Vasco

Vasco

quinta-feira, 26 de abril de 2018

VASCO X RACING-ARG -HOJE - 21H30

REPRODUZIDO DE WWW.CRVASCODAGAMA.COM.BR, COM TEXTO DE CARLOS GREGÓRIO JÚNIOR
Decisão não é para ser jogada, mas sim para ser vencida! É com esse pensamento que o Vasco da Gama entra em campo nesta quinta-feira (26/04), às 21h30, para encarar o Racing Club (ARG) pela Conmebol Libertadores 2018. Na quarta colocação do Grupo 5, o Gigante da Colina precisa do triunfo para diminuir a diferença dos pontos para os argentinos e seguir vivo na luta por uma vaga para oitavas de final do torneio.
Para o importante duelo, o treinador Zé Ricardo apostará na base da equipe que empatou com a Chapecoense no fim de semana passado em Santa Catarina. Destaque no segundo tempo do confronto, período que o Cruzmaltino foi amplamente superior ao Verdão do Oeste, o meio-campo Thiago Galhardo volta a ficar à disposição para uma partida do torneio continental após três jogos. O camisa 8 tem chance de começar jogando.

imageT.Galhardo volta a ser opção na Libertadores após três jogos- Foto: Paulo Fernandes/Vasco.com.br

Referências do atual elenco do Gigante da Colina, o zagueiro Breno, o lateral-esquerdo Ramon, o meio-campo Giovanni Augusto e os atacantes Kelvin e Paulinho seguem fora de combate. O prata da casa é o único que não tem previsão de retorno para os próximos 30 dias, pois foi submetido a um procedimento cirúrgico no cotovelo esquerdo e o prazo de sua recuperação é de aproximadamente quatro meses.
Adversário do Vasco da Gama, o Racing Club chegou ao Rio de Janeiro na última terça-feira (24) embalado por dois excelentes resultados. Além de ter levado a melhor diante do Almirante no Estádio Presidente Perón, os Alvicelestes conquistaram uma boa vitória fora de casa contra o Rosário Central, pelo Campeonato Argentino. O técnico Eduardo Coudet escalará força máxima em São Januário.
O Gigante da Colina já mediu forças com o clube do bairro de Avellaneda nove vezes ao longo de sua história. O retrospecto do confronto aponta bastante equilíbrio, com duas vitórias para cada lado e cinco empates. O 10º duelo entre cruzmaltinos e alvicelestes será transmitido para todo o país pelo canal por assinatura SporTV. O trio da arbitragem será formado por Diego Haro, Raul Lopez Cruz e Jesus Sanchez, todos do Peru.

Confira os relacionados do Vasco para a partida contra o Racing:

Goleiros: Gabriel Félix e Martín Silva
Laterais: Fabrício, Henrique, Rafael Galhardo e Yago Pikachu
Zagueiros: Erazo, Paulão e Werley
Volantes: Andrey, Bruno Silva, Desábato e Wellington
Meias: Evander, Thiago Galhardo e Wagner
Atacantes: Andrés Ríos, Caio Monteiro, Riascos e Rildo

HISTORI&LENDAS DA COLINA - FONTANA

1 -  Treinado por Paulinho de Almeida, o Vasco começara bem o Campeonato Carioca-1968, após seis amistosos, entre 4 e 21 de fevereiro, com três vitórias, dois empates e uma escorregada. Durante o Estadual, o time corria como um coelho, preparado fisicamente por Paulo Baltar. E mandou 3 x 2 América; 4 x 1 Madureira; 1 x 0 Campo Grande; 2 x 0 Bonsucesso; 2 x 1 Bangu; 3 x 0 Portuguesa; 2 x 0 São Cristóvão e 3 x 1 Fluminense, este em 13 de março,  com Fontana  sendo expulso de campo, aos 51 minutos, acusado de agredir ao árbitro Armando Marques.

2 - Mesmo diante de acusação grave, Fontana não foi punido, exemplarmente, pelo Tribunal de Justiça Desportiva da Federação Carioca de Futebol. Ele defendeu-se, contando que Salvador e Reinaldo (do Flu) fizeram falta sobre ele, que foi cobrar do juiz. Quando discutia com o apitador, os colegas Bianchini e Danilo Menezes o empurraram para o lado, tendo ele empurrado um deles, que caíra por cima do árbitro. Logo, acidente de trabalho. E não foi que o tribunal foi na conversa! Aplicou-lhe só a multa de NCr$ 70 novos cruzeiros, uma ninharia para o Vasco pagar.        

 3 - O goleiro argentino Andrada ficava uma fera quando os companheiros o chamavam de “Arqueiro do Rei”, por ter levado o milésimo gol de Pelé. Por aquele 1969, estava na moda o uísque “King's Archers”,. Então, a rapaziada sacaneava: “Ô gringo, me dê um uísque”. Ele rebatia: "Non quiero esta brincadêra, non!" Aí  era que a turma encarnava mais. Teve que se acostumar. O zagueiro Fernando Silva, acusado pelo árbitro pernambucano Manoel Amaro de Lima de ter feito o pênalti em Pelé, jura que o “Camisa 10" tropeçou em uma de suas pernas e caiu dentro da área, no lance do gol 1.000. Para desconsolo de Andrada.   

4 -  Maior cartaz do Atlético-MG, na metade da década-1960, Bougleux, que a imprensa carioca escrevia Buglê,  conta ter sido forçado, pelos dirigentes do “Galo”, a vender o seu automóvel Mercury, modelo 1964, devido aos comentários de se tratar “de carro de playboy”. Segundo ele, jogador do futebol mineiro só poderia ter, no máximo, um Volkswagen. Quando comprou um Karman Ghia-1968, amarelo margarida, ficou perplexo por não terem reclamado. Venderam o seu passe para o Vasco da Gama, naquele ano, quanto tinha 22 anos de idade.     


