, Bangu, Botafogo e Seleção Brasileira.  O time do dia teve:  Helton; Jorginho Amorim (Maricá), Odvan, Mauro Galvão e Gilberto;  Válber, Felipe (Alex Oliveira), Amaral e Paulo Miranda (Rogério); Viola e Romário. Técnico: Antônio Lopes.

2 - Quem se lembra de Odvan, o "zagueiro-zagueiro"? Pois ele também balançava a rede, fazendo o trabalho da turma lá da frente. Um dos seus tentos foi em 24 de fevereiro de 2015, em Vasco 3 x 1 São Paulo, ao sete minutos, em uma quarta-feira, no Morumbi, a casa do adversário, pelo Torneio Rio-São Paulo. Odvan (e mais 10) daquele dia formaram este Vasco, dirigido pelo delegado Antônio Lopes: Carlos Germano; Zé Maria, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Nasa, Paulo Miranda, Juninho Pernambucano (Vagner),e Ramón; Donizete (Zezinho) e Luizão (Guilherme).

3 - Um outro defensor vascaíno  não  muito de botar a bola na rede, em "jogada jogada", era o apoiador Fellipe Bastos. Só quando batia falta perigava o emprego dos goleiros. Mas, um dia, o Vasco fez 6 x 1 Comercial-MS, pela Copa do Brasil-2011, em São Januário, e ele chegou com pressa a rede: aos dois minutos. "Raridade rara" do acima. O Vasco do apressadinho do dia teve: Fernando Prass; Fagner, Dedé, Anderson Martins e Ramon (Márcio Careca); Rômulo (Eduardo Costa), Fellipe Bastos, Felipe (Bernardo) e Jéferson; Marcel e Éder Luís. Técnico: Ricardo Gomes.

4-  Na data 24 de fevereiro, o Vasco já bateu em dois Fluminenses. Contra o tricolor as Laranjeiras, por 4 x 2, em 1996,  pela Taça Cidade Maravilhosa, no estádio Caio Martins, em Niterói, que recebeu 2.406 pagantes.  Já o Flu de Nova Friburgo-RJ foi avariado por 4 x 0, em 1979,  pelo Campeonato Estadual Especial, em São Januário. Marco Antônio (2), Orlando e Washington Oliveira foram os impiedosos

OS CINCO IMPLACÁVEIS DA COLINA

O “Kike” considera os ponteiros Lito e William Barbio, e os goleiros Caetano, Tadic e Alessandro como os atletas que jamis conseguiram emplacar em São Januário.
O primeiro, José Eldon Araújo Lobo Junior, angolano, nascido (10.08.1956), em Luanda,  tinha atuado, entre 1974, a 1978, pelo Vitória de Setúbal e o Sporting de Braga, com muito prestígio. Vindo para a Colina, em 1979, não mostrou nada e foi mandado embora, pouco depois de ter chegado.
William Silva Gomes Barbio, nascido em Nova Iguaçu-RJ (22.10.1992), pintou no Vasco, em 2011, e sempre foi contestado pela torcida, pois corria pra cá, prá lá e não produzia nada. Chutava quase sempre para fora. De tanto irritar a galera,  foi manado embora. Esteve emprestado a vários clubes, voltou a São Januário, mas seguiu o mesmo, sem o rumo do gol, até 2016.
Quanto aos goleiros, Caetano surgiu no time campeão da Taça São Paulo Júnior-1992. Quando subiu ao time A, falhava demais. Mesmo assim, ficou pela Colina até 1999. 
Em foto reproduzida de www.netvasco.,com.r , Tadic foi
 uma "invenção" do seu amigo Petkovic
José Caetano Mendes, gaúcho, de Porto Alegre (10.08.1982), jogava com ótima altura para os goleiros da época (1m89cm) e chegou a ser convocdo para os times canarinhos juvenil-1989 e pré-olímpico-1994. Tinha tudo para fazer sucesso, tanto que participou, como reserva, dos grupos vascaínos campeões de seis disputas.
Alessandro foi um dos responsáveis pelo terceiro rebaixamento do Vasco no Brasileiro. Entre outras falhas, espalmava bolas para o meio da área. Alessandro Felipe Oltamari ficou pela Colina, entre 2010 e 2015. Eterno reserva de Fernando Prass, teve a sua chance em 2013, mas as suas atuações eram sempre abaixo da média. Em Vasco 0 x 3 Botafogo, além de falhar feio em um dos gols, ainda foi expulso de campo.
Quanto a Tadic, este foi uma brincadeira do amigão Petkovic, que o indicou ao Vasco, em 2004, quando o então iugoslavo era o maior cartaz da “Turma da Colina”.
Željko Tadić, nascido em Niksic (09.06.1974) era, também, padrinho de casamento e  motorista do Pet. Jogou pouco pelo Vasco, parecendo um louco no gol. Foram sete partidas e média de dois gols sofridos. 

