Vasco

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domingo, 19 de novembro de 2017

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA. 'CLICK' EM CLONES DE OBRAS-PRIMAS

Uma réplica muito, muito  mais bonita
  O  fotógrafo norte-americano Nolan Patteerson imaginou, durante a década-1950, produzir um ensaio com sósias de modelos de telas famosíssimas.  E foi à luta. Convidou celebridades e tentou provar que as antigas musas poderiam disputar o mercado com as glamurosas “fivethy girls” e até ir para diante das câmeras cinematográficas de Hollywood.
  Nolan convidou as atrizes Jean Simmons, Arlene Dahl e Denise Darcel, para reviverem, respectivamente, a Monna Lisa,  A Maya Vestida e a Garota Boêmia. Cuidou de todos os detalhes para os “cliks” baterem com o original, mas nem tudo saiu perfeito, como veremos em três casos escolhidos por esta coluna.
 A reprodução da Monna Lisa levou Jean Simmons a umedecer os lábios, para o enigmático sorriso da também chamada La Gioconda ficar o mais lubrificado possível. Ok! Mas o rosto dela não era tão parecido com o de Lisa Gerardini, a modelo que Leonardo da Vince começou a pintar, em 1503, e, segundo alguns historiadores, levou quatro temporadas trabalhando – outros pesquisadores considerem 1517 a data dos finalmentes.    
   Para o “Domingo”, Jean Simmons, nascida Jean Marilyn Simmons, na inglesa Londres, era muito mais bonita. Atriz mais popular das Inglaterra, no inicio da década-1950, ela havia participado de 19 filmes, até chegar 1952 e estreado em produção dos Estados Unidos, tendo naquela década e na seguinte vivido o seu auge.
Entre 1948 e 1983, Jean recebeu várias indicações para as maiores premiações do cinema, tendo, em 1948, sido eleita a melhor atriz, do Festival da italiana Veneza, interpretando papel em “Hamelet”, baseado na obra de William Shakespeare.
A morenice espanhola no original virou ruiva uma réplica,
ruivamente, quase loira
Filha do atleta olímpico Charles Simmons (com Winifred Ada), ela teve duas irmãs e um irmão, e dois casamentos – com Stewart Granger e com Richard Brooks –, saindo deles com um filho de cada um dos maridos.
 Durante a década-1980,  Jean Simmons trocou a telona pela TV, participando de filmes e seriados da telinha.
Em 1986, esteve internada, em um hospital, para tratamento de alcoolismo. Superou o problema, voltou a ser atriz e ao cinema, mas sem abandonar a televisão. Viveu entre 31.01.1929 a 22.01.2010, duas temporadas após o último trabalho.        
 No caso da imitação da ‘Maya’, por Arlene Dahl, a pintura do espanhol Goya foi revivida por um cuidadoso Patterson pisando na bola. Clicou uma ruiva, enquanto a original, a Duquesa D´Alba, era morena. A semelhança entre as duas era nenhuma, mas a intenção valeu.
 Arlene Dahal tem a mesma altura de Jeans Simmons – 1m68cm – e o seu auge nas telas rolou pelas mesmas décadas-1950/1960. No entanto, teve mais maridos – Fernando Lamas, Lex Barker, Alexis Lichine e Rounsevelle Schaum – e mais filhos – três.
 Nascida em Minneapolis, nos Estados Unidos, foi registrada, por Arlene Carol Dahl, pelos pais Rudolph e Idelle. Entre 1947 e 1995, atuou em 33 produções cinematográficas e cinco televisivas. O seu filme mais conhecido no Brasil foi “Viagem ao Centro da Terra”.
Convenhamos que Denise Darcel, também, não é nada parecida com a modelo de “A Garota Boêmia”. Muito menos o seu sorriso, que especialistas em artes viram “vampirizado”
Sorriso nem tanto enigmático como o
da Monna Lisa. Ligeiramente, vampirinho.
Atriz francesa, nascida em Paris, bem que Denise esforçou-se para deixar a cena igual à pintada por Franz Hals. Mas só tentou a casadoira moça, de 1m63cm de altura e que gerou duas crias em suas cinco uniões matormoniais – com George Simpson Junior, Richard Vence, Robert Atkinson (pai das crianças), William Saw e Peter Crosby.   
 Filha de um padeiro, Denise Billecard, seu verdadeiro nome, ganhou o título de “Garota Mais Bonita da França” e foi cantora de cabarés, em Paris. Emigrou para os Estados Unidos, em 1947, e ganhou cidadania norte-americana, em 1952. Aos 41 de idade, fez performances de “streaptease”, em San Francisco, Las Vegas e Oakland, mas por pouco tempo. Depois, voltou a cantar em cabarés.
A sua filmografia inclui 16 películas – “Vera Cruz”, de 1949, foi a mais famosa –, tendo uma delas sido “Tarzan e a Garota Selvagem”, ao lado de Lex Barker. Contracenou, também, com outros artistas famosos, entre eles Glenn Ford, Roberto Taylor, Gary Cooper, Burt Lancaster e Esther Williams. – viveu entre 08.09.1924 a 23.12.2011.   
  Ideia muito boa, mas clonagem devendo, um pouco.

