Vasco

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quarta-feira, 25 de abril de 2018

FERAS DA ESQUINA DA COLINA - DANILO

 O médio (apoiador, hoje) Danilo Alvim havia encerrado a sua história em São Januário, desde 1954. Passadas 14 temporadas, a torcida vascaína ainda sentia saudades dele, seu “Príncipe”. Gostaria de continuar a ver um cara que tocasse a bola de maneira sutil, elegante, levando-a à frente, como se fosse um buquê de flores para a namorada. 
 Um cara assim, conforme fora descrito pelo Nº 474 da Revista do Esporte, de abril de 1968, não se encontrava no futebol brasileiro. Mas o técnico Zezé Moreira, que o havia dirigido no time uruguaio do Nacional, de Montevidéu, conhecia um e o trouxe para São Januário, em 1965.
Chamava-se Danilo Menezes o atleta e era visto como uma cópia fiel de Danilo Alvim, “que empolgara o Brasil, “com atuações maravilhosas”, segundo a mesma revista.  A revista via nele quase tudo igual ao xará: calma, modo de falar, gestos cavalheirescos e simpatia, dentro e fora do gramado.
“Quando um companheiro lhe  passa a bola, Danilo (Menezes) já tem toda a jogada estudada... dos seus pés saem lances simples, bonitos e objetivos...Sua perna esquerda funciona ritmada com precisão, principalmente quando faz lançamentos longos... tem outra (virtude) muito importante, que é a de marcar gols”.
Pelas Eliminatórias da Copa do Mundo-1966, em quatro jogos contra Venezuela e Peru, Danilo marcou quatro gols com a camisa da “Celeste”.
O caçula, de oito irmãos, o meia-atacante nasceu em 17 de fevereiro de 1945, em Rivera, na fronteira do Uruguai com o Rio Grande do Sul, e sempre atravessava a rua para brincar com os garotos gaúchos de Santana do Livramento.
 Aos 16 anos, Danilo começou a rolar a bola, pelo Oriental, de sua cidade. Aos 20, chegou ao Nacional, da capital, e foi campeão uruguaio, em 1963. Medindo 1m70cm, seu peso ideal era 67 quilos. Preferia trabalhar pela direita do gramado, para ter melhores chances de lançar com o pé esquerdo. Sobre o seu estilo de jogo, dizia: “Trato a bola como o barbeiro corta o cabelo, o pedreiro trabalha a massa e o pintor prepara os seus quadros”.
 Danilo Menezes chegou ao Vasco, com 20 anos de idade e saiu, aos 27,   em 1972, depois de formar bons meios-de-campos com Maranhão e Lorico, e Alcir e Buglê. Da Colina, foi para o ABC de Natal, para ser eleito “o camisa 10 do século 20” naquele clube. Até ganhou, do jornalista Rubens Lemos Filho, uma biografia, intitulada “O Último Maestro”.
          FOTO REPRODUZIDA DA REVISTA DO ESPORTE

TRAGÉDIAS DA COLINA - ROMARIANA

 De acordo com a revista "Placar", Romário nunca bateu mil vezes na rede. Nesse quesito, no Brasil, nem o  "Rei Pelé". A publicação “desmilha”, solenemente o “Camisa 10”, deixando-o bem longe das 1.282  lhe atribuídas pela imprensa.
De Romário,  "Placar" 106 bolas no barbante, por alegar que 77 foram em jogos infantis e juvenis, e 29 em partidas festivas. OINIÃO DO KIKE 
Metolologias à parte, o“Baixinho” superou o “Rei” em gols oficiais. Se, entre 1957 e 1977, Pelé marcou 720, como quer “Placar”, enquanto Romário chegou a 722, de 1985 a 2007.
 O antigo ídolo vascaíno ganha uma outra: maior número de “matanças”. São 27 comandos de pelotões de artilharia, em 87 competições oficiais, contra 24 de Pelé, em 63 disputas do mesmo nível. O cruzmaltino ainda tem a ponta do Campeonato Brasileiro de 2000, ganho pelo Vasco e que uma briga entre cartolas terminou por transformá-lo em Copa João Havelange.
OPININIÃO D KIKE:, se a bola rolou, passou pelo goleiro e bateu na rede, é gol. Antes de ser profissional, o garoto não disputa campeonatos federados nas bases? Porque tais jogos e os amistosos não devem valer na contagem dos gols?