quarta-feira, 25 de abril de 2018

FERAS DA ESQUINA DA COLINA - DANILO

 O médio (apoiador, hoje) Danilo Alvim havia encerrado a sua história em São Januário, desde 1954. Passadas 14 temporadas, a torcida vascaína ainda sentia saudades dele, seu “Príncipe”. Gostaria de continuar a ver um cara que tocasse a bola de maneira sutil, elegante, levando-a à frente, como se fosse um buquê de flores para a namorada. 
 Um cara assim, conforme fora descrito pelo Nº 474 da Revista do Esporte, de abril de 1968, não se encontrava no futebol brasileiro. Mas o técnico Zezé Moreira, que o havia dirigido no time uruguaio do Nacional, de Montevidéu, conhecia um e o trouxe para São Januário, em 1965.
Chamava-se Danilo Menezes o atleta e era visto como uma cópia fiel de Danilo Alvim, “que empolgara o Brasil, “com atuações maravilhosas”, segundo a mesma revista.  A revista via nele quase tudo igual ao xará: calma, modo de falar, gestos cavalheirescos e simpatia, dentro e fora do gramado.
“Quando um companheiro lhe  passa a bola, Danilo (Menezes) já tem toda a jogada estudada... dos seus pés saem lances simples, bonitos e objetivos...Sua perna esquerda funciona ritmada com precisão, principalmente quando faz lançamentos longos... tem outra (virtude) muito importante, que é a de marcar gols”.
Pelas Eliminatórias da Copa do Mundo-1966, em quatro jogos contra Venezuela e Peru, Danilo marcou quatro gols com a camisa da “Celeste”.
O caçula, de oito irmãos, o meia-atacante nasceu em 17 de fevereiro de 1945, em Rivera, na fronteira do Uruguai com o Rio Grande do Sul, e sempre atravessava a rua para brincar com os garotos gaúchos de Santana do Livramento.
 Aos 16 anos, Danilo começou a rolar a bola, pelo Oriental, de sua cidade. Aos 20, chegou ao Nacional, da capital, e foi campeão uruguaio, em 1963. Medindo 1m70cm, seu peso ideal era 67 quilos. Preferia trabalhar pela direita do gramado, para ter melhores chances de lançar com o pé esquerdo. Sobre o seu estilo de jogo, dizia: “Trato a bola como o barbeiro corta o cabelo, o pedreiro trabalha a massa e o pintor prepara os seus quadros”.
 Danilo Menezes chegou ao Vasco, com 20 anos de idade e saiu, aos 27,   em 1972, depois de formar bons meios-de-campos com Maranhão e Lorico, e Alcir e Buglê. Da Colina, foi para o ABC de Natal, para ser eleito “o camisa 10 do século 20” naquele clube. Até ganhou, do jornalista Rubens Lemos Filho, uma biografia, intitulada “O Último Maestro”.
          FOTO REPRODUZIDA DA REVISTA DO ESPORTE

TRAGÉDIAS DA COLINA - ROMARIANA

 De acordo com a revista "Placar", Romário nunca bateu mil vezes na rede. Nesse quesito, no Brasil, nem o  "Rei Pelé". A publicação “desmilha”, solenemente o “Camisa 10”, deixando-o bem longe das 1.282  lhe atribuídas pela imprensa.
De Romário,  "Placar" 106 bolas no barbante, por alegar que 77 foram em jogos infantis e juvenis, e 29 em partidas festivas. OINIÃO DO KIKE 
Metolologias à parte, o“Baixinho” superou o “Rei” em gols oficiais. Se, entre 1957 e 1977, Pelé marcou 720, como quer “Placar”, enquanto Romário chegou a 722, de 1985 a 2007.
 O antigo ídolo vascaíno ganha uma outra: maior número de “matanças”. São 27 comandos de pelotões de artilharia, em 87 competições oficiais, contra 24 de Pelé, em 63 disputas do mesmo nível. O cruzmaltino ainda tem a ponta do Campeonato Brasileiro de 2000, ganho pelo Vasco e que uma briga entre cartolas terminou por transformá-lo em Copa João Havelange.
OPININIÃO D KIKE:, se a bola rolou, passou pelo goleiro e bateu na rede, é gol. Antes de ser profissional, o garoto não disputa campeonatos federados nas bases? Porque tais jogos e os amistosos não devem valer na contagem dos gols?

terça-feira, 24 de abril de 2018

13 - CHARGISTAS NO ESPORTES - AIRES


Piauiense, de Parnaíba, única cidade banhada pelo mar no Estado, Antônio Aires é “pai”, entre outros,  de Muruma, Ermitão, Luk, o Dragão, Jericar e Veroso, personagens que circularam pelas histórias em quadrinhos. Também, ilustrou vários livros de agências estatais.
 Nascido em 5 de janeiro dede 1947, ele foi professor de desenho em sua terra, onde desenhou para projetos culturais. Chegou ao Distrito Federal, em 1976, e o seu primeiro emprego foi no Jornal de Brasília, para o qual criou símbolos para os times que disputariam o primeiro campeonato de futebol profissional candango.
Após duas temporadas no JBr, ele mudou-se para o José - Jornal da Semana Inteira, que o teve até 1983. Por lá, além de desenhos de várias vertentes, ilustrou páginas sobre a Loteria Esportiva. O próximo passo foi desenhar para a antiga Radiobras, empresa de comunicação do governo, atual  EBC-Empresa Brasileira de Comunicação, que só tratava, na época, de rádio e TV. Ficou por um ano na casa.
 Achando que ganhava pouco, Aires passou para o ramo das agências de publicidade, até ser chamado por mais uma estatal, a Telebrasília, do governo do DF, que o segurou entre 1985 a 2000. Por fim, trabalhou para a Prefeitura da cidade goiana de Formosa. E aposentou-se.
Ayres, como assina, também, na verdade, é mais quadrinista do que chargista. Ele criou, recentemente,  várias ilustrações do personagem Wlaska, a Wlaskaína, que este blog publicará, brevemente, tendo por modelo uma Miss Marasul-Maranhão do Sul que já foi modelo dos guardanapos do Bar Garota de Ipanema, do Rio de Janeiro.            