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

SUGESTÃO DE PRESENTE DE NATAL

Com o Natal chegando, uma sugestão de presente para a sua namorada, noiva, esposa (ou outros) é calcinha destacando amor pelo glorioso Club de Regatas Vasco da Gama. Com certeza, ela vai ter mais tesão de torcer junto contigo pelo clube da faixa diagonal.   
Dezembrão é, também, mês de formaturas, e pode ser que a sua esposa, noiva, namorada (ou a outra) estejam comemorando um canudo de doutorado em Física Nuclear, mestrado em Biologia Molecular, ou mesmo de graduação em Corte e Costura. Nesse caso, calcinha nela. Terá tudo a ver. Confere, rapazida?

HISTORI&LENDAS - O REI NA COLINA


  Em 26 de junho de 1957, Pelé  fez a sua terceira e última partida com a camisa cruzmaltina, marcando gol no 1 x 1 Flamengo, no Maracanã, pelo Torneio Internacional do Morumbi.
 Ele defendia o Combinado Vasco/Santos, formado por jogadores dos dois times – os titulares vascaínos excursionavam, só ficando Paulinho de Almeida e o capitão Bellini, convocados para a Seleção Brasileira que disputaria a Copa Roca, com os argentinos. O jogo foi em uma quarta-feira e Pelé só fariar mais um jogo pelo Combinado, mas com a camisa santista, contra o São Paulo, na “paulicéia”, novamente marcando gol e com empate, por 1 x 1.
FICHA TÉCNICA - 26. 06.1957  – Combinado Vasco/Santos 1 x 1 Flamengo – Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro. Torneio Internacional do Morumbi; Juiz: Anver Bilate; Gols: Pelé (Vasco-Sntos) e Dida (Flamengo). VASCO/SANTOS: Manga, Paulinho, Bellini e Ivan; Urubatão e Brauner; Iedo (Pagão), Pelé, Del Vecchio (Pepe), Jair Rosa Pinto e Tite. FLAMENGO: Ari, Joubert, Pavão e Jordan; Jadir (Dequinha) e Mílton Copolilo; Luiz Carlos, Moacir, Henrique (Duca), Dida e Zagallo (Babá).
OBS: a foto não é do gol do jogo. Reprodução da revista 'Grandes Clubes'.










 Ele defendia o Combinado Vasco/Santos, formado por jogadores dos dois times – os titulares do Time da Colina estavam excursionando, só ficando Paulinho de Almeida e o capitão Bellini, que estavam convocados para a Seleção Brasileira que disputaria a Copa Roca, com os argentinos. O jogo foi em uma quarta-feira, e Pelé voltaria a fazer mais um jogo pelo combinado, mas com a camisa santista, contra o São Paulo, na “paulicéia”, novamente marcando gol e com empate, por 1 x 1.
FICHA TÉCNICA - 26. 06.1957  – Combinado Vasco/Santos 1 x 1 Flamengo – Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro. Torneio Internacional do Morumbi; Juiz: Anver Bilate; Gols: Pelé (Vasco-Sntos) e Dida (Flamengo). VASCO/SANTOS: Manga, Paulinho, Bellini e Ivan; Urubatão e Brauner; Iedo (Pagão), Pelé, Del Vecchio (Pepe), Jair Rosa Pinto e Tite. FLAMENGO: Ari, Joubert, Pavão e Jordan; Jadir (Dequinha) e Mílton Copolilo; Luiz Carlos, Moacir, Henrique (Duca), Dida e Zagallo (Babá). (Fotos reproduzidas da revista Grandes Clubes/1971.




