Vasco

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sábado, 31 de março de 2018

HISTÓRIA DA HISTÓRIA - 'SELEVASCO'

Em 1989,  o “Almirante” foi ao fundo do cofre e montou um timaço apelidado por “SeleVasco”.  Nenhum exagero!. A rapaziada beliscou o caneco do Brasileirão, sem discussões, inclusive, disputando a última partida na casa do adversário.

Entregue ao treinador Nelsinho Rosa, o grupo patinou durante o Estadual-RJ e não contava mais com os grandes "matadores” Roberto Dinamite e Romário. No entanto, aplicando um golpe de mestre pra cima do seu maior rival, o Flamengo, levou o baiano Bebeto pra Colina, a fim de suprir a falta dos dois. Veio o torneio nacional e a moçada escreveu cinco vitórias, quatro empates e só uma escorregada, durante a primeira fase.
Reproduzido de www.crvascodagama.com.br
Era animador para um time que não usava a faixa de campeão brasileiro há 15 temporadas. Mas a segunda fase não foi tão boa, com dois empates e uma queda diante dos flamenguistas.
 No entanto, a “Turma da Colina” fez a volta por cima, tendo por um dos destaques uma cria da casa, o meia-atacante Bismarck.
Lançado no time A duas temporadas antes, ele esteve vascaíno até 1993, tendo feito 301 jogos e marcado 106 gols, oito deles durante o Brasileirão-89, quando foi o principal artilheiro do time.  
 Vasco da Gama 1 x 0 São Paulo foi a finalíssima daquela campanha, em 16 de dezembro de 1989, no Morumbi-SP, com arbitragem de Wilson Carlos dos Santos e gol marcado por Sorato, aos cinco minutos, com o time alinhando: Acácio, Luís Carlos Winck, Marco Aurélio, Quiñónez, Mazinho; Zé do Carmo, Boiadeiro, Bismarck; Bebeto, Sorato e William. Treinador: Nelsinho Rosa.


O VENENO DO ESCORPIAO - JORNAL DA BAHIA - EDICAO DE SABADO DE ALELUIA

Cartaz divulgador da campanha presidenciao
1 – Perto do final da campanha presidencial para o pleito de 3 de otubro de 1959, o candidato da UDN-União Democrática Nacional, Jânio Quadros, visitava o governador da Bahia, Juracy Magalhães. Ao indagar do anfitrião se teria grande votação no Estado, Juracy respondeu: “O meu voto eu lhe garanto, mas o dos baianos você terá de gantir na rua, sem a ajuda do governador. E, a propósito, o que é que você ainda está fazendo aqui? Tá perdendo tempo na Bahia.”  

2 – Em 1967, o governo estadual baiano contratou a arquiteta italiana Lina Bardi para montar o Museu de Arte Moderna da Bahia, em Salvador. Destinaram-lhe o foyer do Teatro Castro Alves, que sofrera terrível  incêndio um dia após a inauuração. Como o local salvara-se das chamas, Lina armou por ali um teatro de meia-arena, contando com a ajuda de Eros Martim Gonçalves, dietor da Escola de Teatro da Bahia. Para primeiro espetáculo, foi montada uma obra do dramaturgo, poeta e encenador alemão Eugen Bertholt Friedrich Brecht. Beleza! Só se esqueceram de que o título da peça  - Ópera dos três vitens, na tradução popular brasileira – seria mais do que impróprio na Bahia. Por lá, dizia-se que a moça que perdera a virgindade “perdeu os três vitens”. Por conta de um hímen,  mudaram  o título para “Ópera dos três tostões”.

3 – Quem pensa que o coco é “cidadão honorário” só da Bahia, erra no chute. Sua presença no recinto brasileiro começa no paralelo 1 grau e 43 minutos, no Maranhão, e só percorrendo 17 graus e 44 minutos chega ao tabuleiro da baiana.  “Mestre” coco é um dos mais importantes frutas oleaginosass tropicais do planeta, tendo nordestinado 94% do seu cultivo no país, em uma área de 87.680 hectares.

Clemente Mariani a direita na foto reproduzida
da Fundacão Getúlio Vargas
4 - Clemente Mariani, ministro da fazenda (1961/1962) do presidente João Goulart, fora convidado pelo então ministro da pasta, Karlos Rischbieter (1979/1980), para uma reunião, no Rio de Janeiro. Junto com ele foram convidados, também, os ex-ministros Eugênio Gudin (1954/55), Lucas Lopes (1958/59), Walter Moreira Sales (1961) e Gouvêa de Bulhões (1964/67). De volta a Salvador, entrevistado pela imprensa, Mariani declarou: “A conclusão do encontro foi a de que todo ministro da Fazenda, ao assumir o cargo, constata que o governo que o convidou só lhe diz que o país vive uma grave crise. E ele que se vire para acabar com ela.