FERAS DA ESQUINA DA COLINA - ALOÍSIO

Ele era chegado da turma do Flamengo e planejava puxar o tapete de quem fazia dupla ofensiva com o goleador do Vasco da Gama.  Nome do sujeito? Aloísio Matias da Costa. 
Além dessas três explicitudes, este carioca, nascido em 1º de dezembro de 1941, explicitava mais uma outra: dizia-se muito mais atleta do futebol de salão, do que dos gramados e jamais pensara em rolar a bola no verde. Explicitíssimo! Nada a esconder.
 Por causa de tanta franqueza, o treinador Zezé Moreira gostou da sua sinceridade de Aloísio e decidiu dar-lhe a chance que não tivera quando fora para o “football association” de Flamengo e Botafogo.
 Aloísio jogava por um time de futsal da Gávea, o Carioca. Em 1961, companheiros incentivaram-no a tentar os gamados com a jaqueta flamenguista, já que morava do lado do clube e era amigo da rapaziada rubro-negra. Encarou o desafio, mas foi escalado como centro-médio (espécie de volante da época), o que ele desagradou, pois a sua era destruir defesas, afinal media 1m81cm de altura.
 Como a flamengada não dera certo, Aloísio aceitou a sugestão do médico alvinegro Lídio Toledo para “retentar” a sorte em General Severiano.
“Retentou” e conseguiu que o escalassem como centroavante. Agradou, assinou contrato e pegou, por concorrentes, Quarentinha e Amoroso.
Seria difícil, porém, jogar ao lado de Garrincha, Amarildo e Zagallo, pois os caras eram muito mais experientes e de Seleção Brasileira. Próximo passo? São Januário.
 Se antes era torcedor alvinegro, depois de se instalar na Colina, Aloísio tornou-se inimigo fatal dos botafoguenses.
Queria pagar ao Vasco, com juros e correção monetário, pela chance que não tivera no Fla e no Bota. Mas ficou só no sonho. Não aconteceu, também, em São Januário.
 Assim, o xará (ou quase xará) mais lembrado pelos vascaínos é o Aluísio “Chulapa” (trocado o “o” pelo “u”), que disputou a camisa 9 durante a Série B do Brasileirão-2009.  
             FOTO REPRODUZIDA DA "REVISTA DO ESPORTE"

A BELÍSSIMA MUSA DO DIA - THAÍS

Deus, Buda, Alá, Zeus, seja lá que deus tenha sido, criou este monumento que o  www.musicadogol (onde o Kike viu) presenteia os seus internautas com a beleza de Thaís Menezes, modelo que encanta por onde passa. Inteligente, trabalhadora, ela é uma das grandes representantes da beleza da mulher brasileira, que inveja as estrangeiras. Tahis pinga em seus olhos, como um colírio, porque hoje é sábado. Como dizia Vinícius: "Que me perdoe as feias, mas beleza é fundamental". Vendo Tahís, vê-se porque o poeta é poeta. Confere? 
God, Buddha, Allah, Zeus, whatever god it was, created this monument, and www.musicadogol (where Kike viuj) presents its netizens with the beauty of Thais Menezes, a model that enchants wherever it goes. Intelligent, hardworking, she is one of the great representatives of the beauty of Brazilian women, who envy foreign women. Tahis drips in his eyes, like an eye drop, because today is Saturday. As Vinicijos said: "May the ugly one forgive me, but beauty is fundamental." Seeing Tahis, the poet is entirely right. Does it?

segunda-feira, 23 de abril de 2018

TRAGÉIDAS DA COLINA - OS PIZÕES DA CIDADE

No 6 de junho de 1989, a rapaziada receberia a visita do insignificante time chamado Nova Cidade, pela décima rodada do segundo turno do Estadual-RJ, em São Januário. Se o "Almirante" afogasse o desafeto, se igualaria ao Botafogo, ambos somando 18 pontos e ainda colocaria dois de frente sobre o seu 'rivalaço' Flamengo.
Quem seria maluco de apostara contra vascaínos jogando em casa contra um timeco? Só mesmo quem fosse amante de "zebraças". E não foi que esta compareceu ao relvado da Colina! Contra todas as expectativas, afinal o zagueiro Mauro Aurélio abrira a conta, aos 33 minutos. Porém, passados mais oito, os caras empataram a pugna. 
Sem problemas, imaginava-se, pois a segunda etapa seria para "espantamentos de zebras". Mas o que rolou? Aos 64 minutos, eles passaram à frente do placar, deixando a galera extática, incrédula. Quando nada, aos 81, Bismarck empatou e salvou o Vasco de um grande vexame. Piztraadaça! Ainda bem que o vexame foi assistido por apenas 1.240 pagantes, que botaram fé nesses "pisões": Acácio; Paulo Roberto 'Gaúcho', Célio, Marco Aurélio e Lira; Zé do Carmo, Geovani (Tita) e Bismarck; Ernânii (Ânderson), Sorato e William. O treinador era Sérgio Cosme.

12 - CHARGISTAS NO ESPORTE - EDRA

 Élcio Danilo Russo Amorim, o Edra,  tem desenhos e ilustrações  publicados por vários jornais e revistas nacionais e internacionais. Constantemente, este mineiro, de Caratinga, participa de salões de humor, já tendo levado seis premiações, com destaque para o do Salão Internacional de Humor do Piauí e o concurso Por Su Salud, No Fume!, na argentina Buenos Aires.
 Criador de mais de 300 logomarcas, Edra é o  idealizador da Casa Ziraldo de Cultura, em homenagem ao grande amigo e conterrâneo. Nascido em 21 de janeiro de 1960, ele estudou desenho arquitetônico, mas prefere ser cartunista, designer gráfico, produtor cultural e editor.
Ziraldo prestigia e Edra, em lançamento de livro,
em foto clicada por Eunice Hirada
Os seus primeiros trabalhos profissionais saíram, em 1980, no jornal Correio Braziliense. 
Também, em Brasília, atuou como diretor de artes da  revista ‘Gol’ e publicou as revistinhas de passatempos ‘Pimpolim’ e ‘Tic-Tac’. Ainda trabalhou para os jornais ‘Folha de Brasília’, ‘Jornal de Brasília’ e ‘Correio do Brasil’. 
Neste último, durante quatro temporadas, desenhou e editou o suplemento infantil ‘Clubinho’, e tiras diárias do personagem “Tevin”, um garoto danado que aprontava todas as bagunças no esporte.
Outro trabalho de Edra foi desenhar e editar  o ‘OABaby’, suplemento infantil do jornal “A Voz do Advogado”, da seção brasiliense da Ordem dos Advogados do Brasil-OABDF. Um dos editores do  ‘Brazil Cartoon International’, ele é autor de vários livros, entre os quais ‘Almanaque Galhofa (Edra, 1981); Chulé (Edra, 1993); Bagunçaram o Meu Coreto(Edra, 1997); Se Rir Eu Choro… (Edra, 1998); O
Que Vier Eu Traço (Edra, 2003) e E Foi Assim…(Edra,2005).  