 
 

FIGURAÇAS DA COLINA - DIEGO SOUZA

   Em 2011, Diego Souza foi protagonista no time vascaíno, ao lado do zatgueiro Dedé. Ao custo de R$ 1,2 milhão, o “Almirante” o tirou do Atlético-MG e ele já estreou batend a rede, nos 2 x 0 Botafogo, no 20 de março.
Se a arbitgem de Vasco x Flamengo, da última rodada do Campeonato Brasleiro-2011 tivesse marcado pênalti, no lance em que ele é puxado pela camisa, dentro da área rubro-negra, a “Turma da Colina” poderia ter carregado o caneco, caso o Palmeiras tivesse vencido o Corinthians, que terminou levando. Mas foi uma garnde temporada feita por ele. Usando a camisa 10, ajudou a rapaziada a ganhar a Copa do Brasil e chegar às semifinais da Copa Sul-Americana.
Diego Souza foi protagonista, como vascaíno. Andou perto do título brasileiro  
Foram muitos os gols bonitos marcados por Diego Souza, em 2011. Um inesquecível foi diante do Cruzeiro, chapelan do o goleiro da “Raposa”. Duante a 24º rodada, nos 4 x 0 Grêmio, ele comeu a bola, fazendo o teindor Mano Menezes a reconduzí-lo à Seleção Brasileira.
 Diego Souza tem lugara na história vascaína por um poutro feito: marcou os dois primeiros gols, em Vasco 2 x 0 Friburguense, quando o clube estreava o seu terceiro uniforme. Ele ficou pela colina até 21 de junho daquele 2012, quando foi negociado com o árabe Al Itthad.
O carioca Diego Souza Andrade, nascido em 17 de junho de 1985, é cria do Fluminense e já vestiu 12 camisas diferentes, contando com a do time canarinho. Uma delas foi a do maior rival vacaíno, o Flamengo. Neste, esteve antes, em 2005 e ficou até 2006, mas não conseguiu sucesso. Então, foi devolvido ao português Benfica, que o havia emprestado aos rubro-neegros, que o achavam “gordo”. Fez 39 jogos e sete gols. Pelo Vasco, foram 82 partidas e 29 tentos.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

MUSA VASCAÍNA DO DIA - BONEQUINHA

Quando a moça é bonita, diz-se que ela é uma "boneca". Então, o belo site www.paixaovascaão.com.br apresenta esta boneca que o "Kike" viu durante o seu tradicional passeio matinal pela "The Net". Diz o texto escrito no lado direito de sua tela, em cima da foto, que trata-se de uma adaptação de Marcos Antônio Costa. Já o outro texto do lado esquerdo não deu pra ler. As letas estão muito miudinhas. Enfim, o glorioso Marcão homenageou as lindas bonecas da torcida cruzmaltina, pois todas são uma "boneca". 
 
When the girl is beautiful, she is said to be a "doll". So, the beautiful site www.paixaovascaão.com.br presents this one that "Kike" saw during its traditional morning walk by "The Net". It says the text written on the right side of his canvas, on top of the photo, that it is an adaptation of Marcos Antônio Costa. The other text on the left side could not be read. The lyrics are very small. In any case, the glorious Marcão paid homage to the beautiful dolls of the twisted cruzmaltina, because they are all a "doll".

HISTORI&LENDAS DA COLINA - FLÁVIO

1 – Em 1942, Flávio Costa treinava a Seleção Carioca, que não teria a torcida vascaína do lado se não tivesse jogador da Colina. Então, ele barrou o centro-médio (espécie de volante de contenção) flamenguistas Bria e escalou o cruzmaltino Zarzur. E nem pensava em deixar de fora do time o meia Lelé, ídolo da torcida vascaína. Só assim a galera não torceria pelos os paulistas e lotaria São Januário, onde rolavam os maiores jogos do Rio de Janeiro.

2 - Durante as décadas-1970 e 1980, nos 27 “Clássicos dos MiIhões” disputados, Roberto Dinamite deixou a sua marca em 27 vezes. É o maior “matador” desse duelo Vasco x Flamengo.

3 - Em 1956, o espanhol Real Madrid era considerado o time mais forte do mundo. Em 18 de julho daquele ano, em uma quarta-feira, o Vasco empatou com ele, por 2 x 2, no Estádio Olímpico, de Caracas, na Venezuela, pela Pequena Copa do Mundo. Sabará abriu o placar, aos 56 minutos. Real empatou, aos 61 e desempatou, aos 70. Astolfi reempatou, aos 71. Martim Francisco era o treinador e o time foi: Carlos Alberto, Dario, Bellini e Coronel; Laerte e Orlando; Sabará, Livinho (Pinga), Vavá, Walter e Djair (Astoffi). O Real Madrid era: Alonso, Atienza, Marquitos e Lesmes; Muñoz e Zárraga; Joselito, Marsal, Di Stéfano, Rial e Gento. O árbitro fo o venezuelano Benito Jackson.