5 – A partir da década-1970, o termo “brega” ganhou força com o adjetivo qualificador da música popular brasileira de baixa qualidade. Algo equivalente ao mineiro “baranga”. No entanto, o pejorativo já existia na Bahia desde a década-1950. Era um substantivo e significava zona de prostituição, ou “puteiro”, no linguajar zé povão. A origem do termo “brega”, no entanto, deve-se a um religioso, o padre Manuel da Nóbrega, que dava nome a uma das ruas do meretrício baiano. De repente, a placa apareceu danificada, sobrando só as últimas letras do seu sobrenome...”brega”. O “Nó” havia escafedido-se. Dali para o “vamos ao “brega”, foi um pulo – primeiro caso de um substantitvo que virou adjetivo.               

sexta-feira, 30 de março de 2018

HISTORI&LENDAS DA COLINA - BOB


1 - Em 4 de maio de 1980, Roberto Dinamite sentou-se na poltrona nº 17, como sempre fazia, e seguiu, de São Januário, para o Maracanã. Estranhou o grandioso público para um jogo entre times classificados à fase seguinte do Campeonato Brasileiro. Não se tocou que seria o seu reencontro com a torcida vascaína, de volta do espanhol Barcelona. Do vestiário, ouviu a torcida gritar o seu nome, e chorou, emocionado. Agradeceu marando cinco gols: Vasco 5 x 2 Corinthians, de virada.
2 - Na volta de Roberto, o corintiano Caçapava abriu o placar, aos 11 minutos, mas Roberto dinamitou o "Timão", aos 13, 27 e 37. Aos 39, Sócrates bateu pênalti e diminuiu para os alvinegros paulistas. Roberto fez um outro, aos 42. E mais outro, aos 27 do segundo tempo do jogo assistido por 107.474 pagantes. Naquele dia, o técnico vascaíno Orlando Fantoni escalou: Mazaroppi; Paulinho II, Juan (Ivã), Léo e Paulo César; Carlos Alberto Pintinho, Guina e Edu; Wilsinho (João Luís), Roberto Dinamite e Katinha.
3 - Gols de Roberto Dinamite por adversários: Fluminense 43; América 30; Botafogo 28; Americano 27; Bangu 27; Flamengo 27; Goytacaz 22; Portuguesa 22; Bonsucesso 19; Campo Grande 18; Olaria 14; São Cristóvão 14; Madureira 12; Internacional 11; Corinthians 10; Volta Redonda 10; Operário 8; Vitória 8; Santos 7; Grêmio 7 e Goiânia 7.

TRAGÉDIAS DA COLINA - MUSAS TRISTES

 
Marcelo Sadio fotografou, para WWW.CVASCODAGAMA.COM.BR, o momento em que as belas jovens torcedoras cruzmaltinas sofriam com a queda do seu time à Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro. Na tarde do 8 de dezembro de 2013, a "Turma da Colina" levou 5 x 1 do Atlético-PR, na Arena Joinville, em Santa Catarina, e caiu, pela segunda vez, à "Segundona".
O Vasco pagou por passar todo o Brasileirão insistindo com goleiros fracos, sem nível técnico para vestir a camisa que fora de Moacir Barbosa, nas décadas-1940/1950. Alessandro, por exemplo,  levou gols em frangos monumentais. Espalmava bolas para o meio da área, quando todo menino que entra para a escolinha de futebol sabe que espalma-se para os lados.
Marcelo Sadio fotografou, para o site oficial do Vasco, esta imagem de uma torcedora cruzmaltina decepcionada com o rebaixamento do seu time à Série B doa Brasileirão. Ela fez a sua parte, torceu.

Marcelo Sadio fotografou, para o site oficial do Vasco da Gama um dos dias mais decepcionantes paras a história do clube.

quinta-feira, 29 de março de 2018

VASCO DA GAMA 3 X 2 FLUMINENSE


Tirar os tricolores das frente significa para os cruzmaltinos a possibilidade de conquistar o seu 25 titulo de campeáo estadual. Agora, basta passar pelo Botafogo, o adversario de dois jogos decisivos, o primeiro no domingo que vem, no Engenháo.
No jogo de hoje, o primeiro tento da rapaziada saiu aos 26 minutos. Yago Pikachu recebeu a bola pela ponta esquerda, mandou uma `caneta` sobre Richard e cruzou para a área, onde estava Giovanni Augusto, que marcou o seu primeiro gol com a camisa da `Turma da Colina`. 
Giovanni Augsto, fotografado por Paulo Fernandes, marcou um gol
O Vasco chegou a levar uma virada do Flu, durante a etapa inicial. Mas correu em busca do empate, que saiu aos 25 minutos do segundo tempo. Ao receber passe de Wellington, o garoto Paulinho finalizou e escreveu 2 x 2 na conta. O decisivo saiu aos 50. Fabrício recebeu passe de Riascos e bateu na bola como o diabo gosta, garantindo a virada e classificação: 3 x 2.