domingo, 22 de abril de 2018

TRAGÉDIAS DA COLINA - PIZÕES DA CIDADE

No 6 de junho de 1989, a rapaziada receberia a visita do insignificante time chamado Nova Cidade, pela décima rodada do segundo turno do Estadual-RJ, em São Januário. Se o "Almirante" afogasse o desafeto, se igualaria ao Botafogo, ambos somando 18 pontos e ainda colocaria dois de frente sobre o seu 'rivalaço' Flamengo.
Quem seria maluco de apostara contra vascaínos jogando em casa contra um timeco? Só mesmo quem fosse amante de "zebraças". E não foi que esta compareceu ao relvado da Colina! Contra todas as expectativas, afinal o zagueiro Mauro Aurélio abrira a conta, aos 33 minutos. Porém, passados mais oito, os caras empataram a pugna. 
Sem problemas, imaginava-se, pois a segunda etapa seria para "espantamentos de zebras". Mas o que rolou? Aos 64 minutos, eles passaram à frente do placar, deixando a galera extática, incrédula. Quando nada, aos 81, Bismarck empatou e salvou o Vasco de um grande vexame. Piztraadaça! Ainda bem que o vexame foi assistido por apenas 1.240 pagantes, que botaram fé nesses "pisões": Acácio; Paulo Roberto 'Gaúcho', Célio, Marco Aurélio e Lira; Zé do Carmo, Geovani (Tita) e Bismarck; Ernânii (Ânderson), Sorato e William. O treinador era Sérgio Cosme.

VASCO DA GAMA 1 X 1 CHAPECOENSE

A rapaziada está recuperada, parcialmente, do vexame da quinta-feia passada, quando levou 0 x 4 do argentino Racing, fora de casa, pela Taça Libertadores. Agora, com quatro pontos no Campeonato Brasileiro - antes, havia vencido o Atlético-MG, por 2 x 1, de virada, o time vascaíno terá a oportunidade de se vingar dos "hermanos", nesta quinta-feira, no jogo de volta pela disputa continental, em São .Januário, a partir das 21h30. Pela competição nacional, o próximo adversário será o América-MG, também na Colina, no sábado 5 de maio, a partir das 19h30.
Fotografado por Carlos Gregório Júnior, o vascaíno Wellington (D) ganha o
lance e arma uma ofensiva 
     
CONFIRA A FICHA TÉCNICA - 22.04.2018 (domingo) – VASCO DA GAMA 1 x 1 CHAPECOENSE -  2 rodada do Campeonato Brasileiro. Lodal: Arena Condá, em Chapecó-SC. Juiz: Luiz Flávio de Oliveira-SP. Renda: R$ 193.270,00. Público: 8.675 torcedores. Gols:: Wellington Paulista, aos 18 min do  1 tempo, e  Andrés Ríos,aos  9 min do' 2 tempo. VASCO: Martín Silva; Rafael Galhardo (Thiago Galhardo),Paulão, Werley e Henrique; Desábato, Wellington (Evander), Yago Pikachu e Wagner;  Rildo (Risascos) e Andrés Ríos. Técnico: Zé Ricardo. CHAPECOENSE-SC: Jandrei; Apodi, Rafael Thyere, Douglas e Vinícius Freitas; Amaral, Elicarlos, Luiz Antonio (Nadson e Leandro Pereira) e Canteros; Arthur Caike e Wellington Paulista (Vinícius). Técnico: Gilson Kleina


DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - SÍLVIA REZENDE, MISS BRASÍLIA-1962

Em junho de 1962, o Brasil estava em festa, devido a conquista do bicampeonato mundial de futebol, no Chile, pela seleção canarinha. Por aquela época, o concurso Miss Brasil só perdia em importância para o Carnaval e a bola rolando nas tardes dos domingos desse pais.
 Enquanto a Bahia vencia na passarela do ginásio do Maracanãzinho, com Maria Olivia Rebouças, a recém inaugurada Brasilia era representada por Silvia Rezende, que brilhou no Rio de Janeiro usando vestido de baile de brocado branco, revestido por perolas.  Confira na foto abaixo, reproduzida da revista "O Cruzeiro".
 Sílvia concorreu contra 23 outras belas brasileiras, a maioria morenas – duas com olhos azuis e duas com pares verdes – diante de 25 mil almas. Viveu uma noite muito animada, em que a plateia cantou o "parabéns pra você" em homenagem a aniversariante Miss Santa Catarina. Também, aplaudiu e reanimou a Miss Pernambuco quando esta tropeçou na passarela e gritou "olé!!!"` sempre que a Miss Paraíba fazia a meia-volta e emplacava um interessante movimento de ombros.
Silvia Marisa Resende, que representou o Minas Brasília Tênis Clube - nascida em Boa Esperança-MG, no 25 de dezembro de 1940 -  exibiu olhos castanhos claros, embelezando os seus 1m70cm de altura, pesando 57 quilos, mais 95cm de busto, 96 de quadris, 58 de coxas e 20 de tornozelos.
Este vestido de baile custou 200 mil cruzeiros, uma fortuna
na época. Usado em uma noite de luxo e bom gosto que
deixaram o público extasiado
 Formada em Sociologia, ela foi enfaixada pela antecessora Marília de Carvalho Brício e havia antes participado, antes, do Miss Minas Gerais-1961, perdendo a coroa, por um ponto, para Staël Maria da Rocha Abelha, que se tornaria a Miss Brasil daquela temporada.      
 HISTÓRIA - Embora a nova capital brasileira, em 1962, tivesse menos de mil dias de inaugurada e a sua população predominante fosse masculina, desde 1959 já se escolhia a mais linda brasiliense, emboras fosse impossível haver belas com idade para disputar concursos de beleza.    
No primeirão, tendo por concorrentes Ruth Kunze Bastos, do Jockey Clube de Brasilia; Eloísa Lace Lopes, do Cota Mil Iate Clube; Maria Helena Felipe, da Casa do Ceara, e Nancy Terezinha de Rezende, do Grêmio Esportivo Brasiliense, a eleita Miss Brasilia foi a goiana Magda Renate Pfrimer, representando o Iate Clube de Brasília e que ficou em segundo lugar no Miss Brasil. Ela havia sido Miss Goiás-1958 e participado do Miss Brasilia-1959.  O sucesso esperava por ela na nova capital do país.   





sábado, 21 de abril de 2018

SÃO JANUÁRIO APAGA 91 VELINHAS


Hoje é dia de festas na Colina. No 21 de abril de 1927, já 91 temporadas,  inaugurava-se o estádio Club de Regatas Vasco da Gama, mais chamado por São Januário, em alusão à rua que passa pelos fundos. De acordo com o Centro de Memória do Vasco a Gama, "esta façanha teve início após a insubordinação do Vasco da Gama, que se recusou a cumprir a exigência da Associação Metropolitana de Esportes Athléticos de expulsar os atletas pretos, pobres, operários e analfabetos".