4 - Sabará foi um dos principais atacantes da história cruzmaltina. Nascido em Atibaia-SP, em 18 de junho de 1931, viveu até 8 de outubro de 1997. Antônio Onofre Anacleto era o seu nome. Ponta-direita titular, a partir de 1953, era habilidoso, veloz, raçudo e tinha chute forte. Vestiu a camisa vascaína por 576 vezes, entre 1952 e 1964, totalizando 165 gols. Foi campeão carioca em 1952/56/58; do Torneio Octogonal Rivadavia Corrêa Meyer de 1953; do Torneio de Paris de 1957, na França; do Tereza Herrera de 1957, na Espanha, e do Torneio Rio–São Paulo de 1958. 
 
5 - Sabará disputou 10 jogos pela Seleção Brasileira, marcando um gol em sete vitórias, um empate e duas derrotas. A bola que mandou à rede foi em 13 de novembro de 1955, aos 20 do segundo tempo, nos 3 x 0 sobre o Paraguai, pela Taça Oswaldo Cruz, no Maracanã, diante de 95 mil pagantes. Dirigido por Flávio Costa, Sabará jogou ao lado de mais quatro vascaínos – Paulinho de Almeida, Vavá, Pinga e Walter Marciano – Veludo; Paulinho de Almeida (Djalma Santos), Pavão, Zózimo e Nílton Santos; Dequinha e Didi; Sabará, Vavá (Zizinho), Pinga e Wálter Marciano (Escurinho) foi a formação.

 6 - Pelo final de 1955, Ademir Menezes decidiu encarrar a carreira, mas o Vasco não concordava. Mesmo assim, ele deixou São Januário e voltou para onde começou, o Sport Recife, para reverter-se ao amadorismo. Jogou algumas partidas, em 1956, e despediu-se dos gamados perdendo do Bahia, por 2 x 0. Depois, tornou-se cronistas esportivo e comentarista de rádio, no Rio de Janeiro. 
 
7 - Os títulos de Ademir como cruzmaltino foram: 1945- campeão carioca invicto; 1948 - campeão sul-americano de campeões; 1949 - campeão carioca invicto e artilheiro do campeonato; 1950 - bicampeão carioca e artilheiro do campeonato; 1952 - campeão carioca; bicampeão juvenil pernambucano (1937/38) e - tricampeão pernambucano (1943/44), Ademir estreou na Seleção Brasileira em 1945, vencendo a Colômbia, por 3 x 0. Seu último jogo pela equipe foi em 1953, vencendo o Uruguai, por 1 x 0. Foram 41 partidas, com 30 vitórias, 5 empates e 6 derrotas. Com 9 gols, em 1950, foi o artilheiro da Copa do Mundo.  

TRAGÉDIAS DA COLINA - BEACH SOCCER

                 ESTREIA FOI CONTRA O GAMA (FOTO)
Chamado por “Rei da Areia”, por conquistar quase tudo o que disputa, o time do Vasco foi surpreendido, pelo Botafogo (26.11.2017, na decisão da etapa Sul/Sudeste/Centro-Oeste da Copa do Brasil de Beach Soccer, na praia do Leme, no Rio de Janeiro Caiu, por 1 x 3, mas garantiu vaga  à final do certame, ainda não marcada– Mateuzinho marcou o tento cruzmaltino.
Os vascaínos haviam estreado (22.11.2017), com 4 x 2 Gama-DF e gols marcados por Mateuzinho (2), Jordan e Lucão. No dia seguinte, mandou 7 x 3 Joinville-SC, tendo Rafinha (2), Lucão (2), Paulinho, Lukinhas e Matheus sido os artilheiros. Mais uma dia passado, goleou o Rio Branco-PR, por 7 x 1, com Mateuzinho (3), Jordan (2), Antônio e Paulinho batendo na rede.
Na semfinal, o Vasco passou pelo maior rival (25.11), escrevendo no placar 3 x 2 Flamengo, tendo Jordan, Antônio e Lukinhas por “matadores”. Na fase final, pegará Botafogo, Flamengo, Vitória-BA, América-RN e Murici-AL.
FOTO REPRODUZIDA DE WW.CRVSCODAGAMA.COM.BR
 