ADHEMAR 'OLÍMPICO' ENQUADRADO

A partir de 1955, o Vasco da Gama passou a contar com um dos principais atletas da história desportiva brasileira, Adhemar Ferreira da Silva.
Como representante da “Turma da Colina”, ele conquistou cinco títulos no atletismo carioca; dois do Troféu Brasil; o ouro do salto triplo das Olimpíadas Melbourne-1956 e o ouro nos Jogos Pan-Americanos de Chicago-1959 (valeu um tri).
 Depois disso tudo que você leu sobre a fera, concorde que, as vezes, a glória nada vale. Pelo menos, aconteceu com este campeão, após o Sul-Americano de Atletismo-1952, disputado na Argentina. Adhemar voltou alegre, sorridente, desceu ao avião exibindo o troféu para a torcida brasileira, mas nem imaginava o que estaria à sua espera.
Incrível! O prefeito da capital paulista,  Jânio Quadros –  8 de abril de 1953 a 31 de janeiro de 1955 –, ao tomar conhecimento de que Adhemar havia ausentado-se das suas funções de servidor municipal, para buscar medalha dourada para o desporto brasileiro, mandou descontar em seu salário os dias faltosos.
Foto reproduzida da
revista Esporte Ilustrado
Jânio Quadros nem era prefeito na época daquele Sul-Americano disputado em Buenos Aires e, ainda, ameaçou demitir o campeão, por causa de uma entrevista em que ele demonstrara a sua ira pela punição, que incluiu rebaixamento de posto.
Mais incrível, no entanto, era a assessoria técnica, ou jurídica, da Prefeitura de São Paulo não saber que havia norma do (extinto, em 1993, pelo presidente Fernando Collor) Conselho Nacional de Desportos-CND, pelo decreto-lei 3.199, de 14 de abril de 1941, garantindo liberações de atletas de seus respectivos empregos, mantendo os vencimentos, quando fossem representar o país no exterior.
Portanto, os burocratas da assessoria da municipalidade paulistana tiveram 13 temporadas para conhecerem a lei e informar, corretamente, ao chefe. Mesmo assim, Adhemar foi enquadrado no regulamento para todos os colegas. Nem o ditador Getúlio Vargas, que regulava o desporto com mão-de-ferro, o fazia.        
 Primeiro e único atleta brasileiro bicampeão olímpico, depois do aborrecimento com Jânio Quadros, o campeoníssimo Adhemar foi para a australiana Melbourne-1956, com a energia de um atleta vascaíno, e saltou 16m35cm. Depois disso, o Brasil gastou 48 temporadas para voltar a ter bicampeões olímpicos – os iatistas Robert Scheidt, Torben Grael e Marcelo Ferreira, em na grega Atenas-2004.
Se tivesse optado por ser atleta profissional nos Estados Unidos, em vez de ser amador no Brasil, com certeza, Adhemar Ferreira da Silva teria ficado rico. Não precisaria, duas temporadas após ele ter passado a pessoa espiritual, a sua filha Adyel vender as suas duas medalhas do ouro olímpico.     