CONFIRA A FICHA TÉCNICA. 29.03.2018 (quinta-feira santa) - VASCO 3 2 FLUMINENSE. Semifinais do Estadual-RJ. Estadio: Maracanã-RJ. Juiz:  Rodrigo Nunes de Sá-RJ. Publico  Renda. Gols: Giovanni Augusto, aos 26, e Pedro, aos 36 min do 1 tempo; Sornoza, aos 03. Paulinho, aos 25', e Fabrício, aos 48 min do  2 tempo.VASCO DA GAMA: Martín Silva, Rafael Galhardo (Andrés Ríos), Paulão (Thiago Galhardo), Erazo e Fabrício; Desábato, Wellington, Wagner (Paulinho), Giovanni Augusto e Yago Pikachu; Riascos. Treinador: Zé Ricardo. FLUMINENSE: Júlio César, Renato Chaves, Gum e Ibañez; Gilberto, Jadson, Richard, Sornoza (Douglas) e Ayrton; Marcos Júnior (Marlon) e Pedro (Pablo Dyego). Treinador: Abel Braga.

HISTORI&LENDAS DA COLINA - FLAGUËS

1 – No dia 25 de maio de 1947, ao empatar, por 2 x 2, com o Flamengo, o Vasco chegava à oitava partida da invencibilidade, de 20 jogos, ou quase sete anos, sem perder do seu maior rival. Confira a sequência dos oito duelos: 13.05.1945 - Vasco 5 x 1 Flamengo - Torneio Municipal; 16.09.1945 - Vasco 2 x 1 Flamengo - Campeonato Estadual; 18.11.1945 - Vasco 2 x 2 Flamengo - Campeonato Estadual; 24.03.1946 - Vasco 2 x 0 Flamengo - Torneio Relâmpago do RJ; 19.05.1946 - Vasco 3 x 1 Flamengo - Torneio Municipal; 03.08.1946 - Vasco 2 x 2 Flamengo - Campeonato Estadual; 06.10.1946 - Vasco 4 x 3 Flamengo - Campeonato Estadual; 25.05.1947 - Vasco 2 x 2 Flamengo - Torneio Municipal.

2 – O Vasco e Canto do Rio se pegaram em sete ocasiões pelo Torneio Municipal, que era chamado, também, por Campeonato Metropolitano, por reunir só times da cidade do Rio de Janeiro: 02.05.1943 – Vasco 1 x 2; 09.04.1944 – Vasco 2 x 1; 27.05.1945 – Vasco 2 x 1; 05.05.1946 – Vasco 6 x 0; 17.05.1947 – Vasco 5 x 0; 16.05.1948 – Vasco 4 x 2; 13.05.1951 – Vasco 3 x 0.   

 3 - Vasco e Benfica já cruzaram seis mares, com três vitórias vascaínas e dois empates. Sobrou só um naufrágio. Assim rolaram as águas da galera: 12.07.1932 – Vasco 5 x 0 Benfica (amistoso); 30.06.1957 – Vasco 5 x 2 Benfica (amistoso);  18.01.1972 -  Vasco 0 x 2 Benfica (Torneio Internacional de Verão-RJ); 16.081984 – Vasco 1 x 1 Benfica (amistoso); 07.02.1987 – Vasco 1 x 1 Benfica (Torneio de Luanda); 14.06.1987 – Vasco 3 x 0 Benfica (Copa TAP-EUA).


4 - Vasco já enfrentou o Vitória-ES em quatro ocasiões, todas amistosamente e na capital capixaba. Confira: 27.11.1949 – Vasco 4 x 2; 27.05.1951 – Vasco 8 x 4; 06.10.1954 – Vasco 2 x 1; 14.12.1978 – Vasco 0 x 0 Vitória-ES.  