 
 
 



domingo, 10 de dezembro de 2017

FIGURAS DA COLINA - AMILCAR GIOFFONI

O médico de uma equipe de futebol vive muito mais os dramas das partidas do que os demais integrantes do time e comissão técnica. Quem garantia isso era Amílcar Giffoni, o responsável pela saúde da rapaziada do Vasco da Gama, durante a décda-1950.
 - O médico batalha, até o último minuto que antecede aos jogos, para mandr a campo o atleta que passou a semana tratando de um problema. Quando ele rola a bola, quem deu-lhe codições de jogo sente-se muito mais responsável pela sua produção. Fica ligado em todos os seus movimentos, temendo a volta do problema. Por isso, sente muito mais as emoções da peleja, assegurava Giffoni.
 Em 1950, o Vasco da Gama era elogiado por ter o melhor departamento médico do futebol carioca. Para o treinador Flávio Costa, um dos principais itens que levou o seu time ao título foi o trabalho desse pessoal que conseguia lhe garantir a escalação de ateltas imprescindíveis para o compromisso.
 Quem começou a modernizar o setor médico vascaíno foi o 30º presidente do clube, Antônio Rodrigues Tavares (1948/1949). Seu sucessor, Cyro Aranha, manteve a atenção ao setor, deixando o Vasco da Gama com médico, também, para as modalidades amadoras – Aloísio Caminha – e náuticas – o doutor Miranda.
 Amílcar Giffoni começou a trabalhar com o futebol a partir de 1943, quando o colega Leite de Castro o indicou a Vargas Neto, o presidente da Federação Carioca de Futebol-FCF (e sobrinho predileto do presidente da república, Getúlio Vargas). Servindo à seleção guanabarina, ficou campeão brasileiro e fez amizade com os treinadores Flávio Costa e Luís Vinhais.

Giffoni foi médico, também, da Seleção Brasileira
 Pouco depois,  convidado para servir ao América, ele especializou-se em medicina esportiva, estudando na Escola Nacional de Educação Física. Mas demorou pouco como americano.
 A FCF estava na esquina à sua espera. Mais um pouquinho e foi a vez do treinador uruguaio Ondino Viera e do diretor do departamento profissional vascaino, Digo Rangel, também desejarem os seus serviços, que foram estendidos à Seleção Brasileira da Copa do Mundo-1950.
 Campeão Carioca-1949/50/52, o Vasco da Gama poderia ter sido tetra, se não tivesse feito uma fraca campanha-1951. Amílcar Giffoni tinha uma explicação:
 - O Vasco não estava com time  envelhecido, como muitos falavam. Pagava os complexos surgidos com a perda do titulo do Mundial (para o Uruguai), por haver fornecido o maior número de jogadores. Desde 1946, jogava sem parar. Estafado, fisicamente, (em 1951), precisava de recuperação orgânica e do moral.
 De cordo com Giffoni, naquela temporada, o Vasco da Gama realizou 705 exames clínicos; 150 laboratoriais; aplicou 410 injeções; 520 procedimentos fisioterápicos; 80 chapas de Raios X; 110 atndimentos traumatológicos; 30 gessamentos; 40 pequenas cirurgias e manteve a alimentação dos ateltas sob permanente controle.
 No entanto, a fase vascaína de mais trabalho para o médico Amílcar Giffoni, segundo ele, foi quando a rapaziada esteve, em Santiago do Chile, disputando o Campeonato Sul-Americano de Clubes Campeões, o qual venceu, em 1948.
- Passamos 40 dias na concentração de Los Maitenes, lutando contra tudo, desde a comida até o frio intenso, afirmou ele à rvistas carioca “O Globo Sportivo”, considerando a trazida da taça “verdadeiro heroísmo” da moçada.            