Diz mais o texto: "A construção desse estádio, que na época de sua inauguração foi o maior equipamento de esportes da América do Sul, enfrentou todos os sortilégios, e não contou com recursos públicos. Contudo, superou todos os obstáculos e se tornou o Gigante da Colina. Aqui foram sediados inúmeros acontecimentos históricos de relevância para o Brasil e para a nação. As comemorações do dia do Trabalhador, em primeiro de maio, o anúncio de diversas leis que compõem a Consolidação da legislação Trabalhista – a CLT, as jornadas de luta da campanha".
Prossegue o texto: "O petróleo é nosso", desfiles de escolas de samba, shows culturais, competições de atletismo, e, sobretudo, grandes conquistas na nossa paixão maior, que é o futebol. Estes fatos merecem ser destacados, pois são vitórias e conquistas que fazem o diferencial único, que somente o Vasco da Gama possui e nenhum outro Clube de Futebol conquistou. Essa presença do Vasco da Gama na vida nacional e, do lado que sempre esteve, formou uma espécie de DNA que é um legado que todos os vascaínos se orgulham de ter e defender". 
E finaliza assim: "O Expresso da Vitória, que tantas alegrias nos deu, somados aos grandes talentos como Barbosa, Nelson da Conceição, Bellini, Romário, Roberto Dinamite Juninho Pernambucano, Alcir, Carlos Germano, Andrada, entre tantos outros, estão eternizados na memória do nosso Clube.  Hoje é o dia de reverenciarmos nossos dirigentes antepassados pela coragem, que sempre tiveram e nos legaram um Clube e um estádio com a história mais bela de todos os Clubes de futebol. Quando entoamos nosso grito de guerra e dizemos: "Atenção Vascaínos! Ao Vasco Tudo!"
FOTO REPRODUZIDA DO CENTRO DE MEMÓRIA DO VASCO DA GAMA

O VENENO DO ESCORPIÃO - HISTÓRIAS DE UM POVO HEROICUBRADO E RETUMBANTE

 1- Por ocasião das comemorações do centenário da independência do Brasil, em 1922, o presidente de Portugal, Antônio José de Almeida, fez a primeira visita oficial de um chefe de estado português ao país. Seu protocolo oficial incluiu visita a um colégio, quando ele  manteve este diálogo com um garoto, de 11 de idade:
- O que você sabe sobre a amizade entre os nossos países?
- O Brasil é filho de Portugal.
 - Qual dos dois é o mais rico?
- O Brasil.
- Porque?
- Nunca ouvi dizer que Portugal tem cerveja que ofereça prêmios. O meu pai já ganhou 20 contos de reis.
- Do seu ponto de vista, putinho, você está certo.

2 - O presidente Antônio Almeida foi uma autêntica máquina de fazer discursos, no Rio de Janeiro. Onde ia, mandava o verbo rolar, sem pena dos ouvidos dos presentes. Passadas 35 temporadas de sua visita ao Rio de Janeiro, a prefeitura da cidade o homenageou, colocando o seu nome em uma praça na Esplanada do Castelo. Por iron ia do destino, só houve um discurso naquele dia.      
3 – A corrida presidencial rolava, em 1959, entre o candidato Jânio Quadros, da UDN,  e o marechal Henrique Lott (foto), do PSD. Perto do pleito, o representante Bernardes Filho, do Partido Republicano-PR, telefonou para a residência do militar e não foi atendido. Um major assessor de campanha que o atendeu respondeu que o homem não poderia atender porque estava rouco e pronto para dormir.
4 – Quando fazia os últimos comícios, pelo interior paulista, Lott conversava com o deputado Ulysses Guimarães, quando um  eleitor o indagou se ele já se sentia ganhador daquela eleição. Sua respostas: “Meu filho, você já viu mineiro perder trem, vergonha, revolução e eleição?” Lott perdeu, pois os votos do PR lhe fizeram muita falta. Ficou rouco e foi dormir e hora errada.
5 – No dia 30 de setembro, vésperas do pleito presidencial de 3 de outubro, o presidente Juscelino Kubitscheck marcou uma fala ao país, por uma cadeia de rádios e TVs, a fim de dizer que cumprira as 30 metas prometidas, além de deixar o pais em completa normalidade democrática. Dias depois, houve o batismo de um Boeing 707, da Pan-American, no aeroporto de Brasília. JK convidou Dona Coracyh Uchoa, a esposa de Israel Pinheiro, seu tocador de obras, para o batismo do avião.  Como ela quebrara a garrafa de champanhe com muita rapidez, os fotógrafos pediram um bis mais lento. Então, ele gritou: “Madrinha, bata mais devagar no menino!”      
6 – A proximidade do pleito presidencial de 3 de outubro de 1959 não deixou de incluir uma visita do candidato do governo pessedista, o marechal Lott, ao presidente Juscelino Kubitischek. Acompanhado do seu colega de chapa e petebista João Goulart, um otimista  Lott foi recebido pelo estado-maior da coligação PSD/PTB, vários ministros, senadores, dezenas de deputados, representantes de comitês partidários e pelo governador do Rio de Janeiro, Roberto Silveira. Malandramente, a imprensa fez manchete sacaninha, dizendo  o equivalente a “Lott  põe os pés no Palácio da Alvorada – mas foi só naquele dia. Nas urnas, o inquilino da casa ficou sendo Jânio Quadros.

sexta-feira, 20 de abril de 2018

11 - CHARGISTAS NO ESPORTE - OS CARUSO

Charge de Chico em "O Globo"