 

 

 

VASCO X ATLÉTICO-PR - HOJE - 19 h

REPRODUZIDO DE WWW.CRVASCODAGAMA.COM.BR. AGRADECMENTO
Ainda bem que o goleiro Martin Silva, fotografado pro Carlos Gregório Júnior, estará de volta ao arco cruzmaltino
A véspera da importante partida contra o Atlético Paranaense foi de muito trabalho no Vasco da Gama. Na manhã de ontem, algumas horas antes de embarcar para Curitiba, o elenco cruzmaltino treinou forte no Complexo Esportivo de São Januário. A atividade foi comandada pelo treinador Zé Ricardo e teve um viés tático, com ênfase nas bolas paradas ofensivas e defensivas.
O jogo diante do Furacão marcará o retorno do jogador que mais atuou com a camisa cruzmaltina na atual edição do Campeonato Brasileiro. Trata-se de Martín Silva, que foi substituído por Gabriel Félix nas três últimas rodadas por estar defendendo a Seleção do Uruguai. O goleiro, inclusive, foi titular da Celeste em dois amistosos preparatórios para a Copa do Mundo de 2018, contra Polônia e Áustria.
- Ainda vamos definir qual será a nossa escalação em Curitiba, mas temos como certo o retorno do Martín Silva, que estava com a Seleção do Uruguai. Quando soubemos da convocação dele sabíamos que teríamos a oportunidade de colocar os meninos para jogar. O Gabriel foi bem nas partidas que atuou, o próprio Jordi também, mas a experiência do Martín ajuda bastante. O retorno dele é importante para nós, ainda mais numa reta final, onde tantos clubes brigam pelo mesmo objetivo que o nosso - comemorou o técnico Zé Ricardo.
Vasco e Atlético Paranaense se enfrentam, hoje, a partir das 19 horas, na Arena da Baixada, em Curitiba. Válido pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro, o confronto será o 46º entre as equipes. O último encontro aconteceu no primeiro turno, em Volta Redonda, e o Furacão venceu por 1 x 0. O retrospecto, porém, é favorável ao Gigante da Colina: 23 vitórias, 11 empates e 12 derrotas. 

sábado, 18 de novembro de 2017

VASCO DOS GRÁFICOS

EM PESQUISA - AGUARDAR

CORREIO DA COLINA - VASCO X ABC

O potiguar Hernando Filho conta ter 17 de idade, ser torcedor do ABC, de Natal, em sua terra, e do Vasco da Gama, no Ri de Janeiro.  "Sou alvinegro de quatro costados", escreveu. Ele quer saber da estatística entre os seus dois times.
Seguinte, Hernando: pelas contas do "Kike", o "Almirante" vai levando a melhor sobre o seu time da bela cidade de Natal. Os dois já se pegaram em encontros amistosos, da Copa do Brasil e dos Brasileirões das Séries A e B.
Amistosamente, a "Turma da Colina"  fez estes placares anotados pelo Kike: 07.06.1960 – Vasco 6 x 2; 22.08.1970 – Vasco 1 x 0; 22.10.1970 – Vasco 1 x 0; 16.07.1996 – Vasco 1 x 0. O primeiro jogo é, também, o demarcador mais elevado, com dois gols de Pinga, dois de Pacoti e mais dois a cargo de Roberto Pinto e de Delém.  O treinador era Nelson Filpo Nuñez e o time alinhou: Barbosa, Paulinho de Almeida e Bellini; Brito, Écio, Russo e Coronel;  Teotônio, Roberto Pinto (Waldemar), Delém (Pacoti) e  Pinga.
Da Copa do Brasil, o "Kike" anote: 17.02.1994 - Vasco 2 x 0; 15.03.1994 - Vasco 1 x 1 ABC; 30.03.2011 0 Vasco 0 x 0 ABC; 06.04.2011 - Vasco 2 x 1.
Do Brasileirão da Segundona, temos: 17.07.2009 - Vasco 3 x 0; 20.10.2009 - Vasco 3 x 2; 08.08.2014- Vasco 2 x 1. No Brasileiro da elite, só: 01.10.1972 - Vasco 2 x 1.
Você diz ser “alvinegro”, mas o Vasco não é chamado por clube alvinegro. Os cronistas cariocas preferem qualifica-lo por “cruzmaltino”, mesmo com a cruz da caravela de seu emblema representando a cruz da “Ordem de Cristo”.  Vale ressaltar que, a Ordem de Malta chegou a usar a cruz da Ordem de Cristo e, quando promoveu a “Semana Alvinegra”, na década-1950, o Santos convidou Corinthians e Vasco, levando em conta o branco e o preto do uniforme vascaíno. Desconsiderou o vermelho da cruz. Fica, então, a interpretação para cada um.  Valeu?