               

 

               

 









HISTORI&LENDAS DA COLINA - GOLEADAÇA

 1 - Em 1953, rolou o I Torneio  Internacional  de Futebol do Rio de Janeiro. Além do Vasco da Gama, entaram Flamengo, Boca Juniors e Racing, estes dois da Argentina. O Vasco foi campeão, mandando, na última rodada, 5 x 2 Flamengo. Aconteceu em 3 de fevereiro de 1952, com os gols vascaínos marcados por Ademir (2), Sabará (2) e Chico. A rapaziada foi: Barbosa, Augusto, Harondo; Ely (Mirim), Danilo, Ipojucan, Sabará, Ademir, Alvinho (Vavá), Válter e Chico. 

2 - Quando o Vasco negociou o passe de Romário (sistemática antiga de transferência de atletas, abolida pela Lei Pelé), o carinha saiu da Colina batendo nos cartolas. Considerava o futebol brasileiro desorganizado e repleto de dirigentes desonestos. Capilarmente, bons tempos aquele  em que o hoje quase careca senador eleito pelo Rio de Janeiro, com 60 milhões de votos, ainda era da turma dos cabeludos. Romário deixou a vida dos cabeluda careca de fazer gols.
3 - O Vasco foi tri do Troféu Brasil de Remo, em 6 de dezembro de 2009, com cinco vitórias nas 12 finais, em uma manhã de domingo de sol escaldante na Lagoa Rodrigo de Freitas, na Cidade Maravilhosa. Na realidade, a sua rapaziada só comprovou que não dava para ninguém lhe tascar nada.

4 -  Antes de sair no braço, o “Almirante” estava na ponta, com quatro triunfos, contra dois do concorrente mais próximo.  Levou a melhor no ‘single skiff’ feminino (leve), com Camila Carvalho; no’four skiff feminino’, com Dayane, Natasha, Kissya e Camila; no ‘double skiff’ masculino (leve), com Henrique Motta e Alexis Mestre; no ‘single skiff’ feminino (sênior), com Camila Carvalho; e o oito, remado por Renato, João, Gustavo, Alexis, Rangel, Marco, Thiago, Felipe e Castro (patrão). 

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - CARLA BRUNI,1ª DAMA DOS FRANCESES

No registro civil,  Carla Gilberta Bruni Tedeschi. Para o “jet st” iternernacional e o mundo politico, Carla Bruni-Sarkozy, a graça da bela e ex-primeira dama da França.
 Quando pulou fora da barriga de Marysa Borini, uma pianista, Carla estava na italiana Turim e era vésperas do Natal (23.12.1967). Naquele dia, o compositor clássico Alberto Bruni Tedeschi não imaginava que, 42 temporadas depois, ele seria pai da primeira dama da França– Carls casou-se com o 23º presidente francês,  Nicolas Sarkozy (França (2008-2012).
Tempos de modelo e de fotos muito sexy em revistas
Com tanta música em sua vida, seria natual que Carla, também, vivesse entre palcos e estúdios de gravação. Foi o que fez, após descer das passarelas de modas, onde etivera, de 1987 a 1998. Gravou três álbuns – Quelqu'un m'a dit (2002);  No promises (2006), Comme Si De Rien N'Était (2008) e Little french songs (2013).
Carla foi parar na França, em 1975, porque o seu pai deixou a Itália por temor da das marxistas Brigadas Vermelhas, que sequestravam e assassinavam. A menina cresceu em Paris, depois foi estudar na Suiça, voltou a Paris e estudou na Sorbonne.
Em 1988, Carla não quis mais saber de livros. Virou modelo fotográfico, aos 19 de idade, e trabalhou para as grifes mais importantes, concorrendo com as “top” Naomi Campbell, Kate Moss, Claudia Schiffer e Christy Turlington, as primeiras famosas, internacionalmente. Uma das mais bem pagas do mundo da moda, chegou a faturar US$ 7,5 milhões de dólares, por temporada.
Em 2008, já primeira dama francesa, garimparam uma foto dela imitando Eva e levaram a leilao, sendo arrematada por US$ 91 mil dólares, seis vezes maior do que o preço imaginado.
Carla foi do time das primeiras modelos famosas internacionalmente
Menina namoradeira, Carla teve casos com Eric Clapton, Mike Jagger, Kevin Costner e com o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
 Logo, ser primeira dama era o seu destino, o que começou a rolar em 2007, quando descobriram o seu namoro com Sarkozy, que acabava de se separar da ex, em meio a rumores de chifradas rolando.
Chifradas por chifradas, a mãe de Carla chifrou o marido, por seis temporadas, e contou, bem mais tarde à filha, que o seu verdadeiro pai chamava-se Maurizio Remmert e vivia no Brasil desde 1970.  
Carla tornou-se primeira-dama da França em 2 de fevereiro de 2008. Ganho gabinete  no Palácio Eliseu e passou a acompanhar Sarkozy em sus viagens oficiais. Em 17 do último maio, ela anunciou estar à espera de Giulia, que pintou no pedaço em 19 do recentinho outubro.
FOTOS REPRODUZIDAS DE WWW.FANPOP.COM - AGRADECIMENTO