quarta-feira, 28 de março de 2018

TRAGÉDIAS DA COLINA - JUVA-1965

Se não tivesse tropeçado em times “pequenos”, como Campo Grande, Olaria e Bangu, o Vasco poderia ter disputado o título  do Campeanto Carioca Juvenil-1965, com o campeão Flamengo, no charmoso ano do IV Centenário do Rio de Janeiro. Em 22 jogos, foram 16 vitórias, um empate e cinco derrotas, marcando 51 e sofrendo 12 tentos.  Isso deu-lhe 33 pontos, contra 39 do Fla e 34 do segundo colocado, o Botafogo.
Ficou assim a temporada: 13.03.1965 – Vasco 5 x 0 Bonsucesso; 20.03 – 1 x 0 Olaria; 27.03 – 0 x 1 Campo Grande; 03.04 – 7 x 1 São Cristóvão; 10.04 – 0 x 2 Bangu; 17.04 – 1 x 0 Flamengo; 24.04 – 3 x 0 Portuguesa; 01.05 – 3 x 1 Madueira; 08.05 – 3 x 0 Fluminense e 22.05 – 4 x 0 América. Returno: 29.05 – 1 x 0 Bonsucesso; 05.06 – 1 x 2 Olaria;  12.06 – 1 x 0 Campo Grande; 19.06 – 3 x 0 São Cristóvão; 26.06 – 4 x 0 Bangu; 03.07 – 0 x 1 Flamengo; 10.07 – 4 x 0 Portuguesa; 14.08 – 4 x 1 Madureira; 25.08 – 1 x 2 Fluminense; 28.08 – 1 x 0 Botafogo e 04.09 – 3 x 0 América

HISTORI&LENDAS DA COLINA - ARY

1 - O compositor musical Ary Barroso, o maior vira folha da torcida brasileira, era Flu, que o expulsou por não pagar as suas mensalidades associativas,  e virou Fla. Se dava pessimamente mal com o Vasco da Gama. 
Quando já era rubro-negro, Ary vivia falando horrores da “Turma da Colina. Um dia, a rapaziada se “retou” (baiano fala retou, e não arretou) e o mandou ... sabe pra onde, né? De quebra, o proibiu de adentrar ao glorioso estádio de São Januário, palco dos maiores acontecimentos sociais e esportivos do país da “Era Getúlio Vargas”.
 Inconformado, Ary foi ao Colégio Pio  Americano, à Rua Teixeira Júnior, e negociou subir ao telhado para transmitir um prélio vascaíno. Ganhou aquele lance, mas perdeu na virada da esquipa. Jogavam Vasco x Flamengo, no estádio do Botafogo, e ele narrava, vibrantemente, Flamengo 2 x 0 Vasco. Então, o “Time da Virada” virou: 5 x 2. De quebra, e a torcida cruzmaltina bombardeou a sua cabine com bagaços de laranja.
Pior: Ary transmitia um programa musical para calouros, pela Rádio Cruzeiro do Sul, contando com um gongo para despachar os desafinados. Quando uma das transmissão foi diretamente de um circo, em Madureira, ele gongou uma candidata irmã do atacante vascaíno Isaías, aquele que formava um trio infernal com Jair Rosa Pinto e Lelé. Coitado! Se não fosse a polícia, teria sido escalpelado pela galera.   

2 -  At[e 1955, a revista  "Esporte Ilustrado", cujo dono era Levy Kleiman, vivia publicando fotos de times posados do Vasco. Mas seus feitores não se declaravam simpatizantes. As matérias eram assinadas por Thomaz Mazzoni (Olimpicus), Leunam Leite, Adolpho Scherman, Jorge Miranda, Carlos Sampaio, Flávio Sales, Herbert Mesquita, , Sérgio Lopes e jaime Ferreira. As fotografias eram de José Santos, Alberto Ferreira, Vito Moniz, José Alencar, Newton Viana de uma equipe paulista. Os gráficos de “goals” eram de William Guimarães, o humorismo de Milton Sales, as caricaturas de Vilmar e os desenhos de Alberto Lima. Gratuliano Brito continuava sendo o diretor de redação, cujo endereço seguia na Rua Visconde de Maranguape, Nº 15. Em São Paulo, a distribuição e vendas era por conta da Agência Polano, à Rua João Bricola,  Nº 46.