terça-feira, 24 de abril de 2018

13 - CHARGISTAS NO ESPORTES - AIRES


Piauiense, de Parnaíba, única cidade banhada pelo mar no Estado, Antônio Aires é “pai”, entre outros,  de Muruma, Ermitão, Luk, o Dragão, Jericar e Veroso, personagens que circularam pelas histórias em quadrinhos. Também, ilustrou vários livros de agências estatais.
 Nascido em 5 de janeiro dede 1947, ele foi professor de desenho em sua terra, onde desenhou para projetos culturais. Chegou ao Distrito Federal, em 1976, e o seu primeiro emprego foi no Jornal de Brasília, para o qual criou símbolos para os times que disputariam o primeiro campeonato de futebol profissional candango.
Após duas temporadas no JBr, ele mudou-se para o José - Jornal da Semana Inteira, que o teve até 1983. Por lá, além de desenhos de várias vertentes, ilustrou páginas sobre a Loteria Esportiva. O próximo passo foi desenhar para a antiga Radiobras, empresa de comunicação do governo, atual  EBC-Empresa Brasileira de Comunicação, que só tratava, na época, de rádio e TV. Ficou por um ano na casa.
 Achando que ganhava pouco, Aires passou para o ramo das agências de publicidade, até ser chamado por mais uma estatal, a Telebrasília, do governo do DF, que o segurou entre 1985 a 2000. Por fim, trabalhou para a Prefeitura da cidade goiana de Formosa. E aposentou-se.
Ayres, como assina, também, na verdade, é mais quadrinista do que chargista. Ele criou, recentemente,  várias ilustrações do personagem Wlaska, a Wlaskaína, que este blog publicará, brevemente, tendo por modelo uma Miss Marasul-Maranhão do Sul que já foi modelo dos guardanapos do Bar Garota de Ipanema, do Rio de Janeiro.            


FERAS DA ESQUINA DA COLINA - ALOÍSIO

Ele era chegado da turma do Flamengo e planejava puxar o tapete de quem fazia dupla ofensiva com o goleador do Vasco da Gama.  Nome do sujeito? Aloísio Matias da Costa. 
Além dessas três explicitudes, este carioca, nascido em 1º de dezembro de 1941, explicitava mais uma outra: dizia-se muito mais atleta do futebol de salão, do que dos gramados e jamais pensara em rolar a bola no verde. Explicitíssimo! Nada a esconder.
 Por causa de tanta franqueza, o treinador Zezé Moreira gostou da sua sinceridade de Aloísio e decidiu dar-lhe a chance que não tivera quando fora para o “football association” de Flamengo e Botafogo.
 Aloísio jogava por um time de futsal da Gávea, o Carioca. Em 1961, companheiros incentivaram-no a tentar os gamados com a jaqueta flamenguista, já que morava do lado do clube e era amigo da rapaziada rubro-negra. Encarou o desafio, mas foi escalado como centro-médio (espécie de volante da época), o que ele desagradou, pois a sua era destruir defesas, afinal media 1m81cm de altura.
 Como a flamengada não dera certo, Aloísio aceitou a sugestão do médico alvinegro Lídio Toledo para “retentar” a sorte em General Severiano.
“Retentou” e conseguiu que o escalassem como centroavante. Agradou, assinou contrato e pegou, por concorrentes, Quarentinha e Amoroso.
Seria difícil, porém, jogar ao lado de Garrincha, Amarildo e Zagallo, pois os caras eram muito mais experientes e de Seleção Brasileira. Próximo passo? São Januário.
 Se antes era torcedor alvinegro, depois de se instalar na Colina, Aloísio tornou-se inimigo fatal dos botafoguenses.
Queria pagar ao Vasco, com juros e correção monetário, pela chance que não tivera no Fla e no Bota. Mas ficou só no sonho. Não aconteceu, também, em São Januário.
 Assim, o xará (ou quase xará) mais lembrado pelos vascaínos é o Aluísio “Chulapa” (trocado o “o” pelo “u”), que disputou a camisa 9 durante a Série B do Brasileirão-2009.  
             FOTO REPRODUZIDA DA "REVISTA DO ESPORTE"

A BELÍSSIMA MUSA DO DIA - THAÍS

Deus, Buda, Alá, Zeus, seja lá que deus tenha sido, criou este monumento que o  www.musicadogol (onde o Kike viu) presenteia os seus internautas com a beleza de Thaís Menezes, modelo que encanta por onde passa. Inteligente, trabalhadora, ela é uma das grandes representantes da beleza da mulher brasileira, que inveja as estrangeiras. Tahis pinga em seus olhos, como um colírio, porque hoje é sábado. Como dizia Vinícius: "Que me perdoe as feias, mas beleza é fundamental". Vendo Tahís, vê-se porque o poeta é poeta. Confere? 
God, Buddha, Allah, Zeus, whatever god it was, created this monument, and www.musicadogol (where Kike viuj) presents its netizens with the beauty of Thais Menezes, a model that enchants wherever it goes. Intelligent, hardworking, she is one of the great representatives of the beauty of Brazilian women, who envy foreign women. Tahis drips in his eyes, like an eye drop, because today is Saturday. As Vinicijos said: "May the ugly one forgive me, but beauty is fundamental." Seeing Tahis, the poet is entirely right. Does it?