                   

 

sábado, 9 de dezembro de 2017

ÁLBUM DA COLINA - VASCO GUERREIRO

Você está acostumado a ver reproduzidos por aqui belos trabalhos artísticos da turma do site www.paixaovascao.com.br, não é mesmo? Mas, hoje, o "Kike" deparou-se com este no www.netvasco.com.br, que é o principal site esportivo brasileiro e um dos maiores do mundo, comandado pelo nosso amigo Fernando Ramos, torcedor vascainíssimo. 
Concorde que é um belo selo, exibindo um almirante guerreiro,  sem citar o autor do traço. Se alguém souber, por favor, nos informe, para colocar o crédito, informar a sua graça ao planeta.
 Enquanto isso, o "Almirante" segue lutando contra tudo e contra todos, aliás desde que que começou a rolar a bola, enfrentando a ira dos que não o aceitavam praticando-o a democracia epidérmica e na carteira de dinheiro.
 Salve NetVasco, pela sua ideia brilhante. Brilhantíssima. Valeu!      

HISTORI&LENDAS DA COLINA - SANTISTAS

1- Quando o Vasco da Gama inaugurou o estádio Club de Regatas Vasco da Gama, mais conhecido por São Januário, convidou o Santos para a inauguração. E levou 5 x 3 do “Peixe”, em 3 de março de 1927. Engasgado, com uma espinha no pescoço por dentro, uma temporada depois a “Turma da Colina” convidou a Portuguesa Santista. E levou  x 3.   

2 - Se tem um santo que não faz milagres contra o Vasco da Gama, seguramente, este é o glorioso (nem tanto) "Toín". Em cinco amistosos, só viu as coisas do jeito que o diabo gosta. No terceiro deles, em um feriado, quando a turma aproveita para beber umas pingas, Pinga e Sabará levaram a sério a partida e desceram dois goles no filó. E, já que o feriadão era dia de molhar o pescoço por dentro, o técnico Flávio Costa mandou à farra  quase todo o seu grupo: Victor Gonzalez, Paulinho de Almeida (Dario), Bellini (Haroldo), Orlando, Beto, Laerte (Jophe), Sabará (Ademir Menezes), Válter Marciano (Iedo), Vavá, Pinga e Parodi (Alvinho).     
3 - No 15 de novembro de 1983, quando entregou à sua torcida o estádio Aderbal Ramos da Silva, mais conhecido por Ressacada, o Avaí-SC convidou o Vasco da Gama para a festa com 27 mil presentes. Beleza! O “Almirante” compareceu  à Rua Tenente Calandrini, s/nº, em Florianópolis, equem abriu a primeria porta foi o vascaíno Vilson Taddei, aos 5 minutos. E abriu a segunda, aos 12. Aí desembestou a coisa. Marcelo, aos 19, fez o seu primeiro, e voltou ao filó, aos 40 e aos 45 do segundo tempo. No meio disso, aos 42 da mesma etapa final, Dudu havia passado por lá.

4 -  Celso Bozzano apitou vasco 6 x 1 Avaí e, a convite de Oto Glória, esta moçada fez a festa: Roberto Costa; Edevaldo, Chagas, Nenê e Roberto Teixeira; Serginho, Oliveira (Geovani), Vílson Tadei e Ernâni (Dudu); Marcelo e Paulo Egídio (Júlio César).