Paulistano, nascido em 6 de dezembro de 1949, Chico Caruso, isto é, Francisco Paulo Hespanha Caruso, é filho de uma “fábrica” de chargistas, caricaturistas e humoristas, além de brincar com a música. É irmão gêmeo de Paulo Caruso e pai do humorista Fernando Caruso.
Chico estreou na imprensa, pelo final da década-1960, desenhando para a ‘Folha da Tarde’, de sua terra. Depois, rodou por ‘OpiniãoMovimentoGazeta MercantilIstoÉVejaJornal do Brasil e O Globo”, onde está divertindo a galera desde  1984.
De sua parte, Paulo José Espanha Caruso, nascido cinco minutos depois do Chico, passou muito tempo na revista ‘ISTOÉ’, assinando a charge semanal “Avenida Brasil”. Também, desenhou para o programa ‘Roda Viva’, da TV Cultura. Assim como o irmão, também manda ver na música (e em hHistórias em quadrinhos).
Charge de Paulo em 'IstoÉ'
Paulo Caruso começou a vida artística noo “Diário Popular-SP”, pelo final da década-1960. Já colaborou com a ‘Folha de S.Paulo e Movimento’, e publicou tiras na Folha da Tarde-SP. Entre 1969 e 1976, cursou arquitetura na USP. Na década-1970, foi para ‘O Pasquim’. Na-1980, voltou à grande imprensa, por ‘VejaIsto ÉCaretaSenhor’. Em 1988, esteve, novamente, em  ‘Isto É’. Seus trabalhos também aparecem em publicações especializadas como Circo, Chiclete com Banana e Geraldão.
Na charge acima, a Seleção Brasileira do treinador Luís Felipe Scolari, o Felipão, estava de olho na Argentina do Papa Francisco - terminou vice da Copa do Mundo-2014, no Brasil. Abaixo, a presidente Dilma Roussef, em um lance da política brasileira, leva bola nas costas ante os pessedebistas José Serra, que foi candidato a presidente da república, contra Lula, e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o antecessor do mesmo Lula.

TRAGÉDIAS DA COLINA - SAMUEL


 Durante a década-1970, o Vasco da Gama não tinha muita sorte quando enfrentava o Fluminense. E quem viveu uma gande tragédia por ali foi o goleiro  Samuel, revelado nas bases. Era 1976 e durante uma semana de jogo contra os tricolores três goleiros saíram contundidos de treinamentos. Sobrou para o garoto Samuel encarar aquele timaço que tinha Rivelino como seu principal astro. Com dois minutos de bola rolando esta caiu na medida para Riva, da intermediária, disparar um míssil. Samuel papou uma avestruz, mesmo com a pelota já chegando fraca em cima dele.  Naquele lance, mandou avisar à torcida vascaína que chamasse um cardiologista, o mais rápido que pudesse. E não deu outra: Flu 4 x 2 e Samuel sumiu do mapa. 
 COLABORAÇÃO DO PESQUISADOR MAURO PRAIS.

quinta-feira, 19 de abril de 2018

VASCO DA GAMA 0 X 4 RACING-ARG

REPRODUZIDO DE WWW.CRVFVACODAGAMA.COM.BR
A equipe do Vasco da Gama entrou em campo na noite desta quinta-feira, diante do Racing, para mais um compromisso pela fase de grupos da Conmebol Libertadores 2018. O duelo, disputado no Estádio Presidente Perón, na Argentina, terminou com vitória adversária pelo placar de 4 X 0. O Gigante da Colina volta ao gramado neste domingo (22), diante da Chapecoense, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro. Pelo torneio internacional, o Cruzmaltino volta ao gramado na próxima quinta-feira (26), às 21h30, em São Januário, novamente contra o Racing.
O JOGO
Atuando em seus domínios, foi o Racing quem começou o duelo levando perigo. Aos seis minutos, após cobrança de escanteio, Donatti apareceu para finalizar. Entretanto, foi parado pela bela defesa de Martín Silva. O Vasco respondeu na sequência, quando Wagner deu bom passe para Wellington concluir e mandar a redonda à esquerda do gol adversário. Aos 12 minutos, a arbitragem marcou pênalti para os donos da casa e Martín Silva cresceu para evitar o primeiro tento do Racing.
Mais adiante, aos 26, Andrés Ríos deixou Wellington de frente para o camisa 1 argentino. O volante perdeu o ângulo e devolveu para o atacante, bloqueado na hora do chute. Em seguida, Henrique cruzou, a bola passou por Wellington e sobrou para Wagner. O meia não conseguiu a finalização e a defesa do Racing afastou o perigo. Aos 32, o time adversário marcou com Centurión: Racing 1 a 0. Nos minutos finais da primeira etapa, os donos da casa ampliaram com Lautaro: Racing 2 a 0.
Antes do árbitro apitar o fim do tempo inicial, mais um pênalti foi marcado para o Racing. Mais uma vez, Martín Silva foi absoluto para evitar o gol na batida de Lisandro. Na volta para a segunda etapa do duelo, aos seis minutos, Zaracho ampliou a vantagem no placar: Racing 3 a 0. Quando o cronômetro marcava 13 minutos, mais uma penalidade máxima foi anotada para o time argentino. Desta vez, Lisandro converteu: Racing 4 a 0.

FICHA TÉCNICA - 19.04.2018 (quinta-feira|) - VACO 0 x 4 RACING-ARG. 2ª rodada da Taça Libertdores. Estádio: Presidente Perón, em Avellaneda-ARG.  Árbitro: Ulises Mereles-PAR.Gols: Centurión as 32, e Lautaro Martínez, os 38 min  do 1º tempo;, Zaracho, aos 6', e Lisandro López, os 15 min do  2º empo. Público e renda: não divulgados. VASCO DA GAMA: Martin Silva; Yago Pikachu, Paulão, Erazo e Henrique; Leandro Desábato, Wellington, Bruno Silva (Caio Monteiro 40'/2ºT), Evander (Rildo intervalo) e Wagner; Andrés Rios. Técnico: Zé Ricardo. RACING: Musso, Saravia, Sigali (Barbieri intervalo), Donatti e Soto; Solari, Nery Domínguez, Zaracho e Centurión (Meli 19'/2ºT); Lautaro Martínez (Mansilla 31'/2ºT) e Lisandro López. Técnico: Eduardo Coudet.