 


 

terça-feira, 27 de março de 2018

32 - ARQUEIROS DA COLINA - BARCA E ONÇA

A série “Os Arqueiros da Colina”, publicada desde 23 de janeiro, falou de 32 goleiros vascaínos. Ficaram faltando 21, agora resgatados com a ajuda do pesquisador Mauro Prais, que elaborou esta lista para o Kike:
  1- Miltão entra na lista dos piores goleiros da história do Vasco, ao lado de Tadic, Alessandro, Diogo Silva, Michel Alves e Caetano.Tinha grande estatura. Só isso. Foi da década-1960.
2 - Rafael "Pedreiro dividiu com Roberto Volpato alguns frangos durante o primeiro rebaixamento vascaíno a Série B do Brasileiro, em 2008. Pela pré-temporada de 2009, Rafael foi aconselhado a cometer uma indisciplina para ser mandado embora do Vasco. Queria ir para o Fluminense, sem este pagar a multa recisória. Então, chegou bêbado à concentração, de  madrugada, e aprontou bagunça na porta do hotel. Teve o contrato suspenso e, dias depois, foi para o Flu. 
3 - Jordi saiu pelos inícios deste ano, indo para um daqueles paises da antiga União Soviética. Dos três do rebaixamento de 2013, Márcio Cazorla foi sempre reserva do Carlos Germano, mas o substituiu, razoavelmente bem, no inicio do Campeonato Brasileiro-1997 e na Libertadores-1998.
Nesta foto reproduzida de www.bangunet.com, o goleiro é Rollim,
 o primeiro vascaíno a jogar pelo Flamengo.
4 - Paulo Sérgio, que quando era do Botafogo chegou à Seleção Brasileira; 5 – Jair, que não deve ser com fundidor com Jair Braganca, tinhae baixa estatura, mas era elástico. Reserva do Andrada e de Mazzaropi.
6 - Maurílio, saído das bases, também foi reserva desses dois.
7 - Carlos Henrique foi um outro reserva ido Andrada. 8 -  Jonas passou antes por Bonsucesso e América. Era baixo para a posição.
 9 – Zé Taínha chegou a ser titular em poucos jogos no inicio de 1959. 10 - Vagner, da década de 1950; 11 - Oswaldo Baliza, buscado no Botafogo.

12 - Chiquinho, citado em uma crônica do Mário Filho, por simular desmaio durante uma cobrança de pênalti, por Pirillo, do Flamengo. 13 - Panello, reserva de Rey, mas atuou bastante em 1935, quando o titular estava fora de forma. 14 - Quarenta II, da mesma época de Panello, era bastante franzino. 15 - Marques e Valdemar brigaram pela posição de Jaguaré, quando este foi para a Europa.  17 -  Rollim, reserva de Jaguaré, foi o primeiro vascaíno a vestir a camisa do Flamengo. 18 - Amaral, reserva de Nélson da Conceição, que sucedeu Barroso, Odorico e Ary.

19 - Barcheta, paulistano, nascido em 12 de março de 1918. Passou duas temporadas em São Januário, deixando registado no caderninho ter ajudado a moçada a conquistar o título do Torneio Início do Campeonato Carioca-1945, quando o “Almirante” decidiu e mandou 2 x 0 Botafogo, fase em que ele disputava a posição com Rodrigues. Em 1946, deixou no banco Moacir Barbosa, considerado o maior goleiro da história vascaína.
O restante da turma de Fausto Barcheta  teve: Augusto, Sampaio, Berascochea, Dino,  Argemiro, Santo Cristo, Lelé, João Pinto, Elgen, Chico Aramburo, Rubens, Rafagnelli, Laerte, Alfredo, Ely do Amparo, Nílton, Djalma, Ademir Isaías, Jair Rosa Pinto, Mário e Friaça, treinados pelo uruguaio Ondino Viera.  
Barcheta deve entrar, ainda, em uma outa série publicada pelo “Kike”, a dos atletas que vestiram as camisas do Vasco e do rivalaço Flamengo, pois passou pela Gávea, em 1949 – antes, entre 1930/40 esteve corintiano, e de 1940/44 defendeu a Portuguesa de Desportos.
  Detalhe: no jogo em que o flamenguista Valido foi acusado de subir nas costas de um zagueiro cruzmaltino, para marcar o gol na cabeçada que deu o título carioca de 1944 ao “Uurubu”, Barcheta era o goleiro da tragédia vascaína que valeu o primeiro tri rubro-negro no futebol.
Quando titulava o arco vascaíno, Barcheta deixou, também, no banco Oncinha e Yustrich, que viria a ser um badalado treinador nas décadas-1960/70. Oncinhe foi campeão do Torneio Municipal-1944, dirigido por Ondino Veira, que formou este time base: Oncinha, Rubens e Rafanelli; Alfredo (Figliola), Berascochea e Argemiro; Djalma, Lelé, Isaías, Jair (Ademir) e Chico.
Fora estes os placares vascaínos na disputa: 02.03 – 3 x 1 Fluminense; 09.04 – 2 x 1 Canto do Rio;  16.04 0 5 x 3 Canto do Rio; 27.04 – 3 x 0 Bonsucesso; 27.05 – 3 x 2 América; 03.06 – 1 x 2 São Cristóvão; 10.06 – 2 x 0 Botafogo; 18.06 – 2 x 1 Bangu e 24 .06 – 2 x 2 Flamengo.