O VENENO DO ESCORPIÃO - SAMBA DO CRIOULO NA CADÊNCIA DE ZÉ DE RIBA

O governo do presidente e general João Figueiredo terminava. Era época de bipartidarismo e o governista PDS-Partido Democrático Social e o oposicionista PMDB-Partido do Movimento Democrático Brasileiro haviam marcado as sus respectivas convenções nacionais para 10, 11 e 12 de agosto de 1986.
Aureliano e Figueiredo reproduzidos de
 www.memorialdademocracia.com.br
 Tudo como mandava o cronograma sucessório. Menos no surrealismo dos membros das duas alas ideológicas. Chegou-se ao ponto de um partido ameaçar recorrer à justiça eleitoral para impedir candidatura na legenda contrária. Foi um autêntico “Samba do Crioulo Doido”, a letra daquela batucada pela qual um compositor transformava a história do Brasil em uma verdadeiro pandemônio escrito por inquilinos de hospício.
No real, o povo não suportava mais o regime militar lhe imposto desde 31 de março de 1964, emitindo todos os indícios de querer ver um candidato da oposição vencendo o situacionista. E mandou fortes perepectitivas de que isso ocorreria mais do que depressa. Inclusive, vários caciques que apoiavam o governo militar, sem a menor vergonha, pularam fora do barco e vestiram a camisa do PMDB, time para o qua torciam desde criancinha”. Afinal, era preciso sobreviver, politicamente, pós-Ditadura.
 Um dos casos mais barulhentos desse período pré-final de governo militar foi estrelado pelo vice-presidente de Figueiredo, o mineiro Aureliano Chaves, que assumira a presidência do país por várias vezes. Ele aderiu à candidatura oposicionista do governdor de seu Estado mineiro, Tancredo Neves, levando junto 65 votos ao colégio eleitoral. Mas não foi tão fácil apoiar a Frente Liberal, a turma pro-Tancredo, devido muitos os entraves municipais nas bases pedesistas, como ocorria, também, em Pernambuco.
Selo com Tancredo Neves  reproduzido de
www.metresdahistoria.blogspot.com.br
 Areliano Chaves até que demorou a se abraçar com Tancredo Neves. Ao fazê-lo, ouviu xingamentos de traidor, mas via a hora certa de desligar-se do diretório nacional do PDS e juntar-se a um outro político que passara toda a Ditadura servindo ao regime dos genrais-presidentes, o deputado pernambucano Marco Maciel, que fora, inclusive, presidente da Câmara. Juntos, os dois lançaram manifesto explicando razões da dissidência. No rebolo, Aureliano apressou a formação do PartidoLiberal Democrático, para sair candidato ao Senado, único local que ainda não estivera – já havia sido deputado estadual, federal, governador estadual e vice-prsidente da república. Aliás, ainda era.
 O que ninguém, quer dizer, um leigo em política partidária, jamais imaginaria fosse que um dos principais símbolos governistas no Congresso Nacional, o senador José Sarney, saísse candidato a vice-presidente pelo PMDB. Incomodou até os peemedebistas do seu Maranhão, onde o líder do desagrado era o deputado Renato Archer. Em Minas Gerais, quem gritou foi o deputado Pimenta da Veiga. Para eles, o PMDB deveria ter candidatos que somassem, não que enfraquecessem a Aliança Democrática, como ficou sendo chamado o movimento de apoio a Tancredo.
 O maior barulho desse episódio, no entanto, surgiu por intermédio de líderes pedessistas que apoiavam a candidatura do deputado Paulo Maluf, que vencera o candidato prferido pelo presidente Figueiredo, o seu minsitro Mário Andreazza, durante a disputa convencional partidária. Eles, também, não queriam Sarney candidato a vice de Tancredo. Esquisito? Esquisito, mas rolou.
Sarney em foto oficial - Divulgação
Palácio do Planalto
 Enfim, porque o PDS malufista não queria Sarney na parada? Simplesmente, porque a sua patota não “lera direito” as regas do jogo. Então, alegou incompatibilidade um senador do PDS sair candidato pelo PMDB. Esqueceram-se, porém, de que o José Ribamar Ferreira da Costa, a sua verdadeira graça (Sarney é nome artístico)o  não era senador do PDS, pois fora eleito pela (já inexistente e antecessora) ARENA-Aliança Renovadora Nacional. Mais? Pelo voto direto do povão maranhense.
 Resumo da ópera:  a caravana passou, Tancredo pegou um outro caminho e o glorioso Zé de Riba herdou, de presente, sem nunca sonhar, uma cadeira que passara mais de 20 temporadas  só sendo usada pelos ditadores generais-presidentes. De quebra, Zé de Riba mordeu 365 dias com a faixa presidencial no pescoço – surrealisticamente, real!