DUELO SEM JOGOS HÁ 21 TEMPORADAS

O Vasco da Gama j á encarou o Racing-ARG, que usa camisas azuis e brancas, listradas, em oito oportunidades, das quais três rolaram em Buenos Aires. A última foi em 21 de outubro de 1997, pela Supercopa da Libertadores. Portanto, há 21 temporadas, quando o treinador Antônio Lopes não escalou força máxima, por estar na reta do Campeonato Brasileiro que teria a sua turma levando o título (terceira vez).
Naquele da, ficaram de fora o goleiro Carlos Germano e o atacante Edmundo, que era a principal figura do time e foi mais destacado jogador da temporada em todo o planeta. Só não ganhou o prêmio de melhor do mundo, porque não jogava na Europa. Mesmo sem ele, Lopes não retrancou o seu time, mandou a moçada ao ataque e venceu, por 3 x 2.
Imagens antigas  reproduzidas do site  oficial
www.crvascodagama.com.br. Agradecimento.
O primeiro Vasco x Racing rolou durante o 28 de janeiro de 1953, em uma quarta-feira, no Maracanã, valendo pelo Torneio Quadrangular do Rio de Janeiro. Terminou no 1 x 1.Na mesma temporada, em 29 de março, os dois voltaram a se encontrar e ficaram no 0 x 0. No terceiro encontro, novo empate, em 30 de dezembro de 1955, por 1 x 1, em uma sexta-feira, no Maracanã. Valia pela Taça do Atlântico.
Depois disso, as duas equipes demoraram a se encontrar, só ocorrendo em 9 de julho de 1969, com os "hermanos" em São Januário, e os 3 x 2 já citados, ambos pela Super Copa. 

CONFIRA A FICHA TÉCNICA DE 21.10.1997 - VASCO DA GAMA 3 X 2 RACING-ARG. Segunda fase da Supercopa da Taça Libertadores da América.  Estádio: Presidente Perón, em Buenos Aires-ARG. Juiz: Eduardo Dluzniewski-URU. Gols : Ramón, aos 41 min do 1º tempo; Garcia, 6; Nasa, aos 13; Delgado, aos 21, e Luís Cláudio, aos 42 min do 2º tempo.VASCO: Márcio; Válber (Luís Cláudio), Odvan, Mauro Galvão e Felipe (Pedrinho); Luisinho (Fabrício Eduardo), Nasa, Juninho e Ramon; Mauricinho e Evair. Treinador: Antônio Lopes. RACING-ARG:Navas; Galvan (expulso), Arce, Zanetti, Garcia, Michellini, Cordobá, Mandra (Delgado), D'Amico (Villalonga) e Diez. Treinador: Carlos Babington.

10 - CHARGISTAS NO ESPORTE - C. ESTÊVÃO

Reprodução de "O Cruzeiro" de 27.09.1958
 Carlos Estêvão de Souza foi um pernambucano, nascido em 16 de setembro de 1921, em Recife. Viveu até 14 de julho de 1972 e fez o nome na imprensa carioca, principalmente, na revista ‘O Cruzeiro (1928 a 1975). 
No entanto, ele só pintou na casa pelo  final da década-1940, para ficar até os inícios da 1970.
  Filho de Estêvão Pires de Souza e Maria Salomé de Souza, o chargista Carlos Estevão jamais recebeu aulas de arte, tendo feito os primeiros desenhos para a seção de arquitetura de uma agência estatal carioca.
  O próximo passo foi ir para os Diários Associados, em 1948, para desenhar o contador de histórias “Ignorabus”, que recebia textos de Milor Fernandes.
 Em “O Cruzeiro”, desenhou caricaturas, ilustrações, charges  e ase séries ‘As aparências enganam; Perguntas inocentes; As duas faces do homem; Palavras que consolam e Acredite querendo. Também, editou a revista do Dr. Macarra, que teve apensa nove números.
 Por algum tempo, Carlos Estevão esteve, ainda, criando a página de “O Amigo da Onça”, que fora consagrada por Péricles, na mesma revista. 
Aqui, ele ele tira sarro um com a Miss Brasil-1958, Adalgisa Colombo, e o campeão mundial da Copa da Suécia, Mané Garrincha, e com os árbitros das peladas futebolísticas.
Reproduzido de "O Cruzeiro"

Carlos Estêvão de Souza was a pernambucano, born on September 16, 1921, in Recife. He lived until July 14, 1972 and made his name in the Rio press, especially in the magazine 'O Cruzeiro', which ran between 1928 and 1975. But he only painted in the house in the late 1940s to stay until the early 1970s .
Reprodução de www.wikipedia.org
Son of Stephen Pires de Souza and Maria Salomé de Souza, the chargista Carlos Estevão never received art classes, having made the first drawings for the architecture section of the Department of Agriculture, Industry and Commerce-DF. The next step was to go to the Associated Diaries in 1948 to draw the storyteller "Ignorabus", who received texts by Milor Fernandes. Coming to "O Cruzeiro", he drew caricatures, illustrations, cartoons and ase series' Appearances deceive; Inappropriate questions; The two faces of man; Words that comfort and Believe wanting. Also, he edited the magazine of Dr. Macarra, who had apens nine editions.
 For some time, Carlos Estevão was still creating the page of "O Amigo da Onça", which had been consecrated by Pericles
Here he makes fun with Miss Brazil-1958, Adalgisa Colombo, and the World Cup champion of Sweden, Mané Garrincha, in addition to taking a ssarro with the referees of peeled, both published by "O Cruzeiro".

quarta-feira, 18 de abril de 2018

MUSA CRUZMALTINA DO DIA - COLÍRIO

O "Kike" a viu encantando a página eletrônica do amigo vascaíno www.joãoandreneto.blogspot.com, pela qual ele se refere à modelo como "colírio". Realmente, um colírio para todo torcedor da "Turma da Colina". Pena que o nome da lindíssima morena não consta abaixo da foto reproduzida. Por favor, vascaíno João André, informe a graça da beleza brasileiríssima, para a rapaziada saber. Estamos esperando! Saudações vascaínas, galera! ...

"Kike Ball" muse cruzmaltina saw this on the website vascaíno www.joãoandreneto.blogspot.com friendin which he refers to the model as "eyewash" theReallyan eyewashFor every fan of "Class of the Hill." Too bad the name of the beautiful brunette does not appear below the photo reproducedPlease vascaíno John André, please grace the very Brazilian beauty, to know the guysWe are waitingVascaínas Regards, guys!