 Em 1943, Oncinha tinha deixado Roberto no banco dos reservas. Detalhe: o Vasco  já

Teve dois goleiros com o mesmo nome de Roberto. O primeiro, o suplente de Oncinha e tinha por companheiros: Rubens, Sampaio, Rafanelli, Osvaldo Carvalho, Figliola, Alfredo II, Nílton, Argemiro; Djalma, Lelé, Isaías, Ademir, Jair Rosa e Chico. O outro foi Roberto Volpato Neto, catarinense, da cidade de Orleans, nascido em 01.07. 1979 (foto).
Este segundo goleiro vascaíno chamado Roberto foi da “Turma da Colina” entre 2005 e 2008, ano em que a equipe foi rebaixada à Série B do Brasileirão. Saiu tendo usado a 1 vascaína por 58 jogos. Foi jogador “cigano”, que passou por mais 10 clubes, entre 1999 e 2017 – Criciúma-SC (2 vezes), América-RJ (2), Moreirense-POR (2), Vitória de Setúbal-POR, Mumbai City-IND e os paulistas Ituano-SP, Ponte Preta, XV de Piracicaba, Água Santa e Santo André. 

OBS: DUAS FOTOS FORAM REPRODUZIDAS DE WWW.NETVSCO.COM.BR E A PRIMEIRA, ACIMA, DE WWW.BANGUNET.COM.BR. AGRADECIMENTOR.


HISTORI&LENDAS DA COLINA - GOLEADAZA

A partir das 15h45 de hoje, o escrete canarinho do treinador Tite vai ao gamado encarar os alemães, amistosamente, em Berlim. Desde a Copa do Mundo-2014, o torcedor `brasuca` fala sempre dos 7 x 1 nos mandados por eles, no Mineirão.
O Vasco da Gama, também, já escreveu isso no placar, em 10 oportunidades. A ultima vez foi diante do  São Paulo, segue sendo a maior goleada registrada nesse encontro que rola desde um amistoso em 4 de junho de 1940. 
A pancadaria pra cima do Tricolor do Morumbi valeu pela 26ª rodada da primeira fase do Campeonato Brasileiro-2001, em São Januário, com apito de Carlos Eugênio Simon-RS. No primeiro tempo, a “Turma da Colina” até pegou leve. Fez só dois gols, por conta de Gilberto e de Euller. Na segunda etapa, no entanto, botou pra quebrar. Romário pipocou o terceiro, o quarto e o sexto, ficando  Léo Lima com o o quinto e, pra fechar a conta, o zagueiro Dedé mordeu o dele.
 Paulo César Gusmão era o treinador vascaíno deste time impiedoso: Hélton; Rafael Pereira (Ely Thadeui)(Botti), Geder, João Carlos e Gilberto; Donizete Oliveira, Jamir (Dedé), Fabiano Eller e Léo Lima; Euller e Romário. O São Paulo, que marcou o seu gol aos 45 minutos do segundo tempo e era treinado por Nelsinho Baptista, escalou o que tinha de melhor: Rogério Ceni, Belletti, Júlio Santos, Émerson, Gustavo Nery, Maldonado, Fábio Simplício (Leonardo), Adriano (Alencar), Kaká, Luís Fabiano (Dill), França. Desse grupo, só Dill e Alencar não chegaram à Seleção Brasileira, enquanto o volante Maldonado era da seleção chilena.  
 
CONFIRA OS 7 X 1 MANDADOS PELA TURMA DA COLINA
 
VASCO.......  7 x 1   São Paulo-SP..........  25.11.2001 - Brasileiro         

VASCO........  7 x 1   Guarani-SP.............05.08.2001 - Brasileiro        

VASCO........  7 x 1   Goytacaz-RJ............31.10.1991 - Estadual        

VASCO.........  7 x 1   Portuguesa-RJ.......  02.03.1986 - Estadual        

VASCO.........  7 x 1   Volta Redonda-RJ....  30.10.1985 - Estadual        

VASCO.........   7 x 1   Operário-MS......... 14.03.1982 - Brasileiro       

VASCO..........  7 x 1   Madureira-RJ........ 17.04.1977 - Estadual        

VASCO.......... 7 x 1   Bonsucesso-RJ.......  03.10.1948 - Estadual        

VASCO........   7 x 1   São Cristóvão-RJ....  29.12.1938 - Estadual 

Vasco.........  7 x 1 Olaria................. 15.11.1937 - Estadual

   IMAGEM DE ROMARIO REPRODUZIDA DO BELISSIMO SITE VASCAINO WWW.PAIXAOVASCAO.COM.BR. AGRADECIMENTO

segunda-feira, 26 de março de 2018

A GRACA DA COLINA - HORA DO RECREIO

Revista do Esporte Nº 358, Ano VIII, de 15 de janeiro de 1966, traz, em sua contracapa, um animado momento de descontração dos atletas vascaínos, parecendo um grupo de garotos brincando. Explica o texto: "Zezé Moreira "castiga" os profissionais do Vasco em puxados treinamentos físicos, mas dá-lhes a compensação, deixando-os também se divertirem no intervalo. É a chamada hora do recreio, que é benéfica sob todos os aspectos: distrai e não deixa de ser um treinamento, pois mantém os jogadors vascaínos sempre em atividade..." Embora já exitisse a figura do preparador físico no furtebolo brasileiro, há um bom tempo, o treinador Zezé Moreira, que não aparce na foto, ainda era um daqueles técnicos às antigas que colocavam a sua rapazada pra ralar nos exercícios físicos, não requisitando um profissional do setor. 


 

31- ARQUEIROS DA COLINA - FER. PRASS

  Estava escrito que Fernando Prass seria atleta de futebol. O gen boleiro foi do seu avo, Lucio Valdomiro, zagueiro do Renner, clube já inexistente no futebol gaúcho. O pai, embora náo tivesse sido jogador, o acompanhava onde quer que o seu time de garotos  atuasse.
  De inicio, Fernando jogava pela `meiuca`. Aos 9 de idade, virou goleiro. Aos 13, passou a praticar, tmabem, basquete, vôlei, tênis e surf, mas (pela mesms época)  um convite para treinar com a turma do Grëmio Porto-Alegrense o fixou nos gramados.
 Descoberto disputando o peladeiro praiano ``Moleque Bom de Bola`, ele passou por todas as categorias dos gremistas e profissionalizou-se em 1999. Aproveitou o tempo, tambem, para cursar dois anos de Educacao Fisica, no Instituto Porto Alegrense, que deixou para jogar o Campeoanto Paulista, em 2000, pela Francana.
  Fernando fez gandes partidas e o treinador uruguaio Sergio Ramirez, do Santo Andre, leva-lo depois para Vila Nova-GO. Em um ano e meio, tornou-se ídolo da torcida do `Tigre`` e o goleiro menos vazado do Estadual Goiano-2001, o que o clube não tinha ha seis temporadas.
Reproduzido do site oficial do Vasco da Gama. Agradecimento.
  Em 2002, novamente, Sergio Ramirez  surgiu na vida de Fernando. Como supervisor do Coritiba, o indicou ao `Coxa`. Incorporou o Prass ao nome gritado pelos locutores, ficou bi estadual-2003-2004 e goleiro menos vazado do Campeonatos Paranaenses-2002-03-04, temporada em que totalizou 211 jogos pelo clube e saiu para o portugues Uniao de Leiria.
   Importantissino na chegada dop novo clube a Copa da UEFA, Fernando Prass foi eleito o melhor goleiro do futebol lusitano da temporada 2006-20007, pelo jornal `A Bola`, o principal de Portugal.
VASCAINO – O sucesso em Portugal fez o Vasco da Gama repatriar  Fernando Büttenbender Prass, nascido em Viamáo-RS, em 9 de julho de 1978.
 Pela `Turma da Colina`, Fernando Prass conquistou o Campeonato Brasieliro da Serie B-2009 e a Copa do Brasil-2011, alem de, nesta mesma ultima temporada, ter sido vice-campeao e melhor goleiro do Campenato Brasileiro, valendo-lhe a `Bola de Prata` da revista Placar, a maior premiacáo individual do futebol canarinho.
Pelo Vasco-2009, o treindor Dorival Junior escalava este time-base. Fernando Prass. Fagner, Vilson Titi e Ramon; Nílton, Alan, Souza e Carlos Alberto (Magno); Adriano e Élton (Alex Teixeira).   Em 2011, Ricardo Gomes armou este time na ultima partida? Fernando Prass, Allan, Dedé, Anderson Martins e Ramon; Rômulo,  Eduardo Costa, Felipe (Jumar) e Diego Souza (Bernardo); Éder Luis e Alecsandro.     
Apos 248 jogos vascainos, entre 2092013, Fernando Prass foi para o Palmeiras, onde ainda se encontra. Esteve convocado para ser o goleiro titular nas Olimpiadas-2016, mas uma contusáo, durante os treinamentos, tirou-lhe a chance de ficar campeáo olimpico.   