HISTORI&LENDAS DA COLINA - COLATINA


1 - Vasco da Gama 10 X Colatina-ES, com gols por  Naninho (3), Vadinho (3), Maneca (2) e Iedo (2), amistosamente, na casa do adversário, foi o único jogo entre os dois times e é  o  quarto maior placar imposto pela “Turma da Colina” aos desafiantes. Os demais foram: 06.09.1947 – Vasco 14 x 0 Canto do Rio; 29.110.1937 – Vasco 12 x 0 Andarahy; 01.05 1927 – Vasco 11 x 0 Brasil-RJ; 03.07.1949 – Vasco 11 x 0 São Cristóvão; 22.05.1959 – Vasco 11 x 0 Göteborg-SUE; 01.06.1961 – Vasco 11 x 0 Combinado de Trondheim-NOR; 13.02.1988 – Vasco 11 x 0 Combinado de Petrópolis-RJ; 16.06.1935 – Vasco 10 x 0 Brasil-RJ.

 2 - Em 13 de setembro de 1990, o Vasco foi batido, por 1 x 0, pelo Atlético Nacional, da Colômbia, pela Taça Libertadores. Alegando pressões ao árbitro, comprovadas pela Confederação Sul-Americana de Futebol, Eurico Miranda conseguiu a anulação da partida. Só que, no outro jogo, passados 15 dias, no Estádio Santa Laura, em Santiago do Chile, foi pior: 2 x 0 para os colombianos.
FOI O UM DOS MAIORES vexames da história vascaína. Sem comentários!

3 - No 24 de outubro de 2007, o  Vasco venceu o América, do México, por 1 x 0, pela Copa Sul-Americana, tendo o atacante Romário sido, “inventado” como treinador, pelo presidente Eurico Miranda. E Romário escalou-se atleta, no segundo tempo. Roberto Dinamite também chegou a ser inventado na função, em 29 de abril de 1990, quando o Vasco tropeçou (1 x 2) no Bangu, em um domingo, em Moça Bonita, pelo Estadual. Mas ele não entrou em campo. Mandou: Acácio, Ayupe, Quiñones (Andrade), Marco Aurélio, Cássio,  Zé do Carmo, William (Marco Antônio Boiadeiro), Bismarck, Tita , Bebeto, autor do gol, e Sorato. O jogo teve 6.929 pagantes e arbitragem de Pero Carlos Bregalda. Cláudio José, que passou pela Colina, fez os tentos alvirrubros.     
COM ROMÁRIO, NÃO BASTA ser técnico. Tem que participar (do jogo).



9 - CHARGISTAS NO ESPORTE - OTÁVIO

O "Rei" virou santa e escandalizou os católicos
Santos x Corinthians, em 1962,  seria o cartaz da rodada do futebol paulista. Então, Otavio satirizou o time santista pedindo uma ajudinha ao Céu. Colocou Nossa Senhora Aparecida, a padroeira do Brasil, com o rosto de Pelé e foi um horror. Os fiéis protestaram diante da sede do jornal “Última Hora” de São Paulo, que precisou pedir desculpas à Igreja Católica.
 Otávio Câmara de Oliveira viveu por 65 temporadas (35 de carreira), até 23 de dezembro de 1995, considerado um chargista moderno. Finalizava os seus trabalhos a nanquim.
 Também, jornalista e pintor, Otávio iniciou a carreira em "Última Hora", em junho de 195. Em 1952, foi para a"Última Hora-SP". Em 1970, passou para a ‘Folha da Tarde’. Fez trabalhos para várias editorias dos jornais pelos quais passou e ganhou vários prêmios, um dos quais o “Andorinha-78”, de charge política. 
Seu filho Novaes é o seu seguidor, sendo um dos mais respeitados da atualidade em termos de ilustrações, caricaturas e desenhos de histórias em quadrinhos, tendo o seguido desde 1972, quando tinha 18 de idade. Brevemente, ele será focalizado por esta série.  
Esta caricatura de Otávio que você vê foi desenhada por Bira Dantas, isto é, Ubiratan Libanio Dantas de Araújo, e reproduzida de www.fotolog.com. Bira é um paulistano ilustrador, caricaturista, cartunista e quadrinista que trabalha nisso desde 1979.  

terça-feira, 17 de abril de 2018

TRAGÉDIAS DA COLINA - NA CADEIA


    Aconteceu em 1931, quando os atletas do Vasco da Gama ainda eram amadores. O grupo campeão carioca-1929 ganhou por presente fazer o que foi a primeira excursão de um time carioca à Europa e, lá pelas tantas, enfrentando um combinado português Benfica/Vitória/Casa Pia, aprontou o maior rolo.       Embora o zageiro Brilhante jurasse que a bola não batera em uma de suas mãos,  fora marcado um pênalti a favor dos anfitriões. Houve muitas discussões e cerco ao árbitro, que manteve-se irredutível. Bola colocada na marca fatal, o vascaíno Fausto Santos foi até lá, cuspiu em cima da pelota e o  penal foi  perdido pelos portugueses. O árbitro, porém, alegou que o goleiro Jaguaré havia se mexido e mandou repeti-lo.
 Daquela vez, Jaguaré atirou o seu boné sobre a bola, atrapalhando o batedor,  que voltou a errar o alvo. Mas o juiz ordenou s terceira cobrança. Indignado, Mário Matos questionou com Fausto se eles deveriam aceitar a ordem. Aceitaram, o Vasco mandou 4 x 2 e a imprensa de Lisboa acusou a “Turma da Colina” de desconhecer as regras do futebol.
 Dias depois, o time vascaíno enfrentou o Porto, em duas oportunidades. Na segunda, rolou novo rebu, por causa de um tento português marcado em impedimento. Revoltado, os cruzmaltinos cercaram o árbitro, que teve a solidariedade dos patrícios. No meio do burburinho, o atacante Russinho distribuiu tapas para o árbitro e os adversários. Sobrou até para  um policial, no qual aplicou-lhe uma rasteira.
 Após muito trabalho da polícia, a partida recomeçou o os locais venceram, por 2 x 1. Insatisfeita, à noite, a torcida local invadiu o hotel onde se hospedavam os vascaínos, que se defenderam do ataque atirando baldes de água nos invasores. Ao final da batalha, Russinho foi levado preso e passou a noite na cadeia. 
A chefia da delegação vascaína temia que o proprietário do hotel registrasse queixa policial e sobrasse processo judicial. Mas o cônsul brasileiro no Porto, Vilares Fragoso, entrou em ação, tirou Russinho do xadrez e a história teve um final feliz. Nem tanto para o Vasco, pois seus principais jogadores na excursão, Fausto e Jaguaré, decidiram pular fora da esquadra do “Almirante” e defender o espanhol Barcelona.            
                    FOTO REPRODUZIDA DE WWW.CRVSCODAGAMA.COM.BR