domingo, 25 de março de 2018

HISTORI&LENDAS DA COLINA - EDEGOL

1 - O Almirante tem sido um demolidor de idolatrias. Em 20 de setembro de 1932, por exemplo, pegou Sao Cristováo e quebrou-lhe  5 X 1 nos costados. Mas nao pusxou o "Santo" do andor e o espatifou no chao. Foi em campo, amistosamente, rolando a pelota no gramado da Rua Campos Sales. Os impiedosos? Gringo (2), Tinoco, Orlando e Badu. Aquele foi o primeiro dos seis amistosos já disputados pelos dois clubes, com cinco vitórias vascaínas. A série teve: 20.09.1932 – Vasco 5 x 1; 12.09.1937 – Vasco 3 x 1; 30.10.1941 – Vasco 2 x 3; 29.06.1946 – Vasco 5 x 3; 26.05.1960 – Vasco 5 x 3; 22.07.2000 – Vasco 3 x 0.  O segundo e o quinto jogo foram em São Jauário, e o tercerio, quarto e sexto em Figueira de Mello.

2- A data 20 de setembro marca, ainda, sete empates da Turma da Colina. Conferindo? - 1928 – Vasco 1 x 1 Botafogo; 20.09.1942 – Vasco 1 x 1 São Cristovão; 20.09.1953 – Vasco 3 x 3 Flamengo; 20.09.1964 – Vasco 0 x 0 Madureira;  20.09.1981 – Vasco 1 x 1 Flamengo; 20.09.1993 – Vasco 0 x 0 Guarani de Campinas-SP.          
Edmundo reproduzido de www.vascofotos. Agradecimento.
3 – O maior placar de um pega  Vasco x Gama-DF foi  5 X 2 para o Almirante, em 13 de outubro, pelo Campeonato Brasileiro-1999, em uma noite de quarta-feira, em São Januário.  Márcio Rezende de Freitas-MG apitou e Ramon, aos 13 minutos, abriu a conta, para  Edmundo aumentar, aos 31. No segundo tempo,E o "Animal" fez mais um, aos 26. Ramon também fez mais um e zagueiro-zagueiro 40. Odvan fechou a conta cruzmaltina, aos 14 da etapa complementar. Antônio Lopes era o chefe da rapaziada: Carlos Germano; Paulo Miranda (Paulo César), Odvan, Mauro Galvão e Gilberto; Nasa, Juninho Pernambucano (Alex Oliveira), Felipe (Fabiano Eller) e Ramon; Edmundo e Viola. Os gols gamenses foram marcados por Lindomar, aos 8, e por Juari, aos 44 minutos do primeiro tempo.     

O DOMINGO E DIA DE MULHER BONITA - LUISE RIBEIRO, VÍTIMA DE UM MONSTRO


Vinicius e Louise reproduzidos de www.youtube. Agradecimento
     Um homicídio quadruplamente qualificado terminou com a vida de uma jovem e bonita universitária brasiliense, Luíse Ribeiro, estudante de biologia, de 20 de idade.
  Ocorreu em  março de 2016 e o  autor da monstruosidade foi seu ex-namorado e colega de curso Vinicius Neres, de 19de idade. Louise foi deixada inconsciente, por clorofórmio que, depois, foi colocado em sua boca.
Além disso, ela teve os braços presos a uma cadeira, por um lacre, e, também, os pés pés, como contou o monstro em seu depoimento às autoridades policiais.
Crime praticado, o rapaz trancou a sala da UnB e começou a rodar por Brasília, estudando o que fazer com o corpo de Louise. Voltou para o laboratório e retirou os lacres e deixou Louise nua. Chegou a pensar em fazer sexo, mas desistiu e recolocou-lhe a calcinha.
Foto reproduzida do Jornal de Brasília.
Agradecimento
Ato seguinte: Louise teve os  pés de Louise, com arame,  seu corpo colocado em um carrinho e jogado em um matagal  próximo Avenida L- 4 Norte.
Vinicius fizera  todo o trajeto usando o carro dela e ainda atirou álcool no corpo. Antes, colocou um saco plástico na cabeça da moça, que levara uma “gravata” e tivera, alguns vasos sanguíneos rompidos, principalmente no nariz.
Com o corpo de Luise queimado, o monstro seguiu para a Universidade de Brasília, ainda no carro da moça, e viu pertences da moça, os quais jogou no mato.
Vinícius disse em seu interrogatório que fizera aquilo porque a moça não queria mais namorar com ele. Negou que estava sob efeito de álcool ou drogas no momento do crime..
Vinícius Neres foi condenado, em abril de 207, a 23 de prisão, em regime fechado,  pelo assassinado confesso de Louise Ribeiro.